Capítulo 2: O Encontro de mãe e filho na Festa
Desde pequeno, Marcelo crescera cercado exclusivamente por mulheres. O pai, o Coronel Roberto, morrera quando ele tinha apenas um ano. Ana e Sara sempre cuidaram dele com todo carinho e dedicação, dando-lhe o melhor. Dentro de casa, a liberdade era total. As duas andavam com pouca roupa — muitas vezes só de calcinha e sutiã, ou até completamente peladas após o banho, sem nenhuma vergonha. Marcelo as via se trocando, via os seios pesados da mãe balançando, via a bunda redonda da irmã quando ela se curvava, via os pelos pubianos bem cuidados das duas. Essa intimidade natural e constante o deixou com um tesão crônico pela mãe e pela irmã durante toda a adolescência, tesão que ele aprendera a esconder.
No chalé, enquanto tomava banho antes da festa, o pau de Marcelo ficou duro só de imaginar que Ana e Sara estariam ali naquela noite, fantasiadas e mascaradas. Ele segurou a rola grossa e latejante na mão, deu duas ou três punhetadas lentas, mas se controlou. Queria guardar toda a energia para a noite.
Já na festa, ele circulou por um tempo. Ficou com duas garotas diferentes, beijou bastante, apalpou os corpos jovens, mas nenhuma quis ir além. Frustrado e com o pau ainda meio duro dentro da calça justa da fantasia de Príncipe das Trevas, ele resolveu dar uma volta.
Foi quando a viu.
Ana estava perto do bar, sozinha por um momento, com o vestido curto de Vilma marcando cada curva do seu corpo maduro de cinquenta anos. A máscara cobria seu rosto, mas o decote generoso deixava boa parte dos seios pesados à mostra, e a barra do vestido mal cobria metade das coxas grossas.
Marcelo se aproximou por trás, colou o corpo no dela e falou com voz rouca e confiante:
— Nossa… que Vilma mais linda e gostosa. Essa fantasia ficou perfeita em você. Mostra bem esse corpo delicioso… Você tá muito, muito linda. Será que uma Vilma tão gostosa toparia dançar comigo?
Ana virou o rosto. Ao ver o jovem alto, forte, de máscara, ombros largos e corpo definido, um sorriso enorme surgiu por baixo da máscara. Ela ficou claramente lisonjeada e excitada.
— Ai, rapaz… você é muito jovem. Deveria procurar uma menina da sua idade. Eu já sou uma senhora, tenho corpo de mãe de família… não sou mais novinha pra você.
— Eu encontrei exatamente quem eu quero — respondeu Marcelo, sem tirar as mãos da cintura dela. — Você é linda. Gostosa demais. É você que eu quero ficar essa noite.
Depois de insistir um pouco mais, Ana cedeu. Foram para a pista. A música era um rock leve e sensual. Eles dançaram colados. Marcelo abraçou a mãe pela cintura, apertando o corpo contra o dela. Ana retribuiu, passando os braços ao redor do pescoço dele.
No ouvido dele, ela sussurrou:
— Você é muito gostoso… Se quiser ficar comigo, eu fico.
Marcelo colou a boca na orelha dela:
— Eu quero te comer. Quero te comer gostoso.
Ana soltou um gemidinho, lambeu a orelha dele e respondeu:
— Se você quiser me comer, provavelmente vai conseguir… tô com muita vontade de dar pra você. Mas você vai ter que ser um bom garoto e me deixar bem safada primeiro. Eu sou uma mãe de família, não saio dando pra qualquer um.
Ele apertou a bunda grande e macia da mãe contra o pau duro.
— O que eu preciso fazer pra comer você, então?
— Me deixar com muito mais tesão do que eu já tô… — respondeu Ana, ofegante. — Pode começar me beijando.
Marcelo não esperou. Avançou na boca da própria mãe, ainda mascarados, e enfiou a língua nela. O beijo foi intenso, molhado, quase animal. As línguas lutavam, se enrolavam, trocavam saliva. Ele chupava a língua dela, ela chupava a dele. O beijo durou longos minutos, cada vez mais safado.
Nossa garoto, como pode beijar tão gostoso assim?! Que delícia de língua!
Que bom que esta curtindo. Fico feliz de conseguir agradar a uma mulher tão deliciosa como você!
Espero que continue elogiando meu beijo e minha língua quando forem na sua buceta.
Safado! Você é muito cachorro!
De longe, Sara observava tudo. Estava molhada só de ver. Nossa, que novinho tesudo… Que rola deve ter esse garoto. Minha mãe é muito sortuda. Tomara que ela leve muita porra hoje.
Marcelo e Ana não se largavam, se beijavam apaixonadamente, Marcelo desceu a boca para o pescoço da mãe, lambendo e chupando. Apertava a bunda dela com força contra o pau duro, esfregando a rola grossa entre as coxas dela por cima da roupa.
— Tá sentindo como você me deixou de pau duro? — murmurou ele no ouvido dela. — Uma mãe de família não pode deixar um jovem assim e não assumir a responsabilidade.
Ana riu baixinho, excitada.
— Eu assumo toda a responsabilidade gostoso… Vou cuidar bem desse pau hoje. Tenha um pouquinho de paciência que logo eu cuido dele direitinho. Podemos sair e ir pra um motel…
— Não precisa. Eu tenho um chalé aqui no sítio. Dois quartos, cama grande, privacidade total. Podemos ir agora.
Ana ficou surpresa e ainda mais molhada.
— Tá bom… Vamos.
Ela avisou Sara rapidamente:
— Filha, vou com ele pro chalé dele aqui. Ele tem um lugar reservado.
Sara sorriu, olhando Marcelo de cima a baixo com desejo evidente.
— Vai lá, mãe! Aproveita bastante esse gostoso. Se você não der conta, me chama que eu ajudo a sentar nesse pau. Cuida bem da minha mãe, hein, gostosão? Come ela gostoso, deixa ela bem comida e satisfeita. Faz tempo que ela não dá, tá subindo pelas paredes. Vai com carinho, mas não poupa ela não.
Ana deu um tapa no braço da filha, rindo.
— Sua safada! Eu dou conta sim.
Marcelo pegou Ana pela mão. Saíram pela festa de mãos dadas, como dois adolescentes que estavam aprontando. A outra mão na bunda dela sem nenhuma cerimônia, apertando e massageando a carne madura enquanto andavam. Beijavam-se no caminho, esfregando os corpos.
Ana estava encantada com a fome daquele garoto por ela, os carinhos, a safadeza, pela juventude que a desejava. Pensava que ele era muito pra ela, muito gostoso, que aquilo deveria ser um sonho e que queria continuar sonhando.
Chegaram ao chalé 3. Marcelo abriu a porta, acendeu a luz baixa e levou a mãe direto para o quarto principal, fechando a porta atrás deles.




