Capítulo 3: Mãe, você é minha!
Assim que a porta do quarto se fechou, Marcelo puxou Ana contra o corpo e voltou a beijá-la com fome. Ele pensou por um segundo em se revelar, em tirar a máscara e mostrar à mãe quem estava prestes a foder, mas o tesão era grande demais. Preferiu continuar no anonimato por enquanto e manter aquele clima gostoso, afinal a mãe também se mantinha anônima. Suas mãos subiram pelas coxas grossas dela, apertando a carne madura enquanto enfiava a língua na boca da mãe.
Ele desceu a boca pelo pescoço, lambendo e chupando, e puxou o decote do vestido de Vilma para baixo. Um seio pesado e macio saltou para fora, o bico escuro e grande já duro. Ana gemeu, segurou o próprio peito e ofereceu para ele:
— Chupa aqui, meu novinho gostoso… Chupa, meu putinho. Vem cá, vem mamar na teta da tua gostosa. Se diverte, vai… chupa bem gostoso.
Marcelo não se fez de rogado. Abocanhou o seio da mãe com vontade, mamando forte, sugando o bico, passando a língua em círculos enquanto apertava a carne macia. Ana gemia alto, segurando a cabeça dele contra o peito.
— Isso… assim… mama gostoso…
Ela impôs uma condição, ofegante:
— Só vou dar pra você de máscara. Não quero que veja meu rosto, nem eu o seu. Combinado?
— Perfeito — respondeu Marcelo. — Vamos ficar assim a noite toda.
Ana tirou toda a roupa dele com pressa, jogando a fantasia de lado. Quando viu o pau do filho — grosso, longo, latejando, com a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo —, soltou um gemido de admiração:
— Nossa… que pau delicioso. Que rola grossa… Não vejo a hora de sentir ele me comendo. Vem, gostoso. Vem comer a tua safada.
Marcelo tirou o resto do vestido dela, arrancou a calcinha encharcada e expôs o corpo maduro da mãe: seios pesados, barriga macia, buceta inchada e molhada, com os lábios carnudos brilhando. Ele a jogou na cama, abriu as pernas dela e mergulhou a boca na buceta da mãe. Lambeu tudo: os grandes lábios, o clitóris inchado, enfiou a língua dentro do buraco quente e molhado, chupando os sucos dela com tesão. Depois lambeu a barriga, os seios, as coxas, virou ela de lado e deu lambidas longas na bunda grande e macia.
— Você tá deliciosa… toda cheirosa, pele branquinha… que buceta gostosa — murmurou ele antes de voltar a chupar com força.
Ana gozou pela primeira vez na boca do filho, tremendo e apertando a cabeça dele entre as coxas. Ele não parou. Continuou chupando até ela gozar pela segunda vez, gemendo alto e soltando mais mel na língua dele.
— Por favor… me come agora… enfia esse pau em mim — implorou ela, a buceta sensível e piscando.
Marcelo subiu, beijou a boca da mãe e deixou que ela mesma pegasse o pau e enfiasse na entrada molhada. Ele socou devagar no começo, depois com força, metendo fundo na buceta quente da mãe enquanto chupava os seios e beijava sua boca.
— Ai, que delícia… soca mais… me fode gostoso! — pedia Ana, cravando as unhas nas costas dele.
Ela gozou pela terceira vez no pau do filho, apertando a rola grossa. Marcelo, ofegante, confessou entre estocadas:
— Você é muito gostosa… lembra tanto uma pessoa que eu tenho tesão há anos… sou apaixonado por ela, queria comer ela tanto… e você é igualzinha.
Ana, excitada com as palavras, respondeu:
— Nossa… assim você me deixa feliz e com ciúmes ao mesmo tempo. Faz comigo o que quiser, novinho. Hoje eu sou toda sua.
Ele tirou o pau da buceta e levou até a boca dela:
— Chupa um pouco, gostosa. Prova sua própria buceta no meu pau.
Ana obedeceu com vontade. Lambeu toda a extensão, chupou a cabeça, enfiou o pau na boca até sentir na garganta, gemendo enquanto ele dedava sua buceta e clitóris. Ela gozou mais uma vez nos dedos dele, babando no pau do filho.
Marcelo voltou para a buceta. Sem camisinha, meteu fundo e perguntou:
— Onde você quer que eu goze?
— Dentro… goza dentro de mim. Faz tempo que não sinto porra quente na buceta. Me enche, por favor.
Ele acelerou as estocadas, socando com força até explodir. Gozou brutalmente, jatos grossos e quentes enchendo a buceta da mãe até transbordar. Caiu por cima dela, pau ainda enterrado, pulsando.
— Caralho… você é deliciosa… parece tanto com a mulher que eu quero comer… — murmurou ele, ainda gozando.
O pau não amoleceu. Continuou duro dentro dela. Ana riu, surpresa:
— Meu Deus, que tesão é esse? Já tá duro de novo?
— É tesão de anos… Deixa eu comer essa bunda gostosa agora. Por favor, Vilma… me dá esse cu.
Ana hesitou, mas cedeu:
— Nunca dei… mas se você for gentil, pode tentar.
Marcelo pegou camisinha e lubrificante da gaveta. Besuntou bem o cuzinho virgem da mãe, enfiou um dedo, depois dois, preparando. Colocou a camisinha, apoiou a cabeça grossa e foi empurrando devagar. Centímetro por centímetro, até enterrar o pau inteiro no cu da mãe.
— Ai… dói um pouco… mas tá gostoso… vai devagar — gemeu ela.
Ele fodeu o cu dela com paciência, indo e voltando, cada vez mais fundo. Ana começou a gostar:
— Nossa… que delícia… Come o cu da tua coroa, novinho. Me fode no cu seu safado.
Depois de alguns minutos macetando a bunda grande e macia, ele avisou:
— Quero gozar na sua boca agora.
Tirou o pau do cu, removeu a camisinha e enfiou na boca da mãe. Ana chupou com dedicação até ele explodir novamente. Jatos grossos de porra encheram sua boca. Ela engoliu tudo, limpando o pau com a língua.
— Que porra gostosa… Você acabou comigo, novinho. Nunca tive um sexo tão bom na vida. Tô no paraíso…
Exaustos e satisfeitos, os dois se deitaram na cama, ainda mascarados, corpos suados colados, descansando.
Amei seu conto amor, me deu muito tesão enquanto lia! Claro que teve meu voto! Postei um novo conto, adoraria um comentário seu e se gostar vote ok? bjinhos Ângela