Minha tia e minha prima



Minha tia e minha prima — um final de semana
Já haviam se passado muitos anos desde a última vez que vi meus
tios.
Tudo começou depois de uma briga entre minha mãe e os irmãos.
dela. O tempo passou, as mágoas permaneceram e, pouco a pouco, todos
acabaram se afastando. Meus tios deixaram de falar com minha mãe, e
Aquela distância que parecia temporária acabou durando anos.
Duas décadas se passaram.
Até que, certo dia, apareceu uma solicitação de amizade no meu
Facebook.
Olhei o perfil. Era de uma jovem mulher, e o nome chamou minha
Atenção imediatamente.
Fernanda.
Fiquei alguns segundos olhando para a tela até finalmente
reconhecê-la.
Era ela.
Minha prima Nandinha.
Bom... Nandinha já não era mais.
Agora era Fernanda, uma mulher adulta, de pele morena clara e
Cabelos longos e ondulados, um tesão de mulher. Ainda havia alguma
Coisa naquele olhar que me fazia lembrar da menina que eu conhecera.
tantos anos atrás.
Aceitei a solicitação.
Poucos segundos depois, chegou uma mensagem:
— Passei anos te procurando! E você usando o nome abreviado...
Por que fez isso?
Ri e respondi:
— Boa tarde, Nandinha.
Ela não perdeu tempo:
— Me passa seu número!
Passei.
Segundos depois, meu telefone tocou.
Era uma chamada de vídeo.
Atendi.
Do outro lado da tela, ela ficou alguns segundos me encarando,
Como se estivesse tentando confirmar se realmente era eu.
Então abriu um sorriso enorme.
— Primo... é você?
Comecei a rir.
— Sou eu, Nandinha.
Ela levou a mão ao rosto, emocionada.
— Meu Deus... passei anos te procurando na internet!
A conversa começou e parecia que vinte anos simplesmente tinham
desaparecido.
Falamos de tudo. Perguntamos uns aos outros como estávamos,
Contamos o que havia acontecido durante aqueles anos, falamos da
família, da minha mãe, dos meus tios e, entre uma lembrança e
Outra, rimos das histórias da infância.
Em determinado momento, ela ficou mais emocionada.
— Você casou... tem filho... está forte...
Sorri.
— Nandinha, calma. Temos todo o tempo do mundo. Respira.
Ela riu, mas algumas lágrimas começaram a cair.
— É que eu lembro de você, primo. Lembro mesmo. Você cuidava
de mim quando eu era criança.
Fiquei em silêncio por alguns segundos.
Aquela lembrança também voltou à minha cabeça.
Ela continuou:
— Eu tinha uns cinco anos, não tinha? Você tinha quinze, né?
Sorri.
— Tinha isso mesmo.
Ela enxugou as lágrimas e voltou a sorrir.
Naquele momento, percebi que algumas lembranças podem passar
décadas escondidas dentro da gente.
Mas basta uma voz, um rosto ou uma simples conversa para tudo
Voltar.
E, depois de vinte anos, eu finalmente tinha minha prima de volta.
na minha vida.
O reencontro
Alguns meses depois, eu estava passando próximo ao município.
Onde meus tios moravam quando avisei Nandinha que estava por perto.
Ela ficou extremamente animada e foi imediatamente ao meu
encontro.
Quando a vi, percebi o quanto havia mudado. A menina que eu
Conhecera tantos anos atrás; agora era uma mulher adulta. Ela usava
Um vestido florido com um decote bem volumoso, e não sei se ela
Percebeu que eu não parava de olhar o decote e, se percebeu, nem
Ligou. Assim que se aproximou, praticamente se jogou nos meus braços.
Quase chorando, me abraçou com força.
Eu retribuí o abraço. E pude sentir aquele corpo quente e
Cheiroso.
Ela me deu um beijo no rosto, que acabou pegando de leve no canto.
da minha boca, e imediatamente pediu desculpas.
— Desculpa, primo.
Logo depois, voltou a me abraçar, com os olhos vermelhos de
emoção.
— Calma, Nandinha — falei. — Sou eu mesmo. Estou aqui.
Antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, completei:
— E, antes que você fale alguma coisa, já vou avisando: vou
