Capítulo 16: A noite com a Gio
Ainda no domingo à tarde, trancados no quarto do resort, Ana estava especialmente safada. Deitada de lado, ela olhou para o filho e pediu com voz manhosa:
— Filho… a mamãe tá com muita vontade de novo. Vem comer o cu da mamãe?
Sara sorriu e completou:
— Eu também quero, mano. Quero sentir você no meu cu de novo.
Marcelo não se fez de rogado. Começou comendo o cu da mãe devagar, com carinho, enquanto Sara beijava a mãe e masturbava o clitóris dela. Depois revezou para o cu da irmã, metendo com o mesmo ritmo gostoso. Voltou para a mãe, depois para a irmã, alternando entre os dois cuzinhos apertados.
Quando estava quase gozando no cu da mãe, Ana gemeu:
— Não goza ainda, filho… espera um pouquinho. Quero gozar junto com você.
Sara aumentou o movimento dos dedos no clitóris da mãe, masturbando-a mais rápido. Ana começou a tremer:
— Ai, tô quase… tô quase, filho!
— Eu também, mãe… — grunhiu Marcelo, metendo mais fundo no cu dela.
Os dois gozaram juntos. Marcelo encheu o cu da mãe de porra quente enquanto Ana gozava forte nos dedos da filha, tremendo e gemendo alto. Sara sorriu, orgulhosa.
Exaustos e felizes, os três tomaram um banho longo juntos, cheios de beijos, carinhos e declarações de amor. Voltaram para casa realizados, com a certeza de que agora eram um trio de verdade: mãe, filho e irmã, mas também homem e mulheres um do outro.
A partir daquele fim de semana, a dinâmica da casa mudou completamente. Eles viviam praticamente pelados dentro de casa. Roupas eram exceção. Marcelo vivia atrás delas: comia a mãe enquanto ela cozinhava, encostada na pia da cozinha; pegava Sara de quatro enquanto ela limpava o banheiro; fazia as duas chuparem ele no sofá à tarde. O sexo era constante, intenso e carinhoso. Elas também o procuravam com a mesma fome.
No final das férias, entraram com o pedido de transferência da faculdade de Marcelo. Enquanto esperavam resposta, ele teria que voltar para a cidade universitária.
Nesse período, o namoro com Giovanna (Gio) avançou bastante. A garota, que acabara de fazer 18 anos, era virgem, inocente e estava no último ano do ensino médio. A família dela aprovou Marcelo, e Ana e Sara incentivavam o namoro:
— Ela é uma graça, filho. Namora ela direitinho — diziam, mesmo sabendo da maldade dele.
Marcelo achava Gio deliciosa e estava louco para comer ela, mas respeitava o tempo da garota. Sempre que ela perguntava como ele se aliviava, ele respondia com um sorriso:
— Eu tenho minhas formas, amor. Não se preocupa. Quando você estiver pronta, eu vou estar aqui pra te amar do jeito certo.
Fizeram muitas juras de amor. Gio passava bastante tempo na casa dele, e Ana e Sara a tratavam como uma filha. Fizeram churrasco para conhecer os pais dela, que adoraram a família de Marcelo.
No último sábado antes de Marcelo voltar para a faculdade, Gio foi dormir na casa dele. Ana e Sara já tinham sido bem comidas durante a tarde para ficarem satisfeitas.
Quando Gio chegou, as duas fizeram brincadeiras:
— Pode fazer barulho à vontade, hein, Gio? — disse Sara, rindo.
— É tão bom fazer sexo… depois da primeira vez você não vai querer parar mais. Ainda mais com esse meu filho lindo — completou Ana.
Gio ficou vermelha:
— Eu ainda não tô pronta… tenho medo que doa.
Marcelo interveio:
— Tá bom, vamos parar com isso. Vamos dormir, amor. Vamos ficar na cama da minha mãe. Não se preocupa.
Ana ainda emendou, sorrindo:
— E se fizerem sujeirinha, a sogra lava tudo depois, tá? Podem fazer a lambança que quiserem.
Gio riu, envergonhada:
— Ai, sogra… só você mesmo. Obrigada. Boa noite.
No quarto, os dois se beijaram bastante. Gio trocou de roupa no banheiro e saiu com uma camisolinha curta que deixava metade da bundinha redonda e empinada de fora.
— Nossa, que bundinha linda você tem, amor… — disse Marcelo, já pelado e com o pau duro.
Eles deitaram. Marcelo tirou a camisola dela devagar, chupou os seios pequenos e firmes com carinho, beijou sua barriga e desceu até a bucetinha virgem. Tirou a calcinha e chupou ela com dedicação, lambendo o clitóris e enfiando a língua devagar até Gio gozar pela primeira vez na vida, dando um gritinho agudo e tremendo inteira.
O grito foi tão alto que Ana e Sara entraram correndo no quarto, preocupadas.
— Meu Deus, tá tudo bem?! — perguntou Ana.
Marcelo, com a boca ainda brilhando da buceta de Gio, olhou para as duas e sorriu:
— Tá tudo bem… foi a Gio que gozou bastante.




