Abre as pernas para o seu pai - Bebe, menina, bebe.

Quando voltei do banho enrolada num robe, Stefan estava sentado na cama, encostado na cabeceira. Tinha a cabeça baixa, quase encostada no peito, roncava baixinho. O velho estava morto de cansaço; não deu conta de me esperar. Também já era quase quatro da manhã do sábado.


Pelo menos eu estava de banho tomado, cheirosa e aliviada depois do que ele me fizera na sua cama. Ainda parecia estranho, um absurdo total. Quem diria que os meus sonhos se realizaram tão rápido. E era só pra ficar em sonho mesmo, imagina transar com o seu próprio pai.

Sentei encolhida ao seu lado, procurando não acordá-lo. Eu estava nua pronta pra foda gostosa. Azar, reclamar por que? O que aconteceu já era bom demais, muito mais do que eu esperava.

Adormeci rápido, última coisa de que me lembro foi de escorregar pelo colchão, abraçada ao travesseiro, e dormir um sono profundo. Nem sei se sonhei; apaguei como se fosse uma pedra.

Só acordei com o sol entrando forte pela janela do quarto. Eu tinha esquecido de fechar a cortina e, nessa época do ano, ele entra pegando a cama onde eu durmo. Acordei bocejando, ainda meio sonâmbula, sabe aquela vontade de continuar dormindo, mas alguma coisa em seu cérebro diz que você está acordada e você tenta de novo dormir, mas não consegue. Parece que você está boiando numa piscina.

Fiquei um tempo assim, mas com a luz do sol batendo no meu braço aquilo começou a me incomodar. Acabei abrindo os olhos. Estava abraçada ao peito de Stefan, minha cabeça apoiada em seu ombro. Ele ainda dormia, roncava mais alto de tempos em tempos. Engraçado que na hora que lutava para voltar a dormir eu nem lembrava que Stefan estava deitado ao meu lado. Na minha cabeça era um namorado, um amigo mais chegado. Só que eu não tinha nem namorado nem amigo chegado pra cama com ele.

Eu fui, aos poucos, recordando as cenas abusadas no quarto do velho. Eu não queria pensar muito, não queria entrar numa paranoia de me achar uma piranha sem noção que acabou deixando o pai lhe siriricar a xana.

Passei a mão no peito peludo, senti a grossura dos pelos esperando ele acordar. Stefan tossiu e bocejou ainda grogue de sono. Tão gostoso aquele momento, ficar abraçada ao seu homem. Foi assim até tomar coragem e dar um bom dia.

“Dormiu bem?”

“Dormi, acho que dormi.”

Ele nem sabia onde estava. A bebedeira passara, mas ele ainda estava fora de si. Pelo jeito, foi recordando aos poucos o que tinha acontecido entre nós. O engraçado é que, mesmo com aquela cara de quem não está entendendo nada, o seu corpo foi ficando excitado na minha frente. Seu cacete foi crescendo estufando a calça do pijama.

Deixou Stefan encabulado. Ele queria mudar de posição, queria esconder seu tesão matinal , ainda mais de pau duro na frente da filha. Mas eu não deixei, não saí de cima do seu ombro, na verdade coloquei a cabeça no seu peito encarando a rola paterna crescer como um mastro.

“Marina, deixa eu sair.”

Foi ele pedir, e eu erguer a cabeça olhando em seus olhos. Ele parecia assustado, ainda mais descabelado como estava. Passei a língua nos lábios e encostei o meu rosto no dele. Fiquei roçando os beiços, às vezes lambendo os seus lábios. O velho começou a tremer como um garotinho.

“Me beija, pai.”

Ele ameaçou falar; eu impedi com um selinho. Depois, as bocas se abriram e eu enfiei a língua na boca de Stefan. Papai teve um choque, arrepiou inteiro. Aproveitei o momento e desamarrei o cordão do calção. Depois enfiei a mão atrevida e segurei a rola de Stefan. Sem deixar de beijar, mas fazendo um carinho de mulher que sabe agradar o parceiro.

Abusada agarrei com força o caralho de papai, era o que eu queria na hora. Stefan mugiu sentindo a mão fria lhe apertar o cacete. Ele gemeu na minha boca e fiz como eles gostam. Comecei de leve, e fui aos poucos aumentando o ritmo da fricção. Louca que eu sou. A punheta ganhou ritmo e o calor do caralho esquentou os meus dedos.

