A Noite Devassa de Sabrina: Sexo com o Papai Noel e os anões flagraram.

O shopping estava lotado naquele terceiro dia de trabalho. Luzes de Natal piscavam em todo canto, músicas natalinas ecoavam pelos corredores e o cheiro de pipoca e canela pairava no ar condicionado. Sabrina ajustou a saia curta da fantasia de ajudante de Papai Noel pela terceira vez naquela tarde. O tecido vermelho e verde subia perigosamente nas coxas toda vez que ela se inclinava para entregar um pacote ou tirar foto.
Ela não usava sutiã. Nem calcinha. Só a fantasia.

O prazer que sentia por estar ali, podendo ser flagrada, precisava apenas dar um escorregão ou um brisa mais forte.

Tinha decidido naquela manhã. No primeiro dia ainda estava contida. No segundo já sentia o tédio subindo. No terceiro… cansou de fingir. Queria sentir o tecido áspero da saia roçando direto na buceta. Queria que o vento do ar-condicionado endurecesse os mamilos sob a blusa justa. Queria o risco.
O Papai Noel do shopping se chamava Milton. Uns cinquenta e poucos, barriga generosa, barba branca falsa grudada no queixo suado, uniforme vermelho esticado no corpo gordo. Os dois “duendes” eram anões de verdade: Carlos, o calvo de sorriso torto, e Renato, o ruivo de bochechas sempre vermelhas. Os três trabalhavam juntos na casinha de Natal montada no meio do praça de alimentação.

Ela reparou alguns olhares deles para as coxas e decote dela. Isso apenas aumentava mais e mais o tesão dela.

Quando o expediente terminou e as luzes do shopping começaram a diminuir, Sabrina não foi embora com os outros funcionários. Esperou. Viu Milton entrar sozinho no vestiário dos contratados de Natal. Seguiu atrás.

O velho não reparou, se reparou com certeza achou que ela iria para o vestiário feminino. Estava cansando e era sempre um dos ultimo a sair.

Ele estava de costas, tirando a barba falsa na frente do espelho, quando ouviu a porta fechar.

— Esqueceu alguma coisa, moça?

Sabrina não respondeu. Apenas se apoiou na porta e subiu devagar a saia da fantasia, revelando que não havia nada por baixo. A buceta lisa e já úmida apareceu sob a luz fria do vestiário.

Milton engasgou no ar. Os olhos arregalaram atrás da barba torta que ainda pendia de um lado do rosto.

— Que porra…
— Três dias vendo o senhor suado nessa roupa — disse ela, voz baixa, quase um ronronar.

— Três dias sentindo essa saia roçando na minha buceta sem calcinha. Chega.

— Eu fui uma garota má Papai Noel, será que mereço um presente?

Ela se aproximou, puxou a mão grande e grossa dele e colocou entre suas pernas. Milton sentiu o calor e a umidade com a palma inteira. O pau dele reagiu antes mesmo do cérebro processar.

— Você… você é uma …
— Uma o quê? Puta, vadia... sou ambas e mais. E tô pedindo pra ser comida por um Papai Noel gordo no vestiário. Vai negar?

Ele não negou.
Milton a empurrou contra a parede de armários metálicos, ergueu a saia até a cintura e enfia os dedos grossos dentro dela com pressa. Sabrina gemeu alto, sem se importar com o som. Abriu a calça vermelha dele, puxou para baixo e encontrou um pau grosso, com um tom forte, já duro, cheirando a suor e tecido barato. Ajoelhou-se e engoliu o máximo que conseguiu, babando, os olhos verdes cravados nos dele.

Ela chupava com gosto, era como se aquele pau fosse um doce e ela queria sentir o sabor até o fundo da garganta.

Foi nesse momento que a porta se abriu.

Carlos e Renato entraram falando alguma coisa sobre o pagamento da semana… e pararam no meio da frase.

Os dois anões ficaram congelados. Sabrina estava de joelhos, boca esticada no pau do Papai Noel, saia erguida na cintura, seios quase saltando da blusa aberta. Milton tinha as mãos nos cabelos loiros dela e a expressão de quem tinha sido pego no meio de um crime.

— Caralho… — foi a única coisa que Carlos, o calvo, conseguiu falar.

Sabrina tirou a boca do pau com um fio de saliva ainda conectando seus lábios à glande. Olhou para os dois por cima do ombro, sem nenhum constrangimento.

— Fecham a porta.

Eles obedeceram quase automaticamente.
— Vocês dois… — ela se levantou, ainda com a saia erguida, buceta brilhando.

— Vão ficar aí e assistir. E vão comentar. Quero ouvir o que acham. Se forem bons ajudantes do Papai Noel… eu dou um presente depois.

— Irão se comportar e ver o bom velhinho se divertir?

