Pensei em o acordar para foder, mas não achei justo. Deite-me a seu lado de novo e tal como ele, também eu estou nua. Já há alguns anos que dormimos nus. Aliás, quando estamos sozinhos em casa, ficamos sem roupa, mas estes dias temos de ter muto cuidado pois a minha mão está cá a passar uns dias. Neste momento, deve de estar a dormir, mesmo no quarto colado ao nosso.
Peguei no seu pau e ele suspirou, mas não acordou. Levei a boca até ele e meti o que podia.
- Não... Por favor. Que horas são?
-Horas de dares um trato na tua mulher.
- Porra Inês. Só pensa nisso?
- Não tenho culpa de acordar ao lado de um homem como tu. Nu e com um pau delicioso.
- Deixa-me dormir. Por favor.
No dia anterior, não fodemos. Já sabem que gemo e berro alto quando o André me fode e com os meus pais por perto, reduzimos um pouco a nossa atividade sexual.
Deixei-o e masturbei a cona, mas não era a mesma coisa. Já atingi orgasmos fenomenais a masturbar o clitóris e a cona, mas com o pau como o do André, mesmo ali ao lado, era um desperdício.
Voltei a punhetar o pau e sento que crescia. Afinal, ele também queria.
- Porra Inês… não vais desistir?
- Não. Não tenho culpa de ter a cona a escorrer de tesão.
Já a algum tempo que utilizamos uma linguagem mais libertina quando falamos de sexo. Faz parte das mudanças que fizemos na nossa vida para nos libertarmos da rotina em que o casamento se estava a tornar.
Ele estica a mão até a minha cona .
- É-pá… esta mesmo molhada!!!
- Se estou. Fode-me. Por favor…
Ele levantou-se e foi ao armário onde temos os brinquedos sexuais e trouxe dois pares de algemas com corrente. Em tempos, comprou as algemas e adicionou umas corrente para me prender à cama.
- Ei… não vais fazer isso. Os meus pais, estão no quarto ao lado.
- Não querias foder? Agora aguenta.
Prendeu-me um pulso e depois o outro. Fez o mesmo nos tornozelos e fiquei bem aberta e se grande possibilidade de me mexer. As algemas estão revestidas de veludo para não deixar marcas. Mas mesmo assim, como me contorço muito, nota-se sempre um vermelhão. Hoje tinha de me controlar para que os meus pais não me venham com perguntas.
Aberta e exposta na cama. Meu marido ocupa a parte de baixo e percorre toda a minha cona com a língua. Ele é bom a fazer isso. Já tivemos grandes conversas sobre o que cada um gosta e ele sabe bem onde me tocar e dar prazer. Morde-me o clitóris e passeia a língua pelos pequenos lábios.
- Haaaaaaa. Caralho. Isso é tão bom.
Abre a boca e suga a minha cona. Consegue e ela pique toda dentro da boca.
- Porra André. Assim não aguento. Haaaaaaaaaa.
Gemia baixo, pois os meus pais estavam do outro lado da parede, Mas sabia que O André me faria gemer e até berrar.
Depois ele sobe e coloca o pau mesmo ao perto da minha boca.
- Chupa, minha putinha safada. Querias pau? Aí tens…
O pau já estava grande e grosso e não consigo mete-lo todo na boca. Sei o que ele gosta. Gosta que passe a língua pelo freio por baixo da cabeça e é o que faço. Ele geme de prazer. Não se demorou muito e veio se ocupar de mim. Começou a chupar os mamilos. Mordeu e chupou um e beliscou o outro. Eu gemia e contorcia-me de prazer. Tentava não fazer força com os pulsos e tornozelos para não deixar marcas.
Depois desceu e brincou com o umbigo, provocando cócegas e prazer. Desceu e beijou a barriga. Chegou outra vez á cona e brincou com ele. Começou a alternar a mão e a boca.
- Não pares. Quero me vir.
- Sim putinha. Vem-te. Vente como uma puta.
O orgasmo estava a chegar e ele aumentou a penetração com os dedos. Quando ia explodir, parou. Já não era a primeira vez que fazia este jogo e isso metia-me medo.