“Filha, espera!”

Quem disse que eu esperei. Mostrei um sorriso safado, virei o meu rosto. Desci beijando o seu peito até chegar na cintura do Stefan. A cabeça de fora, foi só abrir a boca, e a geba do Stefan entrou na boca da filha. Gostoso hmmm… Brinquei com a cabeça, aquilo começando a melar. Depois usei a língua lambendo em volta do tronco. Até engolir a rola do velho. Parecia mais grossa.

“Filha! Filha!”

Engraçado que ele implorava para que parasse o boquete ao mesmo tempo que movia a cintura me fodendo a boca.

“Não, não, não!”

“É só um carinho, pai. Você não fez comigo porque eu não posso retribuir?”

Ele me olhou com os olhos arregalados, tava na cara que ele me achava uma piranha de zona. A filhinha dele, a garotinha que ele pegou no colo, ninou pra dormir. Depois levou pra escola, e pagou minhas contas. E eu ali fazendo um boquete na rola do homem.

Stefan foi ficando boquiaberto, parecendo que ia gritar. Mas acabou engolindo em seco e deu um jeito de se sentar recostado na cabeceira da cama. Veio aquele clima de velório. O homem ficou de cabeça baixa,olhando o próprio peito, se sentindo culpado, como se tivesse cometido um crime.

Odeio quando eles ficam assim. Porra! Na hora, é só deixar rolar, mas depois ficam cheios de culpas, vergonhas. Um saco!

“Qual o problema, pai? Depois de tudo, eu não posso fazer um carinho. Retribuir?”

“Eu não quero um carinho. Aquilo de ontem já foi demais. Pensa se sua mãe, Solange, e se ela descobrir?”

“E quem disse que ela vai descobrir, pai? Só tem a gente aqui. Quem vai contar?”

Stefan estava decepcionado consigo mesmo. Parecia que ia chorar, de tanto arrependimento. Se pudesse, ele entraria num buraco e sumia. Minha raiva foi crescendo, meu sangue começou a ferver.

Meu tesão estava no máximo, eu simplesmente não podia parar. Nem sempre era assim, aliás, raramente. Mas naquele momento eu só queria uma coisa.

“Não, não, não. Espera, espera! Que isso, filha? Tá louca!”

Tirei o robe e sentei no seu colo, nuazinha da silva. Mostrei os peitos e movi a cintura contra a cintura dele, rebolei sentindo o cacete de Stefan esquentando meus lábios, massageando meu grelo. A cama começou a ranger e os meus bicos a endurecer, os mamilos rosados, ficaram apontados. Mostrei que eu tinha um tesão que estava me deixando louca, por ele.

Eu movia como numa trepada, mas também, também era afeto, um jeito de dizer que não tinha problema, que estava tudo bem, tudo certo. Ninguém precisa fugir, ou se sentir um ‘bosta’ só porque tá afim de comer uma mulher, mesmo que essa mulher seja a filha.

“Marina… Aaah! Querida.”

“Relaxa, sente. Tão gostoso assim, sente pai. Esquece dos outros, da mãe. Só tem a gente aqui e eu sei que você também quer.”

O caralho do Stefan voltou a endurecer. O homem foi se entregando a mim. Finalmente segurou os meus seios, e endureceu os meus bicos. O homem começava a perder a vergonha, a se mostrar como um macho querendo transar com garota.

Inclinei e beijei Stefan na boca. Aquele beijo lambido e mordido. Enquanto ele esticava, maldoso, os meus bicos. Minha buceta começou a queimar, parecia uma fornalha. Fui deixando o pau de papai cada vez mais melado. Eu senti que não ia aguentar, simplesmente não dava.

“Caralho enfia, enfia.”

“O que?”

Eu ergui um pouco o joelho, e puxei a rola com força. Stefan respirava ansioso. Pincelei no meio dos lábios, massageie de leve o grelo e forcei seu tronco para dentro de mim.

“Aaaah! Filha!”

“Não me chama de filha. Agora eu sou sua mulher, Stefan. Aproveita, amor, prova. Eu quero ver você satisfeito. Só isso, pai.”

Ele me puxou num abraço. Eu apoiei nos joelhos e os dois, começamos a bombar. A rola grossa de papai me conhecendo por dentro. Aquilo era grosso e rasgou minhas carnes. Uma dor deliciosa. Nada melhor do que uma foda depois de acordar.

