Coroa conquistou a novinha e a sogra veio no pacote - Capítulo 3



O domingo amanheceu calmo no condomínio, com uma luz suave banhando as fachadas dos sobrados. Marcelo ainda sentia o eco da noite anterior — o gosto dos lábios de Marina, o calor de seu corpo voluptuoso contra o dele — quando o telefone tocou.
Era Josi.
— Bom dia, meu genro. Tudo bem por aí? — A voz dela soava leve, quase alegre, com uma intimidade nova.
Marcelo riu, um pouco sem jeito, passando a mão pelos cabelos bem penteados.
— Genro? Josi… assim você me deixa sem jeito. Fiquei quase sem dormir pensando em tudo isso. Na idade, na família…
— Para com isso, Marcelo — interrompeu ela, serena e firme. — Você sabe o quanto nós te admiramos. A Marina gosta muito de você. Nós gostamos muito de você aqui em casa. Não tem problema nenhum.
Ela fez uma pausa breve, e continuou:
— Já conversei com o Paulo hoje cedo. Contei tudo. Ele está eufórico, sabia? Disse que quando você convidou para o jantar e o show, ele já tinha percebido que não era só amizade. Achou você perfeito para a nossa família. Falou que não haveria restrição nenhuma, que vocês deveriam ficar juntos. Que essa história de diferença de idade não existe e que, se fosse para acontecer, ele ficaria muito feliz.
Marcelo sentiu o coração acelerar.
— Ai, meu Deus… Tô me sentindo um adolescente de 45 anos.

Josi riu baixinho, aquele riso contido e elegante.
— Mas você vai precisar de coragem para encarar uma menina de 18 anos, hein? Espero que dê conta.
Ele riu também, a tensão se dissolvendo.
— Eu também espero. Vamos ver…
— Ele vai te ligar depois, provavelmente para te dar uma “pressão” — brincou ela. — Ah, e outra coisa… sobre hoje. Se vocês quiserem mais intimidade, leve a Marina para sua casa depois do almoço. Fiquem à vontade, só vocês dois.
A voz de Josi ficou ainda mais direta, mas sempre com aquela calma recatada:
— E se vocês forem transar, não precisa se preocupar com camisinha. Ela toma anticoncepcional todo dia. Eu quero que a primeira vez dela seja completa, sem barreiras. Quero que ela sinta tudo.
Marcelo ficou momentaneamente sem palavras, o rosto quente.
— Nossa, Josi… agora me deixou sem jeito.
— Ué, mas é normal — respondeu ela com naturalidade. — Homem e mulher se atraem, namoram, transam. Vocês não vão ser diferentes. É minha filha, sim, mas ela é uma mulher. A gente cria as filhas para o mundo. A gente sabe que um dia elas vão sair dando. Melhor que seja com alguém como você, que vai valorizar ela, tratar com carinho, do que com qualquer um na rua. Então eu quero muito que seja com você.

O silêncio do outro lado da linha foi breve. Marcelo respirou fundo, a excitação misturada com emoção.
— Tudo bem. Vou almoçar com vocês. Depois… vou levar ela para minha casa.
Ele passou a manhã arrumando a casa com cuidado especial: trocou os lençóis da cama, deixou a sala acolhedora, escolheu uma música suave de fundo e garantiu que tudo estivesse impecável, como ele próprio.
Ao meio-dia, atravessou a rua. Marina o recebeu com um sorriso tímido, ainda radiante da noite anterior. O vestido casual que usava marcava suavemente suas curvas generosas — os seios fartos e pesados, a bunda grande e carnuda. Josi observava os dois com um olhar cúmplice e satisfeito.
O almoço foi leve e carinhoso. Conversas fluídas, olhares que se demoravam, toques discretos por baixo da mesa. Marina estava mais solta, corando sempre que Marcelo a elogiava.

