Férias exibicionistas com muito sexo. Sexo na varanda do hotel com um espectador atento.
Férias de verão em Espanha é sempre sinal de exibicionismo e pouca roupa. Se não é para vestir, não vale a pena levar. Este ano, resolvemos ir para um aparthotel com kitchenette para poupar um pouco nas refeições. Tinha uma varanda generosa com uma mesa e duas cadeiras e uma espreguiçadeira. Era agradável de estar e ver o por que se punha mesmo em frente. Logo no primeiro dia, chegamos de um dia cansativo e tomamos banho. Estava calor e fiquei nua enquanto ajudava o André a preparar uma comida leve para o jantar. Ele vestia uns boxers e estava sem ti-srt enquanto levava as coisas para a mesa da varanda. - Vais ficar assim? - Vou. Porquê? não posso? - Podes, mas não vamos comer na varanda? - Sim. E qual é o problema? - Nenhum, por mim tudo bem. Tirou os boxers e ficou nu também. Gosto de ver o meu marido nu. Peito depilado e zonas íntimas aparadas e o pau que embora em repouso é mais groso que alguns eretos. A cabeça do pau fica tapada pela pele, mas ele, como sabe que eu gosto, puxa a pele para trás e fica aquela cabeça de cogumelo rosadinha a baloiçar como a pedir para a chuparem. Era o que me apetecia fazer, pois a minha cona é gulosa e está sempre sedenta de pau. Jantamos uma comida ligeira acompanhada de um bom vinho branco bem fresco. Não aguento a bebida e rapidamente fico alterada. Quando o sol se começou a pôr o ambiente ficou mais romântico e sedutor. - Posso te tirar umas fotos?- pediu o André Claro que podia. Adoro ser fotografada nua. Adoro ser fotografada a foder. Com o André, claro… O sol já fraco fazia com que o meu corpo nu, coberto por uma pelicula de gel hidratante que coloquei depois do banho fica-se reluzente, sexy e apetitoso como dizia o André. Dezenas de fotos em todas as posições. Quase sem se ver a intimidade e outras bem mais exposta. Algumas com a cona bem aberta e a masturbar-me. O pau do André cresceu e começou a babar. - O fotografo está excitado? - Sim. Muito. - Gostas de ver a tua esposa nua? - Gosto, mas não é só por isso. -Então? É porquê? - Estás a ser observada. - A sério? Onde? - Não olhes, mas do teu lado esquerdo, numa varanda lá ao fundo está um gajo a olhar para nós. Disfarça e olha. Vire-me como se fosse para ser fotografada de outro ângulo e vi em uma varanda não muito longe de nós um homem que dava para perceber ser de meia-idade a observar atentamente o que se passava no nosso apartamento. - Paramos? - Queres parar? - Não. E tu? - Também não. Aqui ninguém nos conhece. - Aí é… gostas de ver a tua esposa a ser vista nua por outro homem? - Gosto, logo que não lhe toque. E a minha esposa, gosta de ser vista? - Sabes que sim. Logo que não me toque, claro… Nesse momento, já a minha cona escorria de tanto tesão. Saber que estava a ser observada e em segurança, deixava-me louca. - Fode-me. - Agora?... Aqui? Nem respondi. Apenas me debrucei na varanda e afastei as pernas. Ele veio por trás e meteu na minha cona de uma só vez. - Bruto. Foda-se André. - Não querias que te fodesse? - Sim, mas esse teu caralho é grosso demais até para a minha cona larga. A minha cona alargou muito desde que casei com o André e comecei a ser fodida por aquele caralho. Por isso é que não gosto de levar no cu. A última vez que deixei ele me foder o cu, andei mais de duas semanas dorida. Com as mãos a segurar as minhas ancas, penetrou-me até nos virmos juntos. Não aguentamos muito pelo tesão que sentíamos, e quando libertei a minha energia do orgasmo, senti o leite morno me invadir. - Haaaa. Isso… fode-me. Enche-me de leite. - Sim putinha. Toma o meu leite. Haaaaaaaaaaaaa. - Sim, sim, simmmmmmmmmm. Depois do orgasmo, deitei-me na espreguiçadeira e descansei um pouco e o André que é um querido, arrumou a loiça do jantar. Acabei por adormecer e acordei a sentir que o esperma escorria da minha cona. Fui me lavar e voltei