Cheguei na casa da minha tia Lúcia na sexta à noite. Fui enviado aqui pela minha mãe para ajudar minha tia a se mudar para a nova casa dela. Tia Lúcia é mãe de duas meninas e não é mais casada. Então não fiquei surpreso quando ela pediu para minha mãe se podia ‘me pegar emprestado’ no fim de semana. Eu, tendo 19 anos e sendo um pouco forte, era perfeito para a tarefa. Ela queria que eu a ajudasse a mover alguns dos itens mais pesados. Eu estava ansioso pela visita, já que minha tia sempre foi como uma segunda mãe para mim. Tia Lúcia não é a mulher alta ou ‘grande’, tendo apenas 1,63m e pesando cerca de 65kg. Seus seios eram uma coisa linda. Tive a sorte de vê-la nua uma vez, quando eu era muito jovem. Foram o primeiro par de peitos que eu vi e eu apreciei muito a indiscrição acidental que ela cometeu há tanto tempo.
Logo descobri que minhas duas primas iriam para praia com amigas naquele fim de semana, então eu teria que fazer todo o trabalho pesado sozinho. Na verdade, eu não me importei, porque, para ser sincero, achava elas um pouco irritantes. Desde pequenas, sempre zoavam de mim por causa da minha aparência e de como eu não era bonito. Tendo crescido até 1,75m e adquirido um corpo atlético através do ciclismo, logo se tornou insuportável toda vez que eu visitava. Não que fossem feias ou algo assim, mas eu simplesmente não tinha interesse nas minhas primas (na época).
Normalmente, a casa da minha tia era muito limpa e arrumada. Minha mãe diz que é porque ela não tem meninos em casa e eu costumo concordar. Hoje, porém, sua casa estava em desordem. Caixas estavam espalhadas por toda parte e a sala dela estava bagunçada com itens domésticos.
- "Vamos começar cedo amanhã de manhã” - disse ela - “Você vai ter que me perdoar, querido. Acho que você vai ter que dormir no meu quarto hoje à noite, Beto” – e ela continuou tristemente - “Já levamos as camas para a garagem e só tem meu colchão no meu quarto” - ela estava colocando algo em uma caixa na cozinha quando disse isso, então não pensei duas vezes antes de falar,
- “Não tem problema, tia; Posso dormir no chão”
- “Não seja bobo, Beto. O chão está muito sujo” - ela respondeu.
Eu não ia discutir com ela por isso. A casa era realmente bem antiga e esse era um dos motivos pelos quais ela finalmente estava se mudando para uma maior e melhor.
- “Tudo bem então, acho que não tem jeito”
Eu tinha acabado de terminar essa frase quando percebi do que realmente estávamos falando. Eu dormiria na mesma cama que minha amada tia.
- “Vou tomar um banho” - bocejou ela - “Mas é melhor você ir dormir logo, amanhã temos um dia cheio de trabalho”
Ela disse isso com um tom de autoridade que minha mãe costumava usar quando eu ainda era jovem.
Seu quarto estava, na maior parte, vazio, exceto pelo colchão e um criado-mudo. Eu não tinha trazido roupas extras porque achei que estaria dormindo no sofá ou no quarto das minhas primas em algum lugar. Então, lá estava eu, debatendo se deveria simplesmente dormir com roupa (na hora fiquei envergonhado tanto com a ideia de ficar sem roupa quanto de roupa). Finalmente, sem pensar mais, decidi dormir com a camiseta e o jeans ainda vestidos. Me acomodei do lado oposto da cama e me virei para encarar a parede. Queria criar a ilusão de que já estava dormindo quando ela voltasse.
Enquanto eu estava deitado ali, senti meu pênis começando a ficar ereto. Eu nem tinha visto ela ainda, mas meu pênis já estava se preparando para a mulher que logo chegaria.
- “Beto... Você já está dormindo?” - ela sussurrou.
- “Não, ainda não...” - respondi.
- “Você acha que amanhã podemos tirar esse armário velho e pesado daqui?” - ela perguntou.
Me virei para ver a qual armário ela estava se referindo. Ela estava enrolada em uma toalha e secava os cabelos. Suas pernas e braços brilhavam à luz.
- “Sim, tenho certeza que a gente consegue” - engasguei.
- “Que bom” - ela sorriu - "Achei que seria pesado demais pra nós... Agora se vire, seu pequeno pervertido, enquanto eu coloco algo” - ela disse brincando.
Depois de alguns segundos, finalmente senti ela deslizar para a cama. Eu já estava começando a respirar fundo quando ouvi:
- “Beto, você ainda está usando seu jeans?” - ela perguntou baixinho, confusa.
- “Hum, sim...” - respondi um pouco envergonhado.
