As mensagens no Whatsap da minha esposa com outro macho



**Oi, meu nome é Ricardo.**
Tenho 49 anos. Sou casado com a Camila.

Camila tem 34 anos, um metro e sessenta, setenta quilos. Branquinha de pele de leite, seios pesados e lindos que pesam na blusa, cabelo preto liso caindo pelas costas claras, coxas macias, bunda redonda e firme. Quatro anos de casamento. Sempre foi recatada. No sexo gemia baixo, quase nunca falava putaria, raramente pedia algo mais ousado. Eu, moreno claro, corpo normal, pau de treze centímetros, sempre achei que aquilo bastava. Que ela era daquelas mulheres de rotina, de carinho, de segurança. Até o dia em que tudo mudou.

Há poucas semanas descobri que ela estava conversando com um cara. Conheceu no Instagram. Ele comentou uma foto antiga dela de biquíni preto, daquela viagem que fizemos no ano passado. “Estou encantado com você, que corpo, que pés, estou apaixonado.” Ela não bloqueou. Respondeu. Em três dias já estavam trocando número e, logo depois, nudes. Eu clonei o celular dela. Consegui ler tudo no começo: as fotos dos seios pesados, da buceta depilada, os áudios dele prometendo foder sem dó, puxar o cabelo, encher de porra. E as respostas dela, cada vez mais molhadas. Mas ela desconfiou. Começou a apagar tudo. Toda vez que eu abria o WhatsApp Web, a conversa estava limpa. Vazia. Só o nome “Rodrigo” no topo e o silêncio. Mesmo assim eu sabia que eles continuavam. Sabia pelo sorriso dela pro celular, pela demora no banheiro, pelo jeito que chegava em casa com o rosto corado e os seios mais pesados debaixo da blusa. A ansiedade me comia por dentro. A raiva subia quente na garganta. E, ao mesmo tempo, um tesão descontrolado me dominava. Eu batia punheta todas as noites imaginando o pau grosso dele dentro dela, odiando cada segundo e gozando mais forte por causa disso.

Até que chegou o sete de setembro.

Camila saiu cedo para levar o filho dela — o menino de 14 anos — ao desfile. Eu saí com alguns familiares e disse que só voltaria no final do dia. Mas o tesão era tanto que não aguentei. Por volta das três da tarde inventei uma desculpa, entrei no carro e dirigi até uma rua tranquila, longe de tudo. Estacionei na sombra de uma árvore, abri o notebook no banco do passageiro e conectei o WhatsApp Web. O coração batia tão forte que eu sentia no pescoço.

A conversa estava aberta.

Eles estavam online.

**Rodrigo:** Já terminou o desfile?
**Camila:** Terminei. Deixei o menino jogando bola com os amigos. Voltei pra casa. Tô sozinha agora.
**Rodrigo:** Sozinha… que delícia. Tira uma foto pra mim.
**Camila:** [foto] Ela de costas, de shortinho preto, a blusa levantada, a bunda redonda e branca marcada pelo tecido.
**Rodrigo:** Porra, que bunda gostosa. Quero abrir esses glúteos com as duas mãos, cuspir no meio e enfiar a língua no seu cuzinho até você tremer. Depois vou te meter de quatro, segurando essa bunda e batendo forte até ficar vermelha.
**Camila:** Ai… que delícia. Tô molhada só de ler.
**Rodrigo:** Manda foto do cuzinho então.
**Camila:** [foto] Ela ajoelhada na cama, a calcinha puxada pro lado, a bunda erguida, o cuzinho rosado e apertado à mostra.
**Rodrigo:** Olha esse cuzinho… vou cuspir nele, enfiar o dedo devagar e depois meter meu pau grosso até o fundo. Quero te ouvir gemendo alto enquanto eu arrombo esse buraquinho. Vou te foder sem dó, puxando seu cabelo e te chamando de putinha.
**Camila:** Quero… quero muito. Tô queimando.
**Rodrigo:** Espera. Vou te mostrar como tô.