para a varanda nua. O André, já tinha vestido uns calções e um polo. - Não vamos sair? Não te veste? - É para ir já? Tínhamos combinado ir para o bar para participar nas diversões programadas para aquele dia. Imaginem-me nua. Mamas médias e ainda firmes. Barriga lisa e sem muitas estrias. Cona depilada. Imaginem a vestir um curto vestido por cima deste corpo nu e sedutor. O vestido florido e macio deslisou por mim até cobrir a cona. Não vesti nada por baixo e tinha de ter muito cuidado para não mostrar demais. Não é que isso me importasse. Fomos para o bar e pedimos uma bebida. Logo de seguida a equipe de animação iniciou as diversões no pequeno palco. Música e dança das cadeiras. Começou pelos homens e o André foi e quase ganhou. Depois foi a vez das mulheres e eu não queria ir. A animadora fazia questão que eu fosse e fiz-lhe sinal para o vestido curto. Mesmo assim, ela insistia, mas consegui dissuadi-la. - Vai – dizia o André. - Queres que mostre a cona aqui em público? Ainda somos expulsos. - Por mim, não me importava. Sei que ele não se importava, mas era muito arriscado e não fui. Saímos por volta da meia-noite e fomos passear no pequeno jardim. Já não se via ninguém e o André aproveitou. - Deixa-me meter uma vez aqui. - Estás louco. - Só meter e tirar uma vez. Fomos para um recanto e debrucei-me um pouco sobe uma árvore. O vestido subiu e ele mete em mim. Uma, duas, três. - Ei… não era só uma vez? Mais uma e outra e outra e parou. Fiquei frustrada pois estava a gostar. - Não pares… por favor. - És uma puta safada. - Sou. Sou a tua puta safada. - Vamos para o quarto. Aqui pode ser perigoso. No elevador em direção ao quarto ainda brincamos um pouco. Ele passou a mão na minha cona encharcada. - Estás bem molhada, putinha. - Queres o quê? Já no quarto e novamente nus, deite-me de barriga para cima e dobrei e abri as pernas. O caralho enorme entrou na minha cona de uma só vez. Estava tão encharcada. Com as mãos nas minhas mamas penetrou-me violentamente. - Calma, calma André. - Calma? Não posso ter calma quando fodo uma cona gostosa como a tua. - Sim… mas, tenho um presente. - Sério? - Sim. Coloquei-me de quatro tipo cachorrinha. Não gosto muito de anal, como já disse, mas hoje ele merecia. Lubrifiquei bem o meu cu e introduzi um dedo e depois dois e três. Depois, ele veio por trás e encostou o pauzorro nas minhas pregas e pressionou. Senti-me a rasgar e com dor. - Queres que pare? - Não… fode-me como mereço. Fode-me como uma puta. Fode a tua puta. A cabeça entrou e empurrei o meu corpo para trás e entrou todo. - Caralho… fode-me… Ele fodeu e a dor foi dando lugar ao prazer. - Bate-me. Castiga-me. O som do primeiro tapa no rabo apanhou-me de surpresa. - Isso, filho da puta. Bate-me. Bate-me que eu me portei mal. - Pois portas-te. Andaste a mostrar esse corpo que é meu a estranhos. E gostaste. - Sim, sim. Gostei de estar nua para estranhos. - És uma puta safada. - Sou, sou a tua puta safada. O Andrés fodia o meu cu profundamente e estava quase a vir-se. - Isso, filho da puta, vente. Bate-me. Haaaaaaaaaaaaaaaaa. O leite morno e as palmadas fizeram me vir também. - Haaaaaaaaaaaaaa. Filho da puta, fode o meu cuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu. O som das palmadas e os meus gritos para me vir deviam estar a ser ouvidos por que estivesse por perto. - haaaaaaaaaa. Simmmmmmmmmmmmmm. Fode-meeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee. Foi um orgasmo intenso e fiquei tão exausta que adormeci assim mesmo com o leite dentro do cu. Só acordei por volta das seis da manhã com o cu dorido. Sabia que ia ficar assim por um dia ou dois. Fui para a varanda ver o nascer do sol. Estava frio e o meu corpo nu arrefeceu. Eram quase seis quando o André me abraçou. - Anda. Vem para a cama. dormimos a manhã toda. As férias continuaram e a safadeza também.
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