- “Isso não vai funcionar, Beto... Não vou conseguir dormir com você usando isso. Pode tirar isso” - ela disse com quem comandava mais do que perguntava.
Minha mente começou a disparar.
“Claro que eu posso tirar, mas e quanto à minha ereção furiosa? Bem, foda-se” - pensei comigo mesmo.
Levantei e comecei a tirar a roupa. A luz do corredor dava um bom holofote para minha tia me ver enquanto eu tirava todas as minhas roupas, exceto a cueca. Meu pênis estava totalmente ereto e devia ter feito uma silhueta bonita no tecido, porque ouvi minha tia ofegar um pouco. Voltei para a cama um pouco mais perto da minha tia do que antes. Tínhamos apenas dois travesseiros e ela os tinha empilhado de lado.
- “Você roubou meu travesseiro” - sussurrei.
- “Tudo bem, podemos compartilhar” - ela sussurrou de volta.
Fui até ela e envolvi automaticamente meu braço em volta da cintura dela (foi realmente sem querer, como se estivesse deitado com minha namortada). A camisola dela era muito fina e dava para perceber que ainda estava úmida e fresca do banho. Eu estava abraçado com minha tia. Ficamos deitados por alguns minutos sem se mexer muito. Tomei cuidado para não me apertar demais nela; Eu ainda tinha medo de ela pular da cama, se ela sentisse meu pênis duro de 19 centímetros bem atrás dela. No entanto, depois de alguns minutos ansiosos, ela começou a recuar sozinha. Não precisei ler o que estava por aí. Ela queria sentir o pênis do sobrinho em seu bumbum. Avancei e apoiei meu pênis bem entre as nádegas dela. Ela ronronou enquanto mexia seu bumbum macio com mais força em mim.
Estávamos indo por uma ladeira escorregadia e eu não me importava nem um pouco. Levei a mão para apertar os seios dela (os mesmos que eu já tinha fantasiado algumas vezes). Eram macios e maleáveis sob minha mão. Eu, no entanto, queria sentir a pele dela, então enfiei a mão por baixo da camisola dela. Finalmente, segurei um dos seios dela firmemente na minha mão. Eu sentia o botão do mamilo dela duro contra minha mão enquanto o apertava repetidas vezes (Eu quase esperava que o leite saísse). Ela estendeu a mão para trás e deslizou a mão pela minha barriga, por baixo do elástico da minha cueca. A ponta do meu pênis já estava prestes a se soltar e não foi difícil ela livrar ele. Sua mão pequena parecia ainda menor enquanto ela segurava meu pênis pulsante.
- “Oh Deus... é tão grande... e tão rigido” - ela ofegou.
Com a mão livre, tirei completamente a cueca, enquanto ela ainda segurava meu pênis. Parecia que ela não ia soltar tão cedo. Eu tinha acabado de tirar a cueca quando ela apontou meu pênis para baixo, entre as nádegas dela. Eu achava que ela estava de calcinha, mas fiquei agradavelmente surpreso ao descobrir que não era o caso (Claro que ela tinha vestido alguma roupa. Ela só tinha “esquecido” a calcinha). A ponta do meu pênis forçou em uma das nádegas dela. Eu não me importava que eu estivesse longe do alvo. Eu só queria sentir o corpo dela com meu pênis. Avancei, deixando o pré-gozo do meu pênis espalhar pelas nádegas e costas dela. Ela queria guiar meu pênis entre as nádegas dela, mas eu estava animado e impaciente demais. De repente, ela apertou forte. Muito firme. Não doeu, nem um pouco; Meu pênis sólido parou por um instante enquanto ela sussurrava:
- “Espera, Beto”
Ela me segurou no lugar enquanto se posicionava para que meu pênis entrasse na vagina madura, mas negligenciada, de 50 anos. Ela se divorciou faz tempo, mas duvido que ela tenha tido algum pênis novo desde então. Sortuda ela, a irmã lhe deu um garoto de dezenove anos cheio de testosterona e com um pênis grande e bonito para agradá-la. Ela se inclinou um pouco para mim para me dar um ângulo melhor e então empurrou a bunda para trás. Meu pênis sentia as dobras da vagina dela e algumas vezes senti que finalmente conseguia penetrar. No entanto, os fluidos da vagina dela mantinham meu pênis deslizando para frente ou para trás, mas nunca para o centro profundo. Minha mão esquerda, que passava a maior parte do tempo acariciando seus seios, agora desceu para ajudar meu pênis na tarefa. Eu podia sentir os pêlos da vagina dela, macio e molhado. Encontrei a entrada da vagina dela e usei dois dedos para manter os lábios abertos. Do outro lado, pressionei meu pênis para frente até finalmente colocar a ponta dentro dela.
