Primeira vez que vi minha esposa com outra rola me transformei e ela também

Eu sou Ricardo. Tenho 49 anos.
Minha esposa se chama Camila. Tem 34 anos, um metro e sessenta, setenta quilos. Branquinha de pele de leite, seios pesados e lindos, cabelo preto liso caindo pelas costas claras, bunda redonda e firme. Sempre foi recatada. Até o dia em que descobri que ela trocava mensagens e nudes com um cara chamado Rodrigo. Eu li tudo, confrontei e acabei autorizando. Desde então eu incentivo. Quero que ela saia. Quero ver ela sendo comida por outro homem.

Eu estava doido pra ver minha esposa sair.
Super ansioso.
Transávamos quase todos os dias. De manhã antes do trabalho, à noite depois do jantar, no sofá enquanto o filme rodava sem ninguém prestar atenção. Cada vez mais safado, e o tempo todo eu falando que ela vai ficar linda com outra rola. Eu metia falando putaria no ouvido dela, ela gemia pedindo mais, e eu ficava imaginando outro pau no lugar do meu. A ansiedade me comia por dentro. Toda vez que ela pegava o celular eu prestava atenção no sorriso. Toda vez que o notebook mostrava o WhatsApp conectado eu abria escondido e lia.

Foi então que, para minha surpresa, ela retomou a conversa com o contatinho.

Eu estava no escritório, porta trancada, quando vi as mensagens novas.

**Rodrigo:** Camila… desculpa pelo outro dia. Eu fui babaca. Fiquei ansioso e acabei sendo grosso.
**Camila:** Foi bem chato mesmo.
**Rodrigo:** Eu sei. Me desculpa de verdade. Eu faço qualquer coisa pra gente se ver. Qualquer horário. Qualquer lugar. Você manda.
**Camila:** Não sei…
**Rodrigo:** Eu fico pensando em você o dia inteiro. Nesse corpo, nesses peitos, nessa bunda. Quero te pegar de verdade. Quero te comer devagar e depois te foder sem dó. Quero te ouvir gemendo meu nome.
**Camila:** Você fala cada coisa…
**Rodrigo:** Falo porque quero. Me dá outra chance. Deixa eu te mostrar como eu te quero. Você vai gostar. Eu prometo te tratar do jeito que você merece… e te foder do jeito que você precisa.
**Camila:** …
**Rodrigo:** Só um encontro. Só pra gente se ver. Se não gostar, a gente para. Mas eu sei que você vai gostar.
**Camila:** Deixa eu pensar.
**Rodrigo:** Pensa com a buceta também, gostosa. Porque ela tá pedindo.

Eu reli tudo com o pau duro dentro da calça. Corri para o banheiro e já bati mais uma, quem é viagra para superar tesão de corno.
A conversa continuou nos dias seguintes. Ele insistia com jeito, pedia desculpas de novo, mandava áudios baixos e safados, fotos do peito, do pau semi-duro. Camila demorava, mas respondia. Às vezes com um emoji. Às vezes com uma foto discreta. Às vezes com um “você é insistente hein”.

E aos poucos o desejo dela foi reacendendo.

Eu via nas mensagens.
Via no jeito dela sorrir pro celular.
Via no sexo: ela gemia mais alto, pedia para eu falar putaria, rebolava diferente.

E as mensagens estavam cada dia mais quentes.Rodrigo: Ainda tô pensando naquela foto que você mandou ontem…

Camila: Qual?

Rodrigo: Essa da calcinha preta puxada pro lado. Dá pra ver que você estava molhada.

Camila: Talvez estivesse…

Rodrigo: Eu queria estar aí agora. Te colocar de quatro nessa mesma cama e te chupar até você gozar na minha boca.

Camila: Hummm…

Rodrigo: Depois eu te virava, abria suas pernas e metia devagar só pra sentir você me apertando. Você gosta assim ou prefere que eu meta com força logo de uma vez?

Camila: Com força… eu gosto de sentir.

Rodrigo: Então eu ia meter fundo. Segurar sua cintura e te foder até essa bucetinha ficar vermelha e latejando. Queria te ouvir pedindo mais.

Camila: Você me deixa doida…

Rodrigo: Falo porque quero fazer. Quero te encher. Quero gozar dentro e ver escorrendo. Quero que você volte pro seu marido com o cheiro de porra ainda em você.

Camila: …

Rodrigo: Você ia gostar disso, né?

