Coroa conquistou a novinha e a sogra veio no pacote - Capítulo 2




Enquanto o sol da tarde se derramava pelas janelas do quarto, Marina e Josi se arrumavam. O ar estava carregado de expectativa e de uma conversa que há muito tempo precisava acontecer.
Marina, ainda de lingerie, olhava seu reflexo no espelho. Os seios fartos e pesados, a barriga suave, a bunda grande e carnuda que preenchia a calcinha. Ela franzia a testa, insegura.
— Mãe… será que está certo a gente aceitar isso tudo? O Marcelo é um homem mais velho, bonito, sedutor… Ele convidando nós duas para sair. Eu me sinto estranha. Como se fosse errado. O pai pode interpretar mal, achar que ele está dando em cima de você. E comigo… ele não deve querer nada. Eu sou tão desajeitada, tão fora de forma.

Josi, que escovava os cabelos negros diante do outro espelho, virou-se com uma expressão serena, mas firme. Seu corpo esguio, marcado pela bunda generosa, movia-se com aquela contenção habitual.
— Filha, pare com isso. Você é linda. Acha mesmo que o Marcelo conversou com seu pai e ele concordou com tudo isso sem pensar? Ele está fazendo isso por você. Para você se sentir valorizada, especial. Não é por mim. Você realmente acha que ele te acha feia? Desajeitada? Se fosse assim, ele passaria tanto tempo aqui em casa? Conversando com você sobre faculdade, explicando coisas de tecnologia, assistindo séries juntos? Acha que ele viria só para falar comigo? Marina, acorda. Você agora tem dezoito anos. É uma mulher. E você chama atenção, sim. Olhe para si mesma.
Marina corou violentamente, os seios pesados subindo e descendo com a respiração acelerada.
— Mas mãe… eu tenho vergonha. Tenho medo do que o pai vai achar. Será que eu devo aceitar?
Josi se aproximou, segurando o rosto da filha com delicadeza.
— Você é uma mulher. Não gosta da bagunça dos amigos da sua idade, prefere coisas mais maduras, mais certas. Isso você só vai encontrar com um homem como o Marcelo. Se você não quiser, se não for isso que deseja, é melhor inventarmos uma desculpa agora e nos afastarmos. Porque se você aceitar e as coisas avançarem, precisa ser gentil com ele. Tem que querer de verdade. Senão, vai magoá-lo. Pense bem: você quer isso?
Marina baixou os olhos, envergonhada, mas com a voz tremendo de sinceridade:
— Eu sempre penso nele… mais do que como amigo. Com todo esse carinho, essa gentileza… Eu quero sim, mãe. Quero ter algo a mais com ele. Não sei se ele vai querer o mesmo comigo, mas eu quero.
Um sorriso suave surgiu nos lábios de Josi.
— Então é isso. Tenha decisão, filha. Se arrume, se produza. Faça uma produção espetacular hoje. Você vai sair com o Marcelo. Vai ser a companhia dele. Eu estarei junto, mas é você quem vai estar ao lado dele. Aproveite sua noite. Tenho certeza de que ela será especial.

Marina abraçou a mãe, o coração acelerado. A conversa trouxe uma nova leveza. Ela vestiu o presente de Marcelo: o vestido curto até a metade da coxa, que se ajustava perfeitamente ao seu corpo voluptuoso. A saia marcava a curva generosa e carnuda de sua bunda, enquanto o decote suave revelava o colo farto e o início dos seios pesados. Ela se olhou no espelho e, pela primeira vez em muito tempo, sentiu-se desejável.
Às sete horas em ponto, Marcelo bateu na porta. Quando as duas apareceram, ele parou por um instante, admirando-as.
Josi estava elegante em um vestido escuro que valorizava sua silhueta esguia e a bunda generosa, discreta como sempre, mas com um brilho diferente no olhar. Marina, porém, roubou sua atenção. Alta, pele branquinha contrastando com o tecido, cabelos cacheados soltos caindo sobre os ombros, o vestido destacando cada curva: os seios fartos pressionando suavemente o decote, a cintura suave, a bunda grande e redonda moldada pela saia. Seus olhos castanhos encontraram os dele com uma timidez nova, carregada de expectativa.
— Vocês estão… incríveis — disse Marcelo, a voz baixa e calorosa, demorando o olhar em Marina com evidente admiração. Ele sorriu aquele sorriso generoso, oferecendo o braço a ela. — Vamos?

O jantar no rooftop foi mágico. A vista de Curitiba ao entardecer, luzes suaves, o chef Michelin entregando pratos refinados. Marcelo sentou-se entre as duas, mas sua atenção voltava sempre para Marina. Ele a observava comer, ria de seus comentários tímidos sobre a faculdade, elogiava seu vestido com olhar intenso:
— Ele ficou ainda mais bonito em você do que eu imaginava. Realça tudo o que já é lindo em você.
Marina corava, mas sustentava o olhar um pouco mais a cada vez. Josi observava em silêncio, um sorriso contido nos lábios, incentivando discretamente a filha.
Depois do jantar, seguiram para o show da banda cover. No ambiente mais escuro e animado da casa de shows, a música envolveu os três. Marcelo dançou com as duas, mas seus movimentos com Marina foram mais próximos. Suas mãos tocaram levemente a cintura dela, sentindo a maciez de sua pele e a curva generosa de seus quadris. Em um momento mais animado, ele a puxou gentilmente para si, os seios fartos dela roçando seu peito. Marina tremia, mas não se afastou. Seus olhos se encontraram, carregados de desejo contido.
Josi dançava perto, mas respeitava o espaço, observando com uma mistura de ternura e cumplicidade.

