A busca pela primeira foda de verdade: Finalmente



Continuando à procura da verdadeira primeira foda.
Nos dois anos seguintes a esses acontecimentos, nada de especial aconteceu para além dos namoricos de ocasião com esta ou aquela miúda e nunca se passou grande coisa a não ser uns beijos ou uns apalpões na tentativa de conseguir alguma coisa, mas normalmente essas situações aconteciam na escola e acabei por nunca ter grande sorte. Até que um grande amigo meu foi estudar para outra cidade para fazer um curso de artes numa outra escola secundária, porque na nossa não havia. Ao fim de poucas semanas de ele estar nessa escola, ligou-me e perguntou-me se eu não queria ir ter com ele porque queria apresentar-me três amigas da turma delel. Dizia que eram umas completamente loucas e só faziam merda atrás de merda e duas delas andavam desesperadas para perder a virgindade. Eu como bom samaritano, e preocupado com o bem estar das moças que nem sequer conhecia, lá fui eu logo no próprio dia. Porque nunca se recusa uma hipótese de tentar comer umas conas. Aparentemente quando lá cheguei, o meu amigo já tinha falado talvez demasiado sobre mim a elas, porque elas já me conheciam melhor a mim do que eu próprio. Mas tranquilo, nem tudo é mau. Fui ter à porta da escola e em seguida fomos para um bar que só é praticamente frequentado por adolescentes e jovens adultos. Sentei-me a beber uma imperial e uma delas sentou-se ao meu colo ( uma das virgens), outra sentou-se ao meu lado ( a que supostamente não era virgem) e a outra ficou à minha frente ao lado do meu colega. Adorei, elas não tinham vergonha nenhuma na cara. A que estava ao meu colo começou a beijar-me o pescoço, levantou a minha t-shirt e começou com a ponta dos dedos a brincar com os meus mamilos e eu de caralho em pé por baixo das calças de ganga. A tesão era tanta que chegava a fazer doer, tenho quase a certeza que até os colhões estavam azuis. A outra que já tinha tido caralho dentro dela, reparou e começou a massajar-me por cima das calças e a terceira estava a tentar chamar a atenção do meu colega mas sem grande sorte porque ele gostava mais de futebol do que de putas. Bem, passando à frente. Isto foi-se repetindo durante algum tempo, mas sem grandes avanços. Elas eram muito doidas mas era só fogo de vista, nunca se tinha passado nada de especial a não ser os beijos ora com uma das virgens outra com outra e quando havia um bocadinho de álcool à mistura, havia uns beijos a três. Mais tarde a outra virgem fartou-se de tentar que o meu amigo lhe salta-se para as costas e mandou-me mensagem.
Se elas não se decidem, então quero eu uma oportunidade contigo. A minha resposta foi rápida:
Ok, queres que vá ter contigo onde?
Resultado, a primeira vez que nos beijamos, ela fez questão de ser à frente das amigas. O bom de quando elas são assim mais putas é que nem se chateiam umas com a outras e não se importam de ir rodando de mão em mão. Mas acabámos por não ter tido oportunidade para foder. As coisas não estavam fáceis. Nisto as outras duas num sábado começaram a ligar-me a perguntar onde eu e o meu colega estávamos. Eu disse que estava em casa e não sabia dela. Pediram-me para lhe ligar para ir ter comigo porque elas iam tentar arranjar boleia para ir ter connosco a minha casa ( casa da minha avó mas estava sozinho). Eu liguei e ele foi ter comigo. Elas ao fim de duas horas lá apareceram. A virgem agarrou no meu amigo e enfiou-se num dos quartos com o meu colega. A outra fechou a porta do meu quarto para ficarmos sozinhos. Sem perder tempo, começa os beijos e apalpões. Mais do que rápido começa a saltar peças de roupa, ela despe-me e começa a beijar todo e a descer pelo peito até as tetas baterem no caralho teso. Ela pára, olha para mim e pergunta:
Posso descer mais um pouco?
Podes e deves.
