- Veste uma roupa decente. Vocês, agora só vestem calções e saias a ver-se o cu.
- Queres o quê? Está muito calor.
Vesti um vestido mais ou menos decente, mas justo e perguntei ao André como estava. Dei uma volta para ele ver.
- Nota-se as cuecas. Acho que vão ficar a falar por causa das cuecas.
- Não seja por isso.
Levantei o vestido e tirei as cuecas.
- Assim, ninguém pode falar das cuecas.
- És uma putinha safada. Só falta ires te confessar ao padre de dizer que estás a pecar. Que estás nua por baixo.
-Olha que se calhar, até o faço.
- Se fizeres isso, até te acompanho.
- A sério? Claro que faço. Vou me confessar e sem problemas.
E ainda fiz melhor. Voltei a tirar o vestido, tirei o soutien e vesti outro. Um totalmente transparente. Embora ficasse por baixo do vestido, para mim é como se não estivesse a usar.
- Não sei se a tua mãe te deixa ir assim.
- Só tu é que sabes o que tenho e o que não tenho por baixo.
Fui falar com a minha mãe a dizer que queria ir mais cedo para me confessar.
- Achas que vou bem assim?
Dei uma volta.
Um pouco ousado, mas de certeza que não tens nada discreto?
- Ou vou assim, ou não vou.
Fomos os quatro. O meu pai não disse nada, pois já sabia a putinha que tinha em casa. Desde que me viu nua quando esteva em nossa casa passou a ter um comportamento diferente comigo. Acho que gostou do que viu.
Quando chegamos ao átrio da igreija, muitas cabeças se viraram para me olhar. Alguns vieram nos cumprimentar e isso excitava-me por não ter cuecas.
Entramos e fomos á sacristia. O Andrés estava excitado. Dava para ver o volume nas suas calças de ganga. Tinha vestido uns boxers apertados, mas mesmo assim, notava-se.
Esperei pela minha vez para entrar no confessionário e quando entrei fiz o sinal da cruz.
O Padre do outro lado, fez a vençam e começou a perguntar pela vida da cidade. Falei o essencial. Perguntou pela vida familiar e se eramos felizes o que respondi que era muito. Estava excitada deixei de ter as mãos em comunhão e levei uma discretamente ao meio das pernas. Estava molhada.
Apesar de não ser muito católica, senti-me uma pecadora, uma devassa. Mas em vez de parar, continuei discretamente.
- Então minha filha, queres confessar os teus pecados.
Queria confessar que estava sem cuecas e que a minha cona estava a escorrer. Queria confessar que tinha um soutien transparente e os bicos das mamas doiam de tão eretos que estavam. Queria confessar que estava a masturbar a cona e pronta para me vir, mas não podia.
- Nada de grave, senhor padre.
Confessei coisas mínimas e banais o que fui penitenciada com dois Pai Nossos e quatro Avé Maria.
Sai excitada e fui me ajoelhar ao lado do André. Rezei o que o padre mandou. Pelo menos nisso, portei-me bem.
Quando acabei o André ao meu ouvido, perguntou como tinha corrido.
- Quase me vim. Consegui meter uma mão por baixo do vestido e toquei-me.
- Mas ele não estava ao teu lado?
- Tinha uma divisória. Nunca te confessaste?
- Não.
A minha começou e portei-me bem. Acompanhei os cânticos e rezei. Um pouco antes de ir tomar a hóstia. Sussurrei ao ouvido do André.
- Vais imaginar a tua mulher a desfilar nua pelo corredor da igreja para tomar a hóstia. Todos me vão ver nua.
- És uma putinha safada.
O Padre posicionou-se no centro e formou-se uma fila para ir comungar. Estava sem cuecas e tinha um souteam transparente, mas tinha o vestido. Queria estar nua, precisava estar nua e senti-me nua. Na minha cabeça, estava a desfilar nua em direção ao padre e todos estavam a ver o meu corpo. As minhas mamas de quarentona, mas ainda firmes. A minha barriga ainda lisa por causa do ginásio. A minha cona com o clitóris e os lábios expostos por estar bem depilada. O meu rabo a baloiçar de um lado para o outro enquanto andava. Minha cona escorria e não era imaginação. Esta ida à missa estava a ser divertida e excitante. Tomei a comunhão e voltei para me ajoelhar novamente ao lado do André. De joelhos era só abrir-lhe a braguilha tirar o pau para fora e chupalo. Era bom mas não podia. Tinha de chegar a casa, e assim que houvesse oportunidade queria ser fodida. Se não conseguisse ser fodida, tinha de me masturbar.
Voltamos para casa e não conseguimos ficar um pouco sozinhos. Tive de optar pelo plano B. Entrei no WC e fechei a porta. Levei a mão à cona e masturbei-a.
- És uma cona bem safada. Estás sempre molhada.
Meti e tirei os dedos e vim-me sem gemer muito alto. Vim-me como uma puta safada e era assim que me sentia. Depois do orgasmo, veio o sentimento de culpa. Fiquei de consciência pesada pelo que os coscuvilheiros da aldeia vão falar de mim. Eu não me importo muito com isso e tenho um marido que também não, mas tenho pena da minha mãe.
Voltei para a família e esqueci o assunto. O André estava maluco e queria me fodre, mas teve de esperar pela noite. Esperou, mas valeu a pena, pois nessa noite, deixei que me fodesse o cu e acabou por se vir na minha boca. Que mais um homem pode querer?

És uma putinha safada. Não me canso de ver essa foto. Votado
Pois que isto foi muitabom! Votado!
Irrraa nem o padre escapa lol....belo conto parabéns
Delícia de mais um corpinho ardente assim q tesão hummmm