O plantão do porteiro Eu sou o administrador do condomínio na Barra da Tijuca. Luan é o porteiro do turno da noite: branco, 47 anos, casado, meio careca, corpo de academia — peito cabeludo, braços firmes, barriga marcada. Nunca deu pra saber se ele era gay ou bi, mas as piadas dele sempre vinham com maldade. Toda vez que a gente se cruzava no corredor ele soltava uma indireta safada, olhar de quem quer foder, voz baixa. Eu respondia no mesmo tom, provocando de volta. A gente se via pouco. Ele chegava quando eu já tava saindo. As brincadeiras eram rápidas, mas o teor sexual nunca falhava. Naquela noite o condomínio tinha assembleia pra discutir umas obras. A reunião se arrastou até tarde. Como no dia seguinte eu precisava voltar cedo, decidi dormir no quarto de descanso dos funcionários: quatro camas de solteiro, ar-condicionado ligadão. Era plantão do Luan. O horário de descanso dele começava à 1h. Tomei banho, pedi um lanche e me deitei de lado, ainda de uniforme. À 1h15 a porta rangeu baixo. Luan apareceu na soleira, uniforme, cinto afrouxado, cara de cansado. Parou no meio do caminho quando me viu. — Porra… — a voz saiu rouca. — Não sabia que você tava aqui. Olhou de cima a baixo e soltou aquela risadinha safada de sempre. — O administrador dormindo no quarto dos porteiros… ainda de uniforme. Vai ficar com cheiro de porteiro, hein? Cuidado que amanhã os condôminos vão achar que o senhor virou um de nós. Eu ri. — Mas eu sou um de vocês. Ele se aproximou da cama do lado, sentou e tirou a camisa. Peito cabeludo, barriga marcada, braços firmes. Desabotoou a calça, puxou pra baixo e ficou só de cueca. — Tem problema eu dormir de cueca? — perguntou, apertando o próprio pau por cima do tecido. Já tava duro pra caralho. — Não. Apaga a luz. Ele levantou. Eu vi a sombra: o pau já esticando a cueca, a cabeça molhada de pré-gozo. Fiquei virado pra parede, mas a silhueta dele era clara. Quando me virei, dei de cara com o volume manchado. Ele me encarava com tesão puro na cara. — Você tá me provocando não é de hoje, né? Fica jogando essas olhadinhas safadas e depois finge que não é nada. Eu sei o que você quer, puta. É só pedir. Passou a mão no pau, apertando forte. A cueca já tava encharcada. Antes que eu falasse, ele puxou o pau pra fora — grosso, veias saltadas, cabeça brilhando de porra — e empurrou minha cabeça com força. — Abre a boca, porra. Vai. Chupa. Eu sei que era isso que você queria, sua putinha safada. O cheiro de macho, suor de plantão e tesão me encheu as narinas. Ele esfregou o pau na minha cara, passando a rola nos meus lábios, no queixo, na bochecha, sujando tudo. Eu abri a boca e ele enfiou com tudo. A cabeça bateu no fundo da garganta de primeira. Eu engasguei, saliva escorrendo pelo queixo, e ele segurou meus cabelos com as duas mãos e fodeu minha boca sem nenhuma piedade — estocadas fundas, molhadas, barulhentas. — Isso… engole, puta. Chupa direito o pau do seu macho. Tava doido pra meter nessa boquinha de administrador safado. Ele se inclinou, puxou a barra da minha blusa e desabotoou devagar, ainda fodendo minha boca. — Levanta os braços. Quero te ver. Tirei a blusa. Ele passou a mão no meu peito, apertou o mamilo com força e desceu até o cinto. — Agora a calça. Meia também. Quero ver se o pau do administrador é tão grande quanto o meu. Desabotoei, levantei o quadril e puxei calça e cueca de uma vez. Meu pau saltou duro, batendo na barriga. Luan engoliu em seco e soltou um sorriso safado. — Porra… olha o tamanho disso. E o senhor ainda fica me provocando