-Lee: Está tudo bem amor? (Acho que percebeu como estava pensativo e mais quieto).
-Max: Sim, tudo bem! Só estava pensando na noite de ontem, e mais uma vez, como estamos indo longe com nossas fantasias, as vezes fico com medo de perdermos o controle e ficarmos expostos ou até acontecer algo.
-Lee: Eu sei, também estava pensando nisso no banho, na verdade estou com uma “montanha russa de sentimentos” ao mesmo tempo que fico preocupada, imagina se tinha alguém conhecido lá ontem, e sinto que eu não consigo mais controlar isso, eu tenho vontade de fazer novamente, sinto prazer só de pensar em fazer mais, bebo e quero aprontar, é difícil de explicar. O problema é que não paro de pensar nisso, fico lembrando as coisas que fizemos e fico com vontade, essa semana eu estava subindo pelas paredes aqui, estou com muito tesão, mas depois que passa o tesão eu fico preocupada e com vergonha, estava pensando, aquele senhor de ontem deve ser casado, com filhos, e a gente transando na frente dele, é estranho. (disse de forma tranquila).
-Max: É, olhando por esse lado, é estranho mesmo, mas não te dá tesão? Porque eu, mesmo com tudo isso, ainda sinto muito tesão quando lembro. (perguntei de forma amistosa).
-Lee: O que você acha? Só de lembrar da cara dele encarando minha bocetinha toda melada, a cara de desejo dele, e você todo safado metendo em mim, na frente dele, meu tesão só aumenta... (Falou me provocando com um olhar safado e abrindo as pernas mostrando a bocetinha).
-Max: Acho que vou ter que assumir que namoro uma puta e ela é safada demais! (disse sorrindo e colocando a mão em sua perna, perto da bocetinha e dando um beijo).
-Lee: Sou mesmo! E você gosta... (disse abrindo toda a toalha e mostrando seu corpo).
-Max: Ontem estava roubando a atenção no puteiro, era a puta mais gostosa...(disse provocando, já pensando em lhe agarrar).
Puxei ela em minha direção, colocando a mão sobre seu grelinho e iniciando uma siririca lenta e safada, ela colocou a mão dentro do meu short e segurou com força em meu pau, quando fui me levantar para agarrar Lee e começar a lhe beijar, o interfone toca, levei até um susto, olhei para ela sem entender, não somos de receber visitas sem avisar, muito menos no sábado de manhã. Lee foi em direção ao interfone, pois estava mais próxima dele, eu a segui, e para provocá-la, assim que atendeu eu cheguei a agarrando por trás, e fui colocando a mão novamente na sua bocetinha, ela se assustou um pouco, mas gostou da brincadeira e começou a conversar pelo interfone enquanto eu a masturbava lentamente, achamos que seria algum engano de apartamento, mas logo Lee desliga e já me afastando diz:
-Lee: É o rapaz que vai fazer a manutenção no ar-condicionado! Ele me avisou na semana passada que viria hoje, mas eu me esqueci completamente! Ela já esta subindo...
Lee foi em direção ao quarto para se trocar e eu coloquei uma camiseta e fiquei aguardando o rapaz chegar, não demorou e logo ele já estava entrando em nosso apartamento, se apresentou, seu nome era Gilson, um senhor na casa dos 50 anos, carregava uma maleta de ferramentas, era meio gordinho e muito simpático, com ele estava um jovem, por volta de 16 anos, como Lee estava no quarto, onde fica o ar, pedi para eles se sentarem e esperar um pouco, ofereci um café e uma água, mas ambos recusaram, avisei que minha namorada estava se trocando e já sairia, enquanto isso fui até a cozinha guardar o que sobrou do café da manhã e estava colocando as coisas na geladeira escuto nosso visitante e Lee se apresentando, de onde estava só conseguia ver o Sr. Gilson e seu ajudante, Lee diz a ele para entrar no quarto e vejo ele se levantar e ir, então continuo limpando a mesa e comecei a lavar a louça do café quando vejo Lee parada na porta da cozinha, não acreditei no que vi, ela estava usando uma camiseta branca, minha, seus seios estavam marcando no tecido, não tinha transparência, mas desenhava todo o seio, a camiseta ficava longa e parecia um vestido curto, nada muito explicito, até mais comprida que alguns de seus vestidos, mas certamente deixava ela uma delícia, e ao olhar melhor, parecia que não usava mais nada por baixo, não era possível ver um short ou o sinal da calcinha. Sr Gilson e seu ajudante estavam no quarto, podíamos ouvi-los trabalhando. Ela me olhou com uma carinha safada e fez aquele olhar sapeca, sem dizer uma palavra, era como se pedisse minha permissão para continuar daquele jeito, como se quisesse me provocar, e desejava saber se funcionou, se eu caí na sua provocação. Senti muito tesão, não consegui esconder, ela então se aproximou, chegou bem perto do meu ouvido, apertou meu pau sobre a roupa e disse sussurrando.
