O Sttriper da irmã



Sandra sempre foi a festeira da família. Desde que se divorciou, cinco anos atrás, morava de novo com a gente na casa térrea de três quartos. Eu e ela dividíamos o corredor, a mãe no quarto da ponta. Ninguém nunca soube de namorado ou ficante dela. Parecia que a vida sexual da minha irmã tinha morrido junto com o casamento. Ou pelo menos era o que todo mundo achava.

Naquela semana ela estava insuportável pela correria dos preparativos da festa da prima. A despedida de solteira da Tati era sexta, das 17h às 21h. Casamento no sábado. Precisava dar tempo das mulheres descansarem. Ela organizava tudo: comida, bebida, brincadeiras, playlist, até o globo de luz que comprou escondido.
Na terça, enquanto eu mexia no computador da sala, ela parou na porta do meu quarto.
— Mano, tem algum compromisso na sexta?
— Não. Por quê?
— Talvez eu precise da sua ajuda na logística da despedida da Tati. Só pra carregar umas coisas e tal.
— Não tenho, irmã. Ajudou com prazer.
Na quarta, antes do almoço, ela me olhou de cima a baixo enquanto eu tirava o prato do micro-ondas.
— Você andou malhando?
— Não.
— Parece mais forte.
— Deve ser a correria do trabalho, o futebol e os pagodes que eu saio pra dançar.
Ela só assentiu e voltou pros afazeres.
Na quinta-feira à noite ela me chamou no quarto dela. A porta estava semiaberta. Entrei.
— Mano, tô com um problemão.
— O que foi?
— Tinha combinado com um amigo pra fazer uma brincadeira de stripper na despedida. Era o ponto alto do evento. Ele deu pra trás. Preciso muito da sua ajuda. Pode ir no lugar dele?
Eu ri, achando que era piada.
— Irmã, não dá. Tenho vergonha. Nossa família inteira vai estar lá. Se souberem que sou eu, vão ficar sem graça e não vai ter diversão nenhuma. Procura outro.
— Mano, por favor. Eu já tenho tudo pronto. A roupa tem uma máscara que esconde o rosto. Você só vai ter que cuidar da voz. Elas nunca vão descobrir. Além do mais, essa surpresa é só pros mais chegados que ficarem até o final… Já pensou se isso chega nos ouvidos do Pedro? Do jeito que ele é birrento, deixa ela no altar!
Eu passei a mão no rosto.
— Nem acredito que vou perguntar isso, Sandra… como é essa roupa?
Ela puxou uma sacola debaixo da cama e jogou na minha direção.
— Aqui, mano mais maravilhoso do mundo. Vai ali no banheiro e prova. Tá limpinha… Ah, ela é cheia de recortes pra ficar sexy, então não dá pra usar nadinha por baixo. Sorry.
— Puta que pariu, Sandra. Você é doida de pedra mesmo. Fazer uma presepada dessas… não é à toa que seu amigo desistiu.
Entrei no banheiro. A roupa era de um tecido emborrachado, fino e justo pra caralho. Marcou cada músculo. Sem cueca, o pau ficava completamente exposto no volume. Criei coragem, saí. Sandra estava sentada na beira da cama. Os olhos dela percorreram meu corpo devagar.
