Falei com minha esposa que sei que ela está indo ver outro



Eu sou o Ricardo. Tenho 49 anos.
Minha esposa se chama Camila. Tem 34 anos, um metro e sessenta, setenta quilos. Branquinha de pele de leite, seios pesados e lindos, cabelo preto liso caindo pelas costas claras, bunda redonda e firme. Sempre foi recatada. No sexo gemia baixo, quase nunca falava putaria.

Há algumas semanas descobri que ela estava conversando com um cara chamado Rodrigo. Conheceu no Instagram. Em pouco tempo já trocavam nudes e mensagens sujas. Eu clonei o celular dela e li tudo. Fotos dos seios, da buceta, áudios dele prometendo foder sem dó. Ela respondia que estava molhada só de imaginar. Depois ela desconfiou e passou a apagar todas as mensagens. Eu só via a conversa vazia, mas sabia que continuavam.

No dia 7 de setembro ela levou o filho ao desfile. Eu saí mais cedo, estacionado numa rua tranquila e abri o notebook. Peguei a conversa ao vivo. Ela estava sozinha em casa, mandando fotos da bunda e do cuzinho. Ele mandava vídeo se masturbando e descrevia em detalhes o que ia fazer com ela. Depois de uma ligação ela escreveu que tinha gozado só de ouvir a voz dele e aceitou ir ao apartamento dele.

Eu estava desesperado.
Sabia que ela ia encontrar o outro. A imagem não saía da minha cabeça: Camila de quatro, os seios pesados balançando, o cabelo preto sendo puxado, aquele pau grosso entrando nela. A raiva me queimava. O tesão também. Eu não aguentava mais.

Na manhã seguinte chamei ela para jantar fora.
Ela estranhou. Ficou até encabulada.
— Jantar? Hoje?
— Hoje. Só nós dois. O menino fica com a minha irmã.

Ela aceitou.
Passou a tarde se arrumando com mais cuidado que o normal. Escolheu um vestido preto justo que marcava os seios pesados e a curva da bunda. O cabelo preto liso caía pelas costas claras. Quando saiu do quarto, o perfume era o mesmo de sempre, mas o jeito de andar parecia diferente.

O restaurante era discreto, luz baixa, mesas afastadas.
Pedimos vinho. Comemos. Rimos de algumas coisas bobas. Eu fingia normalidade. Ela também. Por alguns minutos quase parecia que nada tinha acontecido.

Foi no meio do prato principal que eu não aguentei.

Olhei para ela e falei, a voz baixa:

— Amor… eu te amo. Amo muito.
Mas eu sei que você está indo encontrar outro.
E que já se relaciona com ele por telefone.

O garfo dela parou no ar.
O rosto branquinho ficou ainda mais pálido. Os olhos se arregalaram. Ela abriu a boca e fechou de novo. Ficou muda. Completamente parada. Como estávamos em público, nenhum dos dois levantou a voz. O silêncio entre nós ficou pesado.

Eu continuei, mais baixo ainda:

— Eu te amo.
Se é isso mesmo que você quer… eu vou tentar entender.
Mas eu preciso saber.
Você quer me abandonar?

Camila ficou olhando para o prato por longos segundos.
As mãos tremiam de leve. Os seios subiam e desciam mais rápido sob o vestido preto. Quando finalmente falou, a voz saiu rouca, quase um fio:

— Não…
Não quero te abandonar.
Foi um deslize.
Eu não sei como chegou a esse ponto. Começou como brincadeira, mensagens bobas… e depois foi indo. Eu me deixei levar. Tinha momentos em que eu me sentia desejada de um jeito diferente. Mas eu não quero perder o que a gente tem. Não quero perder você.
Eu não vou mais fazer isso.
Juro.
Vou apagar tudo. Vou bloquear. Não vou encontrar ele.
Foi um erro. Um deslize grande. Mas acabou.

Ela levantou os olhos pela primeira vez.
Tinha um brilho úmido neles. Medo. Vergonha. Talvez um resto de tesão ainda escondido.

Continuei olhando para ela em silêncio por mais alguns segundos.
Então falei, a voz baixa e firme:

— Amor, sei que a curiosidade e a conexão que vocês criaram é forte.
A única coisa que eu preciso saber é:
Se você sair com ele… vai me deixar? Vai me trocar?

Ela arregalou os olhos.
Ficou incrédula, a boca entreaberta. As mãos apertaram o guardanapo com força. O rosto branquinho ficou ainda mais pálido. Ela abriu a boca para responder e fechou de novo.

Eu continuei, mais calmo:

— Se não… se não for para me trocar…
Eu deixo você ir.
Não tem problema.