Depois de um cafézinho após o almoço, ele estendeu a mão para ela.
— Quer vir um pouco lá em casa? Só nós dois, para namorarmos um pouco?
Marina olhou para a mãe, que assentiu discretamente com um sorriso contido. A jovem respirou fundo, pegou na mão dele e respondeu baixinho:
— Quero sim.
Ao atravessarem a rua de mãos dadas, o ar parecia mais denso, carregado de expectativa. A porta da casa de Marcelo se fechou atrás deles, isolando o mundo lá fora.
Na sala, ele a puxou gentilmente para si, segurando sua cintura. Seus corpos se aproximaram. Os seios fartos de Marina pressionaram o peito dele, e ela sentiu novamente o volume crescente do pênis dele contra sua barriga.
— Você tem certeza? — perguntou ele, a voz baixa e sedutora, olhos verdes fixos nos dela.
Marina assentiu, envergonhada, mas com desejo claro no olhar.
— Tenho… Quero você.
Marcelo sorriu, aquele sorriso generoso e quente, e a beijou profundamente, as mãos deslizando pelas curvas generosas de seu corpo jovem e voluptuoso.

Na sala da casa de Marcelo, o ar parecia mais denso, carregado de uma intimidade nova. Marina o abraçou com força, o corpo voluptuoso pressionando contra o dele, e sussurrou, emocionada:
— Estou adorando estar aqui agora… não como vizinha ou amiga. Como uma mulher. Sua mulher.
Marcelo a envolveu com os braços, sentindo a maciez dos seios fartos dela contra o peito.
— Eu também estou adorando ter você aqui. Agora esta casa é sua também. Você pode vir sempre que quiser. Nós estamos juntos.
Eles se olharam profundamente. Ela, com os olhos castanhos marejados, perguntou:
— Você namoraria comigo, Marcelo? Aceitaria namorar comigo?
Ele sorriu, tocado pela emoção dela.
— Como assim? Você quer namorar comigo? Tem certeza?

Marina o beijou na boca com entrega, as lágrimas escorrendo.
— Eu quero. Quero muito. Eu tenho que perguntar se você tem certeza… As pessoas vão julgar, vão olhar estranho porque sou jovem e você é mais velho.
Marcelo segurou o rosto dela com carinho.
— Quem tem que ter certeza é você, meu amor. Mas se você quer, eu quero também.
Eles se beijaram apaixonadamente. Os beijos foram crescendo em intensidade, línguas se encontrando com desejo crescente. Marcelo murmurou contra os lábios dela:
— Quer subir para o quarto? Vamos ficar mais à vontade.

Marina assentiu, trêmula, mas decidida. Ele pegou sua mão, abraçou-a por trás na escada e deixou que ela sentisse claramente o pau duro pressionando contra a bunda generosa e carnuda dela. Marina respirou fundo, sabendo o que viria, mas entregue ao momento.
No piso superior, ele mostrou a casa com calma. Marina olhou ao redor, encantada.
— É um sonho estar aqui no seu quarto… Quero muito que você seja o meu primeiro homem. Há muito tempo desejo isso. Desde que era mais nova. Eu me guardei para você. Quis me entregar a você, fazer amor com você, ser sua.

Marcelo a beijou com paixão profunda, as mãos explorando o corpo dela. Acariciou a bunda grande e redonda, segurou os seios fartos e pesados, apertando-os com desejo.
— Você é tão gostosa… — murmurou ele. — Seu corpo me deixa com tanto tesão.
Marina tremia de excitação.
— Eu também estou com muito tesão por você.
Ela tirou a camisa dele, depois abriu o botão da calça e a desceu. Ao ver o volume na cueca, colocou a mão sobre ele.
— Está tão duro… Tão gostoso sentir isso. Fico feliz de você ficar assim por mim. Me sinto mais bonita, mais gostosa com você.
— Vou fazer você se sentir assim todos os dias — prometeu ele.

Marcelo guiou a mão dela, depois pediu suavemente:
— Tira. Quero que você veja.
Ela puxou a cueca para baixo. O pau dele saltou, rígido e pulsante.
— Nossa… é bem diferente do que vejo em vídeos ou fotos — sussurrou ela, fascinada.
Enquanto ela fazia um carinho leve, quase uma punheta tímida, ele começou a tirar o vestido dela. O tecido deslizou, revelando o corpo voluptuoso: seios grandes e pesados, barriga suave, bunda generosa e a buceta lisinha, já molhada.
Ele a deitou na cama e beijou seu pescoço, o colo, depois os seios. Chupou os bicos duros, mamou neles com fome, lambendo como se fossem um deleite.