-Lee: Posso ficar assim, ou você quer que coloque outra roupa? Não é assim que você quer, bem putinha? (quase que em tom de desafio, como que me dizendo que vai ser safada e eu que vou ter que impor o limite).
A agarrei, a puxando para dentro da cozinha, e a beijei, passei a mão por baixo da sua camiseta para saber se estava mesmo sem calcinha, mas senti que estava usando algo, levantei um pouco a camiseta e vi que usava um short de tecido fino, agarradinho e bem curto, daqueles de dormir que marcam tudo. Dei mais alguns beijos passando a mão sobre sua bocetinha, mas por medo, resolvi a soltar, retomei o juízo, e fui até o quarto saber como que estava indo o serviço, ao chegar o Sr Gilson estava sobre uma pequena escadinha, mexendo no ar, seu ajudante em pé ao seu lado, Lee também veio e parou atras de mim, ficava fazendo perguntas para o coitado, sobre como estava nosso ar, fazendo com que eles precisassem olhar, talvez tentando me provocar. Acho que por medo, por eu estar ali, Sr. Gilson nem olhava para ela, respondia e continuava o trabalho, já seu ajudante sempre tentava disfarçar seus olhares, mas não conseguia. Ficamos um pouco olhando o Sr Gilson trabalhar, conversamos um pouco, mas Lee logo resolveu sair e eu fui atras, ficamos na sala onde não havia ângulo de visão para o Sr. Gilson e seu ajudante, encostados na parede perto da porta, Sr. Gilson ligava e desligava o ar, as vezes alguma ferramenta, e sempre que fazia barulho, Lee me provocava, me beijando e passando a mão sobre meu pau, ficava dizendo bem baixinho em meu ouvido, que iria tirar o shortinho, quando voltava o silencio do quarto, sem dizer nada, apenas com olhares e algumas insinuações continuava me provocando, percebi que aquele dia ela estava muito excitada, mais safada que o normal, depois da loucura da noite anterior.
Puxei ela para o canto ainda mais escondido, um pouco mais distante da porta do quarto, mais difícil deles nos ouvirem, quando Sr. Gilson voltou a fazer barulho, coloquei a mão por dentro de seu short e comecei a passar a mão em sua bocetinha, ela falava baixinho em meu ouvido “não começa, assim já é demais, muito perigoso”, ela tentou sair, podíamos ouvir os dois conversando no quarto, segurei em seu braço e a virei de costas para mim, ela com cara de safada apoiou as duas mãos na parede e ficou me olhando sobre os ombros mordendo os lábios, demonstrando todo seu desejo, fui puxando seu short um pouco para baixo, coloquei meu pau para fora do short e comecei a passar meu pau na entrada de sua bocetinha, ela falava em meu ouvido, toda manhosa, “para com isso, é arriscado demais”. Cheguei pertinho de seu ouvido e provoquei “é só um pouquinho, só para esquentar, não é assim que você gosta?”. Enfiei a cabeça do meu pau em sua bocetinha, comecei a mexer forçando entrar, e ao mesmo tempo fui descendo mais seu shortinho, ela mexeu as pernas, fazendo cair até os pés, como ela estava sem calcinha, ficou só de camiseta, senti ela com mais tesão. Ela segurando a respiração falou baixinho “para com isso safado, é um senhor e um menino, trabalha nos outros aps e conhece todo mundo”, mas continuou ali, sem se afastar, forçando seu corpo para que a penetrasse mais fundo (parecia só estar fazendo charme).