— Puta que pariu, maninho… parece que foi feita sob medida pra você. Ficou perfeita.
Ela se levantou e andou em volta de mim, olhando de todos os ângulos.
— Que bundinha, hein, maninho? Delícia. Tá com o shape em dia. Dá uma dançadinha pra eu ver. Mas capricha na sensualidade…
Eu ri, constrangido, mas dancei. Tentei levar na brincadeira. Rebolei na frente dela, fui chegando perto, fiz umas poses de stripper de mentira. Fiquei com o pau bem na altura do rosto dela, sem tocar, sem ereção. Só brincando. Quando parei, ela bateu palma e gritou:
— Contratado!! Muito melhor que o anterior!!! Problema resolvido!
Se jogou na cama, aliviada, cobrindo o rosto com as mãos.
— Mano, guarda a roupa. Amanhã a gente combina o horário certinho pra você ir na casa da Tati fazer a surpresa.
Voltei pro meu quarto. Me olhei no espelho ainda vestido daquilo. Estranhamente me senti sexy. Confiante. Cheguei a pensar, por um segundo, se as mulheres iam se empolgar comigo. Depois ri sozinho da ideia e tirei a roupa.
Na sexta, depois do almoço, Sandra entrou no meu quarto de novo.
— Maninho, tô indo preparar a festa na casa nova da Tati. A festa termina às 21h. Fica no carro lá na frente. Quando eu mandar mensagem, você entra e bate na porta como se fosse alguém que tivesse saído e esquecido alguma coisa. Quando abrirem, eu apago algumas luzes, coloco uma música e você começa a dançar e provocar as mulheres… Uns trinta minutos e já vai embora. Só pra fazer o fervo mesmo.
— Bom, parece fácil. Trinta minutos acho que dou conta. Beleza. Às 21h eu tô lá.
Durante a tarde me preparei. Fiz uma depilação íntima, tirei todos os pelos pubianos. Não pensei em transar ou coisa assim. Foi mais um ritual de beleza, de querer ficar apresentável naquela roupa apertada. À noite fiz a barba, tomei banho demorado, me perfumei, vesti a roupa emborrachada e por cima um blusão largo pra não chamar atenção. Saí.
Cheguei 20h50. Tinha bastante gente saindo. Às 21h10 a Sandra mandou mensagem perguntando se eu estava lá. Respondi que sim. Ela pediu pra esperar: a mãe do noivo ainda estava indo embora. Mais algumas pessoas saíram. Às 21h30 veio a mensagem definitiva:
— Pode vir.
O coração acelerou. Eu estava envergonhado e um pouco nervoso, mas fui. Bati na porta. A Tati abriu rindo de alguma coisa. No segundo em que entrei, a música estourou alta, as luzes baixaram e o globo de luz UV começou a girar. Eu já ia dançando, rebolando.
Eram só quatro mulheres restantes.
Minha mãe, Camila, sentada no sofá, copo na mão.
Tia Joana ao lado dela, pernas abertas, sorriso largado.
A Tati ainda na porta, olhando.
E a Sandra, já no meio da sala, batendo palma e gritando:
— Olha o presente, meninas! Surpresa pra noiva!
As três começaram a rir, a bater palma, a gritar.
— Gostoso!
— Ô lá em casa!
— Pego pra criar!
— Casa comida e roupa lavada, gatinho!

