Meu tio é casado e eu tenho namorada - Parte 2 (confissão)
A tia Márcia tinha saído com as meninas pra passar o fim de semana na casa da avó. De novo. Eu tinha ido até a casa do tio Roberto “só pra buscar umas ferramentas emprestadas”. Mentira. A gente já tinha combinado pelo WhatsApp na noite anterior. Ele abriu o portão de bermuda e camiseta regata, o peito cabeludo aparecendo nas laterais, o cheiro amargo e amadeirado dele me batendo na cara assim que me abracei nele. — Entrou rápido, sobrinho. Antes que algum vizinho veja. Fechei o portão atrás de mim. O coração já estava acelerado. A gente subiu a escada em silêncio. No corredor ele me puxou pela cintura, me encostou na parede e beijou minha boca com vontade. Língua quente, barba por fazer raspando meu queixo, o gosto de café e cigarro. Eu retribuí, odiando o quanto minha rola já estava endurecendo dentro da bermuda. — Tô com tesão pra caralho em você — ele falou contra minha boca. — Desde ontem. — Eu também… puta que pariu, eu também. Ele me puxou pro quarto de casal. Trancou a porta. As janelas estavam abertas, o ventilador de teto girando lento, a luz da tarde entrando meio amarelada. Roberto tirou a regata e jogou no chão. O peito peludo, os mamilos escuros, a linha de pelos descendo pela barriga. Eu fiquei olhando, engolindo em seco. — Tira a roupa, Pedro. Devagar. Quero ver. Eu tirei a camiseta. Depois a bermuda e a cueca. Fiquei pelado na frente dele, a rola já dura, latejando. Ele ficou só de olhando por uns segundos, o volume marcando forte na bermuda. — Porra… que pau bonito. Toda vez eu esqueço o quanto é grosso. Ele se aproximou, segurou meu pau com a mão direita e começou a masturbar bem devagar, o polegar passando pela fenda molhada. Eu soltei o ar. — Tio… — Fala. — A Laura… — Eu sei. Eu também tenho mulher. Hoje a gente não vai falar delas. Hoje é só a gente. Ele ajoelhou na minha frente. Sem pressa. Lambeu a cabeça do meu pau com a língua quente e larga, recolhendo o pré-gozo. Depois abriu a boca e engoliu devagar, centímetro por centímetro, até o nariz encostar nos meus pelos. A garganta dele apertou em volta da cabeça. Eu gemi alto, a mão indo pro cabelo ralo dele. — Caralho… sua boca… Ele chupava com vontade, mas sem pressa. A mão esquerda no meu saco, massageando, o dedo médio passando atrás, roçando o períneo. A outra mão segurava minha bunda, o dedo indicador já pressionando o cu por cima. Eu rebolava sem querer, empurrando mais fundo na boca dele. Roberto tirou a boca, baba escorrendo pelo queixo, e olhou pra cima. — Tá gostando? — Tô… porra, tô gostando pra caralho. — Quero te chupar até você quase gozar. Depois eu paro. Quero te deixar louco. Ele voltou a engolir. Dessa vez mais rápido, a cabeça subindo e descendo, a língua pressionando a veia de baixo. Eu sentia a saliva escorrendo pelas bolas, o barulho molhado enchendo o quarto. Meu pau latejava na boca quente dele. Toda vez que ele descia até o talo eu sentia a garganta apertar e um arrepio subir pela espinha. — Tio… eu vou gozar se você continuar assim… Ele parou na hora, tirou a boca e apertou a base do meu pau com força, segurando o gozo. — Ainda não. Quero te comer primeiro. Se levantou, tirou a bermuda e a cueca de uma vez. A rola dele saltou, grossa, pesada, a cabeça já brilhando, as veias saltadas, os pelos densos na base. O cheiro dele subiu forte: suor, sabonete barato e tesão. Eu engoli seco. — Deita de barriga pra cima. Quero te ver. Eu deitei na cama grande. Ele subiu em cima de mim, o corpo quente e peludo colando no meu. Beijou minha boca de novo, mais fundo, a língua dançando com a minha. A rola dele esfregava na minha, os dois paus duros se tocando, o pré-gozo misturando. Eu passei a mão nas costas largas dele, sentindo o suor começando a nascer. Roberto desceu beijando meu pescoço, mordeu de leve a clavícula, chupou meu mamilo até ele ficar duro e sensível. Depois continuou descendo, a barba raspando minha barriga, até chegar de novo no meu pau. Dessa vez ele só lambeu, longo e devagar, da base até a cabeça, várias vezes. — Abre as pernas pra mim, sobrinho. Eu abri. Ele se acomodou entre elas, ergueu minha bunda com as duas mãos e enfiou a língua no meu cu sem aviso. Eu soltei um gemido alto, as mãos agarrando o lençol. — Porra… tio… A língua dele era quente, molhada, insistente. Ele lambeu em círculos, depois apontou a ponta e empurrou pra dentro, abrindo. Eu rebolava contra a boca dele, o pau latejando sem ser