Férias exibicionistas. Vestido transparente sem roupa interior a passar a passadeira á noite.
Mais um dia de férias, mais um dia de sexo e exibicionismo. Continuamos a foder na varanda e quase sempres com o vizinho a observar. Depois do jantar, o André quis me chupar a cona. Estava fresca devido ao banho refrescante depois de termos chegado da praia. Encostei.me ao vidro da varanda. Estava nua como sempre. Tem sido umas ferias sem roupa. Em casa, claro. Debrucei-me para trás e ele baixa-se e mergulha na minha intimidade. Sei que vocês preferem que diga cona. Estou bem depilada e lisinha. - Que cona macia e lisinha. - Gostas? - Sabes bem que sim. Adoro essa cona gulosa e perfumada. Estava perfumada devido ao creme que coloquei depois da depilação. - Será que o vizinho vai aparecer hoje? - Vai. Aparece sempre. A língua do André estava quente e percorreu os meus lábios vaginais. Lábios da cona, como vocês gostam. Mordeu o meu clitóris, ou grelo como se diz aqui em Portugal. - Chupa a minha cona. - Adoro essa cona gulosa. Sei que a minha cona é bem gulosa. Está sempre excitada e pronta para foder. Mesmo, só tendo o André como meu único parceiro, nunca me canso dele. Já sonhei com outros parceiros, mas não passou disso. O André tem o melhor pau do mundo e fode muito bem. Tem um pau generoso e a minha cona foi alargando ao longo do tempo para se ajustar ao tamanho um pouco fora do normal Estes dias em Espanha tem sido uma media de duas fodas por dia. É muito bem e ele tem se aguentado bem. Já não somos muito novos. O André chupava com fervor. - Quero o teu mel na minha boca. Ele gosta muito que me venha na sua boca e limpar tudo logo a seguir. - Ahhhhhhhhhhh. Toma o meu mel. Quando me venho de pé é difícil aguentar as pernas, mas continuei. Meu corpo descarregou toda a energia na boca dele. - Haaaaaaaaaa. Simmmmmmmmmmm. Simmmmmmmmmmmm. Minha cona estava sensível. Meu clitoris estava inchado e dorido. -Haaaaaaaa. Toma o meu gosoooooooooooooo. Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. Acabei de me vir e descansamos um pouco. Não sabia se era para continuar. Nem sempre o André se vem. Ele diz que o seu maior prazer é fazer me vir. Lá estava o vizinho na varanda. - Chegou… Desta vez, o André fez-lhe adeus com a mão. - Estás louco? Agora ele sabe que n´s sabemos. - E depois? Sim. E depois… O vizinho fez também sinal com a mão fechada, para cima e para baixo como que a pedir para nos ver foder novamente. Perguntei se queria continuar. - Não. Hoje vamos deixá-lo frustrado. Tenho planos diferentes para esta noite. Vamos sair. Foi ao quarto e trouxe um vestido claro e muto fino. - Veste este. - Esse? Esse é muito transparente. Tenho de vestir roupa interior. - Queres vestir roupa interior? - Não, mas… - Bem me parecia. Não sabia o que tinha em mente, mas seria algo bom de certeza. Descemos até a receção. Sentia-me nua e isso excitava-me como sempre. Saímos e fomos para a avenida entre o hotel e a praia. - Queres me contar o plano? - Já vais saber. Passamos a passadeira em frente ao hotel e caminhamos para uma zona com menos luz e muito pouco movimentada. Sentamos no paredão da praia. - Plano é o seguinte. Quando se aproximar um carro, começas a passar a passadeira. - E??? - Faz isso e logo vez. Quando vinha um carro a se aproximar, levantei e comecei a passar a passadeira. As luzes incidiram em mim e foi aí que percebi o que o cabrão do meu marido estava a fazer. Com aquele vestido meio transparente e sem nada por baixo, eu estava nua. - Grande cabrão… Fiquei chateada, mas excitada. Não gostei que estivesse a fazer aquilo sem me ter dito antes. - Vais pagá-las, filho da puta. Vou me aproveitar da situação. Quando cheguei ao outro lado, esperei um pouco e voltei quando outro carro se aproximou. Desfilei bem devagar e até dei uma volta para que o motorista visse bem o meu corpo semi-nu. Não falei com ele e voltei a repetir o mesmo para o outro lado. Tão devagar e sem pressa que o motorista até ligou as luzes máximas para me ver melhor. Abriu também o vidro e percebi que me chamou de “Puta”. Acho que se diz da mesma forma em espanhol. Estive a um passo de tirar o vestido e ficar completamente nua, mas faltou- me a coragem. Olhei para trás, mandei - lhe um beijo com a mãe. Levantei o vestido até á cintura e depois corri em direção ao hotel. Tinha o cartão da porta do quarto e entreguei . - Vais ficar na rua. O telemóvel tocava, mas não atendi. Tocou mais vez até sentir ele bater na porta. Não abri. Deitei-me na cama e chorei. Ele tinha abusado de mim, do meu corpo. Já tínhamos feito muita putaria, mas sempre com conhecimento um do outro. - Vou te castigar... Despi-me e fui buscar os brinquedos sexuais que ainda não tinha utilizado. - Vou me vir como uma puta. E vais só ficar a ver. Fiz vídeo chamada e ele atendeu. Desliguei o som, pois não o queria ouvir. Coloquei o telemóvel em um locar para que visse bem o que ia acontecer. Meti o vibrador na cona e liguei. O zumbido ecuou pelo quarto. Comecei a foder a cona e rapidamente ficou encharcada. Troquei de vibrador e meti o XXL . Um vibrador enorme. Ainda mais grosso que o pau dele. - Olha este pau maior que o teu a foder a minha cona. Tínhamos comprado aquele vibrador, mas não o ultilizava muito. - Querias que me vissem nua?olha, este é o dono do carro que passou primeiro. Está a foder a tua mulher. Meti e tirei. A cabeça grande e a vibrar provocavam sensações maravilhosas. - Olha o que vai acontecer a seguir. Este é o pau do outro condutor. Mostrei o outro vibrador. - Vai foder o cu da tua esposa. Fui metendo no cu. Doeu um pouco, mas meti todo - O que achas, da tua esposa a ser fodida por dois desconhecidos? Meti e tirei um de cada vez. No cu, na cona. No cu, na cona. - Ahhhhhhhh. Estava a ser muito bom. Toda a raiva deu lugar a prazer. Tanto prazer que me vim aos berros. - Ahhhhh. Ahhhhh. Unnnnn. Meu corpo estremeceu e vim-me -Ahhhhhhhhhhhhhhhhh. Fiquei exausta, mas consegui ir abrir a porta O André viu- me tão exausta que pegou em mim ao colo e levou- me para a cama - Desculpa, meu amor. Por favor Não respondi. Não tinha forças para falar. - Pensei que também querias. - Falamos amanhã. Dormi um sono pesado e acordei tarde. Ele já tinha preparado o pequeno almoço. Falamos sobre o que se passou e ambos concordamos que ajimos mal. Ficamos mais unidos do que nunca e combinámos continuar com o exibicionismo, mas fazer uma pausa só para nós. Fizemos amor o resto da manhã. Estava feliz.
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