Fui á missa sem cuecas e confessei-me e comunhei sentindo -me nua...




Estava na Santa terrinha e no domingo a minha mãe disse-me para irmos à missa. Disse-lhe que não, mas ela implorou dizendo que era uma vergonha se eu não fosse. Toda a gente sabia que estava na aldeia e se não fosse, ficavam a falar. Não tinha vontade nenhuma de ir porque as pessoas não vão à missa para rezar. Vão para coscuvilhar sobre a vida dos outros e em especial ver se estão gordos ou magros ou se se vestem bem ou não. Não é que me importe o que falam de mim, mas mesmo assim não tinha vontade de ir. Minha mãe tanto implorou que eu aceitei.

- Veste uma roupa decente. Vocês, agora só vestem calções e saias a ver-se o cu.

- Queres o quê? Está muito calor.

Vesti um vestido mais ou menos decente, mas justo e perguntei ao André como estava. Dei uma volta para ele ver.

- Nota-se as cuecas. Acho que vão ficar a falar por causa das cuecas.

- Não seja por isso.

Levantei o vestido e tirei as cuecas.

- Assim, ninguém pode falar das cuecas.

- És uma putinha safada. Só falta ires te confessar ao padre de dizer que estás a pecar. Que estás nua por baixo.

-Olha que se calhar, até o faço.

- Se fizeres isso, até te acompanho.

- A sério? Claro que faço. Vou me confessar e sem problemas.

E ainda fiz melhor. Voltei a tirar o vestido, tirei o soutien e vesti outro. Um totalmente transparente. Embora ficasse por baixo do vestido, para mim é como se não estivesse a usar.

- Não sei se a tua mãe te deixa ir assim.

- Só tu é que sabes o que tenho e o que não tenho por baixo.

Fui falar com a minha mãe a dizer que queria ir mais cedo para me confessar.

- Achas que vou bem assim?

Dei uma volta.

Um pouco ousado, mas de certeza que não tens nada discreto?

- Ou vou assim, ou não vou.

Fomos os quatro. O meu pai não disse nada, pois já sabia a putinha que tinha em casa. Desde que me viu nua quando esteva em nossa casa passou a ter um comportamento diferente comigo. Acho que gostou do que viu.

Quando chegamos ao átrio da igreija, muitas cabeças se viraram para me olhar. Alguns vieram nos cumprimentar e isso excitava-me por não ter cuecas.

Entramos e fomos á sacristia. O Andrés estava excitado. Dava para ver o volume nas suas calças de ganga. Tinha vestido uns boxers apertados, mas mesmo assim, notava-se.

Esperei pela minha vez para entrar no confessionário e quando entrei fiz o sinal da cruz.

O Padre do outro lado, fez a vençam e começou a perguntar pela vida da cidade. Falei o essencial. Perguntou pela vida familiar e se eramos felizes o que respondi que era muito. Estava excitada deixei de ter as mãos em comunhão e levei uma discretamente ao meio das pernas. Estava molhada.

Apesar de não ser muito católica, senti-me uma pecadora, uma devassa. Mas em vez de parar, continuei discretamente.

- Então minha filha, queres confessar os teus pecados.

Queria confessar que estava sem cuecas e que a minha cona estava a escorrer. Queria confessar que tinha um soutien transparente e os bicos das mamas doiam de tão eretos que estavam. Queria confessar que estava a masturbar a cona e pronta para me vir, mas não podia.

- Nada de grave, senhor padre.

Confessei coisas mínimas e banais o que fui penitenciada com dois Pai Nossos e quatro Avé Maria.

Sai excitada e fui me ajoelhar ao lado do André. Rezei o que o padre mandou. Pelo menos nisso, portei-me bem.

Quando acabei o André ao meu ouvido, perguntou como tinha corrido.

- Quase me vim. Consegui meter uma mão por baixo do vestido e toquei-me.

- Mas ele não estava ao teu lado?

- Tinha uma divisória. Nunca te confessaste?

- Não.

A minha começou e portei-me bem. Acompanhei os cânticos e rezei. Um pouco antes de ir tomar a hóstia. Sussurrei ao ouvido do André.

- Vais imaginar a tua mulher a desfilar nua pelo corredor da igreja para tomar a hóstia. Todos me vão ver nua.

- És uma putinha safada.

O Padre posicionou-se no centro e formou-se uma fila para ir comungar. Estava sem cuecas e tinha um souteam transparente, mas tinha o vestido. Queria estar nua, precisava estar nua e senti-me nua. Na minha cabeça, estava a desfilar nua em direção ao padre e todos estavam a ver o meu corpo. As minhas mamas de quarentona, mas ainda firmes. A minha barriga ainda lisa por causa do ginásio. A minha cona com o clitóris e os lábios expostos por estar bem depilada. O meu rabo a baloiçar de um lado para o outro enquanto andava. Minha cona escorria e não era imaginação. Esta ida à missa estava a ser divertida e excitante. Tomei a comunhão e voltei para me ajoelhar novamente ao lado do André. De joelhos era só abrir-lhe a braguilha tirar o pau para fora e chupalo. Era bom mas não podia. Tinha de chegar a casa, e assim que houvesse oportunidade queria ser fodida. Se não conseguisse ser fodida, tinha de me masturbar.

Voltamos para casa e não conseguimos ficar um pouco sozinhos. Tive de optar pelo plano B. Entrei no WC e fechei a porta. Levei a mão à cona e masturbei-a.

- És uma cona bem safada. Estás sempre molhada.

Meti e tirei os dedos e vim-me sem gemer muito alto. Vim-me como uma puta safada e era assim que me sentia. Depois do orgasmo, veio o sentimento de culpa. Fiquei de consciência pesada pelo que os coscuvilheiros da aldeia vão falar de mim. Eu não me importo muito com isso e tenho um marido que também não, mas tenho pena da minha mãe.

Voltei para a família e esqueci o assunto. O André estava maluco e queria me fodre, mas teve de esperar pela noite. Esperou, mas valeu a pena, pois nessa noite, deixei que me fodesse o cu e acabou por se vir na minha boca. Que mais um homem pode querer?

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Comentários


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srginho Comentou em 25/09/2026

És uma putinha safada. Não me canso de ver essa foto. Votado

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baiatsifata Comentou em 25/09/2026

Pois que isto foi muitabom! Votado!

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ruisilva448 Comentou em 25/09/2026

Irrraa nem o padre escapa lol....belo conto parabéns

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casualsomente Comentou em 25/09/2026

Delícia de mais um corpinho ardente assim q tesão hummmm




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fui á missa sem cuecas e confessei-me e comunhei sentindo -me nua...

Codigo do conto:
273125

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
25/09/2026

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