Camila: Talvez…

Rodrigo: Não é “talvez”. Eu sei que ia. Sua buceta já está pedindo. Manda outra foto pra mim agora. Quero ver como ela está só de ler isso.Eu li tudo com o pau duro latejando dentro da calça.

Ela demorou dois minutos e mandou a foto.

Uma noite estávamos na cama. A luz do abajur baixa. Eu metia devagar, fundo, as mãos segurando a cintura dela. Camila estava debaixo de mim, as pernas abertas, os seios pesados balançando a cada estocada. O quarto cheirava a sexo e perfume dela. De repente, entre um gemido e outro, ela falou baixo, quase um sussurro contra meu ombro:

— Amor… eu estou conversando de novo com ele…
Podemos tentar marcar sábado?

Eu pirei.

O sangue subiu quente. O pau latejou dentro dela. Segurei os quadris com mais força e comecei a meter com vontade, estocadas profundas e ritmadas, o barulho molhado da buceta enchendo o quarto.

— Sim — eu falei ofegante, a voz rouca. — Vamos marcar.
Em casa ou no motel. Você escolhe.
Quero ver você sendo comida. Quero ver esse corpo que é meu sendo usado por outro pau.
Fala que quer. Fala que quer ele te abrindo.

Camila arqueou as costas, as unhas cravando nas minhas costas. Os olhos estavam semicerrados, a boca entreaberta. Eu metia sem parar, falando no ouvido dela:

— Imagina ele te colocando de quatro. Imagina o pau grosso entrando. Imagina ele batendo na sua bunda enquanto mete.
Você vai gozar pra ele. Vai gozar e depois vai voltar pra mim.
Fala que quer, putinha.

Ela gemia alto agora, rebolando, empurrando a buceta contra mim.

— Quero… ah, porra… quero marcar… quero sentir…

Eu continuei metendo com força, descrevendo tudo o que eu imaginava: ela de joelhos chupando, ele puxando o cabelo, a porra escorrendo, eu chupando depois. Camila tremeu inteira. O orgasmo veio forte, o corpo todo em espasmo, a buceta apertando meu pau em ondas. Ela gozou imaginando. Gozou alto, o nome dele misturado com o meu no meio do gemido. Eu gozei logo em seguida, fundo, enchendo ela enquanto ainda metia.

Ficamos abraçados, ofegantes, o coração batendo no mesmo ritmo.
O combinado estava feito.

Sábado chegou.

Marcamos no bar. Um lugar discreto, luz baixa, mesas afastadas, música ambiente. Eu e Camila chegamos primeiro. Ela estava linda: vestido preto justo que marcava os seios pesados e a curva da bunda, cabelo solto, batom escuro. Eu olhava para ela e sentia o peito apertar de tesão e nervosismo. Havia uma cumplicidade estranha entre nós dois. A cada olhar trocado, um sorriso pequeno. A cada toque de mão sob a mesa, um entendimento silencioso. Nós sabíamos o que estava prestes a acontecer. E os dois queríamos.

Rodrigo chegou alguns minutos depois.
Alto, mais novo, corpo bem cuidado. Cumprimentou a gente com um sorriso confiante. Sentou. Pedimos bebida. A conversa começou meio travada, depois foi fluindo. Eu falava pouco. Observava. Via o jeito que ele olhava para os seios dela. Via o jeito que ela sorria de lado. Via a perna dela se mexer sob a mesa.

Em determinado momento eu levantei.

— Vou ao banheiro.

Fiquei lá dentro um tempão. Lavei o rosto. Olhei no espelho. O coração batia forte. Imaginei o que estava acontecendo na mesa. Imaginei as mãos dele se aproximando. Imaginei ela deixando. Quando finalmente voltei, eles estavam bem pertinho. As cadeiras quase coladas. Ele falava baixo no ouvido dela. Ela ria, o rosto levemente corado. A mão dele estava próxima demais da coxa dela.

Eu sentei de novo.

Rodrigo me olhou por cima do copo e falou, a voz calma, quase casual:

— Vamos pro motel?

O silêncio durou um segundo.
Eu olhei para Camila. Ela me olhou de volta. Nos olhos dela havia nervosismo, tesão e uma pergunta muda. Eu respirei fundo e acenei com a cabeça.

Pedi a conta na hora.

Pagamos.
Saímos os três juntos.
A noite estava fresca. O carro de Rodrigo estava estacionado perto. Camila entrou no banco da frente com ele. Eu entrei no de trás. Ninguém falou muito durante o caminho. O ar dentro do carro estava carregado. Eu olhava para a nuca dela, para o cabelo preto caindo pelas costas claras, e sentia o pau latejar dentro da calça.

