Aproveitando a flexibilidade de suas pernas longas e o físico atlético de 70kg, Pity apoiou as mãos firmes no parapeito da sacada, inclinando o tronco e arqueando as costas. Ele puxou o short de lycra para o lado e, segurando com força nos quadris dela, desferiu o primeiro encaixe, firme e profundo. A sensação do contraste de suas peles sob o ar fresco da manhã era eletrizante. Em seguida, buscando ainda mais contato, ela se virou de frente e envolveu a cintura dele com uma de suas pernas, enquanto ele a suspendia ligeiramente contra o limite da estrutura, sustentando seu corpo com facilidade e impondo um ritmo rápido e intenso.
Para o ápice, a necessidade de entrega total fez com que Pity voltasse a ficar de costas, apoiando os antebraços no parapeito de alvenaria e isolando o quadril para receber os impactos finais. A força dele no controle dos movimentos levou os dois ao limite. No momento exato do clímax, ele a manteve colada contra si, descarregando tudo intensamente, preenchendo-a por completo.
Ainda trêmula e sentindo o calor do ato escorrer pelas pernas, Pity apenas ajeitou a roupa por cima daquela sensação úmida e intensa. Como não podia tomar banho ali e dependia de sua bicicleta, ela desceu até a calçada e montou na bike. Conforme pedalava de volta para casa, sentindo o esforço físico do ciclismo e o vento da manhã contra o corpo ainda quente, Pity sorriu, sabendo que aquela foda audaciosa ficaria gravada em sua mente por muito tempo.
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