Histórias de Uber #3



De noite é quando a putaria rola solta, e claro, comecei a fazer mais corridas durante a noite e madrugada!

Muitas prostitutas usam Uber durante a madrugada, para ir à motéis ou voltarem para casa, e muita mulherada está indo ou voltando da balada, e as chances de oferecerem uma chupada como pagamento são enormes - praticamente todos os dias.

Óbvio que me aproveitei disso. Meu lema é: Nunca recusar.


Uma mulher trans com uma mini saia rosa choque entrou e pediu para eu leva-la até sua casa. A mulher estava desapontada com a falta de clientes naquele dia.

Enquanto eu a levava, ela foi falando no telefone com uma amiga. Devia ser umas 4 horas da manhã, mas ela ainda estava com energia de quem acabou de acordar, e não de quem ficou na esquina esperando cliente desde as 23:00.

Quando terminou a ligação, conversei um pouco com ela:

_ Foram quantos clientes hoje?

_ Poucos, amigo, tive 4 só. Um deles queria rola no cu, o resto só boquete.

_ Que pena, tomara que amanhã seja melhor.

_ Vai ser meu filho, se não eu vou dar na cara das travesti do outro lado da rua e vou ficar lá que o ponto é melhor!

Depois disso, ela foi me contando o como acontece a disputa por um lugar melhor ali na rua das travestis e ela foi me falando que está em desvantagem.

Fui dobrando a esquina onde ela mora e então, ela veio com a ideia que eu queria ouvir:

_ Oi motorista, você não aceita uma chupada pela corrida não?

Abri um sorrisão para ela e disse: _ Claro!

A mulher abriu um sorrisão gigante.

Ela pulou para o banco da frente e eu abaixei as minhas calças até o joelho. A rua estava deserta, era o horário perfeito para uma chupada no carro.

Ela começou me punhetando, bem de leve. Elogiou minha peça e ficou admirada com a grossura. Aproveitei-me da situação e fui alisando a perna dela. Pernas fortes e bem torneadas.

Meu pau estava a ponto de bala, e ela veio para abocanhá-lo. Começou lambendo a cabeça, depois foi descendo e lambendo a base do chapéuzinho e depois botou ele todo na boca.

A gostosa sabia chupar! Foi sugando tudinho e descendo, soltando saliva e voltando a subir, sugando ele todo.

A sugada que ela dava era forte e ela vinha mamando e usando os movimentos da cabeça para ir criando sensações incríveis em mim.

Enquanto ela me chupava, eu continuava alisando suas pernas, fui subindo a mão como quem não quer nada, e ali eu encontrei a sua rola.
Estava dura embaixo de sua calcinha lingerie. Sem parar de me chupar, ela botou a calcinha de lado e a sua rola ficou solta para fora, tão dura e grossa quanto a minha.

Ela me chupava tão gostoso que eu delirava. Agarrei o pau dela e comecei a alisar, bem devagar.

Ela fez uma garganta profunda e engasgou! Subiu sugando e voltou para outra garganta profunda. Eu estava revirando os olhos de tanto tesão:

_ Estou quase gozando! - Avisei.

Ela ficou só na cabecinha, sugando bem de levinho, descendo só um pouco e movendo os lábios, massageando a cabeçona.

Eu não aguentei. Segurei sua cabeça e fui dando umas metidas na sua boca. E ela foi deixando.

Agarrei forte seu pau com minha mão e fui batendo uma para ela, enquanto com a outra mão fui segurando sua cabeça e dando umas metidas na sua boca!

Ela me deixou ir fundo na sua goela. Continuei movendo meu quadril para cima e ela chupando meu pau todo.

A cada investida que eu dava, ela gemia mais:

_ Mm Ghoszoso.

Continuei fodendo sua boca, e senti que minha porra foi vazando, vazando, até que anunciei o gozo em meio à explosão de porra saindo de dentro de mim. Soltei sua cabeça, mas ela continuou ali embaixo com ele dentro de sua boca, tomando meu leite quente de goladas.

Tomou tudo.

Quando se levantou, eu ainda estava com sua pica na minha mão, dura. Comecei a masturbá-la e ela adorando. Olhando para mim com admiração e desejo!

Fui com a outra mão de encontro as suas bolas e comecei a massagear. A mulher abriu bem as pernas para mim e começou a gemer. Minha punheta ia de sua cabeçona até a base, e eu senti que quando subia e passava os dedos pela curvinha da sua glande, era onde ela mais vibrava.

Fiquei ali punhetando por mais um tempinho até ela dizer que ia gozar. Tirou minha mão e terminou de bater a punheta. Foi a minha vez de me abaixar e abrir a boca para receber o leite, era o mínimo que eu podia fazer depois de uma chupada como aquela que ela havia me dado.

Gozou pouco, mas gozou. Umas lágrimas tristes de gozo ralo. Tomei tudo.


Ela amou o final, me deu um beijo no rosto e desceu do carro, rebolando e abaixando a mini saia rosa choque.

_ Te encontro por aí, amigo!

Fui embora com o gostinho de sêmen na boca.


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Ficha do conto

Foto Perfil lulobo
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Nome do conto:
Histórias de Uber #3

Codigo do conto:
271449

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
04/09/2026

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