Um fim de semana com meu tio na fazenda - Parte 2

Lucas acordou primeiro.
A luz da manhã entrava pela janela entreaberta, batendo direto no peito peludo do tio. Ricardo dormia de lado, uma perna pesada sobre a coxa do sobrinho, o braço ainda envolvido na cintura dele. O cheiro de sexo ainda pairava no quarto — suor, porra seca, o odor forte de homem. Lucas sentiu o cu latejar, um leve ardor gostoso que lembrava cada centímetro do pau que o tinha aberto na noite anterior.
Ele não se mexeu. Ficou só observando o rosto do tio. A barba grisalha, as rugas finas no canto dos olhos, a boca entreaberta. Aquele homem casado, pai de família, que até anteontem nunca tinha tocado outro homem, agora dormia colado nele como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Ricardo resmungou, puxou Lucas mais pra perto e abriu os olhos devagar. Por um segundo pareceu desorientado. Depois a memória voltou e o olhar mudou — ficou mais escuro, mais consciente.
— Você ainda tá aqui — murmurou, a voz rouca de sono.
— Onde eu ia? — Lucas respondeu, baixo. — Cê me fodeu até eu quase desmaiar e acha que eu ia sair de fininho?
Ricardo soltou uma risada curta, sem graça, e passou a mão pela bunda nua do sobrinho, sentindo a pele quente.
— Eu achei que de manhã você ia acordar arrependido.
— Arrependido de quê? De ter gozado sem nem tocar no pau? De ter sentido seu porra escorrendo pelas minhas pernas a noite inteira?
O tio fechou os olhos por um segundo, como se as palavras batessem forte nele.
— Para de falar assim… eu ainda tô tentando entender o que aconteceu.
Lucas se ergueu sobre um cotovelo, olhando direto pra ele.
— O que aconteceu é que cê meteu esse pau grosso no meu cu até eu gritar e gozar só com isso. E depois gozou dentro de mim como se estivesse me marcando. Isso aconteceu, tio.
Ricardo passou a mão no rosto, mas não tirou a outra da bunda do sobrinho. Os dedos apertaram de leve.
— Eu nunca senti nada parecido. Nem com mulher. O jeito que seu cu apertava… o calor… o barulho que você fazia…
— Então não finge que foi só uma loucura de uma noite — Lucas cortou, a voz mais baixa, mais intensa. — Porque eu tô aqui de novo. E meu cu ainda tá aberto pra você.
O silêncio que se seguiu foi carregado. Ricardo olhou pro teto, depois de volta pro sobrinho.
— Eu sou casado, Lucas.
— Eu sei.
— Tenho filha.
— Eu sei disso também.
— E mesmo assim eu acordei com o pau duro só de sentir seu corpo colado no meu.
Lucas sorriu de canto, safado, e deslizou a mão até o volume quente debaixo do lençol. O pau do tio já estava semi-duro. Ele apertou devagar.
— Então para de pensar no que cê “deveria” sentir e presta atenção no que cê tá sentindo de verdade.
Ricardo soltou um gemido baixo quando a mão do sobrinho apertou com mais firmeza. Os olhos dele escureceram.
— Você é perigoso pra caralho, sabia?
— Eu só sou sincero. Diferente de você, que ainda tá tentando negociar com a própria cabeça.
O tio segurou o pulso de Lucas, mas não tirou a mão de cima do pau.
— Me conta uma coisa — pediu, a voz mais rouca. — Essas histórias que eu ouvi… quantos homens já te comeram?
Lucas ergueu uma sobrancelha, surpreso com a pergunta direta.
— Por que cê quer saber?
— Porque ontem, enquanto eu tava dentro de você, eu fiquei imaginando. Se alguém já te fodeu tão fundo quanto eu. Se alguém já te fez gozar só com o pau no cu. Eu preciso saber.
Lucas demorou um segundo, medindo as palavras. Depois respondeu com honestidade crua:
— Uns poucos. Sempre longe, sempre discreto. Ninguém daqui. Ninguém que pudesse contar. Mas nenhum deles te iguala, tio. Nenhum tinha esse pau grosso, essa forma de meter como se quisesse me arrebentar e ao mesmo tempo me cuidar. Nenhum gozou dentro de mim com essa cara de quem descobriu o paraíso.
Ricardo engoliu em seco. A mão que segurava o pulso do sobrinho afrouxou. Em vez disso, ele puxou Lucas por cima do corpo, deitando o jovem inteiro sobre ele. Os paus se esfregaram, quentes, já duros.
