Era o ultimo dia de férias e faltava realizar uma fantasia que já tínhamos feito em outros hotéis.
Há uns tempos tínhamos passado um fim de semana de inverno em um hotel quase sem ninguém. Tinha uma piscina interior frequentada por algumas pessoas e um jacúzi que só foi utilizado por nos os dois. O primeiro dia portamo-nos bem, mas no segundo abusamos. Sempre atentos, masturbamo-nos um ao outro. A certa altura, o tesão falou tão alto, que que me encaixei no André e fodemos até um orgasmo rápido e intenso se apoderar de nós. Foi muito bom e perigoso, mas sem ninguém por perto.
Este hotel também tinha um jacúzi interior, mas sempre cheio. Tinha capacidade para nove pessoas e nunca conseguíramos foder ali, mas tinha umas ideias de fazer algo.
Sentamos lado a lado com mais umas quatro pessoas. Três mulheres e um homem. A água e fazia espuma. Nada se via para baixo.
Desviei o biquíni para o lado e peguei na mão do André e levei-a até a minha cona. Vi que ele olhou a volta para ver se alguém nos olhava. Ficou nervoso, mas eu não pois era impossível alguém ver alguma coisa, a não ser que nos mexêssemos muito. Levei a minha mão ao pau dele e vi que já estava no ponto. Olhei para ele com um olhar de quem pede para triar o pau para fora,
As outras pessoas conversavam na língua deles. Inglês e espanhol. O André tirou o pau para fora e peguei nele. Grosso e pulsante cheio de vitalidade.
Masturbei-o devagar para cima e para baixo. Para cima e para baixo. Conseguia imaginar a pele a cobrir e a descobrir a cabeça do pau. Não dava muito bem para nos masturbarmos um ao outro ao mesmo tempo e por isso revessamo-nos. Agora era ele que dedinhava a minha cona. Tive vontade de despir a parte de baixo do biquíni, mas não sabia como conseguiria fazer isso sem ser vista. O Jacúzi terminou o ciclo e as bolhas e espuma pararam e também nós tivemos de parar. alguém esticou a mão para premir o botão e tudo começar de novo. O casal inglês saiu nesse momento e entraram mais dois casais. Agora estávamos oito pessoas muito perto umas das outras. Todas sem prestarem muito atenção aos outros. Comecei a imaginar que os casais, estavam a fazer o mesmo que nós e isso excitou-me ainda mais.
O André, levou novamente a mão à minha cona. Deitei um pouco a cabeça e fechei os olhos. Deixei as coisas acontecerem. Pensei nas putarias que já tínhamos feito nessas férias. Pensei quando passei a passadeira com o vestido transparente e as luzes do carro no meu corpo me puseram nua. Pensei nas metidas na piscina e nas fodas na varanda com o vizinho sempre atento. Era o último dia, mas as putarias exibicionistas iriam continuar em portuga.
O André masturbava o meu clitóris lentamente para não ser notado. Assim era mais difícil o orgasmo, mas ia me vir de certeza. Vocês sabem que gemo muito no orgasmo, mas ali tinha de me conter o que seria difícil. Pensei em parar, mas não queria. Queria me vir ali ao lado de seis desconhecido.
Pensei mais nas nossas putarias. Pensei em quantos homens e mulheres já me tinham visto nua. Muitos, claro. Pensei em como o andré gostava que me vissem nua e me desejassem.
- Será que algum dia pensou em me dividir com outro homem? – pensei.
Sei que já fantasiou com isso, tal como eu já fantasiei em participar em uma orgia. Eu e ele, lado a lado a ser fodida e a foder um desconhecido. Para já não está nos nossos planos. Somos fieis um ao outro, mas não quer dizer que um dia isso não venha a acontecer.
Estou tão excitada com os dedos do André a brincar com o meu clitóris. Contorci o corpo um pouquinho.
- Tenho de me vir. Quero me vir. -Pensei…
Do meu lado direito, estava o André e do esquerdo quase colada a mim, uma espanhola com os seus trinta e cinco anos. Conversava com o parceiro e parecia distraída a olhar para ele.
Peguei na mão disponível do André e pressionei como que a pedir que não parasse agora.
Tremi e aguentei o mais que pude. As mulheres que leem o relato sabem que não é fácil aguentar um orgasmo sem nos mexermos. Tinha de aguentar pois estava louca de tesão. Já não dava para parar e cheguei aquele ponto que queria que tudo se fodesse. Ia me vir nem que fosse expulsa do hotel.
A energia do orgasmo fez o meu corpo dar espasmos. Apetecia-me gritar, gemer. Gemer muito e alto como faço quase sempre. Fechei as pernas e o André, como me conhece bem, não parou, mas conteve um pouco os movimentos para eu não berrar.
Fiquei mole e deitei ainda mais a cabeça para trás.
Quando o ciclo do jacúzi acabou, saímos. Sei que o André, também queria se ter vindo, e reparei que o pau estava duro nos calções e teve de tapar com a toalha.
- Porra Inês, foi uma loucura. Mas que puta safada! Como aguentas-te sem gemer?
- Não foi fácil. Estive quase a libertar um gemido. Foi pena não te teres vindo também. Queres ir foder para o quarto?
- Claro que quero. Tenho as veias do pau a rebentar.
- Deixamos tudo e fomos á pressa para o quarto e deitamo-nos na cama com os fatos de banho molhados.
O André veio por cima de mim e quase sem desviar o biquíni, mete de uma vez na minha cona. Ainda senti um pouco de pano entrar também.
Ter um pau como o do André a foder-me é um privilégio. Um privilégio ter este homem viril só para mim. Eu, também serei sempre dele, embora continue a provocar homens e mulheres com o nosso exibicionismo. Já me chamaram muitas vezes de puta, já não me afeta, porque sou uma puta. Uma puta, mas só o André é que me fode.
Estes pensamentos mais o pau grosso do André provocaram mais um orgasmo mútuo. Senti os primeiros jatos de leite morno me invadirem. Gememos os dois. Eu berrei sem ter medo que me ouvissem lá fora.
Foi a melhor maneira de acabar as férias.