Estava escutando Sr. Gilson mexendo no ar, enquanto estávamos ali com muito tesão, a penetrava bem devagar, senti ela cada vez mais ofegante, até que voltou o silencio, e ouvi Sr. Gilson mandando o garoto guardar as ferramentas, não demorou e o Sr. Gilson fez barulho descendo da escadinha, me afastei um poco de Lee, abaixei e peguei seu shortinho no chão, a deixando somente de camiseta e fui em direção a porta do quarto, parando ainda do lado de fora, escondendo a “barraca armada”. Sr Gilson e seu ajudante estavam guardando as ferramentas em sua maleta, e sem olhar para mim, disse que precisava ir até a parte externa do ar condicionado e me perguntou se seria possível ir pelo nosso apartamento, expliquei que poderia chegar a parte externa através de uma escada que levava até nossa área de serviço, ele saiu do quarto e passou por Lee que estava parada próximo a porta da cozinha, Sr. Gilson não conseguiu segurar o olhar, mas foi discreto, mas seu ajudante olhou sem esconder que havia gostado, seguindo em direção a porta que dava para lavanderia, mostrei a escada e ele foi subindo, enquanto isso voltei, beijei Lee e mostrei seu short amassado em minha mão, e provoquei, “está gostando de ficar assim?”, ela sorriu bem safada e disse somente com os lábios, sem soltar som, “Hoje você me paga”, sai andando em direção a escada e fui ao encontro do Sr. Gilson, fiquei acompanhando o trabalho, ao terminar o serviço, depois de algum tempo o Sr. Gilson foi na frente retornando para nosso apartamento e eu aproveitei para guardar rapidamente algumas coisas que estavam fora do lugar e fui logo em seguida, quando cheguei Lee estava conversando com o Sr. Gilson perto da porta, segurando uma caneca de café na mão, ainda só de camiseta, enquanto ele desviava olhar, seu ajudante encarava os seios de Lee marcando a camiseta, ao me ver ele disfarçou um pouco, Sr. Gilson visivelmente constrangido, olhava para o rosto de Lee, quase sem se mexer, cheguei me despedi e eles foram embora. Assim que fechou a porta Lee me entregou a sua xicara de café, se abaixou, me puxou e começou a me chupar, em pé, ali perto da porta, quando sentiu que eu estava com muito tesão, parou, se levantou, pegou sua xicara de café e saiu, me provocando.
-Lee: Agora você sabe como é quando te provocam e não terminam o serviço! (sorriu maliciosamente)
Sai andando atrás dela, mas ela só pegou o shortinho, vestiu, e disse de forma safada...
-Lee: Agora vamos arrumar essa bagunça que eles fizeram, mais tarde a gente resolve isso!
Lee foi arrumar a bagunça no quarto enquanto eu guardava o restante das coisas. Em pouco tempo, o apartamento estava novamente limpo e organizado.
Já estava na hora do almoço, então resolvemos preparar alguma coisa rápida ali mesmo. Depois de comer, fomos tirar aquele cochilo preguiçoso típico de sábado.
Acordamos por volta das quatro da tarde.
Lee se sentou no sofá enquanto eu pegava dois copos e uma lata de cerveja. Coloquei alguma coisa na televisão e me sentei ao lado dela. A TV estava ligada, mas nenhum dos dois prestava muita atenção. Nossa conversa passava de um assunto para outro: faculdade, trabalho, viagens, planos para os próximos meses.
Até que Lee pegou o celular.
— Amor, preciso te mostrar uma coisa. Não falei antes porque você estava viajando e não ia poder fazer nada. Acho que só ia te deixar preocupado. Mas agora que você está aqui... preciso te mostrar.
O jeito como ela falou mudou completamente o clima da conversa.
Lee se aproximou de mim, abriu o WhatsApp e procurou uma conversa.
Era Lucas, seu amigo da faculdade.
Mensagem no celular — Quarta-feira
Lucas: Oi, Lee. Tudo bem? Quase não nos vimos na faculdade esta semana. Só queria dizer que, se quiser terminar aquele trabalho que começamos, é só me avisar.
Ela não havia respondido.
Na quinta-feira, ele insistiu.