- Não. Não pares. Por favor…
Continuou e o meu tesão voltou. Fez tudo de novo e eu aberta e vulnerável não podia fazer nada. Gemi e tive de suster o grito.
- haaaaaaaaaaaa. Simmmmmmmmmm. Deixa-me vir, por favor.
- Cala-te e aguenta. Não estavas com tesão? Eu estava a dormir.
Continuou e o tesão era tanto, mas tanto que precisava me vir.
- Vai putinha. Queres te vir?
- Sim. Sim. Simmmmmmmmmmmmmm.
O orgasmo estava pronto e meu corpo preparou a descarga elétrica e quando ia a acontecer ele parou. Parou e a frustração foi tanta que até me mijei um pouco.
- Nãooooooooooooooooooooooooooooooo. Não faças isso.
- Calma. Temos o dia todo.
- Já que não me deixas vir, ao menos fode-me.
- Queres pau na cona?
- Quero, quero. Fode-meeeeeeeeeeeeeeeeeeeee.
Desta vez obedeceu e colocou-se no meio das minhas pernas e meteu o caralho enorme na minha cona de uma só estocada. Fiquei bem preenchida e isso era bom.
Meteu fundo e tirou. meteu fundo e tirou. Queria abraçá-lo mas não podia. estava toda aberta e disponível na cama. Meu marido usava-me como queria. Metia rapidamente e quando eu estava quase a me vir, parava e isso deixava-me frustrada. queria me vir. Precisava me vir.
- Por favor, André.
- Por favor, o quê?
- Deixa-me vir.
- Diz as palavras mágicas.
- Por favor, meu dono.
- Melhor.
- Por favor, meu dono. Deixa a tua puta se vir.
Aumentou o ritmo e convenci-me que me ia deixar vir, mas não...
- Nãoooooooooooooooo.
Mijei-me de frustração. O que vale é que o colchão tem um resguardo. Foi comprado a pensar nestas situações. Aumentou novamente o ritmo e gemi. Berrei, mas baixo. Sabia que a qualquer momento ia berrar mais alto.
- Não estou a ouvir nada.
- Fode a tua puta. Faz-me vir, por favor. Por favor, meu dono.
Ele deve ter gostado do que ouviu, pois aumentou ainda mais o ritmo e a profundidade. O orgasmo violento apoderou-se de todo o meu corpo. Tive medo que parasse, mas não parou.
- Haaaaaaaaa. Simmmmmmmmmmmmmmm. Obrigadooooooooooooooooooooooo.
Berrei alto desta vez. de certeza que se ouviu no quarto ao lado.
Mijei-me novamente, pois a tensão era tanta. Ele também se veio ofegante. senti cada jato me invadir e vim-me de novo sem terminar o orgasmo anterior.
- Haaaaaaaaaaaaaaaaa. Simmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm. Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Meus pulsos estavam marcados, mas naquele momento não importava.
- Simmmmmmmmmmmmmm. Issoooooooooooo. Haaaaaaaaaaaaaaaaaa.
O orgasmo múltiplo deixou-me exausta. Ele desprendeu-me e olhei os pulsos e os tornozelos. Estavam vermelhos.
- Olha o que me fizeste… Não vou conseguir estar assim ao pé dos meus pais…
- Desculpa.
- Não peças desculpa. Abraça-me somente.
Ele abraçou-me de conchinha. O seu pau ainda estava duro e encostado na minha gruta molhada e esporrada. Peguei nele e introduzi-o dentro.
- Fica só assim. Devagar.
Ele penetrou-me devagar e estava a gostar. Não falamos e ficamos assim em um vai e vem, lento e profundo até ao orgasmo. Gemi somente e senti o esperma quente se misturar com o que já estava dentro.
Tomamos banho na suite e os pulsos e tornozelos ainda continuavam vermelhos. Coloquei umas pulseiras e vesti umas leggings para disfarçar. Quando me cruzei com a minha mãe, perguntou-me se estava tudo bem.
- É que pareceu-me ouvir um grito vindo do teu quarto esta manhã.
- Foi impressão tua.
- Não, não foi. O teu pai também ouviu.
Fiquei vermelha, mas não continuamos a conversa. Já não era a primeira vez que berrava quando me vinha com a minha mãe por perto.