Eu rebolava sentada nele e papai metia com força. Não sei como mamãe aguentava. Tava me deixando louca. Esfomeado o velho agarrou os meus peitos e mamou como um menino guloso. Mordendo minhas tetas, brincando com os meus bicos.

Ele gemia descontrolado e eu tive um orgasmo. Pequeno, meu corpo queria mais. Mesmo assim lubrifiquei o cacete do Stefan. Ele me agarrou pelas ancas, eu achei que ele vinha, que encheria a filha com a sua porra paterna.

Sei lá o que aconteceu. Bem lá no ápice, naquele momento que os homens mais querem, Stefan resolveu ter uma crise de consciência, sei lá.

Ele simplesmente parou, nem sei como conseguiu. Suava da testa aos peitos. Meus seios ainda presos às suas mãos. E ele murmurando que não podia, que tava tudo errado.

“Qual o problema, Stefan?”

“Está errado, Marina. Errado, porra!”

Ele soluçava sofrido.

“Errado por que? Não está bom pra você? Eu sou sua mulher.”

“Para, Marina, para!”

Eu ia retrucar, mas o jeito dele, conheço meu pai, quando ele fica assim não adianta retrucar.

“Você não podia, não era pra acontecer nada.”

Ele soltou meus seios e ficou olhando para a parede sem querer me encarar.

“Eu não podia! Você é que ficou enciumado quando eu cheguei em casa essa noite. Você, Stefan, é que começou tudo.”

“Eu! Eu, Marina. Olha só o que você fez? O que nós fizemos.”

“Para com isso, somos adultos, não precisa ficar com vergonha. Aconteceu, ninguém tem culpa.”

Ele estalou a língua como sempre fazia quando não tinha argumentos. Eu tinha perdido o tesão do momento.

“Melhor eu voltar para o meu quarto. Dá licença.”

Fazer o que? Sai de cima e ele se foi apressado, batendo com força a porta do quarto. Merda! Respirei fundo, arrumei os cabelos num coque. Esperei meu sangue esfriar, antes de fazer alguma bobagem e fui tomar outro banho só pra esfriar a cabeça e relaxar.

***

Quando cheguei na sala, ele não estava por lá. Fui ao seu quarto e vi que ele jogara o pijama na cama toda desarrumada. O homem fugira como quem viu o diabo. Tem horas que eles me enervam num grau, se pudesse, mandava todos tomarem no rabo. Bem tomado.

O jeito foi tomar meu café na cozinha como se tivesse tomado um fora de um namorado. Imagina! Geralmente eram as garotas que desistiam na última hora e deixavam os homens subindo pela parede. Azarada como eu sou, arranjei um para fazer isso comigo.

Não é à toa que Solange preferiu fugir com outro. Stefan é muito complicado. Cristo!

***

Eu estava na cozinha terminando de lavar os talheres depois do chinês que eu acabei comprando depois que desanimei de sair. Estava frio, desanimei, e acabei pedindo um chop suey de legumes.

Ouvi um barulho abafado vindo da sala, tive um pressentimento, olhei o relógio na parede da cozinha, eram quase oito e meia da noite. Ouvi os passos se aproximando, achei que ia entrar na cozinha. Mas ele seguiu em direção ao quarto. Deu para escutar a porta sendo trancada.

Bobo! Só pode ser um bobo. Ele está com medo de que? Acha que eu vou brigar, xingar? Não quer, não quer, azar! Imaginei o climão que seriam os próximos dias naquela casa. Pensei até em ligar para a Dany ou a Perla, ver se podia passar uns dias no apê de uma delas.

Fui para a sala ver algum filme enquanto comia meu chop suey. Até esqueci de Stefan. Achei um filme antigo, uma comédia dessas que te fazem rir à toa. Nem percebi quando ele entrou na cozinha, só quando voltou, segurando uma Silver Bullet, e sentou do meu lado.

Não disse nada, só sentou e colocou os tênis sobre a mesinha de centro. E ficou assistindo ao filme ao meu lado. De calça cinza, camisa social de mangas curtas. Enquanto eu me protegia do frio com um pullover azul escuro, largo e quentinho, meias e um shortinho básico. Pois é, não sinto tanto frio nas pernas, só mesmo nos pés e nos braços. Coloquei as pernas sobre o sofá e cobri como dava com o pullover.

“Onde você foi?”

