?Desde que minha esposa realizou o meu fetiche e fudeu meu cuzinho com os dedos, isso se tornou rotineiro em nossas transas. Na maioria das vezes, quando fazíamos sexo e eu não pedia para ela chupar meu cuzinho, ela mesma o fazia por conta própria para, em seguida, me foder com um fio terra maravilhoso. Isso me dava muito prazer, eu simplesmente adorava. Normalmente, eu costumava ter uma ereção até mais forte e gozava com mais intensidade quando ela tocava meu cu. Ela ficava louca com o estado em que meu pau ficava depois de um fio terra e gozava muito sentando nele. ?Além do fetiche de ser fodido por ela, eu também tinha a vontade de foder o cu dela, coisa que até hoje não consegui. Ela nunca curtiu sexo anal, mas eu sempre fui tarado naquela bunda. Por isso, durante o sexo, eu sempre insistia para que ela me deixasse comer seu cu, mas a resposta era sempre a mesma: ?— Eu não aguento, seu pau vai me rasgar... ?Logo o meu pau! Quem já leu outros contos sabe que estou longe de ter um pau grande. Mas, enfim, ela dava as desculpinhas que as mulheres usam quando querem escapar do sexo anal, dizendo que o pau do parceiro é grande demais, mesmo quando não é. ?Mas não posso reclamar. Apesar de o meu pau nunca ter entrado no cuzinho dela, até que brinco bastante com ele. Meu dedo e minha língua fazem o serviço que minha pica nunca conseguiu, rs. Hoje em dia, apesar de não permitir que eu coma seu cu, ela até me pede para chupá-lo e enfiar o dedo — às vezes pede até mais de um. Então, a esperança é a última que morre. ?Uma vez, durante o sexo, eu estava completamente tarado pela bunda dela. Chupava seu cu e metia o dedo para dentro do seu rabo, ficando louco com os seus gemidos. Quando já não aguentava mais de tesão e precisava meter nela, a coloquei de quatro. Com aquela bunda aberta para mim, eu punhetava meu pau e o esfregava em seu cu, lubrificando-o com meu pré-gozo, na esperança de que ela cedesse aquele cuzinho e meu pau deslizasse para dentro. Porém, sabendo das minhas intenções, ela mantinha aquelas pregas bem fechadas, me deixando com mais tesão ainda. ?Até que implorei: ?— Me deixa foder esse cuzinho, vai?! ?Ela respondeu: ?— Só se você me deixar foder o seu! ?Na hora, estranhei o pedido e retruquei: ?— Quer me foder mais? Você já fode o meu cuzinho. ?— Mas com o dedo não vale. Quero te foder com um brinquedinho. Você não quer pôr um pau no meu cu? Então deixa eu pôr um no seu! ?Na hora, apesar de sempre ter fantasiado com esse fetiche, fiquei meio sem palavras e com certa vergonha de expor esse desejo e ser julgado como gay por aceitar ser fodido por uma rola, ainda que de borracha. Então, só respondi: ?— Tá doida! ?Achando que talvez tivesse ido longe demais com a proposta, ela não disse mais nada. Vendo que mais uma vez não ia foder aquele cuzinho, penetrei a buceta dela. Como eu já estava excitado pra caralho — e, apesar de não ter aceitado de imediato, a proposta dela me deixou ainda mais excitado —, gozei ali mesmo e caímos os dois exaustos na cama. Em outras oportunidades, ela chegou a pedir novamente para que eu a deixasse usar um brinquedo em mim. Contudo, ainda com receio de ser uma espécie de teste e de ser julgado, eu sempre negava, mas morrendo de vontade de que ela aparecesse com um de surpresa para eu não ter para onde correr. ?Nessa época, estávamos procurando uma casa para alugar, pois queríamos nos mudar para um lugar maior. Até que encontramos uma, e o dia da mudança chegou. Após terminarmos de descarregar o caminhão na parte da manhã, eu estava exausto — só quem já fez mudança sabe o quanto é cansativo. Tomei um banho, vesti um short leve sem cueca e coloquei um colchão no chão para tirar um cochilo e descansar, pois iria trabalhar à tarde. ?Estava deitado de lado quando ela deitou atrás de mim e me abraçou. Em seguida, senti sua mão acariciar meu peito, descer pela barriga, entrar por dentro do short e começar a me punhetar. Eu só suspirei, nem sequer me mexi. Senti meu pau crescer naquela mão quente que o agarrava. Ela foi intensificando os movimentos até que meu pau ficou completamente duro. Ela o punhetava com vigor, sussurrando na minha orelha: ?