Ela choramingou e suspirou:
- “Deus, senti tanta falta dessa sensação”
Apertei para frente e estava pronto para empalá-la ali mesmo, mas percebi que havia resistência demais. Ou ela estava me apertando para fora ou a vagina dela era pequena demais. Quando tentei penetrar meu pênis para dentro dela, ela se afastou do meu aperto.
- “Ai ai ai ai...” - ela gemeu dolorosamente - “Você é muito grosso, amor...” - ela riu enquanto se acomodava.
Talvez fosse o fato de que não havia sido penetrada há tempo demais. Talvez fosse porque ela era pequena demais. Talvez fosse uma combinação dos dois. Ela se virou para me encarar. Não víamos o rosto um do outro desde que tudo começou e agora eu podia ver o pedido depravado e faminto dela que pintava o rosto dela. Minha tia, aquela que era como minha segunda mãe, estava aqui deitada faminta pelo meu pênis e eu morria de vontade de dar ele para ela.
- “Acho que sei como podemos fazer isso” - ela ofereceu.
Ela se levantou e correu para acender as luzes. A camisola dela fazia muito pouco para cobrir qualquer coisa. O bumbum dela estava cheio e meu pênis doía com o movimento sedutor da minha tia caminhando cuidadosamente em minha direção. Ela puxou os lençóis para longe, me deixando completamente nu na cama. Ela olhou faminta para meu pênis, que pulsava com o ritmo do meu coração. Ela juntou minhas pernas e montou em mim. A vagina caindo em um dos meus joelhos. Levantei a perna mais alto para sentir o tesouro macio que ela tinha entre as pernas.
Depois de um rápido tempo, ela sorriu e se aproximou como uma mãe-leoa. Me aproximei para encontrar o beijo dela e nossas línguas se entrelaçaram na boca um do outra. Os seios generosos dela se acomodaram suavemente no meu peito e meu pênis continuava roçando a vagina dela enquanto nos provávamos. Finalmente ela desceu para inspecionar meu pênis.
- “Deus, não é à toa que simplesmente não entrou... olha como é grosso...” - ela disse, maravilhada.
- “A culpa é sua que...” - parei de falar ao ver ela envolver meu pênis com a boca.
Eu já tinha sido chupado antes e já tinha visto inúmeros pornôs onde garotas sugam a força vital dos homens. Isso, no entanto, era diferente. Minha tia não estava chupando meu pênis. Ela estava ‘comendo’. Ela deixou a saliva escorrer pelo meu eixo e se apressou para engolir o máximo que pôde. Ela então tirava a da boca para inspecioná-lo novamente. Ela então lambia as laterais até que meu pênis ficasse completamente brilhante com a lubrificação natural da boca dela. Quando ficou satisfeita com o trabalho, ela se levantou das minhas pernas e rapidamente subiu até o meu pênis. Só pude olhar maravilhado enquanto ela fazia todo o trabalho.
- “Olha isso...” - ela gemeu de forma sedutora.
Minha mão direita segurava meu pênis na base e o apontava para cima. Ela, por outro lado, agarrou meu pênis por cima e o levou para dentro da vagina dela. Dessa vez meu pênis deslizou mais facilmente pelos lábios dela. Vi minha tia gradualmente cair todo o peso sobre ‘minha lança latejante’. Devagar, meu pênis começou a desaparecer dentro dela, até que finalmente, já duríssimo havia entrado 10 cm na vagina adulta da minha tia.
Era quente dentro dela.
Ela balançava devagar, deixando meu pênis sentir o interior da sua gloriosa vagina. Gostei de ver os seios dela balançando de um lado para o outro. À medida que ela se sentia mais confortável comigo dentro dela, ela se levantou um pouco e nós dois olhamos para baixo para ver nossa cópula (Foi simplesmente lindo). A vagina negligenciada dela me cobriu completamente com o suco dela e as veias do meu pênis brilhavam com a luz vinda do corredor.
Ela ainda olhava para o que restava do meu pênis quando eu me enterrei de novo dentro dela. Ela imediatamente jogou a cabeça para trás, surpresa com a força do meu movimento (Eu tinha sido paciente até agora). Minha tia já tinha me lubrificado bem e já estava em êxtase, sem mais se preocupar com meu tamanho. Sentei e envolvi um braço ao redor dela, mantendo o outro atrás de mim para oferecer apoio. Comecei a transar com ela em um ritmo constante, fodendo-a para cima daquela posição. As pernas dela estavam de cada lado de mim e os braços dela estavam ao redor do meu pescoço. Embora a posição não permitisse que meu pênis saísse muito, eu ainda sentia as paredes da vagina molhada e quente dela, enquanto meu pênis entrava e saía dela.