Ela desce, começa por dar beijos na cabeça do caralho, lambe toda a extensão do pau e abocanha os colhões um de cada vez, até que volta para a cabeça do caralho, abre a boca e deixa entrar até onde consegue e ali começa o vai e vêm maravilhoso. Teve a chupar uns minutos, e voltou para cima. Beijei a na boca para sentir o meu sabor na boca dela, adoro isso. Tirei a de cima de mim, beijei a, chupei as tetas como se fosse um bebe cheio de fome. Tetas empinadas e rijas próprias da idade, continuei a beijar e a descer, meto as mãos nas cuecas para lhas tirar mas ela agarra nas minhas mãos e disse que secalhar era melhor não porque estava menstruada. Eu não podia perder a oportunidade de dar a primeira verdadeira foda da minha vida. Olhei para ela e disse:
Quero que isso se foda. No fim de lavado fica como novo ( afinal um bom guerreiro, suja a espada de sangue).
Ela olhou-me nos olhos e disse que se eu não me importava, então podia ser. Só pediu para usar preservativo.
Meter o preservativo acabou por ser uma situação estranha. Ela tentou mas não conseguia de maneira nenhuma e eu também não estava a ser grande coisa. Já não me lembro bem mas acho que só no segundo é que aquilo ficou bem. Talvez tenha sido dos nervos e da falta de experiência, já que ela tinha pouca e eu não tinha nenhuma. Mas pronto, lá fomos andando, um pouco atrapalhados mas andando. Meti-me em cima dela, ela agarra no caralho e encaminha para o buraco da cona com cuidado para não sujar as mãos com o sangue. Eu vou enfiando na gruta devagar porque cada vez que empurrava mais um pouco, ela cravava as unhas nas minhas costas ou mordia-me o lábio ou a língua. No fim de estar todo enterrado naquela cona linda, fiquei quieto por um bocadinho para ela se acostumar com aquela invasão de carne. Até que ela começou a mexer o quadril lentamente e eu começo a fazer o vai e vem e a foder aquela puta linda. Estávamos completamente abstraídos de tudo e a foder que nem dois loucos, quando o meu amigo que estava no quarto com a outra amiga ( pensava eu que também estavam a foder), foi buscar um pouco do meu perfume e foi embora. Nós nunca parámos de foder mesmo com essas movimentações todas no meu quarto. Depois disso a outra amiga ficou no quarto connosco porque não queria estar sozinha e sentou-se numa cadeira que eu tinha virada para a cama. Sentou-se e ficou a ver a gente a foder. Tive para a convidar para participar na foda, mas aquilo estava uma javardice de sangue por todo o lado. E para além disso a falta de experiência era tanta que a foda foi toda na mesma posição do princípio ao fim. Quando me esporrei, tirei o caralho de dentro dela e com o preservativo completamente cheio de esporra, levantei-me e passei com o caralho cheio de leite e sangue encostado na cara da outra que estava na cadeira. Fomo-nos lavar, depois a que estava na cadeira ajudou a amiga a vestir-se e enquanto ela fazia isso perguntei-lhe:
O que se passou para ele se ir embora e te deixar sozinha?
Ela respondeu:
Não sei. Tava em cima dela, estava tudo a correr bem quando tirei o soutien e libertei as tetas. Assim que aproximei os bicos das mamas para ver se ele mamava nelas, tirou-me de cima dele e fugiu.
Fiquei quase convencido que ele não gostava de mulheres mas pronto, cada um gosta do que gosta. Eu também gosto e não morri por causa disso. Nisto ainda demos uns beijos a três e alguns só elas as duas mas pouco depois tiveram que ir embora porque já estava a ficar tarde.
E pronto, foi assim a minha primeira e verdadeira foda, que por pouco tinha sido um menage à trois, não fosse a outra puta estar com a menstruação. Mas a vida segue e essa foi a primeira de muitas. Espero que gostem, comentem e votem.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A busca pela primeira foda de verdade: Finalmente

Codigo do conto:
272541

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
17/09/2026

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