Ele continuou bebendo sem me encarar, nem parecia prestar atenção ao que passava na TV. Não quer falar, não fala, conheço meu gado, como dizia uma tia. Fiquei na minha, voltando a rir das piadas do filme.

Vi pelo canto dos olhos que ele deu uma espiada nas minhas pernas. Só olhou e continuou me ouvindo rir do filme. Saiu para buscar outra garrafa e sentou do mesmo jeito que antes. Eu segurava meus tornozelos dobrados e discretamente deixei minhas coxas nuas aparecerem de novo.

Ele se ajeitou no sofá quando me viu com as pernocas expostas. Eu ri vendo o desconforto do velho. Stefan raspou a garganta e me olhou perguntando.

“Que?”

“Nada, eu não falei nada.”

Achei que ele fosse se levantar e sair, mas ele só desceu os pés da borda da mesinha deixando a garrafa ao lado da outra. A gente se encarou, os olhos grandes do pai brilharam, eu me vi mordendo os beiços. Stefan riu, como ele ria sempre que queria me agradar.

“São modos?!”

“Uai! Eu tô na minha casa. Só tem você aqui. Qual o problema?”

Vi que ele queria puxar assunto pra conversar, não é que estivesse realmente preocupado com o que via.

“E por que você está vestido desse jeito? Põe seu pijama.”

“É que eu não queria… você sabe?”

Eu dei uma gargalhada, parecia uma piada do filme.

“Deixa de ser ridículo, pai! Depois… daquilo, o que mais você tem para esconder de mim?”

“Ah, eu, né? Você… deixa pra lá.”

Ficamos calados um tempo, voltei a assistir ao filme, mas já tinha perdido um pedaço da história. Mas isso não importava, na verdade, eu estava aliviada. Aquela conversa toda de me vestir de forma comportada era só para quebrar o gelo entre nós. Ainda bem, melhor assim.

“Quem é esse ator?”

“Brendan Fraser, eu acho.”

“Ele? Não reconheço.”

Stefan se mexeu de novo no sofá. Só então eu me dei conta de que aos poucos ele estava se aproximando de mim, como quem não queria nada. Ficou a dois dedos do meu ombro, estava até meio inclinado por causa das minhas pernas dobradas.

Eu desci devagar as pernas para não assustá-lo. Fiquei de frente olhando a TV, mas deixei encostar meu ombro no dele. Um leve roçar que Stefan reagiu pressionando os lábios, raspando de leve a garganta. Mas não reclamou.

As coisas foram se acalmando entre nós, a timidez foi dando lugar a um aconchego. Voltei a colocar minhas pernas dobradas no sofá, mas agora elas estavam em cima das dele. Fui deitando devagar a cabeça até encostar em seu ombro. O filme caminhava para o final.

Stefan criou coragem e colocou a mão sobre a minha coxa, um pai fazendo carinho na filha. Ou, quem sabe, um homem mostrando interesse por uma mulher.

Eu suspirei fundo e a mão grande deslizou sobre a minha coxa. Fez tão gostoso que me deixou arrepiada. Eu queria olhar, mas temia perder o momento. Era um jeito dele dizer que estava aceitando a ideia de fazer de mim sua mulher, será?

Me veio um flash e eu fiz sem pensar. Mexi, levantei e saí apressada em direção ao meu quarto. Stefan ficou sem entender nada. Mas ele fez o que esperava de um homem preocupado. A porta estava entreaberta e ele chegou encabulado, se sentindo culpado.

“Desculpa, filha, seu pai não, não anda nada bem. Perdão, eu fui indelicado com você outra vez.”

E me tocou no ombro. Era a deixa que eu esperava. Me virei sorrindo e abracei meu pai pelo pescoço. Fiquei na ponta dos pés. Ele fez cara de quem não estava entendendo nada do que estava acontecendo. Ele ameaçou um sorriso que eu não deixei ele mostrar. Beijei meu homem como eu gosto de ser beijada. Mostrando que estava a fim dele. Eu queria ficar, beijar, deitar, trepar com Stefan. Meu beijo foi deixando papai meio alucinado, senti o volume crescendo lá embaixo.

Stefan não conseguia esconder que também me queria. Cada vez mais duro enquanto as nossas línguas se enrolavam dentro da sua boca. Uma baba começou a molhar o meu queixo. Senti ele me agarrando as ancas, espremendo ansioso.

Só separei porque estava com falta de ar. Ofegante, comecei a rir nervosa.

“Safada!”