Mensagem no celular — Quinta-feira
Lucas: Oi, Lee. Não me respondeu. Está chateada comigo? Se fiz alguma coisa que você não gostou, pode falar. Vou esperar sua resposta.
Algumas horas depois, Lee respondeu.
Lee: Oi, Lucas. Está tudo bem. E você? Acho melhor a gente não fazer mais trabalhos juntos. Mas não aconteceu nada, não, esta tudo bem... mas é melhor esse assunto morrer aqui.
A resposta dele veio pouco depois.
Lucas: Está sozinha? Estou bem, mas não paro de pensar naquele trabalho que fizemos. Foi o melhor trabalho que já fiz. Uma pena não ter dado tempo de terminar. A nota seria máxima.
Em seguida, outra mensagem.
Lucas: Estou sozinho hoje. Se quiser conversar, queria saber sua opinião sobre umas coisas que ficaram pendentes.
Lee respondeu:
Lee: Acho melhor a gente não ficar falando sobre isso. Nós dois namoramos e o que aconteceu já aconteceu. Melhor deixar para lá.
Lucas demorou alguns minutos.
Então abandonou qualquer tentativa de disfarçar o assunto.
Lucas: O Max está viajando, não está? Você comentou que ele ficaria a semana toda fora.
Outra mensagem apareceu logo abaixo.
Lucas: Vou falar a verdade. Não paro de lembrar de você me chupando aquele dia, dos gemidos abafados enquanto deixava o João te comer, não tem como não pensar naquele dia. Só me diz se você gostou?
Depois chegou mais uma mensagem.
Lucas: Eu sei que aconteceu muita coisa e sei que você também entrou na brincadeira. Só queria saber se você gostou ou se prefere esquecer tudo. Se disser que não quer mais falar disso, eu paro.
Lee não respondeu.
Quase duas horas depois, já tarde da noite, Lucas enviou outra mensagem acompanhada de uma fotografia de seu pau duro, todo melado de gozo.
Lucas: Pensa com carinho. Só para ajudar você a lembrar.
Olhei para Lee.
— Ele mandou isso do nada?
Ela balançou a cabeça.
— Eu não respondi.
Na manhã seguinte, Lee finalmente escreveu:
Mensagem no celular — Sexta-feira
Lee: Você está maluco? Para com isso. Já pensou se sua namorada vê essa conversa? Ou o Max?
Lucas respondeu quase imediatamente.
Lucas: Você ainda não respondeu minha pergunta.
Lucas: Gostou do que aconteceu no fim de semana?
Lucas: Não precisa mentir. Eu estava lá eu vi você gemendo de tesão.
Lee respondeu:
Lee: O Max chega hoje. Então pode parar com isso.
Por alguns minutos não houve resposta.
Então apareceu:
Lucas: Me manda uma foto sua hoje.
Lee franziu a testa quando releu aquela parte ao meu lado.
A mensagem seguinte mudava completamente o tom da conversa.
Lucas: Se não mandar, amanhã eu mando para você uma foto sua que o João me enviou.
Logo depois:
Lucas: Você sabe qual.
Senti meu estômago apertar.
Lee respondeu:
Lee: Me deixa em paz, Lucas. Você também tem namorada. Não esquece disso.
A resposta dele veio logo em seguida.
Lucas: Só uma foto. Depois do que aconteceu, nem é nada demais.
Mais uma mensagem:
Lucas: Você tem até amanhã à noite.
E então:
Lucas: Se continuar me ignorando, na semana que vem eu mando a sua foto direto para o Max.
Depois disso, não havia mais mensagens.
Terminei de ler e fiquei alguns segundos olhando para a tela.
Lee estava imóvel ao meu lado.
— E agora, amor? — perguntou. — Eles não apagaram a foto. O que a gente faz?
A tensão na voz dela era evidente.
— Acho que ele nem tem meu contato. Mas... eles têm essa foto mesmo? Você não apagou?
Foi só naquele momento que me dei conta da dimensão do problema.
— Eu vi você pegando o celular do João naquele dia.
Lee respirou fundo.
— Eu apaguei.
— Da galeria?
— Da galeria e da lixeira. Pelo menos eu acho.
Ela passou a mão pelo cabelo, nervosa.