Marina gemia, apertando o pau dele com força.
— Está uma delícia… Nossa, que tesão!
Ele desceu beijando a barriga, chegou à calcinha, beijou a buceta por cima do tecido e, com o olhar dela, tirou-a lentamente. A buceta dela estava encharcada, rosada, perfeitamente depilada e convidativa. Ele a beijou, lambeu e chupou com devoção. Marina abriu as pernas, segurou a cabeça dele e gozou quase imediatamente na boca dele, tremendo.
— Desculpa… não consegui me segurar — disse ela, envergonhada.
Marcelo sorriu, o rosto brilhando.
— Eu adoro quando você goza na minha boca. Você começou muito bem, minha delícia.
Ele subiu, mamando novamente os seios fartos enquanto se beijavam. Depois perguntou com carinho:
— Você quer continuar? Tem certeza?
— Quero. Sou sua.

Ela segurou o pau dele e o guiou para a entrada da buceta. Ele entrou devagar, sentindo a resistência do cabaço. Entrou e saiu várias vezes com suavidade, depois, quando ela gozou novamente, deu uma estocada firme, rompendo o cabaço e indo até o fundo. Marina sentiu uma dor breve misturada ao prazer intenso do orgasmo que estava tendo.
Ele parou, esperando ela se acostumar, depois começou a meter com ritmo calmo e profundo. Quando sentiu que ia gozar, perguntou:
— Posso gozar dentro?
— Sim… A mamãe disse que não tem problema. Pode gozar dentro de mim.
Marcelo a encheu com porra quente e abundante, gemendo de prazer.

Eles se acariciaram por um tempo, pelados, pele contra pele. Logo ele ficou duro novamente. Mamou mais os seios dela, colocou a mão dela no pau e pediu:
— Agora é você quem vai cuidar dele.
— Me ensina? — pediu ela, tímida.
Ele a guiou com paciência. Marina deu beijinhos, lambidas, depois abriu a boca e chupou o pau dele, aprendendo devagar. Marcelo gemeu de prazer.
Depois ele a deitou novamente, penetrou devagar e foram aumentando o ritmo, fodendo com paixão. Marina gozou primeiro. Em seguida, ele se deitou e ela subiu, cavalgando com movimentos instintivos, os seios pesados balançando. Mexeram juntos até gozarem ao mesmo tempo, ele enchendo-a novamente de porra quente.

O pau ficou dentro dela até amolecer, e quando saiu, um fio grosso de porra escorreu pela buceta dela.
Eles ficaram deitados o resto da tarde, se acariciando, conversando baixinho.
Ao entardecer, Marcelo a levou de volta para casa. Josi os recebeu na porta com um sorriso sereno. Abraçou a filha, notando o brilho no rosto dela.
— Você está linda… com esse sorriso. — Depois olhou para Marcelo. — E você… fico muito feliz por vocês.
Na sala, Josi perguntou diretamente, sem rodeios:
— Vocês fizeram amor?
Marina, ainda corada, respondeu:
— Sim. Foi maravilhoso. Ele foi incrível comigo.
— Quantas vezes?
— Duas.
— E ele gozou dentro?
— Sim, nas duas vezes.

Josi abraçou a filha novamente.
— Que bom que foi perfeito, do jeito que você sonhava. E que não machucou muito.
— Não… Ele foi muito carinhoso.
Marina deu um beijo longo na boca de Marcelo.
— Amanhã tenho aula. Vou subir. Te amo.
Josi ficou mais um pouco com ele.
— Obrigada por ter amado minha filha assim. Por fazê-la se sentir valorizada, gostosa, especial. Para uma mãe, quando tratam bem a filha, é como se estivessem tratando bem a ela também. Fico muito feliz e agradecida que tenha sido você o primeiro dela. Espero que agora convivamos ainda mais.
Ela o abraçou apertado, diferente de antes, e deu um beijo no rosto e no pescoço dele.
— Obrigada por deixar minha filha feliz.
Marcelo voltou para casa realizado, o coração pleno, sabendo que uma nova fase havia começado.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Coroa conquistou a novinha e a sogra veio no pacote - Capítulo 3

Codigo do conto:
268218

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/07/2026

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