A vez que eu fiz meu (ex) namorado de corno

Às vezes eu penso que sou uma mulher muito má, mas eu juro que eu não fiz por mal. Quer dizer, talvez um pouquiiiinho, mas dá pra perdoar, vai.

Recentemente eu contei que dei pro irmão do meu ficante, e isso me lembrou outra história, bem mais antiga.

Eu tinha acabado de fazer 22 anos na época, não tinha nem dois meses. Eu namorava com um menino há quase um ano. Ele era dois anos mais velho que eu. Nosso relacionamento não era dos melhores, sinceramente. Já disse, tenho péssima experiência com relacionamentos, mas o sexo era bom, por isso eu fiquei bastante tempo. Acontece que esse rapaz tinha o fetiche em ser corno.

Ele já havia me contado sobre esse fetiche bem antes, bem antes mesmo, pouco depois de começarmos a namorar, mas eu nunca liguei muito. Eu não achava muito esquisito, afinal eu também tenho os meus fetiches, mas eu nunca pensei "ah, eu vou realizar". Mas, um dia, eu realizei. Isso aconteceu porque a gente tava na cama, naquele rala e rola bom, sabe? Ele começou a falar que tinha vontade de me ver com outro homem, que ele queria assistir, e eu fui dando corda e dando corda...quando eu vi, tava batendo uma punhetinha nele, falando que eu ia dar pra fulado, pra ciclano (com nomes mesmo), e chamando ele de corninho, de pau pequeno (nem era). No final, eu fiquei com aquilo na cabeça. Perguntei pra ele se ele realmente queria, e mesmo sem tesão ele disse que sim.

— Com quem? — eu perguntei.
— Quem você quiser — ele falou.

Eu imediatamente pensei num amigo dele. Era um cara bonito, de dread, um preto bem delícia, sabem? Eu tinha ele no Instagram, sempre curtia as fotos dele na praia e coisas do tipo. E gente, a gente sabe, né? Um negão bem dotado é a melhor coisa que tem. Então, eu sugeri ele.

— Pode ser. Você quer? — ele perguntou.

Falei que sim. Conversamos mais um pouquinho sobre e ficou acordado que ele falaria com o amigo dele. Nem morta que eu ia ser a primeira a mandar mensagem. Que vergonha. Maaaaas, um dia, o amigo dele me chamou no Insta. Falei "é agora". E era mesmo. Disse que meu namorado tinha conversado com ele e tals e ele pediu pra conversar comigo pra ter certeza. Eu confirmei — É CLARO — e marcamos já pro final de semana seguinte.

E gente. Naquele final de semana eu me acabei na pica. Ai jesus.

Fomos pra um motel. Na época, não tinha como ser na casa de nenhum dos dois. O corninho pagou uma suíte 24hs — que foi caro pra cacete, era um dos melhores motéis da região. No começo eu tava meio assim, né, um pouco tímida, e o cara também. Super normal, sinceramente. Mas aos poucos a gente foi se pegando devagarzinho. Meu namorado até participou no comecinho, me deu uns beijinhos, umas pegadas, foi bem gostoso, mas depois foi só eu e o delícia do amigo dele.

Quando aquele homem sentou na cama, eu me ajoelhei e abaixei a calça dele...meu pai do céu. Gente, mole era do tamanho do pau do meu namorado. MO-LE. Eu sei que quando é grande assim, dificilmente aumenta depois de duro, mas ainda ficou um pouquinho maior quando endureceu. Peguei aquele pauzão grosso, veiudo, lindo, olhei pro meu namorado e dei um sorrisinho. Até ele deu risada. Minha mão fechava direitinho ao redor, mas não sobrava dedo.

Eu mamei até a boca ficar seca. Aaaaamo pagar um boquetinho molhado, e meu namorado me assistindo me deu mais tesão ainda.

— Bate com ele na sua cara, amor — meu namorado falou.
— Assim, ó? Assim que cê quer, seu corno? — eu falei, segurando aquela tora preta deliciosa e batendo na minha cara. Já tava todo molhado do meu boquete, então sempre que eu batia, fazia aquele sonzinho, sabe? Aquele som grudento, cheio de baba. E eu lá — PLÁ-PLÁ-PLÁ —, criando um monte de caminho de baba, da minha bochecha pro pauzão dele.