— Eu tinha bebido. Estava confusa... e com a cabeça em outra coisa. Não sei se ele já tinha mandado para alguém antes de eu pegar o celular. Não sei se fez cópia, se enviou para o Lucas...
Ela parou por alguns segundos.
— Na hora eu só pensei em apagar.
— Você lembra da foto?
— Não direito.
Ela apertou os lábios.
— Lembro que minha roupa estava toda molhada e transparente. Dava para ver tudo praticamente.
— Seu rosto aparecia?
— É justamente isso que eu não lembro, lembro de meus seios estarem bem visíveis, lembro do Lucas pelado do meu lado, mas não lembro se meu rosto estava reconhecível na foto.
Tentei aliviar a situação.
— Agora não tem muito o que fazer. Se ele mandar, pelo menos vamos saber que realmente tem a foto. Até lá pode ser blefe.
Lee continuava olhando para o celular.
— Eu odeio isso.
— O quê?
— Não saber.
Ficamos em silêncio.
Então tentei provocar um pouco, mais para quebrar a tensão do que por qualquer outra coisa.
— Mas me responde uma coisa.
Ela me olhou desconfiada.
— O quê?
— Você gostou daquele dia ou não?
Lee arregalou os olhos.
— Eu aqui preocupada com uma foto minha na mão deles e você pergunta isso?
— Você ainda não respondeu.
Ela tentou segurar o sorriso, mas acabou desviando o olhar.
— Você já sabe.
— Quero ouvir.
— Safado.
A tensão pareceu diminuir por alguns segundos.
— Só estou perguntando.
Lee ficou algum tempo em silêncio.
— Eu gostei, você já sabe.
A resposta veio baixa.
Depois acrescentou:
— Mais do que deveria, só de lembrar...
A expressão dela mudou imediatamente depois de dizer aquilo, como se tivesse falado mais do que pretendia.
— Mas isso não significa que eu goste do que ele está fazendo agora.
— Eu sei.
— Uma coisa é o que aconteceu naquele dia. Outra coisa é alguém ficar me ameaçando com uma foto.
Concordei.
Ela estava certa.
Mesmo assim, havia algo contraditório no comportamento dela. Toda vez que falávamos sobre aquela noite, Lee ficava excitada, mas agora parecia um pouco nervosa, mas não era exatamente o mesmo nervosismo provocado pelas mensagens de Lucas.
Havia outra coisa ali.
— Pensou nas coisas que fizeram naquele dia, durante a semana? — perguntei.
Ela demorou a responder.
— Algumas vezes.
— Algumas?
Lee revirou os olhos.
— Quase todos os dias, fico com tesão só de lembrar, precisei me segurar. (disse esboçando um sorriso).
Fiquei olhando para ela.
— Inclusive depois das mensagens?
Ela respirou fundo.
— Principalmente depois daquela foto que ele mandou.
— Lee...
— Eu sei.
Ela colocou as duas mãos no rosto por alguns segundos.
— Isso é o pior. Fiquei com raiva dele. Fiquei com medo. Mas ao mesmo tempo aquilo trouxe tudo de volta na minha cabeça.
Ela me encarou.
— É confuso.
Aquilo fazia sentido.
Desejar alguma coisa não significava concordar com o que Lucas estava fazendo.
— Você gostaria de ficar com ele novamente?
Ela permaneceu em silêncio.
Depois respondeu:
— Talvez.
— Talvez?
— Tá bom. Sim, já te contei da minha fantasia de transar com eles novamente na sua frente, queria ver você me olhando... essa era minha fantasia, já te falei...
Ela deu um pequeno sorriso, imediatamente seguido de outra expressão de preocupação.
— Mas do jeito que a gente conversou. Não assim.
— E o João?
Lee ficou vermelha.
— Você sabe o que eu falei naquele dia.
— Quero ouvir.
— Deixa de ser safado, eu já disse que tenho vontade de fazer uma dupla penetração na sua frente, não vou repetir os detalhes.
— Então era verdade.
Ela olhou para mim durante alguns segundos.
— Era só uma fantasia.
— Era?
Lee mordeu o canto do lábio.
— Talvez ainda seja.
Aquela era a primeira vez que nossas fantasias ganhavam nomes e rostos conhecidos.
Isso mudava tudo.