tocado. Roberto cuspiu no meu cu, enfiou a língua mais fundo e ao mesmo tempo começou a masturbar meu pau com a mão livre, no mesmo ritmo. — Assim… não para… Ele não parou. Ficou me chupando o cu por vários minutos, a língua entrando e saindo, os lábios sugando, o barulho molhado e constrangedor enchendo o quarto. Eu estava tremendo. O prazer era sujo, errado e bom demais. Quando ele tirou a boca, meu cu estava aberto e molhado de saliva. — Vou colocar o dedo. Avisa se doer. O dedo médio dele, grosso e calejado, pressionou a entrada. Entrou devagar. Eu senti o esticamento, a invasão. Ele empurrou até o nó e parou, me olhando. — Tá doendo? — Um pouco… mas tá bom. Continua. Ele começou a mexer o dedo, fazendo círculos dentro de mim, procurando. Quando acertou a próstata eu soltei um gemido diferente, mais agudo. Meu pau jorrou um fio de pré-gozo na barriga. — Achei — ele falou, sorrindo de canto. — Aqui, né? — Aí… porra, aí… Ele massageou aquele ponto com firmeza, ao mesmo tempo que voltava a chupar a cabeça do meu pau. O prazer era demais. Eu estava rebolando, gemendo sem controle, o suor escorrendo pela testa. — Tio… eu vou gozar… — Ainda não. Aguenta. Ele tirou o dedo e a boca. Eu fiquei ofegante, o cu piscando, o pau vermelho e molhado. Roberto se ajoelhou entre minhas pernas, pegou a própria rola e bateu de leve no meu cu, espalhando o pré-gozo. — Vou entrar. Devagar. Se doer demais você fala. — Entra. Ele posicionou a cabeça grossa na entrada e empurrou. A pressão foi forte. Eu respirei fundo, tentei relaxar. A cabeça entrou com um esticamento ardido. Eu soltei um gemido abafado. — Para… só um segundo… Ele parou na hora, a cabeça enterrada, o resto do pau do lado de fora. A mão dele acariciava minha coxa. — Respira. Empurra pra fora como se fosse cagar. Isso ajuda. Eu fiz. O ardor diminuiu um pouco. Ele empurrou mais um pouco. Mais um centímetro. Depois outro. Cada vez que entrava mais eu sentia as veias, a espessura, o calor. Quando ele enfiou até a metade eu já estava suando. — Porra… é grosso pra caralho… — Tá aguentando? — Tô… continua. Mas vai devagar. Ele foi. Centímetro por centímetro, até o saco bater na minha bunda. Eu senti o pau inteiro dentro, latejando, me abrindo completamente. A sensação de estar cheio era absurda. Errada. Boa pra caralho. Roberto ficou parado um tempo, me deixando acostumar, a mão acariciando meu peito, o polegar passando no mamilo. — Fala o que tá sentindo. — Tô sentindo seu pau inteiro… latejando… me abrindo… porra, tio, é grande demais… — Mas tá gostando? — Tô… puta que pariu, tô gostando. Ele começou a se mexer. Bem devagar. Tirou quase tudo e enfiou de novo, lento. Cada entrada eu sentia o atrito, a pressão na próstata, o esticamento. O prazer ia crescendo por cima da dor. Eu soltava gemidos baixos a cada estocada. — Assim… mais um pouco… Ele acelerou só um pouco. As estocadas ficaram mais longas. O barulho molhado do pau entrando e saindo começou a encher o quarto. O cheiro de sexo, suor e saliva misturava com o cheiro natural dele. Eu estava perdido. — Pedro… olha pra mim. Eu abri os olhos. Ele estava acima de mim, o peito cabeludo suado, o rosto concentrado, os olhos escuros. — Quero te ver gozar com meu pau dentro. Quero sentir seu cu apertar. Ele pegou meu pau com a mão direita e começou a masturbar no mesmo ritmo das estocadas. O prazer dobrou. Eu rebolava contra ele, pedindo mais sem falar. — Mais fundo… porra… mete mais fundo… Roberto obedeceu. As estocadas ficaram mais fortes, o saco batendo na minha bunda com força. Cada vez que ele acertava a próstata meu pau jorrava mais pré-gozo na mão dele. — Tio… eu vou gozar… — Goza. Goza com meu pau te abrindo. Eu gozei. Forte. O corpo inteiro tremeu, o cu apertou o pau dele em espasmos, os jatos subiram até meu peito. Roberto continuou metendo devagar enquanto eu gozava, prolongando cada onda. Quando as contrações diminuíram ele parou, ainda enterrado até o talo, ofegante. — Porra… seu cu apertou gostoso pra caralho… Ele não tirou. Ficou dentro, latejando. Eu ainda estava sensível, o corpo mole, o suor escorrendo. — Não tira ainda… — Não vou tirar. Quero gozar dentro de você. Ele começou a se mexer de novo, agora mais rápido, caçando o próprio prazer. As estocadas eram mais profundas, mais urgentes. Eu gemia com cada uma, o pau ainda semi-duro, o cu hipersensível. — Pedro… escuta… — Fala… — Eu transo com homem desde os dezesseis. Desde moleque. Nunca parei. Nem quando casei. Nem