... De repente aproximei-me lentamente e abracei sua cintura, ela, na pia, quase deixou cair o copo que lavava. Encostei a ponta de meu nariz em sua nuca , arrepiada , ela suspirou baixinho , sorriu e me ofereceu seus lábios sem virar-se.
Beijei-a intensamente colocando minha mão direita por dentro de sua blusa, procurava loucamente seus seios enquanto a mão esquerda tocava fortemente sua bunda.
Virei-a de frente , seus lábios dançavam com os meus, tocava com a mão esquerda , meu membro sobre a calça justa, procurava libertar-lhe do cativeiro.
Ajoelhei entre suas pernas puxando- lhe a bermuda folgada até o joelho, cheirei seu sexo ácido, tirei o resto da roupa, ela arqueou a perna direita e apoiou em meu ombro esquerdo.
Puxava meus cabelos enquanto eu puxava sua calcinha azul bebê expondo seu sexo liso, brilhante como se houvesse passado óleo de amêndoa por toda volta. Sorvi seu líquido pegajoso salgado, enquanto ela gemia alto e apertava suas coxas grossas contra meu rosto, me fazendo faltar o ar.
Levantei ofegante enquanto ela ajoelhava lentamente, meu membro ereto molhado, apontava para seus lábios que o envolveram todo, inteiro.
Sugava com violência, como quem morre de fome, sentia sua saliva molhar-me o saco, minhas pernas as vezes vacilavam, sentia que gozaria a qualquer momento.
Interrompi seu ato mágico, não queria desperdiçar o melhor de tudo, peguei-a no colo e fomos até a sala, deitamos no sofá. Penetrei-a sem demora, úmida e quente, sentia meu membro derreter em seu sexo, de quatro, ela rebolava freneticamente.
Pedia-me para foder forte, o mais fundo que pudesse , urrava palavras sem sentido , mordendo os lábios ... Segundos
antes do gozo, em meio aos nossos gemidos altos...
Acordei suado e todo melado.