“Ué! Melhor aqui do que num sofá. Concorda?”

“Quem disse que eu ia fazer alguma coisa?”

Mordi os lábios como eu fazia na adolescência e olhei em direção ao seu pau estufando a calça como uma barraca.

“Mas agora vai. Você deixa?”

“Deixa o que Mari?”

Eu mostrei um sorriso obsceno, fazendo um biquinho com os lábios. E passei a mão sentindo a textura da calça, o contorno do cacete erguido ainda preso dentro dela. Mordi o lábio como uma garotinha sapeca e ele riu como um pai orgulhoso da filha.

“Então tira.”

“Você não vai me achar uma piranha?”

Nem esperei ele responder. Desci o zíper e puxei a geba pra fora. Fiz um carinho suave, deslizando os dedos e conhecendo os contornos do pau do meu homem. Massageei a cabeça com a ponta do dedo e deslizei sentindo a pele esticada do seu membro. Stefan ajeitou meus cabelos atrás da orelha e me deu um beijo delicado.

Punhetei papai como eles gostam, com a mão apertando o cabo e friccionando com força. Stefan gemia em minha boca, enquanto sua língua ficava agitada.

“Aaah! Aaah! Mari…”

Eu sabia o que ele queria, instinto talvez. Mas eu me ajoelhei na sua frentee liberei o cacete das calças e da box que ele usava. Olhei pra cima, um olho só, um riso devasso com os lábios cerrados. Stefan esperava meu gesto de carinho, dando atenção com os lábios, sentindo a maciez da cabeça. Depois abrindo a boca e deixando a língua lamber o cabo e a cabeça da rola como se degustasse uma deliciosa sobremesa.

“Aaah! Meu Deus!”

Ele colocou suas mãos junto às minhas orelhas e me fez inclinar levemente o rosto em direção ao seu corpo. Abri ao máximo e rola paterna invadiu outra vez minha boca. Suguei com vontade, mamei a rola de papai como se fosse a última coisa que faria na vida. Queria mostrar que a sua filha sabia como agradar um homem, mas não um qualquer, justo o cara responsável por fazer de mim sua filha.

Ele movia o quadril como se me fodesse a boca. E estava mesmo, estava me usando como se fosse uma buceta. Passei a segurar os seus sacos, eram pesados, duas bolas cheias de porra. Arranhei a pele enrugada com as unhas afiadas.

Fui deixando meu pai louco de tesão. Ele puxou contra o seu corpo e foi a primeira vez que senti uma rola descendo quente pela garganta. Achei que não ia aguentar, e não ia mesmo se não tirasse no último instante.

“Stefan! Que isso…”

“Desculpa, desculpa seu pai passou o dia sonhando com você. Pensando que eu não passo de um idiota.”

Uma baba nos unia, do seu pau aos meus lábios.

“Bobo mesmo, podia ter passado o dia comigo. Podia ter… com a filha.”

“Não fala assim.”

“Ué! Mas é a verdade. Meu pai tá a fim de mim e eu afinzona dele. Tem problema não. Ninguém vai saber. É uma coisa nossa, um segredo de família.”

“Huh! Segredo, safada.”

Fiz um carinho na rola lubrificando com a baba.

“Então levanta, que eu te quero na cama.”

“Sim, senhor.”

Eu levantei e, antes de mais nada, me livrei do pullover, das meias. Deitei de frente pra ele, olhando nos olhos de papai. Ele completamente pelado, o pau babado balançando solto no ar. Eu ergui os pés apoiando na borda da cama. E quando ele chegou perto. Eu coloquei meus pezinhos no seu peito peludo.

Eu me sentia uma garotinha encantada pela figura do seu pai. Nem lembro se pensava nisso na minha infância. Mas era o que ele me provocava naquele.

Mas Stefan era um homem, os seus instintos falaram mais alto. Ele se inclinou e começou a me tirar a calcinha e me deixou nua também. Vi seu olhar de macho tarado encantado com os meus peitinhos. Stefan abriu minhas pernas e me examinou encantado com a sua nova mulher. Meu coração estava acelerado, a respiração ofegante. Afinal, eu ia ser comida pelo meu próprio pai. O homem com quem eu sempre sonhei, mas não sabia que ele estava tão perto de mim.

Enquanto ele me admirava, eu fazia o mesmo com ele. Aquele cacete era enorme, um bruto, como um estaca ficada em seu corpo. Seu pau era mais moreno que o seu corpo, vi que Stefan gostava de se cuidar, eram poucos os pentelhos, quase nada nos sacos.