Os dois se entreolharam. O choque ainda estava estampado nos rostos, mas o volume nas calças verdes das fantasias já denunciava a segunda reação.

Milton, ainda ofegante, perguntou:

— Sabrina, isso é…
— Cala a boca e me fode — ela se virou, apoiou as mãos no banco de ferro e empinou o rabo.

— Agora. Se não quiser, eu sei que os dois querem.

O Papai Noel não precisou de mais convite. Segurou a cintura dela com as mãos grandes e enterrou o pau grosso de uma vez só. O gemido que Sabrina soltou ecoou no vestiário. Carlos e Renato ficaram parados perto da porta, olhos arregalados.

— Porra, olha o tamanho daquela bunda… — murmurou Renato, o ruivo.
— Tá engolindo o pau dele inteiro — respondeu Carlos, já passando a mão por cima da calça.

— Nunca vi mulher nenhuma fazer isso assim.

Sabrina olhou para eles enquanto era comida com força, o rabo batendo contra a barriga mole de Milton.

Ter plateia e os comentários era um acréscimo delicioso para a situação. Ela queria ouvir mais enquanto fodia.

— Falam mais. Quero ouvir.

Carlos abriu a calça e tirou o pau curto e grosso, começando a masturbar devagar.

— Tá com a buceta melada pra caralho… dá pra ouvir o barulho daqui.
— E os peito quase saindo — completou Renato, também se tocando.

— Ela planejou isso, né? Veio sem calcinha de propósito.

— Hummm, vocês repararam. Que delícia.

— Planejei — confirmou Sabrina, a voz quebrada pelas estocadas.

— Três dias andando com a saia roçando nessa xota sem nada por baixo… só esperando a hora.

Milton metia com força, a barriga batendo contra o rabo dela, ofegante, suado, como se não acreditasse no que estava acontecendo. Sabrina gozou primeiro, esguichando nas coxas, as pernas tremendo, mas não pediu para parar. Queria mais.

Quando Milton finalmente gemeu grosso e gozou dentro dela, ela se afastou com a porra escorrendo pela perna e se virou para os dois anões.

— Agora o presente.

Não precisou explicar. Carlos foi o primeiro. Ela o pegou no colo (a diferença de altura tornava tudo ainda mais absurdo e excitante), sentou em cima do pau grosso dele e começou a cavalgar ali mesmo, de pé, segurando nos ombros largos do anão. Renato se aproximou por trás e ela guiou a mão dele até seu cu ainda apertado.
— Também. Quero os dois.

Sabrina estava com um tesão animal por ver que iria foder com aqueles anões. Se o pai dela que falava que esse grupo não tinha condições de ter uma mulher boa na cama por causa da estatura (ouviu isso dele conversando com amigos), ficaria sem fala se soubesse que dois estavam fodendo a filha dele.

Eles a comeram ali, no meio do vestiário fedendo a suor de fantasia barata e sexo. Um na buceta, outro no cu, depois trocaram. Sabrina gozou mais duas vezes, barulhenta, sem nenhum pudor, enquanto os dois anões xingavam baixo e falavam as maiores putarias entre si.
Quando terminaram, os três homens estavam destruídos. Sabrina simplesmente se sentou no banco de ferro, ainda completamente nua, com porra escorrendo dela, e pegou um cigarro da bolsa que tinha deixado no armário. Acendeu com calma, puxou a fumaça fundo e soltou devagar.

Sabrina parecia não ligar se mais alguém aparecesse e visse a cena.

Carlos, ainda ofegante, olhou para ela.

— Moça… fumar aqui dentro é proibido. Se o fiscal aparecer você perde o emprego.

Sabrina soltou uma risada baixa, olhando para os três homens bagunçados, suados e ainda com os paus mole à mostra.
— É proibido fumar… — repetiu, arqueando uma sobrancelha.

— E fazer uma orgia no vestiário do Papai Noel é permitido?

Ninguém respondeu.

Ela puxou mais uma tragada, cruzou as pernas e sorriu, satisfeita.

— Relaxa. Eu não pretendo voltar amanhã de qualquer jeito. Já consegui o que queria desses três dias.

Apagou o cigarro no piso, se levantou nua e começou a se vestir devagar, sem nenhuma pressa, enquanto os três ainda tentavam processar o que tinha acabado de acontecer.

Na porta, antes de sair, olhou por cima do ombro:

— Feliz Natal, seus putos.

E fechou a porta atrás de si.

Foto 1 do Conto erotico: A Noite Devassa de Sabrina: Sexo com o Papai Noel e os anões flagraram.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Noite Devassa de Sabrina: Sexo com o Papai Noel e os anões flagraram.

Codigo do conto:
272504

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
17/09/2026

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