MINHA MULHER FOI ARROMBADA POR MASSAGISTA!

A rotina matrimonial é uma morte lenta que a gente insiste em maquiar com jantares românticos e foda papai-e-mamãe uma vez por mês. Mas chega um ponto, meus amigos, em que o tédio dessa rotina se torna insuportável. E foi exatamente fugindo desse abismo de mediocridade que eu e minha esposa mergulhamos de cabeça num inferno de tesão, suor, fluidos alheios e depravação absoluta. Este é um relato visceral das trincheiras da luxúria, um conto real escrito com o sêmen de outro macho e as lágrimas de pura adoração de um marido que encontrou a iluminação no fundo de uma buceta arregaçada.
Minha esposa e eu já vínhamos flertando com a devassidão há tempos. A porta de entrada para o nosso inferno particular foi a massagem tântrica. Começamos com uma profissional mulher. Minha esposa, no início, era uma santa encurralada no altar da própria timidez. Mal interagia. Mas a carne é fraca, meus amigos. Não demorou para que a santinha se desmanchasse sob os óleos essenciais, permitindo-se ser masturbada até revirar os olhos.
O problema era a porra da ressaca moral. No dia seguinte, a culpa batia na porta como um agiota. Eu precisava gastar toda a minha lábia de advogado do diabo para convencê-la a repetir a dose. Ela vinha com aquele papo furado de que "fazia só para me agradar". Mentira! Na hora do sexo, eu via a cadela faminta que habitava nela. Eu percebia o tesão doentio quando ela beijava os peitos da massagista, enfiava a língua na boca da outra e gemia delirando ao ser estocada por um vibrador de borracha.
A escalada da nossa perversão nos levou ao meio liberal. Tivemos experiências com outros casais, mas a covardia dela limitava a ação a uns beijos lésbicos. Ainda assim, a hipocrisia era fascinante: ela ficava encharcada de tesão quando nós transávamos de camarote, assistindo a rola do outro macho arregaçar a buceta da outra mulher a palmos de distância.
Mas a minha fantasia mais podre e visceral, era outra. Eu queria ser o espectador da ruína dela. Eu queria ver minha esposa, a mulher que leva meu sobrenome, perdendo o juízo na pica de outro macho. Ela sempre cortava o barato. O limite dela havia sido segurar a base do pau de outro enquanto ele fodia a própria mulher. A única brecha que eu tinha era a tortura psicológica durante o nosso sexo: eu a fazia imaginar um estranho metendo nela no pelo, rasgando-a ao meio, enquanto ela chupava o meu caralho. No calor do inferno, ela jurava que faria tudo. Prometia o mundo. Mas era só a gente gozar que a moralidade barata voltava, e ela cancelava o show.
Essa covardia nos jogou num limbo. Entramos num celibato miserável. Cortamos as putarias e até o nosso feijão com arroz na cama esfriou. Ela meteu na cabeça que se sentia incomodada quando outras mulheres chupavam o meu pau na frente dela. Expliquei, com a paciência de um psicopata calculista, que o meu pau era o de menos! O prato principal era ela! O meu delírio era vê-la afogada em prazer. Depois de muita saliva gasta, consegui dobrar a resistência dela. O acordo? Ela organizaria o circo. Ela escolheria a massagista para se sentir "segura".
Chegou o bendito sábado de manhã. O lugar era uma casa de massagens inédita para nós. Meu sangue fervia de adrenalina pura. Eu estava animado, fantasiando se ela tinha contratado uma loira cavalona, uma morena compacta, ou se a loucura a faria colocar duas fêmeas na sala.
A recepcionista, com cara de quem já viu de tudo nessa vida, nos enfiou num quarto com duas macas. Foi aí que minha mulher assumiu a direção do documentário gonzo da nossa vida. Ela mandou eu me deitar nu. Sacou uma venda da bolsa e tapou meus olhos. A escuridão foi o primeiro gatilho. Fiquei cego, entregue, no fio da navalha. Ela mandou eu escorregar para a beirada da maca, abaixou e engoliu o meu pau (que não é nenhuma aberração de circo, diga-se de passagem) num boquete feroz. Fiquei duro feito pedra em segundos. Como se não bastasse, ela amarrou meus pulsos na maca. Um nó apertado na medida certa da humilhação: eu podia escapar se houvesse um incêndio, mas ali, eu era o prisioneiro dela. Fiquei sendo sugado no escuro até o barulho da porta estalar.
— Pode começar por mim — ela ordenou para a figura que entrou.
Ouvi um assentimento mudo. Ela me deu um último beijo molhado e foi para a maca ao lado. A partir daquele momento, a minha audição virou um radar de alta precisão. Ouvi os potes de creme abrindo. O barulho obsceno das mãos deslizando a gosma na pele nua da minha mulher. Imaginei ela de bruços. Os gemidos começaram. Estavam baixos, mas eu sabia que a mão estava escorregando da bunda para a buceta dela.
Foi então que o roteiro explodiu na minha cara. Ouvi os passos dela voltando para a minha maca. Ela agarrou minha cabeça e me beijou com uma violência selvagem. Meu cérebro deu um curto-circuito. A boca da minha esposa tinha gosto de rola!
A ficha caiu - a filha da puta tinha contratado um homem! Ela não me contou nada! Meu pau latejava tanto que achei que ia rasgar a pele. Ela riu baixinho, me beijando enquanto lubrificava meu pênis com as mãos lambuzadas de creme. Tentei arrancar a venda, num misto de pânico e tesão incontrolável, mas ela bloqueou minha mão e a arrastou de volta para o corpo dela. Desci os dedos e encontrei a buceta dela: uma poça quente, escancarada, super lubrificada e pronta para o abate.
