Marcelo e Marina se entreolharam e sorriram.
— Vem também, mãe — disse Marina.
— É, vem junto com a gente. Vai ser gostoso — completou Marcelo.
Josi brilhou os olhos, hesitante por um instante:
— Se eu for, não vou conseguir me controlar…
— A gente não quer que você se controle, mãe — respondeu Marina, suave.
— É, mãe. A gente quer você descontrolada com a gente — reforçou Marcelo.
Josi sorriu, pegou na mão dos dois e subiu na frente, puxando-os para o quarto da filha, que tinha uma cama de casal. Assim que entraram, ela beijou Marcelo de língua na frente da filha. Ele correspondeu, depois beijou Marina com paixão, enquanto as duas o despiam juntas. Logo ele estava pelado, o pau duro latejando.
— Vai, mãe. Chupa o pau do meu namorado. Chupa o pau do teu genro. Experimenta ele — incentivou Marina.
Josi ajoelhou e tomou o pau de Marcelo na boca, chupando com desejo contido por anos. Elogiava o tamanho, a rigidez, dizendo o quanto a filha tinha sorte. Enquanto isso, Marcelo beijava Marina, mamava suas tetas fartas e pesadas, dizendo o quanto a amava.
— Agora é a tua vez, mãe. Deita e deixa ele te chupar — disse Marina.
Josi deitou, abriu as pernas. Marcelo chupou sua buceta com devoção até ela gozar forte na boca dele. Em seguida, ela subiu e cavalgou o pau dele com fome. Pediu que a filha sentasse na boca de Marcelo. As duas gozaram quase juntas, enquanto ele enchia a buceta da sogra de porra quente.
Ainda com o pau dentro dela, Josi elogiou:
— Que delícia gozar nesse pau… Você tem muita sorte, filha.
— Temos muita sorte agora, né? — respondeu Marina, abraçando a mãe.
Depois de um momento de carinho, Josi começou a cavalgar novamente, gozando mais uma vez. Em seguida, Marina limpou o pau dele com a boca e subiu, cavalgando com paixão. Depois ficou de quatro e pediu que ele comesse seu cu. Marcelo penetrou devagar, com carinho, e gozou fundo dentro do cuzinho dela.
Os três ficaram deitados juntos, pelados, conversando baixinho, recuperando o fôlego. Depois foram tomar banho juntos no banheiro pequeno do quarto. Apertados, molhados e rindo, trocavam carinhos, beijos e toques. Marcelo enfiava os dedos nas duas, enquanto elas o provocavam. No final, Marina fez a mãe ajoelhar e chupar o namorado até ele gozar na boca dela. O que escorreu, Marina pegou com o dedo e provou, dividindo com a mãe.
Ao se vestirem, Marina abraçou a mãe:
— Obrigada por tudo, mãe. Você merece isso.
Josi, emocionada, agradeceu a confiança dos dois e perguntou se poderia visitá-los com frequência. Marina reforçou que a casa dele estaria sempre aberta para ela, mas deixou claro o limite importante:
— A única mulher que dorme na cama dele sou eu. Se você quiser vir dar para ele, pode vir, mas dorme no quarto de visitas. Tudo bem?
Josi aceitou com um sorriso compreensivo e deu um beijo demorado na boca da filha, cheio de carinho. Abraçou-a forte:
— Você é maravilhosa, meu amor. Eu nunca vou te decepcionar.
Os três desceram, ainda com o brilho da cumplicidade no olhar, enquanto Paulo continuava dormindo no sofá.
Enquanto Paulo ainda dormia profundamente no sofá, bêbado, Marcelo convidou as duas para irem ao shopping. O objetivo era comprar lingeries e camisolas especiais para a noite. Na loja elegante, ele ajudava com sugestões, indicando peças que valorizariam as curvas generosas de Marina e a silhueta esguia e sensual de Josi. A vendedora, uma loira alta e atraente, observava a dinâmica com curiosidade crescente.
— Vocês são namorados ou marido e mulher? — perguntou ela, um pouco sem jeito.
Marina, com um sorriso assanhado e cheio de confiança, respondeu:
— Ele é o namorado das duas. Nós formamos um trio.
A vendedora arregalou os olhos, surpresa, mas claramente excitada. Pediu desculpas pela pergunta e confessou que era a primeira vez que via algo assim. Curiosa, quis saber se eles transavam juntos. Marina confirmou com naturalidade. A conversa fluiu, e a vendedora revelou que gostava tanto de homens quanto de mulheres. Marina olhou para a mãe e para ela, sugerindo que talvez um dia a vendedora pudesse se juntar a eles na cama. Marcelo, com a voz baixa e sedutora, completou que seria uma delícia comê-la junto com as duas.
A loira ficou visivelmente excitada. Marina pegou a mão dela e colocou sobre o pau duro de Marcelo por cima da calça, mostrando o que ela poderia ganhar. A vendedora riu, nervosa e cheia de tesão, e trocou contatos para marcar algo no futuro.
Eles saíram da loja carregados de sacolas e desejo. No carro, Marcelo olhou para as duas:
— Era verdade o que você disse? Você vai fazer amor com sua mãe hoje?
Marina confirmou, olhando para Josi:
— Eu quero. E você, mãe? Quer fazer amor comigo?
Josi, com os olhos brilhando de emoção e desejo contido por anos, respondeu suavemente:
— Quero muito. Quero viver esse amor com vocês dois.
De volta à casa de Marcelo, Paulo já havia saído para encontrar os amigos. Os três subiram para o quarto e, pela primeira vez, entregaram-se completamente juntos.
Josi beijou a filha com carinho profundo, um beijo que foi ficando mais intenso. Logo as duas estavam nuas, explorando-se com curiosidade e ternura. Josi chupou a buceta da filha com devoção, fazendo Marina gozar na sua boca. Depois Marina retribuiu, lambendo e chupando a mãe até Josi tremer de prazer. Marcelo observava, excitado, e em seguida comeu as duas enquanto elas se beijavam e se tocavam. Gozou dentro delas, e as duas trocaram sua porra: Marina bebeu o sêmen quente da buceta da mãe, e Josi fez o mesmo com a filha, num ato de intimidade extrema e entrega total.
A noite toda foi de pura paixão. Eles transaram de todas as formas possíveis — carinhos, bocas, penetrações, olhares e gemidos entrelaçados. Os corpos se misturavam com desejo e afeto: a bunda generosa de Marina, os seios fartos e pesados, a buceta molhada de Josi, o pau duro e incansável de Marcelo.
No domingo, quando Josi voltou para casa, estava toda satisfeita, o corpo marcado pela noite intensa, ainda sentindo o calor e a presença deles. Um sorriso sereno e realizado iluminava seu rosto.