— Fala mais — pediu o tio, quase num sussurro. — Me conta como foi com os outros. Eu quero ouvir.
Lucas se acomodou melhor, as pernas abertas sobre as coxas do homem, o cu ainda sensível encostando no pau grosso.
— O primeiro foi num motel, faz uns quatro anos. Um cara mais velho, tipo você. Me colocou de quatro e meteu sem muita conversa. Doeu, mas eu gozei. Depois vieram outros. Alguns grossos, alguns longos. Um que gostava de me engasgar com o pau enquanto me dedava. Outro que me fazia cavalgar até as pernas tremerem. Mas nenhum… nenhum me fodeu como você fez ontem. Cê mete como se tivesse raiva e carinho ao mesmo tempo. Como se quisesse me destruir e me proteger no mesmo movimento.
Ricardo gemeu baixo, as mãos descendo até as nádegas do sobrinho e abrindo elas. Os dedos tocaram o cuzinho ainda inchado e um pouco úmido de porra seca.
— Caralho… — murmurou. — Eu fico duro só de imaginar você com outro homem. E ao mesmo tempo dá uma raiva. Uma vontade de apagar todo mundo que já te tocou.
Lucas rebolou de leve, esfregando o cu no pau do tio.
— Então apaga. Mete de novo. Me fode até eu esquecer qualquer um que veio antes.
Ricardo fechou os olhos por um segundo, como se a frase tivesse batido fundo. Depois virou o corpo de uma vez, jogando Lucas de costas na cama. Ficou por cima, o pau grosso latejando entre as nádegas do sobrinho.
— Você fala essas coisas e eu perco o pouco de juízo que ainda me resta.
— Então perde de vez — Lucas provocou, abrindo mais as pernas. — Eu quero ver o tio perdido. Quero ver o homem casado, o pai de família, metendo no sobrinho como se a vida dele dependesse disso.
Ricardo se abaixou e beijou a boca dele com fome. O beijo era diferente do de ontem — menos hesitante, mais possessivo. A língua invadia, a barba raspava, os dentes arranhavam o lábio inferior. Enquanto beijava, a mão desceu e dois dedos empurraram de uma vez para dentro do cu ainda sensível.
Lucas arqueou as costas e gemeu alto dentro da boca do tio.
— Porra… ainda tá sensível…
— Eu sei — Ricardo murmurou contra os lábios dele. — Eu quero que fique. Quero que cada vez que cê sentar hoje cê lembre que meu pau esteve aqui.
Os dedos se moviam devagar, curvando, procurando a próstata. Lucas tremia, as unhas cravadas nos ombros largos do tio.
— Me conta mais — pediu Ricardo, a voz rouca, enquanto dedava. — Me conta o que os outros faziam que você mais gostava.
Lucas ofegava, mas respondeu:
— Um deles gostava de me comer de pé, me segurando no ar. Outro me fazia chupar o pau dele depois de gozar no meu cu, pra eu provar a mistura. Tinha um que me falava putaria o tempo todo… me chamava de putinha, de cu guloso… e eu gozava só de ouvir.
Ricardo enfiou um terceiro dedo. Lucas gritou baixinho.
— E você gostava de ser chamado assim?
— Gostava. Ainda gosto. Especialmente se for você falando.
O tio tirou os dedos de repente. Lucas soltou um gemido de protesto. Ricardo se ajoelhou entre as pernas abertas do sobrinho, pegou o próprio pau e bateu a cabeça grossa algumas vezes contra o cuzinho molhado.
— Então me escuta bem, sobrinho — falou, a voz grave, quase um rosnado. — Esse cu agora é meu. Pelo menos enquanto a gente tiver nessa cama. E eu vou meter até você esquecer o nome de qualquer um que veio antes.
Lucas olhou pra cima, os olhos escuros de tesão, o peito subindo e descendo rápido.
— Então mete, tio. Para de ameaçar e fode de vez.
Ricardo cuspiu na mão, passou no pau e se posicionou. Dessa vez não entrou devagar. Empurrou com força constante até o fundo. Lucas gritou, as pernas se fechando em volta da cintura do tio, as unhas arranhando as costas.
— Caralho… caralho, que pau…
Ricardo não deu tempo de adaptação. Começou a meter fundo, ritmado, pesado. O som da pele batendo ecoava no quarto. Cada estocada fazia a cama ranger. Lucas gemia sem parar, a cabeça jogada pra trás, a boca aberta.
