Capítulo 13: A Confissão: Filho, foi eu e sua irmã que você comeu na festa
Os três ficaram abraçados na cama king size, suados e satisfeitos. Marcelo no meio, com Ana de um lado e Sara do outro. A mãe fazia carinho lento no peito do filho, enquanto Sara acariciava sua barriga, os três ainda ofegantes e com os corpos colados.
Ana quebrou o silêncio com a voz suave, ainda rouca de prazer:
— Sabe, filho… mamãe e sua irmã precisamos te confessar uma coisa. — Ela fez uma pausa, sorrindo. — Essa não foi a primeira vez que a gente transou.
Marcelo virou o rosto para ela, curioso.
— Como assim, mãe?
Sara deu um beijinho no ombro dele e completou:
— Na verdade… você comeu a gente no baile da fantasia. Éramos nós duas. Eu era a Betty e a mamãe era a Vilma.
Marcelo arregalou os olhos por um segundo, depois um sorriso enorme e safado tomou conta do seu rosto.
— Eram vocês? Caralho… eu sabia! Eu sentia que era muito parecido, que aquelas delícias eram exatamente o que eu sempre quis. O corpo, o cheiro, o jeito de gemer… Eu não acredito que eu comi vocês duas mascaradas! Que tesão do caralho…
Os três riram juntos, ainda abraçados. Começaram a relembrar a loucura daquela noite.
— Eu queria tanto vocês… — confessou Marcelo. — Desde sempre. E naquela noite eu senti que era algo especial, mas nunca imaginei que fosse vocês.
Ana beijou o peito dele carinhosamente.
— A gente também não sabia o quanto queria você. Achamos que era só uma fantasia, uma aventura… Mas quando você nos comeu daquele jeito, com tanta fome, a gente sentiu que era diferente. Se a gente soubesse antes, tinha te dado há muito tempo, meu amor.
Sara levantou o rosto, olhando para o irmão com carinho e desejo:
— Eu lembro quando você era mais novo, ainda adolescente… Te vi uma vez no quarto batendo punheta. Fiquei chocada, pensando: “Meu Deus, um menino tão lindo, com esse pau grande, em vez de tá namorando, indo atrás de menina, fica batendo punheta sozinho…”
Marcelo sorriu, apertando a irmã contra si.
— Eu tava batendo punheta pra você, Sara. Tinha visto suas tetas aquele dia e não consegui parar de pensar em você. Era pra você que eu gozava.
Sara mordeu o lábio, claramente excitada com a confissão.
— Meu Deus… Se eu soubesse, eu tinha te agarrado naquele dia. Tinha te feito homem. Podia ter sido eu a primeira mulher da sua vida.
— Você vai ser sempre a mulher da minha vida — respondeu Marcelo, beijando-a na boca com ternura. — Você e a mamãe. Não precisa se preocupar. Eu sempre vou ser de vocês.
Ana, com os olhos brilhando de emoção e tesão, acariciou o rosto do filho:
— Eu também via seu corpo, filho. Achava você tão gostoso, tão forte… Ficava pensando que as meninas que ficassem com você iam ter muita sorte. E hoje sou eu aqui, recebendo o pau do meu próprio filho… Eu que tenho sorte. Eu já sabia que ia ficar com você. Hoje eu me sinto a mulher mais sortuda do mundo. Tô muito apaixonada por você, filho. Não quero que isso acabe nunca.
Ela continuou, olhando alternadamente para ele e para Sara:
— Quero que a gente continue namorando gostoso. Quero que além de ser meu filho, você seja meu namorado. E também namorado da sua irmã. A gente precisa muito de você… não só como filho e irmão, mas como homem. Como nosso macho. Você faz a gente gozar tão gostoso… A gente não quer mais parar com isso.
Marcelo puxou as duas para mais perto, beijando primeiro a mãe demoradamente, depois a irmã, trocando beijos carinhosos e cheios de amor entre os três.
— Então está decidido — disse ele, com a voz cheia de emoção e desejo. — Vocês são minhas mulheres agora. Pra sempre.
Os três se abraçaram ainda mais forte, corpos colados, sentindo o calor um do outro. O quarto estava tomado por um clima de amor, tesão e cumplicidade profunda. O fim de semana na praia mal havia começado, e eles sabiam que muitas outras noites como aquela ainda viriam.




