Capítulo 17: A noite com a Namorada: mãe e irmã ajudando a tirar a virgindade
Ainda no quarto, Gio tampou o rosto com as mãos, morrendo de vergonha depois do grito que deu.
— Ai, desculpa… eu fiz muito barulho…
Ana sorriu carinhosamente da porta:
— Não, tá tudo bem, amor. A gente ficou preocupada, só isso. Pode continuar aí se divertindo. Não tenha medo. Meu filho vai cuidar muito bem de você. Ele é carinhoso, tá? Deixa ele comer essa bucetinha virgem com calma. Dá tudo pra ele, seja feliz. Tenho certeza que você vai adorar foder com ele.
Sara completou, safada:
— Isso, irmãozinho. Cuida bem da sua namorada. Ela é linda. Deixa ela bem satisfeita pra ela não querer procurar outro homem enquanto você estiver fora. Dá bastante pau nessa bucetinha virgem. Tira o cabacinho dela direitinho e faz ela ser tua mulher.
As duas saíram do quarto, mas deixaram a porta entreaberta. Poucos minutos depois, voltaram silenciosamente e ficaram assistindo da porta, excitadas.
Marcelo voltou a chupar a bucetinha de Gio com vontade. Ela gemia cada vez mais alto, as pernas tremendo. Ele subiu, beijou sua boca com paixão e perguntou:
— Posso, amor? Quer que eu seja o primeiro?
— Quero… — sussurrou ela, nervosa e excitada. — Quero que você tire minha virgindade.
Marcelo posicionou o pau grosso na entradinha apertada e foi empurrando devagar. Gio soltava gritinhos misturados de dor e prazer. Ele ia entrando pedacinho por pedacinho, até encostar no hímen. Ficou metendo só a metade, sem romper, enquanto chupava os seios dela e massageava seu clitóris.
Quando sentiu que ela estava perto do orgasmo, ele empurrou com mais força e rompeu o hímen. Gio deu um grito alto de dor e prazer ao mesmo tempo, gozando forte com o pau do namorado dentro dela pela primeira vez.
— Nossa… que delícia… Você tirou minha virgindade… — gemeu ela, ainda tremendo. — Eu gozei enquanto você rompia meu cabaço… Que homem gostoso você é, meu amor.
Da porta, Ana não se segurou:
— Nossa, filho… que delícia. Você tirou o cabaço da tua namorada.
Gio olhou para a porta, envergonhada:
— Não acredito que vocês estão olhando… suas curiosas, suas safadas!
Sara riu:
— Tá um tesão ver vocês dois transando. Meu irmão é um crack, hein? Que técnica! Como você pensou nisso?
— Muita experiência — brincou Marcelo, sorrindo.
Gio deu um tapinha nele, rindo:
— Seu safado… assim eu me sinto mais uma da sua lista.
— Você é especial. Você é minha namorada — respondeu ele, beijando-a com carinho.
O pau dele continuava duro dentro dela. Marcelo começou a mexer devagar, entrando e saindo. Gio gemia:
— Tá ardendo um pouquinho… mas tá gostoso… não para…
Ana e Sara entraram no quarto de vez e ficaram assistindo de perto. Incentivavam:
— Abre bem as perninhas pra ele, Gio… relaxa a bucetinha.
— Isso, filho… mete gostoso nela.
Gio, cada vez mais excitada, perguntou:
— Vocês vão ficar assistindo?
— Podemos? — perguntou Ana.
— Se quiserem… tudo bem.
Marcelo acelerou as estocadas. Gio se contorcia de prazer. Logo os dois avisaram que estavam quase gozando.
— Goza dentro dela, filho — incentivou Ana. — É a primeira vez dela. Uma mulher tem que levar gozada na buceta pra perder a virgindade de verdade.
Gio hesitou:
— Tenho medo de engravidar…
— Eu tomo anticoncepcional — confessou ela.
— Então deixa ele gozar dentro, amor — disse Ana. — Deixa ele te encher. Você merece.
Marcelo meteu mais fundo e gozou forte, enchendo a bucetinha virgem de Gio com jatos grossos de porra. Ela gozou junto, tremendo inteira.
Mesmo assim, o pau dele continuou duro. Ele seguiu comendo ela por mais alguns minutos até gozar pela segunda vez, inundando completamente a buceta da namorada. Quando tirou o pau, uma mistura grossa de porra e um pouco de sangue escorreu, sujando a bunda dela e o lençol.
Ana sorriu, carinhosa:
— Durmam, meus amores. Descansem. Vocês merecem. Se precisarem de alguma coisa, estamos no outro quarto.
Enquanto Gio olhava, Ana e Sara saíram. Gio sentiu um misto estranho de ciúmes e excitação.
Marcelo beijou a namorada com carinho:
— Boa noite, amor.
Da porta, ainda se ouviu:
— Boa noite, filho. Te amo.
— Boa noite, mano. Te amo.
Gio, vermelha, respondeu baixinho:
— Boa noite, minha sogrinha e minha cunhada… também amo vocês.
Os dois dormiram abraçados, satisfeitos. No dia seguinte, Marcelo voltou para a faculdade, carregando na memória todas as lembranças daquele fim de semana inesquecível.