— Mais forte… me arrebenta…
— Você pede tão bem — Ricardo rosnou, segurando as coxas do sobrinho e abrindo ainda mais. — Ontem cê se fazia de difícil. Hoje tá pedindo pra ser fodido como uma putinha.
— Porque eu sou — Lucas respondeu, a voz falhando de prazer. — Sou sua putinha agora. Então usa.
A confissão saiu crua, sem filtro. Ricardo sentiu o pau latejar ainda mais forte dentro do cu quente. Acelerou. As estocadas ficaram mais profundas, mais violentas. O suor já escorria pelo peito peludo e caía sobre a barriga de Lucas.
— Me conta — pediu o tio, ofegante, sem parar de meter. — Me conta o que cê sentia quando os outros gozavam dentro de você.
Lucas mal conseguia falar entre os gemidos.
— Eu sentia… quente… escorrendo… mas nunca igual agora. Seu gozo é mais grosso… mais quente… e cê mete como se quisesse deixar marcado por dentro.
Ricardo gemeu alto com a resposta. Inclinou o corpo e beijou a boca do sobrinho de forma quase desesperada, enquanto continuava fodendo fundo.
— Eu quero marcar. Quero que quando cê voltar pra cidade e sentar naquela porra de cadeira da faculdade, sinta meu pau ainda. Sinta minha porra.
— Eu já sinto — Lucas confessou, as lágrimas de prazer escorrendo no canto dos olhos. — Desde ontem. Cada passo que eu dei hoje de manhã eu lembrava de você me abrindo.
Ricardo mudou o ângulo, acertando a próstata com precisão. Lucas gritou, o corpo inteiro tremendo.
— Aí… aí, tio… não para…
— Eu não vou parar. Eu descobri esse cu ontem e agora eu não consigo pensar em outra coisa. Cê transformou minha cabeça.
— Então usa mais. Me fode até eu não conseguir andar.
Ricardo tirou o pau de repente. Lucas soltou um gemido alto de frustração. O tio o virou com facilidade, colocando-o de quatro. As mãos grandes abriram as nádegas e a língua desceu direto no cuzinho vermelho e inchado.
Lucas enterrou o rosto no travesseiro e gritou. A língua do tio era quente, molhada, insistente. Chupava, lambia, enfiava. Nunca nenhum homem tinha feito isso nele com tanta fome.
— Porra, tio… sua língua…
Ricardo falava contra o cu, a voz vibrando:
— Ontem eu só meti. Hoje eu quero provar. Quero sentir o gosto do meu próprio gozo misturado com você.
A língua entrava e saía, os dedos se juntavam, abrindo. Lucas rebolava contra a boca do tio, desesperado.
— Me come… por favor… eu preciso do seu pau de novo…
Ricardo se levantou, se posicionou e enfiou de uma estocada só. Os dois gemeram juntos. Dessa vez o ritmo foi mais brutal. O tio segurava a cintura de Lucas com força, os dedos cravados na carne, e metia como se quisesse atravessar o sobrinho.
— Fala pra mim — ordenava entre estocadas. — Fala o que cê sente.
— Sinto seu pau me abrindo… sinto as veias… sinto o saco batendo… caralho, tio, cê fode tão gostoso…
— E os outros? Algum te fodeu assim?
— Nenhum. Nenhum tinha essa raiva gostosa. Nenhum gemia no meu ouvido como cê tá gemendo agora.
Ricardo se inclinava sobre as costas do sobrinho, o peito peludo colado, a boca no ouvido dele.
— Eu gemia porque nunca senti um cu tão quente e tão guloso. Cê aperta como se quisesse me ordenhar. Como se o seu corpo tivesse nascido pra levar pau de homem.
Lucas choramingava de prazer, as mãos apertando o lençol.
— Nasceu. Eu nasci pra isso. Pra ser fodido por você. Pra sentir esse pau grosso me destruindo.
As declarações saíam cada vez mais sujas, mais honestas. Ricardo estava perdido no prazer da descoberta. Cada gemido do sobrinho, cada contração do cu, cada frase safada o deixava mais viciado.
Ele tirou o pau de novo, virou Lucas de frente e entrou de uma vez, face a face. As pernas do sobrinho se fecharam em volta da cintura dele. Os olhares se travaram.
— Olha pra mim enquanto eu te como — pediu o tio, a voz rouca. — Eu quero ver a cara que cê faz quando eu acerto esse ponto.