— Tá com o pau durasso, hein, safado! ?Ela beijava meu pescoço, mordia minha orelha e falava algumas besteiras no meu ouvido. Eu já estava quase gozando quando ela desceu meu short até abaixo da bunda, deixando-a completamente exposta. Sem soltar meu pau, usou a outra mão para colocar um dedo no meu cu. Quando o dedo dela entrou inteiro, soltei um gemido profundo. ?Ela me perguntou, sussurrando no meu ouvido: ?— Tá gostando? ?Eu só acenei com a cabeça que sim e gemi de novo, sentindo os movimentos das mãos dela. Em um movimento quase involuntário de puro prazer, sentia meu cu se contrair contra o dedo dela, apertando-o. Além do movimento de vai e vem, ela ainda fazia manobras com o dedo dentro do meu rabo, estimulando diretamente minha próstata, o que fazia meu pau pulsar e derramar algumas gotas de porra. Percebendo que meu pau estava ficando todo babado, ela interrompeu a punheta e disse: ?— Calma, tá muito cedo pra gozar. Esse cuzinho tá muito apertado, acho que ele quer mais um dedinho. ?Senti quando ela tirou lentamente o dedo que estava introduzido no meu cu. Ela levou a mão até a cabeça babada do meu pau, lubrificou o dedo, levou-o à boca para deixá-lo ainda mais molhado e introduziu dois dedos no meu cu. Quando senti aqueles dois dedos molhados tocando minha entrada, não consegui me conter: gemia e rebolava, contraindo o cu. Ela tirava os dedos completamente e os inseria de novo, me fazendo urrar de tesão. Vendo-me ali, completamente dominado como uma puta sedenta por rola, ela pediu novamente, quase implorando: ?— Amor, me deixa comprar um brinquedo pra brincar no seu cuzinho? ?Eu já estava dominado, mas relutei: ?— Ai, amor, acho que não aguento... Dois dedos seus já estão me arrombando. ?Ela me surpreendeu dizendo: ?— Dois? Você aguenta, sim! Coloquei três dedos em você e você nem sentiu! ?Aquela safada havia enfiado três dedos no meu rabo sem nem ter falado nada! Sendo sincero, meu cu tinha laciado tanto naquele dia que eu nem percebi. ?Praticamente sem argumentos, eu disse: ?— Tá bom, se você quer tanto, eu deixo. ?Ela agarrou meu pau de novo e, me colocando numa posição quase de frango assado, continuou me fudendo e me punhetando ao mesmo tempo. Agora, sabendo que tinha três dedos no meu cu, fiquei ainda mais excitado. Não demorou para eu jogar porra para o alto. Os jatos caíram sobre o meu corpo. Após drenar todo o meu sêmen, ela ainda chacoalhou meu pau, tirando as últimas gotas, e em seguida puxou os dedos de dentro de mim. ?Na posição em que eu estava, ela tinha uma visão completa do estado em que meu cu havia ficado. Fiquei um pouco envergonhado porque sabia que estava bem dilatado e que ela tinha visto meu cu arrombado. Levantei-me sem dizer nada e fui ao banheiro me limpar. Quando voltei, ela estava deitada no colchão. Vendo-me meio quieto e envergonhado enquanto eu me sentava, ela perguntou em tom de brincadeira: ?— Tá conseguindo sentar? ?Olhei para ela e respondi: ?— Boba! ?Ela me puxou para deitar ao seu lado e disse: ?— Te amo! ?Ficamos ali um tempo nos beijando e trocando carinhos. ?(Continua na parte 2)
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