Chegamos ao motel.
Camila olhou para mim uma última vez antes de entrar no quarto.
Eu segui atrás.

A porta se fechou atrás de nós.

A porta do quarto se fechou atrás de nós.

Rodrigo nem olhou para mim de imediato. Olhou para Camila. Ela estava tensa, os ombros levemente encolhidos, o olhar oscilando entre ele e eu. Era a primeira vez. Eu via isso no jeito que ela respirava, no jeito que apertava a alça da bolsa.

Eu abri a mini-geladeira do motel, peguei uma cerveja, abri e me sentei na poltrona do canto. Dei um gole e falei baixo:

— Fiquem à vontade.
Eu só vou ficar aqui.

Rodrigo assentiu. Depois se aproximou de Camila. Beijou a boca dela com calma, sem pressa. Ela retribuiu no começo com jeito tímido, os lábios cerrados. O beijo foi amadurecendo. As mãos dele subiram até o rosto dela, seguraram com cuidado. Camila ainda estava tensa, mas não se afastou.

Eu me afastei mentalmente. Fiquei só observando.

Ele foi um cavalheiro.
Despiu o vestido dela com cuidado, botão por botão, sem pressa. O tecido deslizou pelo corpo branquinho e caiu no chão. Os seios pesados ficaram livres. A calcinha preta foi a última a sair. Rodrigo a deitou na cama com delicadeza. Puxou as pernas dela para a beira do colchão. Ajoelhou.

Beijou o peito do pé direito. Depois o esquerdo. A tatuagem pequena contrastava com a pele clara. Ele subiu beijando a canela, o joelho, a parte interna da coxa. Camila fechou os olhos. Quando a boca dele chegou na buceta, ela soltou o primeiro gemido baixo.

Rodrigo chupava com vontade. A língua larga, os lábios puxando, o som molhado enchendo o quarto. Camila estava de olhos fechados, a cabeça jogada para trás, as mãos apertando o lençol. Os seios deliciosos subiam e desciam. Os gemidos foram ficando mais longos, mais soltos.

Ele parou só o tempo de colocar a camisinha.
Encaixou a cabeça do pau na entrada e penetrou devagar. Centímetro por centímetro. Camila prendeu a respiração. O rosto dela contraiu. Ele esperou. Quando ela afrouxou um pouco, ele começou a meter com mais vontade.

Aí ela se entregou.

Rodrigo meteu forte. Xingava baixo, a voz rouca:

— Que buceta gostosa… aperta assim… isso…

Dava tapinhas na coxa dela. Socava fundo. O barulho da pele batendo era seco e constante. Depois a virou de lado, ergueu uma perna e meteu de lado, mordendo o ombro branco enquanto enfiava. Camila gemia contra o travesseiro.

Eu estava com o pau na mão, batendo punheta frenética. A mão subia e descia rápido, o pré-gozo escorrendo. Eu não conseguia tirar os olhos.

Rodrigo a puxou para cima e a fez sentar nele de costas, de frente para mim. O pau sumia e aparecia entre as nádegas brancas. Camila ainda estava envergonhada. O olhar dela encontrou o meu e desviou na hora.

Eu levantei da poltrona, fui até a beira da cama e a beijei na boca. O beijo foi molhado, profundo. Falei contra os lábios dela:

— Te amo, meu amor.
Você está linda.

Algo nela quebrou.
O gelo derreteu. Os gemidos ficaram mais altos, mais livres. Ela começou a rebolar de verdade, sentando com vontade, a bunda batendo no colo dele. Rodrigo segurava a cintura e metia de baixo para cima. Camila gozou a primeira vez assim, olhando para mim, a boca aberta, um gemido longo e rouco saindo da garganta. O corpo todo tremeu.

Rodrigo não parou.

Tirou ela de cima, colocou de quatro na cama e segurou os tornozelos dela. As pernas ficaram esticadas para trás, a bunda erguida. Ele meteu de uma vez e começou a socar como um touro. Batia na bunda com a mão livre, puxava o cabelo, xingava, metia fundo e seco. O som era obsceno. Camila perdeu as forças. O rosto dela foi caindo no colchão. Os gemidos viraram gritos abafados. Ela gozou de novo, o corpo inteiro em espasmo, a buceta apertando o pau dele enquanto ele continuava socando.

Eu batia punheta sem parar, o peito arfando, os olhos fixos na cena.
Minha esposa.
De quatro.
Sendo comida.