com piadinha o mês inteiro. Ele se ajoelhou na beira da cama sem pedir licença. A mão grande fechou em volta da minha pica e apertou forte. — Tá duro pra caralho… — murmurou. — Era isso que você queria quando ficava me olhando no corredor, né? Admitir, sua puta. — E você? — respondi, a voz baixa. — Toda vez soltava aquelas frases… “se o administrador quiser, eu resolvo qualquer problema”. Tava só brincando ou tava pedindo pra meter? Luan lambeu a cabeça do meu pau e riu com a boca cheia. — Tava pedindo, porra. Só não tinha coragem de falar. Agora engole. Ele engoliu tudo de uma vez. Sem carinho. A garganta apertou em volta da cabeça e ele ficou ali, engasgando de propósito, olhos marejados, saliva escorrendo pelo queixo. Chupava fundo, molhado, barulhento, a mão livre apertando o próprio pau com força. — Porra de gosto… — falou quando soltou, a boca vermelha e suja. — Queria tanto meter a boca nisso. Eu agarrei a cabeça careca dele e puxei pra baixo de novo. — Então mete. Para de ficar só nas brincadeiras e engole direito, porra. Ele obedeceu, chupando mais fundo, gemendo abafado. Quando soltou de novo, a saliva escorria pelo queixo e pingava no meu saco. — Vira de quatro — mandou, a voz já grossa de tesão. — Quero ver esse cu que você esconde, puta. Virei. Ele abriu minhas nádegas com força, quase rachando. — Olha isso… apertadinho pra caralho. — Cuspiu duas, três vezes bem no meio e espalhou com o dedo grosso. O polegar apertou meu cu e entrou de uma vez. Ele riu baixo, sujo. Eu gemi alto. — Relaxa, putinha… O dedo saiu. Ouvi o barulho dele batendo no próprio pau, grosso, molhado. A cabeça encostou e empurrou. Devagar no começo, só a cabeça entrando e saindo, abrindo o buraco. — Porra… que cu apertado — grunhiu. — Tava doido pra abrir isso. Toda vez que você passava de calça social no corredor eu ficava imaginando o administrador de quatro pro porteiro, gemendo igual puta. Enterrou tudo de uma vez. O ar saiu dos meus pulmões. Ele ficou parado, o corpo cabeludo colado nas minhas costas, peito peludo roçando, pau grosso latejando dentro. — Fala… — pediu no meu ouvido, a voz rouca. — Fala que tava querendo. Que aquelas brincadeiras minhas te deixavam duro pra caralho. — Toda vez que você soltava aquelas frases eu ficava duro pra caralho — respondi, ofegante. — Queria teu pau no cu, Luan. — Então segura agora, puta. Começou a foder. Estocadas longas e profundas no começo, depois mais rápidas, mais secas, mais violentas. O barulho de pele batendo em pele enchendo o quarto. A mão dele desceu e agarrou meu pau, batendo no mesmo ritmo. — Que delícia… — gemíamos os dois quase juntos. — Eu levando pica do funcionário casado no quarto de descanso… se os condôminos vissem o administrador sendo arrombado pelo porteiro… Ele tirou o pau de repente, virou meu corpo de costas e se meteu de novo, de frente. As pernas dele abertas, o peito cabeludo roçando no meu, a boca descendo no meu pescoço. — Beija minha boca, porra — mandou. — Quero sentir o gosto de quem fica me provocando o tempo todo. Beijamos enquanto ele me comia fundo. A língua dele era grossa, o beijo molhado, sujo, cheio de saliva. Ele gemia entre os beijos, cuspia na minha boca e eu engolia. Depois ele me virou de quatro de novo, com mais força. Enterrou o pau até o fundo e começou a arrebentar meu cu de verdade, estilo filme pornô. As estocadas viraram brutais, secas, fundo, sem nenhuma piedade — ele enfiava com força total, a bunda dele batendo forte nas minhas nádegas, o pau grosso rasgando, entrando até as