Stefan veio devagar, pra não me assustar, quase deitou, e depois com os dedos segurou sua rola e foi abrindo meus lábios com aquilo. Uma massagem suave me fazendo molhar. Passou o cabo me masturbando o grelo. E então ele entrou, entrou com tudo, com força e vontade.

“Ooooh! Mmm!”

Eu senti uma dor, como se fosse uma virgem. Afinal era tora comprida arrobando a xoxota da filha.

“Aaaah! Aaaah!”

Eu gemia sofrida, aquilo era pior do que foi a experiência pela manhã. Stefan era pesado, enorme e a vara rombuda me rasgava por dentro. Ele foi ficando agitado, metendo com gana, esquecendo que eu era a sua filhinha adorada. Ele estava me transformando na sua mulher.

“Aaanh! Stefannnn! Pai!”

Tive um orgasmo, um orgasmo profundo me aliviando o tesão, meus sucos escorrendo na rola e ele esfomeado bombando a xoxota. Um cafajeste muito gostoso.

Eu sentia as bolas pesadas batendo em meu corpo. Ele frenético doido pra encher a filha de porra.

“Aaah! Aaah! Vem, vem, pai. Goza, goza, querido.”

Ele encarou com o olhar animal, um tigre no cio, o suor escorrendo pela face, pingando nos meus seios e o cacete me rompendo as carnes. Eu fui ficando ansiosa, tensa, ouvindo os sons molhados das trombadas dos corpos.

“Oooh! Uuuuh!”

Stefan ficou com o rosto vermelho, o pescoço mostrando as veias. Ele tremeu como um animal ferido, deu um grito sonoro e deixou vomitar o seu creme no meu ventre.

“Pai, pai! Aiii! Eu vou…”

Ele suado de olhos fechados saboreando os últimos jatos. Quando ele me encarou sorrindo eu mostrei as tetas presas nas mãos, meus bicos duros do mais puro desejo. Nem foi preciso muito, nem fiz muita força. Esguichei molhando a pica do pai. Só ele fazia isso comigo, só mesmo ele me transformar numa vadia. Meu melhor orgasmo do dia. Com certeza, inesquecível.

Ele se ergueu sentindo dores nas costas. Saiu de mim, mas ficou olhando segurando seu pau entre os dedos.

“Que foi?”

“Deixa sair.”

“Sair?”

Eu não estava entendendo nada.

“Eu gosto de ver. É assim que eu sou filha. Você não me queria como seu homem?”

“Você é meu homem, meu único, dono.”

“Então mostra, pro seu pai.”

“Você é doente, sabia? Nunca imaginei que você fosse assim.”

Eu segurava meus joelhos com as mãos e mantinha as pernas soltas no ar. Quem diria que Stefan fosse um tarado do tipo. Será que mamãe sabia? Eu fiz um esforço com o ventre, fui abrindo a boca. Enquanto ele me hipnotizava com olhos.

“Aanh! Aaannh!”

Ele riu satisfeito, riso de homem safado, de pai orgulhoso.

“Isso, menina, faz pro papai.”

Eu nem via, só enxerga os pentelhos suados.

“Saiu?”

Ele balançou a cabeça num sim e passou os dedos nos meus lábios. Lambuzou na própria porra e me fez um carinho com o dedo.

“Isso, garota. É assim que se faz.”

Ele nem se importava que soubesse das suas taras. Era como se fosse um segredo antigo entre nós.

“Agora prova.”

“Provar?”

Nem deu tempo de pensar, mostrou seus dedos besuntados de porra, misturados com os meus sucos e me fez degustar o sabor forte do nosso amor.

“Bebe, menina, bebe.”

“Então prova, pai. Prova também, mostra que você me ama.”

Ele fez muito mais, deitou inteiro sobre o meu corpo e me deu um beijo devasso na boca, sua língua se enrolando na minha e nós provando do segredo.

“Seu puto! Se Solange soubesse que você era assim…”

“E você acha que ela não sabia, filha.”

Foto 1 do Conto erotico: Abre as pernas para o seu pai - Bebe, menina, bebe.

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Ficha do conto

Foto Perfil incensatez
incensatez

Nome do conto:
Abre as pernas para o seu pai - Bebe, menina, bebe.

Codigo do conto:
272146

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/09/2026

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