E eu ali, assistindo, amando cada segundo.

Rodrigo segurou a cintura dela com mais força e olhou para mim por cima do ombro dela rindo e falando, tá gostando?

Ela então reforçou, a voz saiu rouca, ofegante:

— Amor, você tá com muito tesão?

_Tô adorando.

Camila, ainda sendo comida, respondeu só com um gemido abafado:

— Hum… hum…Ele me come gostoso demais corninho.

— Alisa a buceta dela, corno.

Eu obedi.
Me aproximei da beira da cama, ajoelhei e passei os dedos entre as pernas dela. A buceta estava encharcada, quente, os lábios abertos e brilhantes enquanto o pau dele entrava e saía. Eu esfreguei o clitóris inchado em círculos. Camila tremeu e gemeu mais alto.

Rodrigo riu baixo, metendo fundo:

— Tá vendo? Seu marido tá querendo mais que a gente.

Ela gemia descontrolada, a voz quebrada:

— Ah… porra… mais… assim…

De repente Camila tomou as rédeas.
Empurrou o corpo para trás, fez Rodrigo deitar de costas e subiu em cima dele só o tempo de tirar o pau de dentro. Depois desceu o rosto e caiu de boca no pau molhado dela mesma. Chupou com vontade, descontrolada, a cabeça subindo e descendo rápido, saliva escorrendo pelo queixo, os seios pesados balançando. O barulho era obsceno, molhado, guloso.

Ela parou só um segundo, olhou para mim com a boca brilhando e falou:

— Vem cá, amor… dá um beijo.

Eu fui.
Beijei a boca dela com tanta vontade que o gosto da rola de outro homem invadiu minha língua. Salgado, forte, misturado com o gosto dela. O beijo foi molhado, profundo, desesperado. Eu não aguentei. Gozei ali mesmo, de pé, a porra saindo em jatos enquanto ainda beijava a boca suja dela.

Camila sorriu contra meus lábios, a voz rouca e safada:

— Ah… meu corninho tá gostando…

— Sim…

— Você é meu corninho bonzinho…

— Sim…

Ela voltou a chupar.
Agora ainda mais safada. Segurou o pau dele com as duas mãos, abriu a boca bem larga e engoliu até quase o fundo. A língua rodava na cabeça cada vez que subia. Fazia barulho de sucção, puxava as bolas, lambia o pau inteiro de baixo para cima e engolia de novo. Os olhos marejados de tesão. Rodrigo segurava o cabelo preto dela e gemia baixo. Ele socava na boca dela, com vontade sem dó, ela amando. Eu fui por trás e lambi sua buceta.

Ele não aguentou.
Segurou a cabeça dela e gozou na boca. Camila não se afastou. Recebeu tudo, a porra escorrendo pelos cantos da boca, pingando no queixo, nos seios. Ela se lambuzou toda de propósito, a língua saindo para limpar o que tinha escorrido.

Eu vi aquilo e bati punheta de novo, frenético. Gozei pela segunda vez, a porra caindo no chão do quarto enquanto ela ainda tinha a boca suja.

Camila me puxou pela mão, me beijou de novo (o gosto da porra dele ainda forte) e depois se virou de quatro na cama, olhando por cima do ombro:

— Mete em mim, corninho.

Eu enfiei de uma vez.
A buceta estava frouxa, quente, escorregadia da porra dele e da saliva dela. Eu socava sem dó, segurando a cintura, lambendo o rosto suado dela, beijando a boca ainda com gosto de outro pau. Falava sem parar, a voz rouca e descontrolada:

— Minha puta… safada… cachorra…
Puta… vadia…
Olha como você está… arrombada…   
Minha putinha safada…

Camila gritava, empurrando a bunda para trás.
Gozamos juntos, feito loucos. O corpo dela tremeu inteiro, a buceta apertou meu pau em espasmos fortes, e eu gozei fundo pela terceira vez, enchendo ela ainda mais.

Caímos na cama, ofegantes, suados, o cheiro de sexo e porra impregnado no quarto.

E assim eu virei corno oficialmente.

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Comentários


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marcosodono Comentou em 30/10/2026

Nossa que conto delicioso, quero uma mulher assim gostosa e linda

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pikaeporra Comentou em 30/10/2026

Sonho em ver minha esposa galopando da pika de outro cara, mas ela nõa aceita. Disse que quem tem tais vontades não ama a esposas.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Primeira vez que vi minha esposa com outra rola me transformei e ela também

Codigo do conto:
275898

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
30/10/2026

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