Lucas obedeceu. Os olhos marejados, a boca aberta, o rosto contorcido de prazer a cada estocada profunda.
— Eu tô viciado nisso — confessou Ricardo, sem parar de meter. — Em menos de vinte e quatro horas eu já tô viciado no seu cu. No jeito que cê geme. No jeito que cê me olha enquanto leva pau.
— Então fica viciado — Lucas respondeu, a voz falhando. — Eu também tô. Eu acordei querendo de novo. Eu dormi com seu gozo escorrendo e mesmo assim acordei com o cu piscando de saudade.
Ricardo acelerou. O barulho era obsceno — pele batendo, gemidos, a cama batendo na parede. O suor escorria entre os corpos. O cheiro de sexo era tão forte que parecia sólido.
— Me conta uma coisa — pediu o tio, ofegante. — Cê já gozou só levando pau antes de mim?
— Já. Mas nunca tão forte. Nunca com o corpo inteiro tremendo desse jeito.
— Então goza de novo. Goza no meu pau. Eu quero sentir.
Lucas não precisou de mais nada. Algumas estocadas certeiras na próstata e o orgasmo explodiu. Ele gritou o nome do tio, o corpo se contraindo violentamente, o cu apertando o pau grosso como uma manopla. Jatos quentes saíram entre os corpos, sujando a barriga dos dois.
Ricardo não aguentou o aperto. Com um gemido quase animal, enterrou o pau até o fundo e gozou. O gozo veio em jatos longos, quentes, pulsantes, enchendo o sobrinho pela segunda vez. Ele ficou tremendo por cima de Lucas, a testa apoiada no ombro do jovem, ofegando como se tivesse corrido uma maratona.
Os dois ficaram abraçados, suados, o pau do tio ainda dentro, latejando. A porra já começava a escorrer devagar quando Ricardo saiu com um som molhado.
Lucas soltou um gemido baixo, o corpo mole, as pernas abertas, o cu aberto e vermelho.
Ricardo se deitou ao lado e puxou o sobrinho para o peito. A mão grande acariciava as costas suadas com uma ternura que contrastava com a foda intensa de minutos antes.
— Eu não sei o que fazer com isso — confessou, a voz baixa. — Eu nunca imaginei que sexo com homem pudesse ser assim. Tão… intenso. Tão viciante.
Lucas beijou o peito peludo, o gosto de suor na língua.
— Cê não precisa saber agora. Só precisa admitir que gostou. Que quer de novo.
Ricardo ficou em silêncio por um tempo. Depois falou, quase num sussurro:
— Eu quero. Eu quero te foder de novo. Eu quero te ver de quatro, de frente, cavalgando. Eu quero ouvir você contando mais das suas experiências enquanto eu meto. Eu quero saber de tudo. E ao mesmo tempo eu quero ser o único que te fode desse jeito.
Lucas ergueu o rosto, olhando nos olhos do tio.
— Então fica sendo. Pelo menos enquanto a gente tiver aqui nessa fazenda. Eu me entrego. Inteiro. Sem frescura. Sem me fazer de difícil. Cê viu o que eu sou quando paro de jogar.
— Eu vi — Ricardo respondeu, a mão descendo até a bunda e tocando o cuzinho ainda úmido de porra. — E eu não consigo mais fingir que não quero.
Eles ficaram abraçados por um longo tempo. Lá fora o sol já estava alto. O gado mugia ao longe. A vida normal da fazenda seguia. Mas dentro daquele quarto, duas linhas tinham sido atravessadas de vez — a do tio que descobriu o prazer de comer um homem, e a do sobrinho que se entregou sem reserva.
Ricardo beijou a testa de Lucas devagar.
— Mais tarde eu te como de novo. Dessa vez eu quero que cê cavalgue. Eu quero ver seu rosto enquanto cê senta no meu pau e me conta cada detalhe sujo das suas noites com outros homens.
Lucas sorriu contra o peito dele, já sentindo o cu latejar de antecipação.
— Eu vou contar. E enquanto eu contar, cê vai meter até eu esquecer os nomes deles.
O tio apertou o corpo do sobrinho contra o seu, o pau já começando a endurecer de novo só com a promessa.
— Combinado, sobrinho. Combinado.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico daniel8

Nome do conto:
Um fim de semana com meu tio na fazenda - Parte 2

Codigo do conto:
271955

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/09/2026

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