O presente do vovô



Bom dia pessoal, eu principalmente procuro um. Homem mais velho, gordo, pup e baby pra ser o gordo da minha vida, espero um desses todos os dias, aproveite o conto.

O avô, um homem de quase sessenta anos, barriga protuberante, barba grisalha e óculos, sempre fora o chefe da família. Naquela noite de verão, com a casa vazia, ele chamou os dois netos para o quarto dele. Ambos tinham acabado de completar dezoito anos naquela semana — um moreno de corpo ainda magro e peito liso, o outro mais forte, com um pouco de pelos no peito. Os dois estavam nervosos, sem nunca terem tocado outro homem.
— Hoje vocês vão aprender de verdade — disse o avô, a voz baixa e autoritária. — Vão ser as primeiras vezes de vocês. Comigo.
Ele não perguntou. Empurrou os dois para a cama grande. As mãos grossas e peludas dele desceram pelas costas dos netos, apertando as nádegas ainda firmes por cima dos shorts. Puxou as peças de roupa, deixando os dois nus. Os cocks jovens e ainda virgens ficaram expostos, um já meio duro de nervosismo, o outro mais retraído.


Aqui vai a cena expandida com muito mais detalhes no bumbum do avô, mantendo o tom erótico e a dinâmica da história:

O avô se virou de quatro na cama larga, a barriga pesada descansando nos lençóis. Seu bumbum era grande, redondo e pesado — duas nádegas volumosas, moles e carnudas, cobertas por uma pele pálida e um pouco flácida da idade. A separação entre elas era profunda, e no meio se abria um cu grosso, escuro, enrugado e cercado por pelos grisalhos densos que se espalhavam até a base das bolas.
As nádegas tremiam levemente quando ele se acomodava. Eram moles o suficiente para que, ao serem apertadas, a carne cede-se sob os dedos, formando covinhas e se espalhando para os lados. O avô abriu as próprias pernas, empurrando o bumbum para trás e para cima, oferecendo-se. O cu se abriu um pouco só com o movimento, revelando o anel interno rosado e um pouco úmido.
— Mexam nele — ordenou, a voz baixa. — Apertem. Espalhem. Quero sentir as mãos de vocês.
O neto mais forte foi o primeiro a tocar. Suas mãos jovens apertaram as nádegas gordas com força, afundando os dedos na carne macia. A pele cedeu, quente e suada. Ele afastou as duas metades, abrindo o cu do avô até o máximo. O buraco se distendeu, mostrando as dobras internas e o fundo escuro. O outro neto passou a mão pela fenda, sentindo a textura enrugada do anel e os pelos ásperos.
O avô gemeu quando um dedo jovem entrou sem pressa, sentindo a carne interna quente e apertada. Depois outro dedo. As nádegas se contraíam e relaxavam ao redor dos dedos, a carne mole balançando a cada movimento. Quando o primeiro neto colocou o pau contra a entrada, as nádegas se abriram ainda mais sob a pressão. O cu engoliu a cabeça com um som úmido, e a carne gordurosa se fechou em volta do pau, engolindo-o aos poucos.
A cada estocada, o bumbum do avô tremia e ondulava. As nádegas grandes batiam uma na outra, a carne mole fazendo ondas. O suor brilhava na pele pálida. Quando o neto ia fundo, a barriga do avô se esmagava contra o colchão e o bumbum se abria completamente, o cu esticado ao redor do pau jovem. O segundo neto, enquanto esperava a vez, não parava de apertar e espalhar as nádegas, puxando a carne para os lados, observando o pau do irmão sumir e reaparecer entre as dobras moles e peludas.
O avô rebolava de volta, forçando o bumbum contra os netos, fazendo as nádegas se espalharem ainda mais. A carne flácida e pesada se movia com um ritmo lento e obsceno. Quando o primeiro neto gozou, o cu se contraiu forte, apertando e ordenhando, e um pouco de porra escorreu pela fenda, escorrendo pelos pelos e pela dobra inferior das nádegas.
O segundo neto assumiu. O bumbum do avô já estava aberto, vermelho e brilhante de lubrificante e porra. As nádegas, agora mais moles e marcadas pelas mãos dos netos, se abriram facilmente. O pau mais fino deslizou até o fundo, e o avô gemeu baixo, empurrando o cu ainda mais para trás, fazendo a carne balançar.
No final, o avô ficou de quatro de novo, o bumbum alto e oferecido. Os netos, já gozados, ainda brincavam com ele — espalhando as nádegas, observando o cu aberto e pulsando, escorrendo, a carne mole e usada se movendo sob os dedos jovens.

O avô se ajoelhou na frente deles. Sua boca larga e quente engoliu primeiro o pau do neto mais magro. A língua grossa rodou a cabeça, chupou fundo até o fundo da garganta, fazendo o garoto gemer e tentar se afastar. O avô segurou firmemente as coxas dele, forçando a ficar parado enquanto engolia e engolia, saliva escorrendo pela barba. Depois passou para o outro neto, chupando com a mesma fome, lambendo as bolas, masturbando o pau virgem até ele engrossar completamente.
As mãos dele não paravam. Dedos grossos espalhavam saliva e depois lubrificante pelos buracos apertados dos dois. Um dedo, depois dois, abrindo devagar os anéis virgens enquanto ele continuava chupando. Os netos tremiam, gemendo baixinho, um deles com os olhos fechados de vergonha e excitação misturadas.
— Agora vocês vão me foder — ordenou o avô, deitando de costas na cama, puxando as próprias pernas gordas para cima, expondo o cu peludo e já um pouco aberto. — Me usem. É a vez de vocês.
O neto mais forte foi o primeiro. O avô guiou o pau jovem até a entrada e puxou o garoto para dentro. O cu velho e quente engoliu o pau virgem até o fundo. O neto gemeu alto, a sensação apertada e molhada demais. O avô rebolava a barriga grande contra ele, exigindo que fodessem com força. O segundo neto ficou ao lado, sendo masturbado pela mão grossa do avô enquanto assistia o irmão entrar e sair.
Quando o primeiro gozou fundo, o avô puxou o segundo. O pau mais fino do outro neto deslizou fácil no cu já aberto e cheio de porra. O avô gemia baixinho, a barriga balançando a cada estocada, as mãos segurando as nádegas dos netos, forçando-os a ir mais fundo, mais rápido.
No final, o avô se ajoelhou de novo. Com a boca cheia de saliva e porra, ele chupou os dois cocks ainda sensíveis, limpando-os, engolindo tudo o que restava. Os netos, cansados e ainda tremendo, ficaram de pé enquanto o avô os servia — a língua lenta, a garganta profunda, as mãos grossas apertando as bolas até extrair as últimas gotas.
— Agora vocês já sabem — murmurou ele, a barba molhada, a voz rouca. — Da próxima vez vai ser ainda melhor.
Os dois olharam um para o outro, ainda ofegantes, os corpos quentes e marcados pelas mãos do avô. A noite só estava começando.

Foto 1 do Conto erotico: O presente do vovô


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Ficha do conto

Foto Perfil goiabadda
goiabadda

Nome do conto:
O presente do vovô

Codigo do conto:
271336

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/09/2026

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