Eu gemia mamando aquele pau delicia, ai que saudades. Meu namorado tava sentado numa cadeira no canto do quarto. Quando ele puxou o dele pra fora, bem duro, eu tive uma ideia maravilhosa: levantei de onde eu tava, puxei o amigo dele pelo pau e coloquei ele bem do lado do meu namorado. Peguei um em cada mão e não tive pena. Comecei a dar risada.

— Nossa, amor, que pau bosta — eu falei, punhetando o amigo dele e só encostando no pau dele.
— Para, mor.
— Para? — eu falei, rindo de novo. Cheguei perto dele e cuspi na cara dele. — Fica aí na tua punheta de bosta, eu vou é me acabar na pica.

Empurrei o negão pra cama e foi surra de buceta até ele gozar.

— Me chama de puta, chama — eu falava, e o cara obedecia. Agarrou meu pescoço uma hora que eu quase fui pro céu. Me senti um brinquedinho. Amo me sentir assim.

Meu namorado tava só na punhetinha. Ele se empolgou demais. Gozou muito rápido.

— Ai, mor, eu gozei, caralho — ele falou, e mais não sei o que, e eu lá, sentando naquele pauzão.
— Tá bom — eu falei. Tava nem aí pra ele.
— Mor, eu gozei.
— Eu já escutei, caralho, porra. Que chato, mano.

Era o sonho dele ser humilhado assim, só que eu acho que tem gente que não aguenta ver o sonho se tornar realidade.

— Mor, me respeita, olha pra mim.
— Ai, caralho, que que foi, velho? — eu virei, fingindo tá putassa, e realmente tava ficando. Ele não queria ser corno? Não queria ser humilhado? Então aguenta, queridão!

Ele ficou reclamando, mas eu disse, às vezes eu consigo ser má. Saí de cima daquele gostosão, puxei ele e fiquei de quatro em cima do meu namorado. O pau dele tava murcho já, tudo gozado, e eu tava encarando ele. O negão começou a meter sem dó.

— Não era isso que você queria, seu corno? Ein? Não era isso? Agora vai aguentar. E se reclamar de novo, nunca mais eu faço. Porra.

Ele ficou caladinho. Hoje eu sei que o homem, quando goza, meio que perde todo o tesão. Então tipo, ele tava "sóbrio", assistindo a namorada sendo fodida pelo amigo, que era mais gostoso, mais bonito, maior, mais pauzudo. Se eu soubesse que a humilhação tava sendo tão cruel assim, eu tinha era feito mais! Eu tava levando surra de piroca de quatro, olhando no fundo dos olhos do meu namorado. Agarrei no pescoço dele, gemi bem alto, bem gostoso, só pra ele ficar putinho. "Ai, mor, é muito grandeee", "ele tá me comendo muito mais forte que você", "acho que agora eu só quero ele, amor", "vai, mete pro corninho ver, mete, vaaaaai, por favoooor".

E o negão atrás, só pirocada e tapão na raba! Minha bunda ficou vermelha até o dia seguinte.

Eu gemia tanto, tão alto. Eu só queria que aquele filho da puta me pagasse pelo relacionamento merda que eu tinha. Mandei o cara puxar meu cabelo e ele puxou, metendo até as bolas. Nossa, que delícia. Eu pingava no chão do motel. De verdade. Eu tava MUITO molhada. E eu o meu namorado lá, virando o olho, tentando não olhar a namorada dele sendo usada IGUAL UMA PUTA por outro. O que eu mais gostava era gritar "AI, AMOOOOOOOR", eu sei que isso era o que mais doía no arrombado. "Amor, eu quero ele todo dia, tá bom?"

— Chega, Delirio, meu, eu não quero mais, me larga.

Mas eu tava pouco me fodendo (quem tava me fodendo era o amigo dele hahaha). No fundo, ele não queria sair. Eu sou baixinha, magrinha, ele podia me levantar, mas decidiu ficar putinho. Nasceu pra ser corno mesmo, só pode. Decidi aumentar a humilhação: passei o dedo na buceta — toda melada — e depois esfreguei na cara dele, falando:

— Olha, amor, olha como ele me deixa molhada. Você não me deixa assim, seu corno.