No calor pulsante da casa de shows, as luzes suaves e a música envolvente da banda criavam um ambiente íntimo. Marcelo dançava com Marina, seus corpos se aproximando cada vez mais. Josi, dançando perto deles, observava a filha com atenção. Marina ainda estava retraída, envergonhada, os movimentos tímidos apesar do vestido que marcava lindamente suas curvas voluptuosas.
Josi se aproximou e, com um toque discreto no braço da filha, sussurrou:
— Vem ao banheiro comigo um instante, filha.

No espaço mais reservado, Josi segurou as mãos de Marina e falou com carinho e firmeza:
— Você precisa se soltar mais, meu amor. O Marcelo está tentando se conectar com você. Aceite, permita. Abrace ele, encoste o rosto no pescoço dele, deixe que ele sinta você. Deixe ele sentir seu cheiro, encoste seu corpo no dele e permita que as coisas aconteçam naturalmente. Ele quer ficar com você. E você quer ficar com ele. Não tenha medo. Se você não se abrir agora, vai se arrepender.
Marina corou profundamente, os seios fartos subindo e descendo com a respiração nervosa.
— Mas mãe… eu não sei beijar. Eu nunca beijei na minha vida, você sabe disso.
Josi sorriu com ternura, acariciando o rosto da filha.
— Não se preocupe. O Marcelo é experiente, vai respeitar seus limites. Se solte, meu amor. Encoste o rosto no pescoço dele, diga que está maravilhoso, que ele é maravilhoso, que essa noite dos seus 18 anos você nunca vai esquecer. Diga que se sente especial, valorizada. Faça ele se sentir importante também. E quando ele te beijar… beije de volta. Ele vai te guiar.
Marina assentiu, o coração acelerado. Voltaram para a pista.

Dessa vez, ela seguiu o conselho. Durante uma música mais lenta, Marina se aproximou, envolveu os braços ao redor do pescoço de Marcelo e encostou o rosto no pescoço dele, inspirando seu perfume. Seus seios pesados pressionaram suavemente o peito dele, a bunda generosa roçando de leve enquanto se moviam juntos. Marcelo sentiu o calor daquele corpo jovem e voluptuoso contra o seu.
Ele baixou a voz, os lábios próximos à orelha dela:
— Marina… eu tenho interesse em você. Um interesse que vai além da amizade. Agora que você completou 18 anos, me sinto mais seguro para dizer isso. Estou gostando muito de você.
Ela levantou o rosto, os olhos castanhos brilhando de emoção.
— Eu também gosto muito de você. Não me importo com a idade. Pelo contrário… eu me sinto mais velha que as pessoas da minha idade. Não gosto de bagunça. Gosto de conversar com você, de estar com você. Acho você muito bonito.

Marcelo sorriu, aquele sorriso generoso e sedutor. Segurou o rosto dela com delicadeza e a beijou. Foi um beijo suave no início, mas profundo. Marina respondeu desajeitada, tímida, mas com entrega genuína. Seus lábios se encontraram várias vezes, cada vez mais confiantes.
Quando se afastaram, ele sussurrou, emocionado:
— Obrigado. Foi muito especial esse beijo.
Ela, com o rosto corado e os olhos brilhantes, confessou baixinho:
— Foi meu primeiro beijo… Eu nunca beijei ninguém na vida.
Marcelo a olhou com uma mistura de surpresa, carinho e desejo.
— Nossa… Obrigado por confiar em mim para ser o primeiro. Prometo que vou me esforçar para não te decepcionar.

Ele a beijou novamente, e mais uma vez, com calma, ensinando-a com paciência e sensualidade. As mãos dele deslizavam suavemente pela cintura dela, sentindo as curvas generosas.
Josi, que observava de perto, aproximou-se com um sorriso contido, mas radiante de felicidade.
— Meu Deus… que felicidade ver isso. Minha filha com alguém pela primeira vez… e com você, Marcelo. Fico tão feliz por vocês.
O caminho de volta para o condomínio foi silencioso, carregado de emoção. Ao chegarem, Josi deu um abraço discreto em ambos.
— Vou subir para descansar. Fiquem à vontade.
Na sala de estar iluminada apenas por uma luz baixa, Marcelo e Marina ficaram sozinhos. Ele a puxou gentilmente para si e a beijou várias vezes, agora com mais intensidade. As mãos dele exploravam as costas dela, descendo até a curva generosa da bunda grande moldada pelo vestido. Marina tremia, mas correspondia. Ao se apertarem, ela sentiu claramente o volume rígido do pênis dele contra sua barriga, a excitação evidente dele pressionando contra seu corpo voluptuoso. Isso a deixou ainda mais envergonhada e excitada ao mesmo tempo.

Eles se beijaram por longos minutos, respirações entrecortadas, toques suaves e cheios de desejo contido. Marcelo respeitava o ritmo dela, sem forçar nada além do que ela demonstrava querer.
— Está tarde — murmurou ele por fim, com a voz rouca. — Vamos dormir. Quero que essa noite termine de forma perfeita para você.
Marina assentiu, o corpo ainda quente, os seios fartos arfando. Eles se despediram com mais um beijo longo e carinhoso na porta da sala.
A noite havia sido inesquecível. E ambos sabiam que era apenas o começo.

Foto 1 do Conto erotico: Coroa conquistou a novinha e a sogra veio no pacote - Capítulo 2

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Coroa conquistou a novinha e a sogra veio no pacote - Capítulo 2

Codigo do conto:
268217

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/07/2026

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