Capítulo 5: A Mãe do melhor amigo também quis
Marlene cumprimentou Marcelo com um beijo no rosto, demorado, e sorriu ao vê-lo.
— Marcelo! Nossa, como você está lindo, rapaz. Essa fantasia ficou perfeita em você.
— Você também está incrível, tia Marlene — respondeu ele, olhando descaradamente para ela. — Fantasia de filha dos Jetsons, né? Tá muito gostosa. Essa saia está bem curtinha… Não sei como seu marido e o Lucas deixaram você sair de casa assim.
Marlene riu, claramente lisonjeada.
— Eles não são ciumentos. O marido bebeu demais e já foi dormir. O Lucas também encheu a cara e está em casa apagado. — Ela deu uma risadinha e olhou para ele com malícia. — Pelo jeito você que se deu bem, né? Ficou com o chalé só pra você. Meu filho não soube aproveitar. Aposto que você usou bem o quarto dele hoje.
Marcelo sorriu.
— É… aproveitei.
— Quantas foram? — perguntou ela, curiosa e excitada.
— Duas. Duas mulheres mais velhas. Uma na faixa dos trinta e cinco a a outra com cinquenta anos.
— Nossa… então você gosta de mulher mais velha.
— Gosto pra caralho. As mais experientes são melhores. Menos vergonha, mais safadas, sabem o que querem. Novinhas são boas, mas as maduras… delícia.
Marlene mordeu o lábio, visivelmente molhada com a conversa.
— Que bom ouvir isso. Fico motivada… Quem sabe um dia eu encontro um novinho bonito como você pra me dar atenção, já que meu marido mal me toca mais.
Marcelo colou o corpo no dela e falou direto:
— Por que um dia? Você já encontrou. Eu tô aqui.
Ela deu uma risada safada, surpresa.
— Você faria isso mesmo? Ficaria com a mãe do seu melhor amigo?
— Faria sim. O Lucas continua sendo meu irmão, mas isso não tem nada a ver. Se você quiser, eu te como gostoso. Discreto, só entre a gente. Ninguém nunca vai saber.
Marlene respirou fundo, excitada.
— Então me leva pra dançar.
A festa já estava quase vazia. Eles dançaram colados em uma música lenta. Marcelo beijou o pescoço dela, lambeu a orelha, apertou o corpo maduro contra o seu. A saia curta subiu e ele enfiou a mão por baixo, encontrando a bunda completamente pelada, só com um fio de biquíni fino.
— Tá molhada já, tia? — sussurrou ele, acariciando entre as coxas.
— Tô com muito tesão… Me leva pro chalé. Quero ser a terceira hoje.
No chalé, Marlene não perdeu tempo. Tirou a roupa dele e ajoelhou, chupando o pau de Marcelo com vontade. Lambeu toda a extensão, chupou as bolas, enfiou fundo na garganta. Marcelo tirou a fantasia dela, mamou nos seios grandes e pesados, chupou a buceta madura e molhada até ela gemer alto. Fizeram meia-nove por um bom tempo, ele comendo a buceta dela enquanto ela babava no pau dele.
Depois ela subiu, sentou no pau grosso e cavalgou com fome, rebolando e gemendo:
— Ai, que rola boa… Me fode, Marcelo… come a mãe do seu amigo.
Ele a virou de quatro, socou forte na buceta, estocadas fundas e ritmadas. Pediu o cu, mas Marlene negou:
— Hoje não… nunca dei. Quem sabe outro dia.
Ele continuou metendo na buceta até anunciar:
— Vou gozar dentro.
— Não… — ela tentou.
— Vou sim. Essa buceta é minha agora. Se quiser continuar dando pra mim, vai ser gozada por dentro.
Marlene gemeu, excitada com a dominância, e aceitou. Ele gozou forte, enchendo a buceta dela de porra quente. Dormiram abraçados, pelados.
No dia seguinte, quase meio-dia, Marcelo acordou com o pau duro. Marlene ainda estava surpresa consigo mesma:
— Não acredito que dei pro melhor amigo do meu filho…
Ele não deu tempo para arrependimento. Colocou o pau na boca dela, deixou bem babado e meteu de novo. Foderam por mais uma hora — de lado, por cima, de frente. Ele gozou novamente dentro da buceta dela, enchendo-a pela segunda vez.
— Vai pra casa toda gozada, tia. Com a buceta pingando porra do amigo do seu filho.
Marlene se vestiu, ainda tremendo de prazer, e foi embora. Marcelo tomou banho, se arrumou e finalmente voltou para casa.