Ficar dois dias. Depois vou embora.
Ela quase gritou de felicidade.
— Dois dias?!
Começamos a rir.
Chamei um Uber e seguimos para a casa dos meus tios.
Quando chegamos, fui muito bem recebido.
Meus tios ficaram extremamente felizes com a minha presença.
Alguns vizinhos e amigos do meu tio também estavam por ali.
O marido da minha prima me cumprimentou. Percebi um certo ciúme.
em seu comportamento, mas preferi não dar importância. Pouco
depois, ele se despediu, dizendo que precisava trabalhar.
Minha prima ainda falou alguma coisa com ele, mas não consegui.
entender direito.
Meu tio pegou minha bolsa e disse:
— Entra. Já deixei um quarto separado para você.
Minha tia estava radiante.
Para registrar aquele momento, tirei minha máquina fotográfica.
da bolsa e comecei a fotografar todos que estavam ali.
Minha tia adorava uma cervejinha. Não demorou para pegar algumas
garrafas, colocar tudo no isopor e começar a organizar um churrasco.
Meu tio ligou o som.
E aí começou a bagunça.
Conversas, risadas, música, churrasco e histórias antigas.
Foi muito bom.
Fazia muito tempo que eu não passava um momento daqueles com a
família.
Nandinha permanecia ao meu lado praticamente o tempo todo,
Brincando e rindo como a menina que eu lembrava.
As horas passaram rapidamente.
Até que, em determinado momento, meu tio pegou o telefone e
Atendeu a uma ligação.
A conversa começou tranquila, mas logo sua voz aumentou.
— Eu acabei de chegar! Não passou nem um dia direito e já
Estão me pedindo para voltar?
Minha tia, ao ouvir aquilo, imediatamente fechou a cara.
— Você não vai!
Percebi que o clima começava a ficar tenso.
Como a discussão não tinha nada a ver comigo, preferi ficar na
minha.
Foi então que Nandinha segurou meu braço e falou baixinho:
— Vai começar...
Olhei para ela, sem entender.
— Vai começar o quê?
Ela suspirou.
— Ai, que saco, esses dois têm hora...
— Mas o que está acontecendo?
Ela explicou:
— Meu pai trabalha em uma plataforma. Às vezes, quando ele
Chega em casa, pedem para ele voltar ao trabalho. Minha mãe fica
Revoltada quando isso acontece.
A tensão continuou por alguns minutos, até que meu tio encerrou.
a ligação.
Ele fez uma mochila e se preparou para sair.
Minha tia foi atrás dele, reclamando.
Pouco depois, alguns vizinhos começaram a se despedir. A noite já
estava avançada.
Quando finalmente ficamos mais tranquilos, Nandinha continuou ao
meu lado, contando tudo o que havia acontecido em sua vida durante
aqueles anos.
Em determinado momento, ficou mais séria.
— Primo... meu casamento está nas últimas.
Fiquei olhando para ela, esperando que continuasse.
— Minha filha está com a família do pai. Elas são boas.
pessoas e cuidam bem dela. Mas ele... sinceramente, não está
prestando nem para comprar pão.
Acabei rindo.
Percebendo que ela falava sério, pedi desculpas imediatamente.
— Desculpa, Nandinha.
Ela sorriu.
— Tudo bem, primo. Você pode rir.
Ela se levantou por alguns instantes.
Pouco depois, minha tia voltou, ainda reclamando do meu tio e
contando tudo o que havia acontecido.
A bebida já começava a fazer efeito, e as conversas ficavam cada
vez mais soltas.
Aquela noite, que havia começado como um simples reencontro,
Depois de vinte anos, estava se transformando em algo muito maior.
E eu ainda não fazia ideia de tudo o que aquele final de semana
me reservava.
A conversa com tia Val
Por volta das dez da noite, minha tia entrou em casa reclamando do
Meu tio.
Eu estava sentado no sofá, já sentindo o sono bater, quando ela
Pediu desculpas pelo comportamento dele.
— Desculpa pelo Jaime. Às vezes ele me tira do sério.
— Não esquenta, tia. Essas coisas acontecem.
