A EXIBICIONISTEENHA 2

Olá. Eu sou a Lua. Sou uma exibicionista desde que me conheço por gente. Sempre adorei ser desejada. O texto a seguir é uma história real e aconteceu quanto eu tinha meus 1? anos. Naquela semana o meu professor pediu um trabalho formando grupos de quatro, por sorteio. Eu, acreditem, acabei sorteada para um grupo com outros três colegas homens, somente eu de mulher no grupo.

Marcamos o trabalho para um sábado de manhã, na casa de um desses colegas. Eu usava uma mini saia jeans bem curtinha, um top preto de alcinha e tênis, e por baixo, uma calcinha preta. Peguei minha mochila e fui pra casa do menino pra fazermos o trabalho.

Chegando lá, quem me atendeu foi o irmão dele, que era mais velho. Ele abriu a porta e mostrou a direção do quarto do meu colega, e disse que os outros já estavam lá. Cheguei e eles estavam sentados no chão em círculo. Me sentei na cama, de frente pra eles, e então começamos a preparar as coisas pra fazermos o trabalho.

Minutos depois de começarmos, eles me pediram pra me sentar no chão com eles pra ficar mais perto. Eu me sentei com as pernas cruzadas e coloquei meu caderno em cima das pernas para tapar a visão deles. De certa forma, eu sabia que não tampava muito bem, mas como eu gostava de me exibir, não me importei se escapasse um pouquinho a visão deles.

Enquanto fazíamos o trabalho, o irmão mais velho do meu colega entrou no quarto e sentou na cama, praticamente de frente pra mim. Percebi que ele estava me olhando e claro, eu gostei. Conforme fazíamos o trabalho e eu ia relaxando, deixei meu caderno no chão e agora não me importava se eles olhassem e vissem um pouquinho da minha calcinha.

Depois de algum tempo ali, finalmente terminamos o trabalho. Foi quando um deles comentou que não foi nada fácil fazer o trabalho olhando pra minha calcinha. Os outros riram de leve e eu respondi que ele era um bobo. Parecia que nunca tinha visto uma calcinha. Eles ficaram falando que já haviam me visto de calcinha sim, nos catálogos da loja que eu era modelo. E riram mais. O colega que era dono da casa foi o único que não riu. Eu sabia que já tinham visto essas fotos, e não me importava com isso. Eu gostava.

Foi então que o irmão do meu colega perguntou o que eram esses catálogos. Expliquei que eu fazia fotos para catálogos de uma loja de lingeries e biquinis da cidade. Tirei um dos catálogos que eu tinha na minha mochila e entreguei a ele. Ele começou a folear e logo começaram a aparecer as minhas fotos. Ele elogiou, dizendo que eu bonita e fotogênica. Eu agradeci. Ele então falou que os meus colegas eram bobos demais. Que parecia que nunca haviam uma mulher. Os dois bobinhos ficaram comentando que que já haviam visto algumas e até nuas. O irmão do meu colega duvidou deles e deixou os dois com raiva, e foi muito engraçado ver aquilo. Era minha vez de rir deles.

Os dois então repararam que o meu colega que era dono da casa não falava nada, não ria e não ficava contando vantagem. Eles estão entenderam que ele nunca havia uma mulher nua. Eles também não tinham visto, e eu sabia disso, mas mesmo assim eles sustentavam a mentira e começaram a zoar o garoto por ele ser mais inocente. O irmão do menino ficou zoando com eles, dizendo que eram mentirosos, e por fim, chegou a hora de irmos embora. Deixei os dois irem sozinhos e pedi pra usar o banheiro antes de sair.

Fui para o banheiro, e deixei os dois irem embora. Depois votei sem eles estarem ali e fui conversar com o meu amigo dizendo pra ele não ligar pra isso, pois eu tinha certeza que eles estavam mentindo. O irmão dele concordou comigo. Foi então que eu resolvi ser mais ousadinha. Abri o botão e o zíper na minha mini saia e deixei cair no chão. Disse pra meu amigo que ele podia olhar, que ele tinha minha permissão. Eu tive pena dele, e ao mesmo tempo estava atraída pelo irmão mais velho, então fiquei somente de calcinha de blusinha na frente dele, e deixei me olharem.

O irmão dele adorou a situação. Ele que já era mais safadinho, veio bem perto de mim e perguntou se podia tocar. Eu disse que podia de leve, por cima da roupa. Disse que eu era virgem, e não permitira mais do que aquilo. Ele então pediu pra eu me sentar na cama no meio deles. Eu me sentei e deixei os dois me tocarem por cima da roupa. Nas coxas, peitos, bumbum e de levinho na pepeka.

O garoto mais velho disse que queria ver mais, que respeitava o fato de eu ser virgem, e que não faria nada que eu não quisesse, mas me pediu pra mostrar mais. Tirei a blusinha. Estava sem soutien, e deixei os dois tocarem de leve nos meus seios nus. Foi então que ele puxou de leve o elástico da minha calcinha e olhou lá dentro.

Deixei-os puxar mais, até o limite da testinha da minha pepeka, e então segurei a mão dele e disse que ali era o limite. Ele estava sendo muito carinhoso comigo e me pediu pra deixar me verem todinha, e que iriam me respeitar. Não iriam tocar nela sem roupa se eu não quisesse. Pedi pra ele jurar que me respeitaria e ele jurou. Deixei-os tirar minha calcinha e fiquei completamente nua no meio deles.

Ele então se ajoelhou de frente pra mim, segurou meus joelhos, abriu minhas pernas e empurrou meu corpo me fazendo me deitar na cama com as pernas bem abertas. Eles chegaram bem pertinho, mas quando tentavam me tocar, eu impedia. Eles respeitaram isso. Me pediram pra me exibir pra eles. Eu adorava me exibir. Abri minha pepeka e mostrei bem abertinha pra eles. Ele implorou pra deixa-lo pelo menos dar um beijinho nela. Permiti um selinho rápido.

Ele beijou minha bucetinha enquanto eu a abria, e aquilo me deixou completamente maluca. Ninguém nunca havia me visto tão de pertinho, e quando a boca dele tocou em mim, segurei a cabeça dele e apertei com força contra mim. Ele entendeu e logo iniciou uma chupada maravilhosa com lambidas e beijinhos. Puxei então o outro menino pra beijar minha boca e chupar meus peitinhos. Logo o mais velho já estava me chupando toda, cuzinho e bucetinha. Depois de alguns minutos, não resisti e gozei. Ele percebeu e rui de leve sabendo o que havia acontecido.

Me levantei rapidamente, me vesti e fui embora pra casa. Nunca mais rolou nada entre mim e os dois. Nunca mais vi o irmão do meu colega, mas na segunda feira, na aula, quando os meninos tentaram continuar a zoeira com o meu colega falando que ele nunca havia visto uma mulher, eu o defendi, e disse para os dois idiotas que depois que eles foram embora, ele havia visto tudinho. Eu dei um selinho do meu amigo pra eles verem. Eles saíram de perto e acabou a zoeira pra sempre.

Curtiu meu relato? Quer conversar comigo? Me chama.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A EXIBICIONISTEENHA 2

Codigo do conto:
271812

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
08/09/2026

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