Em vez de buscar um canto discreto, Pity escolheu o banco central, bem em frente ao espelho principal e ao lado da área de crossfit, onde o homem negro de 1,80m e braços fortes fazia suas séries. Ela começou com uma sequência de elevação pélvica no banco. Ao deitar-se de costas e elevar o quadril ao máximo, o tecido cinza esticou completamente na região íntima, revelando o contorno exato de sua anatomia para quem estivesse no salão.
Ela sustentava a posição por alguns segundos a cada repetição, sabendo exatamente quem estava olhando. Pelo reflexo do espelho, ela viu o homem negro interromper o descanso entre as séries de supino. Ele se encostou no aparelho, com os braços cruzados, encarando fixamente a frente do macacão dela, sem qualquer pudor. A certeza daquele olhar faminto fez a intimidade de Pity pulsar contra o tecido.
Para elevar o nível do jogo, Pity levantou-se e foi até o espelho para fazer o avanço caminhando. A cada passo profundo que dava em direção ao homem, o macacão marcava ainda mais. Ela parou a poucos centímetros dele para finalizar a última série. Olhando-o diretamente nos olhos, ela desceu em um agachamento profundo, exibindo a marcação explícita bem diante dele. O homem engoliu em seco e ajeitou a calça de moletom, incapaz de esconder o volume rígido que havia se formado. O exibicionismo deliberado de Pity havia transformado o salão de treino em um cenário de pura provocação e cumplicidade silenciosa.
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