bolas, saindo quase inteiro e metendo de novo com violência. O barulho era molhado e alto, pele estalando, o cu fazendo barulho de ser arrombado. Eu comecei a gritar de tesão e dor misturados. Na mesma hora ele tampou minha boca com a mão grande e cabeluda, apertando forte pra eu não fazer barulho. — Cala a boca, puta — rosnou no meu ouvido, fodendo cada vez mais forte, estocadas cada vez mais violentas. — Não grita. Não quero ninguém ouvindo o administrador sendo arrombado pelo porteiro. Engole o grito e toma essa pica. Ele arrebentava meu cu sem parar, a mão tampando minha boca, o corpo cabeludo colado nas minhas costas, o pau grosso entrando e saindo com força bestial, abrindo, dilatando, destruindo. Cada estocada era mais pesada, mais funda, mais suja — ele metia até o fundo, puxava quase tudo pra fora e enfiava de novo com tudo, o quadril batendo seco, o pau latejando, o cu fazendo barulho de porra. Eu gemia abafado contra a mão dele, baba escorrendo, o cu queimando e pedindo mais. Ele metia com voracidade pura, sem dó, cada estocada mais brutal, mais profunda, mais puta, arrebentando o buraco sem misericórdia, igual cena de filme pornô. — Vou gozar dentro — avisou, a voz já quebrada de tesão, ainda martelando meu cu com força total. — Vou deixar seu cu cheio de porra de macho. Engole tudo, putinha. As estocadas ficaram curtas, rápidas e violentas pra caralho. O corpo dele tremeu. Eu senti o pau inchar e o primeiro jato quente explodir dentro de mim. Ele gozou muito, gemendo baixo e rouco contra minha orelha, empurrando a porra o mais fundo possível com estocadas curtas e brutais enquanto ainda tampava minha boca. — Porra… toma tudo… — grunhiu. — Toma a porra do teu macho. Engole no cu, puta safada. Quando parou, ficou em cima de mim, ofegante, a mão ainda na minha boca. Depois tirou a mão e saiu devagar. Um fio grosso de porra escorreu do meu cu e molhou o lençol. Luan se ajoelhou entre minhas pernas, abriu minhas nádegas e lambeu o próprio gozo que escorria, enfiando a língua fundo no buraco arrombado. — Olha o estrago… — murmurou, lambendo, chupando, engolindo. — O cu do administrador escorrendo porra de porteiro. Que safado. Que putinha. Depois subiu e engoliu meu pau de novo, chupando com vontade, molhado, barulhento, até eu gozar na boca dele. Ele engoliu tudo, limpou a cabeça com a língua e só então soltou, sorrindo de lado, a boca suja. — Gostoso pra caralho… — falou, ainda ajoelhado. — Agora sim valeu a brincadeira, puta. Ficamos os dois ofegantes no silêncio do quarto. O ar-condicionado continuava ligadão. Lá fora, a Barra dormia. Luan se levantou, puxou a cueca, a calça, o cinto. Olhou pra mim uma última vez, a boca ainda vermelha, os olhos meio embriagados de tesão. Vestiu-se, destrancou a porta e deitou na outra cama. Pegou no sono rápido. Eu fiquei ali, deitado, o cu ainda aberto, dilatado e cheio da porra do porteiro safado. Antes de terminar o horário de descanso, ele me acordou. O pau dele já estava duro de novo, batendo na minha cara. — Última mamada. Vai, puta. Enfiou na minha boca sem pedir e fodeu minha garganta até gozar de novo. Encheu minha boca de porra quente. Eu engoli tudinho. Ele me deu um último beijo sujo, saboreando o próprio gozo na minha língua, e saiu do quarto. Eu fiquei sozinho, o cheiro de sexo impregnado no ar, o corpo marcado, o cu ainda escorrendo. E a certeza de que, da próxima vez que ele soltasse uma daquelas piadas no corredor, eu já saberia exatamente o que ele queria.
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