Eu fui me aproximando. A máscara escondia tudo. Dancei perto da minha mãe e da tia. Elas não paravam de me chamar de gostoso. Do nada, a mão da minha mãe deslizou pelos recortes da roupa e apertou minha bunda. Joana fez a mesma coisa do outro lado.
Sandra veio por trás, me abraçou e falou no meu ouvido, baixo:
— Maninho… aguenta um pouco. Deixa elas se divertirem.
Ela rebolava colada em mim, me empurrando mais pra perto das duas. Joana foi a primeira a descer a mão e pegar no meu pau. Já estava duro pra caralho. Ela gritou:
— Caralho, que pauzão duro é esse, menino?! Pega, irmã! Vê se é mentira!
A mão da minha mãe veio em seguida. Segurou firme. Aquele volume grosso, quente, latejando dentro do látex. Ela apertou, mediu com os dedos, e eu senti o peito dela subir e descer mais rápido.
Sandra ainda colada nas minhas costas, sussurrou de novo:
— Tá com tesão, safado? Tá de pau duro? Você vai se dar bem hoje, maninho…

Ela saiu de trás de mim. Minha mãe baixou a cabeça e mordeu o pau por cima da roupa. Joana acompanhou. As duas bocas quentes, uma de cada lado, chupando o látex. Eu segurei a cabeça delas e puxei contra mim. Instintivamente enfiei as mãos nos decotes generosos e peguei aquelas tetas pesadas. A da minha mãe mais caída, a da Joana um pouco mais firme. As duas gemeram.
Senti alguém atrás de mim. Era a Tati, empurrada pela Sandra. Minha irmã segurava os pulsos da prima e guiava as mãos dela pelo meu corpo: peito, barriga, bunda, e por fim o pau. A Tati tremia um pouco, mas não tirava a mão.
Sandra falava no ouvido dela, alto o suficiente pra eu ouvir:
— Toca, priminha. Sente como ele é grosso. Gostoso, né?

A Tati chegou perto do meu pescoço e lambeu a orelha. Eu me virei. Sandra empurrou a cabeça dela e nossas bocas se encontraram. O beijo esquentou rápido. Línguas brigando. Sandra apertava a cintura da prima contra a minha, enquanto minha mãe e Joana já estavam de pé, me encoxando por trás, mãos por todos os lados.
Joana falou, rindo:
— Sua filha é a melhor, Camila. Contratação perfeita. Tati, aproveita. É só o segundo homem que você beija. Pega experiência pra agradar o marido depois. Pode se divertir. Sua prima foi cuidadosa. Só a gente sabe.
Eu senti um ar frio nas costas. Minha mãe tinha achado o zíper. Em segundos a roupa caiu. Eu fiquei pelado no meio da sala, só de máscara. O pau latejando, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo.
Sandra ordenou, enquanto eu ainda beijava a Tati:
— Chupa, mãe. Chupa o pau desse gostoso. Aproveita pra matar a saudade de um macho de verdade.
A boca quente e molhada da minha mãe me engoliu. Profunda, apressada, molhada pra caralho. Joana se juntou. As duas se revezavam, se esbarrando, lambendo juntas a cabeça, descendo a língua pelas bolas. Eu gemia baixo, segurando os cabelos delas.
Sandra já tinha tirado o vestido da Tati. As tetinhas pequenas e bicudas estavam à mostra.
— Mama isso aqui, gostoso. Chupa as tetinhas da noiva.
Eu lambi, chupei, mordi de leve. A Tati gemia no meu ouvido. Sandra me forçou a ajoelhar. A buceta da prima estava lisinha, fechada, já babando. Eu abocanhei. Língua no clitóris, beijo molhado, chupando forte. Ela tremeu inteira e gozou na minha boca, as coxas apertando minha cabeça.
Deitamos ela no sofá. Eu subi e beijei a boca dela, passando o gosto. Sandra segurou meu pau e tia Joana falou:
— Coloca na bucetinha da Tati, fia. Deixa ela aproveitar tudo isso.
Joana completou:
— Come a noiva, gostoso. Vai fundo.
Sandra posicionou a cabeça na entrada. Eu empurrei. Apertada pra caralho. Ela não era virgem, mas era pequena. Eu fui entrando devagar, sentindo cada centímetro. Quando enfiei tudo, ela soltou um gemido longo. Comecei a meter. De quatro, no colo, de lado. Ela gozou mais duas vezes antes de falar que não aguentava.

Joana, que já estava se masturbando sentada, me puxou. Eu saí da Tati e enfiei nela de uma vez. Ela me beijou com fome, me ofereceu as tetas pra eu mamar enquanto eu metia forte. Gozou duas vezes seguidas, a buceta apertando e molhando minhas bolas.
Minha mãe gritou:
— Agora é a minha vez, caralho!
Eu fui pra cima dela. Beijei a boca, mamei aquelas tetonas pesadas, voltei pra boca. Falei no ouvido:
— Gostosona… tesuda… tetuda… cuzuda…
Ela respondia ofegante:
— Gostoso… cheiroso… pauzudo… safado… comedor do caralho…
Sandra segurou meu pau e enfiou na bucetona da mãe. Quase gozei na hora. Me controlei. Bombei fundo, devagar no começo, depois forte. Ela gozou três vezes, as unhas nas minhas costas, gritando baixo pra não acordar a vizinhança.
Quando cansou, pediu:
— Vai… come minha filha agora.