Acho que nessa hora o tesão tava voltando, porque ele nem reclamou. Só aceitou e depois quis me beijar. Óbvio que eu não beijei.

— Fala "eu sou corno", fala.
— Eu sou corno — ele disse.
— Mais alto, porra. "Eu sou corno!"
— Eu sou CORNO! — ele gritou, e eu só ri.

Um homem com tesão é tão facilmente manipulável.

— Vai ver a temperatura da jacuzzi — eu falei.

Saí de cima pra ele levantar e com isso voltei pra cama. Deitei de barriga pra cima e aquele homão gostoso veio metendo por cima, levantando minhas pernas, ai caralhooooooooo.

— Fode gostoso, isso, aiii. Come a mulher do seu amigo, come. Você come tão melhor que ele. Corno! Vem ver!

Ele tinha acabado de sair da sala, a jacuzzi era num lugar fechado hahaha. Quando ele voltou, mandei ele segurar minha mão e olhar bem de pertinho aquele pau entrando e saindo de mim. Segurei o cabelo dele, puxei mais pra perto.

— Olha, olha! Tá vendo? Tá vendo como é um pau de verdade? Seu merda.

E quando ele me fez gozar? Gritei tão alto, agarrei ele com as pernas e fiz questão de encarar o corno enquanto eu tremia. Bem feito pra ele, por ser um namorado merda.

Pouco depois, foi o negão quem gozou.

— Eu vou gozar — ele falou. — Porra, eu vou gozar.
— Goza, enche minha buceta, enche.
— Tá maluca, Delirio? — meu namorado falou.

Puxei o cabelo daquele corno tão forte que eu achei que fosse arrancar. Pressionei a cabeça dele na minha barriga, olhando pro pauzão entrando e saindo, e falei:

— Cala a boca. Goza, vaiiii, enche toda essa SUA bucetinha.
— Tem certeza? — o amigo dele perguntou.

Meu namorado tava tentando falar não, mas eu não deixei.

— Ignora o corno, vai, tô na pílula, pode encher tudinho.

Mas ele acovardou. Tirou de dentro. Acho que ele não gozava a uma semana, leitou tudo na minha barriga. Tentei fazer o corno limpar com a língua, mas ele não quis. Era demais pra ele, eu acho. Até corno tem limite, né?

Fomos pra jacuzzi logo depois. Fiquei agarradinha entre os dois. Não tava mais com tanta raiva assim do meu namorado. Mas ainda transei mais uma vez de madrugada com o amigo dele, quando meu namorado já tava dormindo. Ele acordou, olhou, segurou minha bunda e ficou assistindo eu cavalgar o amigo dele em silêncio.

Infelizmente, depois desse dia, não rolou mais. Acho que ele se arrependeu. Eu queria muito terminar, não aguentava mais, e eu sabia que se eu pressionasse esse botão, eu conseguiria ou terminar, ou humilhar mais vezes esse cara. No final, terminamos.

Não deve ser segredo que eu continuei dando pro amigo dele, né? Hahahaha. NOSSA, EU AINDA FIZ MEU EX PAGAR! Eu tinha me esquecido completamente disso. Falei pra ele que o cartão tava atrasado, que a multa ia vir gigantesca e se não tinha como ele me emprestar só o que faltava pra completar a fatura. "Eu te pago depois, prometo", eu falava. E ele dizia "não precisa, fica em paz" e não sei o que. E a fatura tava atrasada? NÃO HAHAHAHA. Eu ia era pro motel dar pro amigo dele. Infelizmente, só tive coragem de fazer isso duas vezes. Mas, valeu a pena, né?

Hoje em dia, não tenho mais contato com esse amigo, nem com meu ex. Me pergunto se ele fala pras namoradas dele que ele gosta de ser corninho, ou se conta essa história pra alguém. Acho que não. Deve ter medo de achar outra louca igual eu.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A vez que eu fiz meu (ex) namorado de corno

Codigo do conto:
273675

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
01/10/2026

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