depois das meninas. Sempre tive. Sempre precisei. Eu olhei pra ele, o peito subindo e descendo rápido. — Sério? — Sério. Seu pai nunca soube. A Márcia nunca soube. Mas eu sempre tive. E faz tempo que eu olho pra você desse jeito. Faz tempo que eu quero te foder. A confissão caiu pesada. E ao mesmo tempo me deixou ainda mais excitado. Ele acelerou. As estocadas ficaram brutas. O pau entrava inteiro, saía quase todo e entrava de novo com força. O barulho era obsceno. — Me fala que tá gostando do pau do tio… — Tô gostando… porra, tô adorando seu pau… mete… mete gostoso… — Seu cu foi feito pra me comer, sobrinho. Aperta. Isso. Aperta o pau do tio. Eu apertei de propósito. Ele gemeu alto, os olhos semicerrados. — Vou gozar… vou encher esse cu… — Goza dentro… quero sentir… Roberto enterrou até o fundo e gozou. Eu senti os jatos quentes batendo lá dentro, um atrás do outro, o pau pulsando forte. Ele ficou tremendo, o corpo colado no meu, o suor dos dois se misturando. Ficou alguns segundos assim, ainda gozando em espasmos menores, até esvaziar completamente. Depois ele tirou devagar. Eu senti o vazio e o gozo escorrendo logo em seguida, quente, pela fenda do cu até as bolas. Roberto se deitou do meu lado, ofegante, a mão ainda na minha barriga. — Tá bem? — Tô… porra, tô destruído. Ele riu baixo, aquele riso rouco. — Ainda não acabou. — Como não? — Quero te chupar limpo. E depois quero que você me foda também. Eu virei a cabeça, surpreso. — Você deixa? — Deixo. Quero sentir seu pau grosso me abrindo. Quero gozar de novo com você dentro. Ele se ajoelhou entre minhas pernas de novo, ergueu minha bunda e começou a lamber o cu molhado de porra. A língua quente recolhendo o próprio gozo, entrando, limpando, chupando. Eu gemia baixinho, sensível demais, o pau endurecendo de novo devagar. Quando terminou de me limpar, Roberto deitou de barriga pra cima e abriu as pernas. — Vem. Me come. Eu me posicionei entre as coxas dele. O cu dele era mais escuro, enrugado, os pelos densos ao redor. Eu cuspi dois dedos e abri ele com cuidado. Ele respirou fundo. — Pode enfiar o dedo. Não precisa ter medo. Enfiei o médio. Estava apertado e quente. Massageei até achar a próstata. Ele gemeu e o pau dele, que tinha amolecido, começou a endurecer de novo. — Aí… isso… mais um pouco… Coloquei o segundo dedo. Abri em tesoura. Cuspi mais. Quando achei que estava bom, posicionei a cabeça do meu pau e empurrei. O cu dele agarrou. Quente. Apertado. Eu entri devagar, sentindo cada centímetro ser engolido. Quando cheguei ao fundo ele soltou um gemido rouco e puxou minha cintura. — Inteiro… isso… agora fode. Eu fodi. Devagar no começo, sentindo o aperto, o calor, as paredes internas puxando. Depois mais rápido. O peito cabeludo dele suado contra o meu, os olhos nos meus, a boca aberta. — Mais forte, sobrinho… pode meter com força… Eu meti. As estocadas ficaram fundas e rápidas. O barulho da pele batendo. Roberto gemia sem vergonha, a mão no próprio pau, masturbando no ritmo. — Porra… seu pau é grosso pra caralho… tá me abrindo inteiro… — Tá gostando de levar do sobrinho? — Tô… puta que pariu, tô adorando… não para… Eu fodi até sentir o gozo subindo de novo. Segurei. Queria que ele gozasse primeiro. Acertei a próstata com força, várias vezes seguidas. Roberto tremeu, os olhos reviraram e ele gozou pela segunda vez, jatos fortes subindo até o peito cabeludo, o cu apertando meu pau em espasmos. O aperto me puxou junto. Eu enterrei até o fundo e gozei dentro dele, gemendo alto, o corpo inteiro tremendo. Ficamos colados, suados, ofegantes, os paus ainda pulsando. Depois eu saí devagar. O gozo escorreu do cu dele. Roberto me puxou pra cima, me beijou com gosto de suor e sexo, a mão na minha nuca. — Fica mais um pouco. — Fico. Deitamos de lado, um de frente pro outro, as pernas entrelaçadas. O ventilador girava. O cheiro de sexo era pesado no quarto. A mão dele acariciava minha bunda, o dedo de vez em quando passando no cu ainda sensível e molhado. — Pedro… — Fala. — Isso aqui… a gente vai continuar fazendo. Enquanto der. Enquanto você quiser. Eu não respondi na hora. Só encostei a testa no peito cabeludo e suado dele e fechei os olhos. O coração ainda batia forte. O cu ainda latejava. E, pela primeira vez, eu não estava tentando inventar desculpa dentro da minha cabeça. Só estava ali. Com o pau do meu tio ainda escorrendo de dentro de mim. E já querendo de novo.
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