Capítulo 7: O Jogo Começa: carne à mostra e tesão a flor da pele
Marcelo voltou para casa já passava da meia-noite. Tinha ficado com a Gio no carro, beijando, apalpando os seios dela por cima da blusa, mas a garota era virgem, muito nova e queria esperar. Ele voltou cheio de tesão acumulado, pau latejando na calça. Tomou um banho rápido, deitou e dormiu pesado, exausto da maratona sexual da noite anterior com mãe, irmã e tia Marlene.
Acordou quase meio-dia no domingo, com cheiro de almoço vindo da cozinha. Desceu só de short e camiseta e parou na porta ao ver o cenário.
Ana e Sara estavam de pijama, mas não dos habituais. A mãe usava um shortinho de malha cinza bem justo, colado na bunda grande e macia, marcando cada curva. Em cima, uma regata branca fina, sem sutiã, que deixava os seios pesados soltos, balançando a cada movimento, com os bicos marcados e um decote lateral generoso que mostrava boa parte das laterais das tetas. Sara estava com um shortinho ainda mais cavado, que subia entre as nádegas redondas, e uma blusa decotada que, quando ela se inclinava, revelava quase totalmente os seios médios e firmes.
Marcelo sentiu o pau endurecer instantaneamente.
— Bom dia… ou boa tarde — disse ele, sorrindo.
Aproximou-se por trás da mãe, colou o corpo e abraçou Ana pela cintura, pressionando o pau meio duro bem contra a bunda macia dela. Beijou seu pescoço demoradamente.
— Bom dia, mãe. Você tá linda pra caralho hoje.
Ana sentiu a rola quente contra si e mordeu o lábio, ficando molhada na hora.
Depois foi até Sara, abraçou do mesmo jeito, colando o pau na bunda da irmã e beijando seu pescoço.
— Você também tá gostosa demais, mana.
As duas ficaram arrepiadas, trocando olhares excitados e nervosos.
Durante o almoço, ele não parava de elogiar:
— Sério, vocês duas estão um espetáculo. É uma pena ficarem sozinhas em casa. Deveriam ter um homem cuidando de vocês direitinho. Um desperdício total esses corpos.
Elas coravam, riam e provocavam de volta. Depois do almoço, ele ajudou a lavar a louça, ficando bem próximo, roçando nelas “sem querer”.
Ana comentou, sorrindo:
— Tô gostando muito de ter você em casa, filho.
— Quer ir ao shopping com a gente à tarde? — perguntou Sara.
— Claro que quero.
No shopping, Marcelo ficou o tempo todo grudado nelas. Abraçava pela cintura, mão quase na bunda, falava no ouvido que elas estavam lindas demais e que não queria ninguém olhando para “suas mulheres”. Ana e Sara estavam radiantes e cada vez mais molhadas, convencidas de que o filho/irmão realmente tinha tesão por elas há anos.
Voltaram quase oito da noite. Colocaram pijamas ainda mais provocantes. Ana vestiu um baby-doll de seda fina, quase transparente, com os bicos escuros bem visíveis. Sara colocou o shortinho cavado que mal cobria metade da bunda e uma blusa decotada.
Foram assistir filme no sofá. Marcelo só de calção de futebol largo, sem cueca. Sentou no meio delas e deixou o pau endurecer completamente, formando uma barraca óbvia no tecido fino. Toda vez que ele mexia as pernas, a rola balançava, grossa e visível.
As duas ficavam olhando descaradamente, cutucando uma à outra.
— Filho… conta mais sobre aquelas duas da festa — pediu Ana, fingindo casualidade.
Marcelo sorriu e começou a detalhar, voz rouca:
— A mais velha… delícia. Chupei a buceta dela até gozar na minha boca duas vezes. Depois comi gostoso, gozei dentro. Ela ainda me deu o cu virgem, apertadinho. Gozei na boca dela também. A mais nova era bem safada… buceta depiladinha, cavalgou meu pau, gozou várias vezes. Também deu o cu pra mim. As duas engoliram minha porra e pediram pra eu gozar dentro. Prometeram mandar nudes, mas ainda não mandaram. Acho que ficaram com medo.
Ana e Sara estavam encharcadas, apertando as coxas uma da outra.
Mais tarde, cada uma foi para o seu quarto. Poucos minutos depois, o celular de Marcelo vibrou.
Primeira mensagem — da “Vilma” (Ana): uma foto dos seios pesados, outra da buceta molhada aberta com os dedos, e um vídeo curto dela se masturbando, gemendo baixinho: “Tô com saudades da sua rola… quero mais.”
Segunda mensagem — da “Betty” (Sara): foto da bunda empinada, close da buceta depilada brilhando, e um vídeo dela gozando com dois dedos dentro, gemendo: “Queria estar sentando nesse pau agora…”
Marcelo sorriu, sabendo que as duas estavam espiando pela fresta da porta de seus quartos. Puxou o pau para fora do calção, grosso, latejante e cheio de veias, e começou a bater punheta lentamente, bem na vista, gemendo baixo enquanto assistia os vídeos delas.
Ele sabia que as duas estavam ali, assistindo ele se masturbar para as fotos e vídeos das próprias mãe e irmã.