Sandra me estendeu a mão. Eu ajoelhei primeiro e chupei a buceta dela até ela gozar na minha boca. Depois sentei na cadeira. Ela subiu nas minhas pernas, o pau encostando na entrada molhada. Me beijou com uma fome que eu nunca tinha visto nela.
Falou no meu ouvido:
— Maninho… quer comer sua irmã? Quer colocar esse pauzão na minha bucetinha?
— Quero, irmã. Quero te comer e gozar nessa bucetinha de safada… de cachorra… de gostosa tesuda.
Ela sorriu, quase sádica:
— Mano… se você colocar esse pau na minha buceta hoje, vai ter que colocar todos os dias. Acho melhor parar por aqui. Senão não tem mais sossego na sua vida.
Eu a beijei de novo e puxei ela pra junto de mim. O pau entrou inteiro de uma vez. Ela engoliu tudo, babada, quente. Metemos colados, beijando, eu mamando nas tetonas dela. Quando falei que ia gozar, ela pediu:
— Aguenta mais um pouco…
Gozamos juntos. Eu cravado fundo, jorrando dentro dela, a buceta dela pulsando e engolindo tudo.
Joana trouxe uma garrafa de vinho. Assim que a Sandra levantou, as duas coroas se ajoelharam e chuparam meu pau mole até ele endurecer de novo. Joana chamou a filha:
— Senta nele filha. Igual sua prima.
Eu meti nela de novo, beijando e mamando as tetinhas. Ela gozou, eu não. Fui pro sofá e chamei as duas mais velhas. Elas se revezavam: buceta no pau, buceta na minha boca. Minha mãe gozou na minha língua e eu falei:
— Seu gozo é uma delícia, Camila.
Sandra veio e me beijou pra provar.

Joana, ofegante, falou:
— Come o cu da minha filha. Vamos fazer ela casar toda medida.
Todas ajudaram por ser a primeira vez da menina. Seguraram a Tati, acalmaram, lubrificaram o cuzinho apertado. Joana guiou a cabeça do meu pau até entrar. Eu meti uns dez minutos, devagar no começo, depois mais fundo. Sandra masturbava o clitóris da prima. Gozamos juntos enquanto eu enchia o rabo dela de porra.

Eu estava exausto.
— Preciso ir embora…
Beijei a Tati na boca e falei baixo:
— Felicidades pra você… e pro corno.
Saí.
Minha irmã e minha mãe não voltaram pra casa naquela noite. Acordei às 14h no sábado. Elas estavam na cozinha, saindo pro salão. Enquanto a mãe tirava o carro da garagem, Sandra veio até mim, me beijou com tesão e falou:
— Você foi um excelente comedor ontem, maninho. Mamãe, tia Joana e prima Tati estão apaixonadas. Leva a máscara no bolso pro casamento. Quero mandar a prima pra lua de mel recheadinha com a sua porra.
O casamento foi pomposo, formal, chato pra caralho. No meio da festa, Sandra me puxou pelo braço e me levou pro quarto da noiva. Eu coloquei a máscara. Tati estava deitada na cama, descansando.
Sandra falou:
— Olha, priminha… quem eu trouxe pra te animar.
— Sua louca… no meu casamento?
— Relaxa. Tenho tudo sob controle. Vai, gostoso. Come essa gostosinha até ela não aguentar mais.
A gente fodeu como cachorro no cio. Eu comi a buceta e o cuzinho dela de novo. Gozei duas vezes fundo na bucetinha. Pela primeira vez ela confessou, ofegante:
— Não sei como vou conseguir ter prazer com o meu marido depois de te conhecer… Ele é triste… fraco na cama… não tem pegada… acho que ele tem nojo dos meus sucos…
Sandra interrompeu:
— Você precisa voltar pra festa. Já tá quase na hora da lua de mel. Coloca a calcinha e fica gozada pelo seu amante. Logo eu arrumo outro encontro. Vocês podem ser amantes.
A noite terminou com minha mãe bêbada dormindo na cama dela. Eu e a Sandra transamos como animais na cama da minha irmã. Eu gozei na buceta, no cu e na boca dela. Ela cumpriu a promessa: não me deu sossego.