O silêncio que veio depois foi mais pesado.
Camila me olhava como se eu tivesse enlouquecido. Os olhos pretos brilhavam, misturando medo, vergonha e alguma coisa que eu não conseguia nomear.

Eu inclinei o corpo um pouco para frente e falei mais baixo ainda:

— Relaxa, amor.
Me conta.
Você quer muito… não quer?

Ela engoliu em seco.
Pegou a taça de vinho com a mão trêmula e deu uma golada grande. Depois colocou a taça de volta na mesa e levantou os olhos para mim.

— Preciso ir ao banheiro — murmurou.

Ela se levantou, o vestido preto marcando a curva da bunda enquanto caminhava entre as mesas. Demorou quase sete minutos. Quando voltou, o rosto estava um pouco mais corado. O batom tinha sido retocado. Os olhos estavam diferentes — mais firmes.

A voz saiu baixa, mas clara:

— O que você quer saber, amor?

Eu respirei fundo e falei:

— Primeiro: você me ama?
Segundo: mesmo saindo com ele… você vai me largar?

Camila não hesitou:

— Claro, amor. Te amo demais.
E não vou te largar.
Mas… você quer mesmo que eu saia com outro?

Eu segurei a taça de vinho só para ter algo nas mãos. Então decidi contar o que eu mesmo mal conseguia admitir.

— Tenho que te contar um segredo então.
Quando eu descobri… eu fiquei puto. Queria te matar. Queria te largar na mesma hora.
Mas ao mesmo tempo um tesão descontrolado tomou conta de mim. Um tesão nojento, que eu odiava e que me fazia gozar todas as noites imaginando ele dentro de você.
E agora… agora eu quero que você realmente aproveite.
Eu sei da minha idade. Sei que não posso fazer o que um homem mais novo, mais forte, com um pau maior pode fazer. Sei que meu corpo já não é o mesmo. Sei que tem coisas que eu não consigo te dar do jeito que talvez você queira sentir. E isso me dói. Mas dói mais ainda imaginar você se segurando, se reprimindo… quando eu sei que você está desejando outra coisa.

Camila balançou a cabeça devagar:

— Não, amor. Nosso sexo é bom. Eu só me deixei levar…

Eu a interrompi:

— Mas eu quero você sentindo prazer de outras maneiras.

Ela ficou parada por um segundo.

— Sério?

— Sim.
O que você mais quer sentir?
Me conta.

Camila ficou vermelha até o pescoço.
Olhou para os lados, conferindo as mesas próximas, e só então inclinou o corpo para frente. A voz saiu tão baixa que eu precisei me aproximar para ouvir:

— Eu… eu tô doida pra sentir de novo um cacete grande.
Porque você sabe, né, amor… o seu é bom, eu gosto, mas…
Eu quero uma pegada forte.
Quero ser pegada de verdade. Quero que ele me vire de quatro, me segure pelos quadris com força e meta fundo de uma vez só. Quero sentir ele me abrindo, me esticando, me preenchendo completamente.
Quero apanhar.
Quero que ele bata na minha bunda enquanto mete. Palmadas fortes, que deixem a pele queimando e vermelha. Quero que ele puxe meu cabelo, force minha cabeça para trás e fale putaria no meu ouvido enquanto me fode sem dó.
Quero ser preenchida.
Quero sentir aquele pau grosso latejando dentro de mim, bem fundo, até eu não aguentar mais. Quero que ele goze dentro, que me encha até transbordar, que eu sinta a porra quente escorrendo pelas minhas coxas depois.
Eu… eu quero me sentir usada.
De um jeito que eu nunca senti com você.

Ela parou de falar e baixou os olhos.
As mãos tremiam. Os seios pesados subiam e desciam rápido sob o vestido preto.

Eu fiquei em silêncio.
O pau estava duro pra caralho dentro da calça.

Pedi a conta.
A voz saiu rouca. O garçom trouxe a maquineta, eu passei o cartão sem nem olhar o valor. Saímos do restaurante. O ar da noite estava fresco. Eu segurei o braço dela e a levei até o carro. Dirigi em silêncio por uns quinze minutos até encontrar uma rua erma, escura. Estacionei longe de qualquer poste de luz, desliguei o motor e olhei para ela.

Camila estava ofegante.
Eu não pedi permissão.

Passei a mão por trás do pescoço dela e a puxei para um beijo agressivo, molhado, cheio de dentes. Enquanto beijava, a outra mão já puxava o vestido para cima. O tecido subiu fácil. Ela não usava sutiã. Os seios pesados saltaram livres, os mamilos duros. Eu abaixei a cabeça e chupei um deles com força. Ela gemeu alto.

— Tira… — eu ordenei.