Ele mandou um vídeo de quase um minuto.
Eu cliquei com a mão tremendo.
A câmera mostrava o peito peludo, a barriga definida, e depois descia para o pau. Grosso. Cabeçudo. Veias saltadas. Uns dezoito, dezenove centímetros fáceis. Ele batia punheta devagar, a mão subindo e descendo, a cabeça brilhando de pré-porra. A voz saía rouca, dominante:

“Olha o que você faz comigo, Camila… tô aqui batendo uma só de imaginar essa bunda na minha cara. Vou te comer de quatro na minha cama, vou enfiar esse pau inteiro no seu cuzinho e te foder até você gozar escorrendo. Depois vou te virar, te colocar de joelhos e mandar você chupar limpo. Você vai engolir tudo, putinha. Vai ser minha.”

Eu estava duro pra caralho dentro da calça. O pau de treze centímetros latejava, dolorido, envergonhado. Continuei lendo.

**Camila:** Meu Deus… que pau lindo. Quero ele dentro de mim.
**Rodrigo:** Manda mais. Quero ver essa buceta também.
**Camila:** [foto] Deitada de costas, as pernas abertas, a calcinha preta puxada, a xota depilada, os lábios inchados e brilhantes.
**Rodrigo:** Porra, que buceta linda. Vou chupar essa xota até você gozar na minha boca. Depois vou meter fundo, sem capa, e te encher de porra. Quero sentir você apertando meu pau enquanto goza. Vou te foder até você não aguentar mais, te virar de quatro de novo e meter no cuzinho também. Você vai ser minha putinha o dia inteiro.
**Camila:** Tô louca pra sentir… quero você me comendo sem dó.
**Rodrigo:** Então vem. Quero te foder de verdade.

Foi aí que a ligação começou.
O WhatsApp mostrou “chamada de voz em andamento”.
Eu não conseguia ouvir, mas via o tempo correndo: um minuto, dois, três, cinco.
Meu pau doía. Eu abaixei a calça ali mesmo no carro, a mão já suja de pré-gozo, e comecei a bater devagar enquanto imaginava o que eles estavam falando. Imaginava a voz dela gemendo baixo, pedindo, falando que estava molhada. Imaginava ele mandando ela se tocar, descrevendo o que ia fazer com a bunda, com o cuzinho, com a buceta.

A ligação durou quase oito minutos.
Quando terminou, ela mandou a mensagem:

**Camila:** Nossa, eu gozei que parecia que você estava aqui. Estou queimando te desejando.

**Rodrigo:** Nossa, meu amor, só penso em você 24 horas.

Eu gozei.
Gozei forte, a porra saindo em jatos, sujando a mão, o volante, a calça. O corpo inteiro tremeu. A raiva e o tesão se misturaram de um jeito tão nojento que eu quase chorei. Eu desejava ela com outro homem a cada minuto. Desejava ver aquele pau grosso entrando nela, abrindo ela, fazendo ela gozar de um jeito que eu nunca tinha feito. E ao mesmo tempo odiava. Odiava a safadeza. Odiava o desconhecido. Odiava a mim mesmo por não ter coragem de admitir que eu sabia de tudo e que, no fundo, queria que continuasse.

Continuei olhando a tela, a respiração ainda ofegante, o pau mole e sujo.

**Camila:** Preciso te ver.
**Rodrigo:** Então vem. Meu apartamento. Amanhã à tarde. O menino na escola. Você vem, eu te como do jeito que você está pedindo. Te fodo no cuzinho, na buceta, te encho de porra e te mando embora molhada.
**Camila:** Claro. Quero sim. Vamos.

Eu li a última mensagem três vezes.
O coração batia tão forte que doía no peito.
Ela tinha aceitado.
Ela ia ao apartamento dele.
Ela ia ser fodida de verdade.

Eu limpei a mão na calça, fechei o notebook e fiquei olhando a rua vazia.
A raiva subia quente.
O tesão ainda latejava.
Eu desejava ela com outro homem.
E não tinha coragem de admitir.

Mas agora eu sabia.
Amanhã ela ia.
E eu, escondido, já estava imaginando cada detalhe.

Foto 1 do Conto erotico: As mensagens no Whatsap da minha esposa com outro macho

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Ficha do conto

Foto Perfil maritusenonius
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Nome do conto:
As mensagens no Whatsap da minha esposa com outro macho

Codigo do conto:
272745

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
20/09/2026

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