Capítulo 15: Domingo no Resort: Assumindo relacionamento na frente de estranhos
No domingo pela manhã, Marcelo acordou cedo, ainda com o corpo quente da noite anterior. Ana também despertou e os dois decidiram deixar Sara dormir mais um pouco. Vestiram sunga e biquíni, colocaram uma canga na cintura e saíram pelo resort.
Ana fazia questão de exibir seus seios pesados, o biquíni vermelho mal conseguia contê-los. Marcelo, de sunga branca justa, abraçou a mãe pela cintura enquanto caminhavam. Andavam de mãos dadas, se beijando de vez em quando, ele encostando o pau semi-duro na bunda dela por trás. Eram olhares de todos os lados, mas eles não se importavam.
Pararam perto da área da piscina, onde havia uma mesa com frutas frescas. Uma mulher de aproximadamente 40 anos estava com a filha adolescente (cerca de 16-17 anos) e duas crianças menores. Marcelo e Ana começaram a se beijar com desejo. Ele apertou a bunda da mãe com uma mão enquanto ela, discretamente, acariciava o volume do pau dele por cima da sunga.
A outra mãe e a filha adolescente notaram. Ficaram olhando chocadas. Marcelo e Ana perceberam e, um pouco constrangidos, resolveram continuar para a praia.
Mais tarde, voltaram e encontraram Sara acordada, comendo uma fruta. Marcelo foi até ela e a beijou com fúria, enfiando a língua fundo na boca da irmã. Sara retribuiu com a mesma intensidade, agarrando o pau dele por cima da sunga. Ele enfiou a mão por baixo da canga e apertou a bunda dela. A mesma mãe e filha da piscina ainda estavam por perto e viram tudo.
Aquilo deixou Marcelo ainda mais excitado.
— Vamos pro quarto — disse ele, rouco de tesão. — Quero comer vocês duas agora.
Assim que entraram no quarto, as roupas voaram. Marcelo deitou as duas na cama, lado a lado.
Ele começou comendo Ana gostoso, metendo devagar e profundo enquanto olhava nos olhos dela. Sara ajudava, segurando o pau do irmão e guiando melhor para dentro da mãe, depois acariciando o clitóris dela.
— Isso, filho… come a mamãe — gemia Ana.
Depois ele passou para Sara. Ana segurou o pau do filho e colocou na buceta da filha, ajudando ele a entrar.
— Come sua irmã, amor… olha como ela tá molhada pra você.
Eles revezavam. Hora ele metia em uma, hora na outra. As duas se beijavam com ele, chupavam o pau dele juntas, lambiam uma a buceta da outra enquanto ele comia. Em determinado momento, ele tirava da buceta da mãe e colocava direto na boca da filha, depois voltava.
Quando estava quase gozando, as duas pediram:
— Goza em cima da gente, filho… — pediu Ana.
Marcelo tirou o pau e gozou bastante, jatos grossos e quentes caindo nos seios, barriga e buceta das duas. Ana e Sara espalharam a porra no corpo e colocaram os dedos na boca, lambendo.
— Deliciosa… — disse Sara. — Da próxima vez queremos na boca.
Eles descansaram um pouco e foram almoçar no restaurante do resort. Sentaram-se perto da mesma família de antes. Durante a refeição, chamavam-se naturalmente de “mãe”, “filho” e “filha”, com beijos e carinhos.
A outra mãe e a filha adolescente não paravam de olhar. Quando o marido saiu com as crianças pequenas para a área de recreação, a mulher se aproximou com a filha.
— Com licença… vocês são mãe, filho e filha mesmo? — perguntou a mulher.
— Sim — respondeu Ana calmamente.
A adolescente falou:
— Eu vi você beijando sua mãe… e depois sua irmã.
Ana sorriu e explicou com naturalidade:
— Sim. Marcelo é o homem das nossas vidas. A gente se ama muito e não se importa com o que os outros pensam.
A mulher mais velha franziu a testa:
— Isso não é normal…
Sara respondeu com tranquilidade:
— Quando existe amor, respeito e consentimento entre adultos, não tem problema.
A adolescente pareceu fascinada:
— Eu achei interessante… que liberdade.
A mãe dela disse que era muito avançado e perigoso. Ana respondeu suavemente:
— Se não fosse um pouco perigoso, talvez não tivesse tanta graça. Estamos felizes assim.
A mulher pediu desculpas, dizendo que ficaram curiosas e não estavam julgando. A adolescente ainda completou:
— Marcelo tem muita sorte… duas mulheres tão lindas. Deve ser o sonho de todo homem. Parabéns pra vocês.
Elas se despediram.
De volta ao quarto, os três comentaram a situação, rindo da loucura.
— Podia ter dado problema se alguém reclamasse — disse Marcelo.
Sara deu de ombros:
— Que se dane. Eu quero curtir e amar meu irmão gostoso sem me importar com ninguém.
Os três se abraçaram novamente, prontos para aproveitar o resto do domingo trancados no quarto.




