Cheguei ao quarto e vejo em cima da cama uma camisa de dormir de ceda rendada preta e meia transparente. Mais do que isso, pois para além de transparente, ainda era rendada.
- Veste isso e vai ter comigo à garagem.
Assuste-me pois não contava que o André aparecesse nesse momento.
- Sim senhora, meu dono. Faço o que o senhor determina.
Vesti e sentia-me nua, tal como estava antes. Desço as escadas e vou até a garagem ter com o André tal como tinha mandado. Literalmente, mandado e parecia mesmo meu dono quando falou. Pensei ir foder no carro dentro da garagem.
- Entra.
Disse ele abrindo a porta do pendura.
Fiquei desconfiada, poi se fosse para foder seria no banco de trás. Ele entrou no banco do condutor e pressionou o botão do portão da garagem.
- Ei… onde vamos. Estou nua, porra.
- Calma…
- Estás doido. Para… não vou assim.
- Confia em mim… Calma…
Eu confio nele e compactuo com tudo o que faz, mas sair assim. É ultrapassar todas as linhas. Estava escuro na rua e isso sossegou-me um pouco, mas mesmo assim tive medo de ser vista por algum vizinho.
- Porra, André. Ao menos diz para onde vamos.
- Vamos dar uma volta por aí.
- Porque não vais nu também.
- Porque vou a conduzir.
- E eu?
- Tens um casaco atrás caso seja preciso.
Ao menos isso. Fiquei mais sossegada e excitada. Passar assim por pessoas e carros excitava-me.
- Fazes de mim uma puta safada.
- E és. A minha puta safada.
Não foi preciso muito para saber onde me levava. “Motel 7even” . Já lá fomos algumas vezes e já conheço bem o processo para entrar.
- Chegamos perto da cancela que se abriu. Depois parou na máquina e o André digitou os códigos da reserva. Sei que tem camaras a filmar e fiquei um pouco encolhida para tapar o mais que podia o corpo.
Mal passamos a máquina disse para parar.
Ele parou e tirei a camisa ficando nua.
- Despe-te também.
Ele obedeceu e ficou nu. Dobrei.me e chupei-o mesmo ali. Ser era para ser puta, puta seria.
- Podes ir.
Demos a volta e paramos na entrada da garagem que se abriu.
Sai do carro, antes do carro fechar e deitou-me capô quente.
- Anda… fode-me. Faz me vir agora. Não aguento mais.
Abri as pernas e ele fodeu-me como faz tão bem...
- Isso. Fode-me como uma puta.
Estocadas fortes e profundas. O pau grosso do André alarga-me toda o que me faz vir rapidamente. Grito de prazer.
- Fode-me caralho. Fode a tua puta. Vai, vai…. Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Vim-me violentamente em um orgasmo descontrolado. Fiquei exausta e ainda estava a começar.
- Leva-me ao colo para o quarto.
Entramos no quarto e deitou-me na cama de lençóis brancos imaculados. Foi abrir a água para o jacúzi e enquanto esperava pediu uma garrafa de champanhe.
- Hoje mereces. Mereces o mundo…
- Fomos para o jacúzi e fizemos amor com carinho e pausadamente. Acariciamo-nos e amamo-nos. Nem sempre o sexo é violento. Também gosto de carinho. Fomos bebendo champanhe e fazendo juras de amor eterno.
Depois disso, descansamos um pouco e adormeci. Tínhamos a noite toda.
Estava adormecida de barriga para baixo e acordei com o André a lamber o meu cú. Hoje não lhe podia dizer que não a anal.
- Hoje podes…
- Queria te pedir uma coisa.
- Bem… o que vai sair daí.
- Vou pedir alguma coisa para comermos e queria que gemesses alto ou gritasses quando alguém vier trazer.
- Não precisas pedir, basta foderes-me como deve de ser nesse momento e eu não preciso fingir.
O André foi fazer o pedido e ficamos a espera. Um quarto de hora foi o que disseram da receção.
Claro que não ficamos sentados á espera. Quem conhece este Motel, sabe que fica á beira de uma estrada muito movimentada. A Nacional 10.
Não fiquei surpreendida quando o André abriu as cortinas do quarto e a vista para a rua ficou desimpedida. De seguida acendeu todas as luzes do quarto.
Nós sabemos que os carros e principalmente camiões que passam, tem tendência de olhar com as esperanças de verem alguma coisa. Hoje de certeza que seria o dia de sorte de algum camionista pois começamos a foder bem perto de uma janela. Debrucei-me um pouco e fui penetrada por trás, na cona. Ia lhe dar o cu, mas ainda tinha de aquecer mais um pouco.
Viu quem olhou, viu quem quis. Ouvimos uma buzinadela depois de um camião passar. Alguém tinha visto.
Com o pau entro de mim, o André foi me empurrando até perto do criado mudo, pois estava quase a chegar a comida. Lá, nessa zona do quarto, tem um sofá e fiquei de quatro.
- Mete no meu cú. Fode o meu cu apertado que tanto gostas.
Ele meteu a cabeça.
- Ai caralho, mete mais.
- Eu meto. Eu meto nesse cu apertado. Geme, geme como uma puta.
Eu gemi e berrei. Berro sempre quando estou muito excitada, mas hoje o meu André quer que gema para a pessoa que vier trazer a comida nos ouvir.
- Mete… fode-me. Fode o meu cu…
Ouvimos o toque do criado mudo e gemi mais.
- Isso. Fode-me… fode a tua puta. Haaaaaaaaaaaa.
Não estava a fingir. O tesão era tanto, que me vim.
- Estou a vir-meeeeeeeeeeeeeeeeeee. Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
- Vem-te puta do caralho. Toma leite no cu. Toma esporra.
Não temos a certeza se alguém ficou á escuta.
- Sim, sim. Enche-me de leite. Fode-me. Enche o meu cu de leite.
Sentia o leite a sair pelas bordas do cu e escorrer pelas pernas.
Caímos exaustos no sofá.
Recolhemos a comida já fria e comemos. De seguida descansamos um pouco, mas voltamos a foder porque foi por isso que viemos. Já era a segunda vez que o André se tinha vindo e por isso tivemos de utilizar amigos brinquedos que ele tinha metido no carro.
O meu marido pensa em tudo.
Depois de brincarmos um pouco com os brinquedos, o pau voltou a subir e fizemos amor durante mais de uma hora seguida.

Faltou eu nessa putaria.
Isso é uma realidade muito excitante. Sou de casal, mais das esposas. Fiquei excitada só com essa esposa. Eu seria todinha dela...mesmo na casa de banho... Votado!
Maravilhoso com uma esposa como vc com certeza tem de estar preparado nada mais revigorante do q ter uma esposa sutil honrada mais qdo ativa se o lado puta dela ela sabe fazer valer delícia de vizinha q almejo conhecer divirtam-se mais ainda
Não entendemos uma coisa no ocidente homem que está comendo mulher é "garanhão", é "macho"! Mas mulher que está sendo feliz transando, é difamada como "safada, "puta", "sem vergonha", "piranha"... Ocidental é tão estranho! Defendo homem e ataca mulher! Por quê? Não são todos seres humanos iguais com os mesmos direitos? Todos deveriam ter ter direito de serem felizes sem serem difamados... Somos felizes sendo orientais! Sejam felizes, casalex! Votamos.
Puta safada...