A., minha cunhada, é filha de pai prezo e mãe branxa, ou como lhe chamamos, uma cabrita. Tem pele castanha, cabelo muito encaracolado, como as pretas, mamas bastante pequenas com bicos espetados e um cu redondo e rijo. Os nossos encontros em família acontecem sempre na casa do meu sogro, divorciado há anos, na cidade do centro interior. As coisas entre ela e o meu cunhado nunca funcionaram bem; ele tem mau carácter, é um egoísta e quase sempre andam chateados um com o outro.
Por muitas vezes em que ficámos à mesa, ou é impressão minha ou não, as pernas dela roçam nas minhas. E quando assim é, eu retribuo. As pernas comunicam. Também já houve vezes em que eu tomei a iniciativa e ela retribuiu. O que haverá aqui? Sinto que as nossas pernas pedem por algo mais. Até acho que ela faz questão de ficar sempre ao meu lado nas refeições. Na cozinha, por vezes, quando estou junto dela, ela mete-se de cócoras, expondo aquele cu como se mo estivesse a oferecer.
No outro dia, num fim de semana na cidade do centro interior, fomos os quatro a uma esplanada. Conversávamos sobre o sogro, que está doente. L. e M. tiveram de ir tratar de assuntos do velho, e eu fiquei sozinho com A. Tivemos conversas triviais sobre o sogro, e eis que ela encostou o joelho no meu. Deixei ficar. Passados uns segundos, fiz um pouco de pressão com a perna na dela para ver a reação, e ela deixou ficar. Deixei passar uns minutos e fomos falando; eu já estava cheio de tesão. E ela? Em que estaria a pensar? Desencostei e, passados breves minutos, fui eu que encostei novamente. Ela deixou ficar e fez pressão de volta. Enquanto dizíamos trivialidades, as nossas pernas diziam: vamos fugir daqui e vamos foder. A conversa ia acontecendo e os braços começaram a roçar também. E eis que ela olha em redor, discretamente, pega na minha mão e aperta com força, olhando-me com um ar triste e com lágrimas nos olhos.
Eu disse: — A., eu sei tudo. Eu já me tinha apercebido, mas podia ser eu a acreditar em algoo só eu desejava. Mereces muito mais.
Ela responde: P. Não sei explicar, há muito que olho para ti e embora tivesse a sensação que era recíproco, tinha muitos receios… fui dando sinais… diz A. debaixo da mesa?!… disse ela a sorrir… quando respondia com o roçar, ficava na duvida se era sim.. ou descuido.
Apertei-lhe a mão com as duas mãos e acrescentei: — Estou aqui para ti.
Olhei em redor e, disfarçando, tentei inclinar-me para ela. Ficámos os dois sentados lateralmente. Passei a mão pelas pernas dela e fiz-lhe sentir a minha respiração no ouvido. Ela estava a descontrolar-se. Abriu mais as pernas. Vestia calções de ganga e um top preto, e os mamilos estavam inchados. Eu estava duro. Com uma mão, levei-a até ao interior das coxas; senti o calor e a humidade. Ela passou a mão sobre o meu caralho, por cima das calças. Estávamos os dois cheios de tesão um pelo outro. Disse-lhe:
— Quero-te.
Ela respondeu, ofegante:
— Sim, também. Quero-te sentir.
Ela olhou por cima do ombro e em redor para ver se alguém percebera o que estava a acontecer, e abriu ainda mais as pernas. Enfiei-lhe a mão na frente, por cima dos calções, e senti a cueca e uma pintelheira tratada, com pelos rijos. Quando senti isso – e como adoro mulheres com pintelheira –, disse-lhe:
— Ui, adoro pintelhos.
Ela apertou-me o caralho por cima do tecido e já tinha espasmos de tesão, torcendo-se na cadeira. Foram uns minutos saborosos... mas eis que avisto Z. e L. a chegarem de carro.
Quando chegaram junto de nós, pediram desculpa pela demora. Eu disse:
— Fogo, estava a ver que nunca mais chegavam.
A., prontamente, respondeu:
— P., também não demoraram assim tanto. Mais vale dizeres que não gostaste da minha companhia.
O que dissemos foi para os baralhar e para nunca pensarem que rolava alguma coisa entre nós. Mas a verdade é que, a partir daquele momento, tudo mudou
Esta história verídica, tem reflexo em muitas famílias. Se fores homem, quantas vezes já fantasias-te em estares a comer a tua cunhada?! E se fores mulher, quantas vezes já ficaste encharcada à mesa a fantasiar com o teu cunhado so ponto de ires à caza de banho, esfregar para te acalmares?