Foto 1 do Conto erotico: O Sttriper da irmã

Foto 2 do Conto erotico: O Sttriper da irmã

Foto 3 do Conto erotico: O Sttriper da irmã

Foto 4 do Conto erotico: O Sttriper da irmã

Foto 5 do Conto erotico: O Sttriper da irmã


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


268222 - Coroa conquistou a novinha e a sogra veio no pacote - Capítulo 7 – Conclusão - Categoria: Incesto - Votos: 11
268221 - Coroa conquistou a novinha e a sogra veio no pacote - Capítulo 6 - Categoria: Incesto - Votos: 11
268220 - Coroa conquistou a novinha e a sogra veio no pacote - Capítulo 5 - Categoria: Incesto - Votos: 10
268219 - Coroa conquistou a novinha e a sogra veio no pacote - Capítulo 4 - Categoria: Incesto - Votos: 10
268218 - Coroa conquistou a novinha e a sogra veio no pacote - Capítulo 3 - Categoria: Incesto - Votos: 11
268217 - Coroa conquistou a novinha e a sogra veio no pacote - Capítulo 2 - Categoria: Incesto - Votos: 11
268216 - Coroa conquistou a novinha e a sogra veio no pacote - Capítulo 1 - Categoria: Incesto - Votos: 11
261518 - Minha esposa se apaixonou pela vizinha traída - Categoria: Bissexual - Votos: 16
240393 - Minha Tia me transformou no Homem da família - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 11
234118 - Mano, você pode me engravidar? 10 e final - Categoria: Incesto - Votos: 7
232587 - Mano, você pode me engravidar? 9 - Categoria: Incesto - Votos: 11
231883 - Mano, você pode me engravidar? 8 - Categoria: Incesto - Votos: 11
231882 - Mano, você pode me engravidar? 7 - Categoria: Incesto - Votos: 10
231881 - Mano, você pode me engravidar? 6 - Categoria: Incesto - Votos: 9
231510 - Mano, você pode me engravidar? 5 - Categoria: Incesto - Votos: 14
227379 - Mano, você pode me engravidar? 4 - Categoria: Incesto - Votos: 19
220124 - Mano, você pode me engravidar? 3 - Categoria: Incesto - Votos: 25
219605 - Mano, você pode me engravidar? 2 - Categoria: Incesto - Votos: 29
208071 - Mano, você pode me engravidar? 1 - Categoria: Incesto - Votos: 30
100824 - Férias... com a sobrinha e mais (Parte 4) - Categoria: Incesto - Votos: 15
100823 - Férias... com a sobrinha e mais (Parte 3) - Categoria: Incesto - Votos: 14
98772 - Férias... com a sobrinha e mais (Parte 2) - Categoria: Incesto - Votos: 21
98738 - Férias... com a sobrinha e mais (Parte 1) - Categoria: Incesto - Votos: 15
47325 - Cuidando da esposa do primo (parte 5 - fim) - Categoria: Incesto - Votos: 27
47324 - Cuidando da esposa do primo (parte 4) - Categoria: Incesto - Votos: 28
47323 - Cuidando da esposa do primo (parte 3) - Categoria: Incesto - Votos: 26
47322 - Cuidando da esposa do primo (parte 2) - Categoria: Incesto - Votos: 26
47321 - Cuidando da esposa do primo (parte 1) - Categoria: Incesto - Votos: 25

Ficha do conto

Foto Perfil marcwbbr
marcwbbr

Nome do conto:
O Sttriper da irmã

Codigo do conto:
270414

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/08/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
5