Ela se contorceu no banco e puxou o vestido por cima da cabeça. Ficou só de calcinha preta. Eu quase rasguei o tecido. A calcinha desceu pelas coxas brancas. A buceta dela estava encharcada.

Eu abri a calça e soltei o pau. Estava duro pra caralho. Camila passou a perna por cima de mim, segurou meu pau e encaixou a cabeça na entrada. Estava tão molhada que deslizou fácil. Ela desceu devagar até eu sumir completamente dentro dela.

Eu comecei a meter de baixo para cima, segurando a bunda dela.

— Continua contando — falei contra o peito dela. — Me conta o que você quer que ele faça.

Camila rebolava, subindo e descendo.

— Eu quero… ah… eu quero que ele me pegue forte… que me vire de quatro e meta de uma vez…
Quero sentir aquele pau grosso me abrindo… me preenchendo até doer…
Quero que ele bata na minha bunda enquanto mete… palmadas fortes… quero a pele queimando…
Quero que ele puxe meu cabelo… force minha cabeça pra trás… e fale que eu sou puta dele…

Eu metia mais forte.

— E aí? Você quer que ele goze onde?

— Dentro… — ela gemeu alto. — Quero que ele goze dentro… que me encha… que eu sinta a porra escorrendo depois…
Quero voltar pra casa com a buceta latejando e cheia… pensando nele…

Eu não aguentei.
Segurei a cintura dela e meti sem ritmo. Camila gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo. Eu gozei logo em seguida, descontrolado, enchendo ela.

Ficamos abraçados, ofegantes.
Eu beijei o pescoço suado dela:

— Amor… te amo.

Ela apertou os braços em volta do meu pescoço:

— Também te amo.

---

Chegamos em casa e não aguentei.
Mal fechei a porta e já a puxei até o quarto. Eu a empurrei na cama, abri as pernas dela e caí de boca na buceta sem nenhuma cerimônia.

Ela ainda estava cheia da minha porra.
Eu não me importei. Chupei tudo, lambei os lábios inchados, enfiei a língua fundo.

— Amor… — eu falei contra a buceta dela — você quer chupar o pau dele?

— Sim… — ela respondeu ofegante. — Vou chupar muito…

— Vai deixar ele gozar na sua boca?

— Você deixa, marido bonzinho?

— Sim. Deixo, amor.

Ela rebolou a bunda na minha cara.

— Então vou chupar… vou sentar no cacete dele… ele me alargando toda…
Quando você for meter depois… vai sentir eu toda arrombada…

Eu chupava com mais fome.

Camila puxou meu cabelo:

— E você gostou de chupar a buceta gozadinha da sua esposa, safado?

— Sim, amor… Seu maridinho vai chupar tudo…

Ela gozou na minha boca.
O corpo inteiro tremeu, as coxas apertaram minha cabeça.

Camila se virou, ficou de quatro e olhou por cima do ombro:

— Mete. Agora.

Eu ajoelhei atrás dela e enfiei de uma vez. Ela gemeu alto.

— Tá vendo, amor? — falou enquanto eu metia. — Por isso eu preciso de outro com um pauzão me comendo…

Eu bati na bunda dela com força. O som ecoou no quarto. Bati de novo. E de novo.

— Isso… — ela gemia. — Quero apanhar de verdade… quero sentir meu útero sendo cutucado…

Eu metia descontrolado.

— Fala mais — eu ordenei.

— Quero um pau maior… — ela gritava. — Quero sentir ele me abrindo… me preenchendo até doer… quero meu útero sendo esbarrado… quero apanhar enquanto ele me fode…

Eu não aguentei.
Segurei os quadris dela e gozei fundo, enchendo ela de novo. Camila gozou junto, o corpo inteiro tremendo.

Ela caiu de lado na cama, ofegante. Eu caí ao lado dela. Nos beijamos devagar.

Antes de apagarmos, ela falou baixo, a voz rouca contra meus lábios:

— Você quer ir quando eu marcar?

Eu disse sim.

(as fotos eu peguei do celular dela, que ela mandou pro safado)

Foto 1 do Conto erotico: Falei com minha esposa que sei que ela está indo ver outro

Foto 2 do Conto erotico: Falei com minha esposa que sei que ela está indo ver outro

Foto 3 do Conto erotico: Falei com minha esposa que sei que ela está indo ver outro

Foto 4 do Conto erotico: Falei com minha esposa que sei que ela está indo ver outro


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Ficha do conto

Foto Perfil maritusenonius
maritusenonius

Nome do conto:
Falei com minha esposa que sei que ela está indo ver outro

Codigo do conto:
273219

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
25/09/2026

Quant.de Votos:
2

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