Capítulo 6: A ficha caiu: fodemos com o seu irmão, filha.
Marcelo chegou em casa por volta das três da tarde, com a mala de roupas e a sacola contendo a fantasia de Príncipe das Trevas. Assim que abriu a porta, sentiu o clima diferente na sala. Ana e Sara estavam sentadas no sofá, conversando animadamente, com um brilho no olhar e um sorriso cúmplice que ele conhecia bem.
— Oi, mãe. Oi, Sara — cumprimentou ele, sorrindo.
Abraçou as duas com força. Ao apertar o corpo da mãe, sentiu aqueles seios pesados contra o peito e o cheiro dela, o mesmo cheiro que sentira no chalé. Depois abraçou Sara, sentindo a bunda redonda dela contra suas mãos por um segundo a mais. O tesão voltou imediatamente, latejando dentro da calça.
— Vou deixar as coisas no quarto — disse ele, subindo.
Voltou logo em seguida e se jogou no sofá com elas.
— A festa foi irada pra caralho! — exclamou.
Ana e Sara se entreolharam.
— Festa? — perguntou Ana, fingindo surpresa. — Mas você não tinha dito que não ia?
— É, eu acabei voltando mais cedo, fui direto pro sítio. Fiquei no chalé que o Lucas reservou pra gente, me arrumei e entrei na festa. Valeu muito a pena.
— Que bom, filho… — respondeu Ana, trocando outro olhar rápido com Sara. — Nós acabamos não indo. Ficamos em casa mesmo.
As duas mentiram com naturalidade. Marcelo fingiu que acreditou e mudou de assunto. Tomaram café juntos na sala, conversando sobre vários assuntos. Até que ele decidiu provocar um pouco.
— A festa foi maravilhosa. Conheci duas mulheres incríveis.
— Duas? — riu Sara. — Que guloso.
— Tem que aproveitar, né? E eram duas mais velhas… bem gostosas.
Ana ergueu a sobrancelha.
— Mais velhas como? Você tá pegando velha pela rua agora?
— Não são velhas, mãe. Coroas. Uma devia ter uns 35, a outra por volta de 50. Mas lindas, corpos maravilhosos.
As duas arregalaram os olhos e ficaram vermelhas ao mesmo tempo. Ana engoliu em seco.
— Você… transou com elas?
— Transei. Levei as duas pro chalé. Comi as duas.
— Não acredito… — murmurou Sara, sentindo a buceta pulsar só de lembrar.
— E elas eram amigas, conhecidas. A primeira até me ajudou a comer a segunda. Foi loucura.
— Meu Deus, filho… — Ana estava visivelmente agitada. — E como elas eram? Você sabe o nome delas?
— Não perguntei nome. Mas as fantasias eram dos Flintstones. Vilma e Betty, bem safadas, bem curtinhas.
Ana e Sara trocaram um olhar de puro pânico. O rosto delas empalideceu.
Marcelo fingiu não notar.
— Vou sair agora. Marquei com uma menina que conheci na festa, a Gio. Volto mais tarde.
Assim que a porta se fechou atrás dele, as duas entraram em desespero.
— Não… não pode ser… — sussurrou Sara.
— Meu Deus… eu dei pro meu próprio filho! — Ana levou as mãos à boca.
— Eu dei pro meu irmão, mãe! Deixei ele fazer tudo… ele comeu meu cu, gozou dentro de mim!
Elas correram para o quarto de Marcelo. Abriram o armário e lá estava a fantasia completa: a capa preta, a máscara, a calça justa. Era exatamente a mesma que o “novinho” usara na noite anterior.
Ana sentou na cama do filho, atordoada.
— Eu deixei meu filho chupar minha buceta… meu cu… engoli a porra dele…
Sara sentou ao lado, pernas tremendo.
— Ele comeu nós duas… e disse que a gente lembrava alguém que ele tinha tesão há anos…
As duas ficaram em silêncio por um longo tempo, processando tudo. Depois voltaram para a sala, ainda em choque.
— Ele sente tesão por nós, mãe… — disse Sara, quase sem voz. — Por isso ele comeu a gente daquele jeito, com tanta fome. Ele sempre quis a gente.
— Meu Deus… e nós aqui, duas idiotas, com esse pau dentro de casa o tempo todo e nunca fizemos nada — murmurou Ana.
Depois do susto inicial, um calor estranho começou a tomar conta das duas. Ana olhou para Sara com um brilho diferente no olhar.
— Vamos testar. Vamos ver se é verdade. A partir de hoje, vamos usar roupas mais curtas, andar mais à vontade pela casa… decotes, shorts, sem sutiã…
Vamos ver como ele reage, se ele olha, se elogia, se fica excitado.
Sara mordeu o lábio e concordou, já sentindo a buceta molhar novamente.
— Quero ver até onde isso vai.