Nandinha comentou que precisava levar algumas roupas para a filha,
que estava com os outros avós, e que voltaria em aproximadamente
trinta minutos.
— Já volto, primo.
Ela saiu.
Minha tia decidiu tomar um banho.
Minutos depois, voltou para a sala já arrumada e perfumada.
Estava usando um vestido branco um pouco transparente e sem calcinha.
e parecia bem mais tranquila.
Passei a chamá-la de tia Val naquela noite, e ela entrou na
Brincadeira.
Peguei a máquina fotográfica novamente.
— Tia Val, posso tirar umas fotos suas?
Ela riu.
— Agora você virou fotógrafo oficial da família?
— Hoje eu sou.
Ela começou a fazer algumas poses e nós dois rimos.
Conversamos sobre a saída do meu tio Jaime, sobre trabalho e
sobre os problemas que haviam surgido entre os dois.
Ela pediu desculpas novamente.
— Não precisa pedir desculpas. Trabalho é complicado mesmo.
Ela tomou mais um gole da bebida e ficou alguns segundos em
Silêncio.
Então começou a desabafar.
— Seu tio não me dá atenção há meses. Aquele homem vive
Trabalhando e parece que eu nem existo.
Tentei tranquilizá-la.
— Calma, tia. Às vezes o trabalho acaba tomando conta da cabeça.
da pessoa.
Ela soltou uma risada curta.
— Você está defendendo ele?
— Não. Só estou tentando evitar que você arranque a cabeça.
dele quando voltar.
Ela riu.
Por alguns minutos, o ambiente voltou a ficar leve.
Tia Val continuou fazendo algumas poses para as fotos, brincando
Comigo, reclamando que meu tio não a procurava mais.
— Essa aqui ficou boa — falei.
— Você acha?
— Acho.
Era uma pose mais ousada, então falei: "Faz outra".
Mais ousada ainda, solta-se, tia.
Ela, com uma voz mais séria,
Falou, aonde você quer chegar com isso, menino? Dei uma parada e
Fiquei olhando para ela.
Ela sorriu.
Por um instante, porém, a brincadeira ficou em segundo plano.
Ela me encarou em silêncio.
Eu também fiquei quieto.
Talvez fosse a bebida. Talvez fossem as emoções daquele
reencontro. Talvez fosse simplesmente o cansaço depois de um dia tão
intenso.
Mas percebi que aquele momento havia adquirido uma tensão.
diferente.
Tia Val desviou o olhar e respirou fundo.
Ela levantou o
Vestido e realmente ela estava sem calcinha. Como estava sentado,
Puxei ela e caí de boca naquela buceta linda, rosada.
Fiquei
Quase 20 minutos chupando e lambendo aquela buceta toda gozada. Ela
Gemia baixinho, igual a uma gatinha no cio. De repente ela parou e
Voltou a olhar para mim.
Por alguns segundos, nenhum dos dois disse nada.
Ela se ajoelhou, puxou meu short e começou a engolir meu pau todo.
Chegando a engasgar, ela chupava meu pau com vontade. Eu anunciei que
Ia gozar e ela aumentou mais a velocidade. Gozei com vontade, gozei.
que parecia que não ia parar de gozar e, naquele momento, ouvi o
Barulho do portão.
Nós nos ajeitamos o mais rápido que podíamos e
Nandinha entrou e perguntou se estava tudo bem?!
A tensão voltou com força…
— E aí? Vocês ficaram conversando sem mim?
Tia Val começou a rir, tentando disfarçar.
— Seu primo estava me fazendo sessão de fotos.
Nandinha olhou para mim.
— Quero ver!
Tia Val, um pouco nervosa, disse que ia a
Cozinha, fazer café e que já voltava.
Nandinha começou a ver as fotos e viu a pose mais ousada da mãe.
E falou: "Por que você fez isso, primo?"
E foi assim que aquela noite iria se tornar o final de semana mais
agitado: entre histórias, lembranças, problemas familiares e muito
sexo.

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Ficha do conto

Foto Perfil marckrj
marckrj

Nome do conto:
Minha tia e minha prima

Codigo do conto:
270668

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/08/2026

Quant.de Votos:
2

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