Capítulo 4: Tal Mãe, tal Filha. Irmã, você também é minha!
Depois de alguns minutos de descanso, corpos suados e colados, Ana suspirou fundo e falou:
— Nossa, gostoso… tô destruída. Não aguento mais não. Já não tenho mais idade pra isso tudo. Vamos voltar pra festa? Quem sabe você não encontra outra menina mais nova pra dar conta de você.
Marcelo deu um sorriso safado e perguntou, ainda com o pau semi-duro encostado na coxa dela:
— Me fala uma coisa… sua filha é casada? Tem namorado? Eu achei ela linda pra caralho lá fora. Versão mais nova de você, parece bem safadinha.
Ana virou o rosto mascarado para ele, surpresa:
— Mas que isso? Acabou de me comer todinha, gozou na minha buceta e na minha boca, e agora tá querendo que eu te ajude a comer minha filha? É isso mesmo que eu tô entendendo?
Ele riu, apertando a bunda dela.
— É sim. Quero as duas. Ela é gostosa demais.
Ana ficou em silêncio por um segundo, depois sorriu por baixo da máscara.
— Eu não sei se ela vai querer… mas se ela topar, eu ajudo você a comer minha filha. Pode deixar.
Eles tomaram uma ducha rápida, se beijando o tempo todo. No final do banho, Marcelo ajoelhou, levantou uma perna de Ana e chupou a buceta dela até a mãe gozar mais uma vez na boca dele, tremendo contra a parede.
Trocaram telefones — ele deu o número do pré-pago da faculdade, que ninguém da família conhecia. Ana disse que talvez mandasse mensagem se criasse coragem para repetir.
Voltaram para a festa de mãos dadas. Encontraram Sara sentada sozinha no bar, ainda fantasiada de Betty.
— Nossa, já voltaram? Nem duas horas se passaram. Que rapidinho foi isso? — perguntou Sara, rindo.
Ana, ainda ofegante, respondeu:
— Filha, esse gostosão acabou comigo. Não dei conta. Lembra aquela sua oferta de ajudar? Você quer mesmo dar uma força pra ele? Porque a mamãe tá destruída. Ele comeu até meu cu, filha… primeira vez na vida e eu dei pra ele hoje. E o safado quer você!
Sara arregalou os olhos.
— Sério que você deu o cu, mãe?!
— Dei. E foi delicioso. Nunca imaginei que ia gostar tanto. Ele acabou comigo todinha.
Ana continuou, massageando o pau de Marcelo por cima da calça bem na frente da filha:
— Ele ainda tá com muito tesão. Olha aqui como tá duro de novo… Por que vocês não vão dançar? Ou melhor… por que você não vai com ele pro chalé e deixa ele te comer também? Ele quer muito comer a minha versão mais nova kkkk. Te garanto que você vai gozar muito.
Sara hesitou, mas estava visivelmente molhada.
— Mãe… você acabou de dar pra ele e agora quer que eu dê também?
— Vai, filha. Aproveita. Nunca mais vamos nos ver. Ninguém tira a máscara. Seja safada hoje, nosso segredo.
Ana pegou a mão da filha e colocou diretamente sobre o pau duro de Marcelo.
— Olha que pauzão gostoso, filha. Sente ele.
Sara apertou, mordendo o lábio.
— Nossa… que delícia de pau.
Marcelo não esperou. Puxou Sara contra si e enfiou a língua na boca da irmã ali mesmo, colado na mãe. Beijaram-se com fome, línguas se enrolando enquanto Ana assistia excitada.
— Vocês dois são muito safados… — murmurou Ana, rindo. — Acabei de dar pra você e você já tá pegando minha filha na minha frente. Leva ela pro chalé agora. Come ela gostoso. Acaba com ela igual acabou comigo. Vou esperar aqui.
Marcelo puxou Sara pela mão. No meio do caminho, parou perto de uma árvore, prensou ela contra o tronco e voltou a beijá-la com vontade.
— Você é gostosa pra caralho. Tô louco pra te comer. Você e sua mãe me lembram muito duas pessoas que eu tenho tesão há anos… Quero realizar tudo com vocês duas.
Sara gemeu no ouvido dele:
— Me leva pro quarto logo. Tô louca pra dar pra você. Faz anos que não transo.
No chalé, o tesão explodiu. Sara tirou a roupa dele, segurou o pau grosso e admirou:
— Que rola deliciosa…
Ele mandou ela tirar a teta para fora. Mamou com força, chupando os seios da irmã enquanto ela gemia. Depois mandou ela ajoelhar. Sara chupou o pau do irmão com vontade, lambendo, babando, tentando engolir fundo, olhando para cima enquanto ele segurava seu cabelo.
Marcelo ajoelhou, tirou o vestido dela, guardou a calcinha encharcada como recordação e atacou a buceta completamente depilada da irmã. Chupou, lambeu o clitóris, enfiou a língua fundo até Sara gozar forte na boca dele, quase caindo. Ele a segurou, rindo, e a levou para a cama.
Foderam de frente, ele socando devagar depois mais rápido, chupando as tetas e beijando a boca dela. Sara gozou no pau do irmão. Depois ficou de quatro.
Ele meteu na buceta olhando para o cu redondo, perguntando se ela também daria o cu.
— Se minha mãe deu, eu dou também… mas me fode mais primeiro.
Sara cavalgou ele com força, rebolando, gozando mais uma vez. Quando ele estava perto, ela perguntou onde ele tinha gozado na mãe. Ao ouvir “na buceta”, pediu o mesmo. Marcelo encheu a buceta da irmã de porra quente enquanto ela gozava.
Ainda duro, ele pediu o cu. Sara, safada, guiou o pau melado para o cuzinho virgem e sentou devagar. Doeu no começo, mas logo ela estava acelerando, gemendo alto. Gozou com o pau do irmão no cu. Marcelo não aguentou e encheu o cu da irmã de porra grossa.
Tomaram banho juntos, ele deu o mesmo número de telefone para ela.
Voltaram para a festa. Ana estava cansada e quis ir embora. Marcelo acompanhou as duas até metade do caminho. No escuro, as duas se revezaram chupando o pau dele — mãe e filha se alternando na rola do filho, lambendo, chupando, mamando até ele gozar mais uma vez, dividindo a porra entre as duas bocas.
Ele pediu que, se tivessem gostado, mandassem nudes e vídeos. Depois se despediu.
Marcelo voltou para a festa, ainda com energia. Ficou com mais algumas meninas, beijando e apalpando. Uma delas, uma garota jovial chamada Giovanna (que preferia ser chamada de Gio), ficou bem interessada. Trocaram telefones e marcaram de se ver no final de semana.
Quando achava que finalmente ia descansar, viu a mãe do seu amigo Lucas sozinha perto de uma das mesas. Ele se aproximou, tirou a máscara por um segundo e falou com um sorriso:
— Oi, tia Marlene. Sou eu, o Marcelo. Tá sozinha? Quer dançar?





Puro tesão