Ela voltou para a maca. Eu decidi viver o delírio no escuro. Logo ouvi o macho espalhando creme no próprio corpo. Minha mulher voltou a gemer alto. A maca estava tão perto que ela esticou o braço e agarrou minha mão livre. Ela guiou meus dedos trêmulos pelos seios suados de creme, desceu pela barriga, até chegar ao púbis raspado. E então, o choque elétrico de mil volts: ela afundou minha mão na buceta dela, e eu senti a intrusa.
O massagista estava enterrado até o talo nela! E sem camisinha!
Ela fez questão absoluta de que meus dedos contornassem a base da pica do cara. Uma grossura absurda que humilhava a minha própria anatomia. Eu não conseguia medir o comprimento porque a cabeça estava toda socada dentro das entranhas da mulher que eu amo. O macho começou a estocar. Devagar, rasgando, indo e vindo. Minha esposa segurava minha mão com força, me obrigando a sentir aquele pistão de carne arrombando as paredes dela. Era uma insanidade que superava qualquer roteiro pornô que minha mente podre já havia concebido.
Como se o inferno precisasse de mais fogo, ela mergulhou meus dedos no pote de creme e os levou de volta ao matadouro. Ela queria que eu, o corno manso e amarrado, lubrificasse a tora do macho que a estava comendo! Fui forçado a segurar o caralho do cara a cada puxada. E puta que o pariu, além de grosso, o bicho era comprido. Uma alegria doentia tomou conta de mim. Minha mulher, minha propriedade, estava sendo dilacerada por um bem-dotado enquanto eu não passava de um assistente de palco com um pauzinho duro de coadjuvante.
Mas o grand finale ainda estava por vir. Ela se levantou da maca e veio até mim. Subiu de joelhos sobre o meu corpo e plantou a buceta escancarada bem em cima da minha boca. A minha rainha queria que eu limpasse a xoxota dela logo após ser estocada no pela rola um estranho! Lambi como um cão sarnento. O gosto? Uma mistura do mel natural dela com o suor a porra do pau do massagista. Eu sugava e lambia aquela buceta com uma fome canibal. Ela esfregava o grelo no meu rosto, quase arrancando minha venda. Eu estava enlouquecido.
Enquanto eu chupava a buceta temperada por outro macho, ela começou a bater uma punheta para mim. Eu estava à beira de jorrar, mas ela, sádica, parou. Mudou de posição, jogou o peso do corpo sobre o meu peito e prensou o meu pequeno pênis entre os nossos ossos púbicos. Abriu as pernas, arreganhando a buceta para o alto. O massagista entendeu o recado. Se posicionou atrás da cabeça dela e enfiou a rola sem dó.
Eu virei uma cama humana. Um altar de carne para o sacrifício. Ele começou a meter com uma força bestial, e ela gemia como uma prostituta no cio, num volume que nunca, em todos os nossos anos de casados, ela usou comigo. A cada estocada violenta, ela deslizava sobre o meu corpo, esfregando o meu pau prensado. Eu a abraçava, sentindo o suor dela no meu peito, enquanto ela gemia no meu ouvido a frase que me destruiu e me reconstruiu para sempre:
— O pinto dele é muito melhor que o teu, meu corninho!
O impacto era físico. O saco do maluco balançava e batia pesadamente contra as minhas próprias bolas a cada metida. PÁ! PÁ! PÁ! Um tesão anárquico, imundo e sublime me possuiu. Como eu não gozei ali mesmo, só Deus sabe. Senti os espasmos violentos da minha mulher quando ela atingiu o orgasmo mais brutal da vida dela, trepidando e espremendo a rola do cara. Ele não parou. Continuou bombando até o limite e, segundos depois, disparou.
Deu para sentir o momento exato em que ele descarregou no útero dela. A porra era tanta que a buceta não deu conta. O excesso de sêmen transbordou, escorreu pelas coxas dela e despencou em cheio sobre o meu saco. Uma cachoeira quente de leite alheio me banhando. Que delícia depravada!
Destruída, esgotada e vazando porra, ela ainda teve o cinismo de voltar a buceta para a minha boca. Era o meu prêmio de consolação e o meu maior desejo. Fui até o fundo, lambendo, sugando e limpando cada gota do sêmen daquele massagista do interior da minha mulher. Eu me banqueteava com o resultado da minha própria humilhação, e foda-se quem acha isso uma vergonha para o homem! Eu estava no topo do mundo, vendo minha esposa desabrochar na putaria.
Esperei, de pau duro e pingando a porra dos outros, até ouvir os passos do massagista saindo do quarto. Minha mulher foi atrás, pro banho. Tirei a venda, me desamarrei e fiquei ali, olhando pro teto, processando que eu tinha acabado de nascer de novo. Quando ela voltou de toalha, me deu um beijo. O gosto de pau era mais forte do que nunca — se ela chupou o cara no banho, não perguntei e nem precisava.
Paguei a conta no balcão de cabeça erguida. No caminho de volta para casa, o silêncio no carro era cortado apenas pela minha confissão: ela estava livre. Livre para ter a buceta arrombada por aquele ou qualquer outro gigante quando quisesse. Porque, a partir daquele dia, eu não era mais apenas o marido. Eu era o protagonista feliz da minha própria degeneração. O corno definitivo. E estava pronto para o próximo round.1

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Ficha do conto

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Nome do conto:
MINHA MULHER FOI ARROMBADA POR MASSAGISTA!

Codigo do conto:
271679

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
07/09/2026

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