O cheiro dos cabelos dela era intoxicante. Era aquele cheiro feminino suave que minha tia sempre tinha. Isso desencadeou outra súbita onda de urgência.
“Essa é a tia Lúcia que estou transando” – pensei alegre.
Deitei ela de costas, menos suavemente do que eu esperava. Meu pênis saiu da vagina dela e já estava ansioso para voltar a entrar na vagina quente dela. Ela estendeu a mão.
- “Venha até mim, amor” - ela disse, como uma mãe pedindo para seu filho andar até ela, quando ele ainda está aprendendo seus primeiros passos.
No entanto, pouco incentivo foi necessário. Ela tinha acabado de terminar de dizer "amor" quando eu enfiei meu pênis de volta nela.
- “Eu vou te mostrar o amor...” - falei em voz alta.
Minhas investidas estavam ficando mais cheias no comprimento delas. Eu conseguia puxar quase todo o meu pênis para fora e empalá-la de novo dessa posição. Não havia mais nada que impedisse meu progresso, enquanto minhas bolas a atingiam. Os sons de estalos após cada penetração preenchiam o quarto vazio. E ao mesmo tempo eu estava chupando os seios dela quando ela gritou:
- “Meu Deus, estou gozaaandoooo...”
De fato, ela estava. Eu sentia a vagina dela pulsando e os fluidos dela se espalhando por mim enquanto eu parava para ver a cena linda. Ela se mexeu com meu pênis ainda dentro dela enquanto tinha um orgasmo de corpo inteiro. Baixei a cabeça de novo para chupar os seios dela enquanto ela continuava gozando no meu pênis. Devagar, comecei a empurrar meu pênis para dentro dela de novo. Mas de repente tive vontade que ela fizesse oral em meu pênis, então tirei dela e levei até a boca que esperava. Ela engoliu e eu fodi o rosto dela com a mesma determinação que acabara de foder a vagina dela.
Eu não conseguia acreditar no que estava fazendo com minha tia. Era a mesma tia que costumava me encher de presentes todo Natal e em todo aniversário. Era a mesma tia que criou minha mãe quando ela ainda era pequena. Era a mesma tia que organizava todos os jantares de Ação de Graças para nós, e eu estava ali imponente sobre ela, com meu pênis bem fundo dentro da boca dela. Algumas vezes segurei ela pelos cabelos e dei um tapa no rosto dela com meu pênis.
Ela apenas sorriu e disse:
- “O que você está fazendo, pervertido... deixa eu chupar logo...”
Depois de receber meu esperma mais uma vez, ao voltar para a vagina dela, percebi que não tinha dado a ela a mesma atenção que ela me dera, então mergulhei minha língua e boca na vagina dela. Como um lobo selvagem tentando comer a vagina dela. Ela tinha gosto de paraíso e eu a lambi até minha língua cansar. Eu ia olhar para o rosto dela quando senti a mão dela na parte de trás da minha cabeça. Ela queria que eu continuasse fazendo sexo oral nela. Eu não podia reclamar e, em vez disso, queria realizar o desejo dela. Enterrei minha boca entre a vagina dela e lambi por dentro. Eu conseguia ouvir ela murmurar de prazer e não pude evitar agarrar meu pênis e brincar com ele enquanto a chupava. Finalmente ela me deixou recuar e disse apaixonadamente:
- “Quero que você me foda forte, Beto. Me foda como um animal”
Meu pênis estava secando de tanto tempo fora. Mas isso mudou rápido, pois a vagina dela me lubrificou novamente. Eu a fodi com força tentando ir mais fundo dentro do útero dela. Eu queria preenchê-la por dentro (Eu queria fuder tudo dentro dela). Ela levantou as pernas da cama enquanto eu descia, esmagando o corpo dela ainda mais fundo no colchão. Minhas investidas então passaram de ásperas para violentas. Levantei as pernas dela sobre meus ombros e bati a vagina dela até a cabeça dela ficar pendurada na lateral do colchão. Eu não me importava se ela deslizasse para o chão, desde que a vagina dela ficasse comigo. Com o tempo, ela deslizou para fora e só a bunda dela estava na cama, o resto do corpo pendurado no chão, a cabeça apoiada no carpete. Eu fiz o que queria com ela dessa posição por um bom tempo, até que ela implorou para deixá-la se virar. Ela estava rastejando de volta para a cama quando eu a ‘ataquei’. Como uma vadia confusa, ela se virou e me viu me preparando para ‘atacá-la’ de quatro.
Ela se abaixou, deixando os seios caírem na cama e finalmente tive uma visão perfeita da vagina e ânus dela. A vagina era rosa claro por dentro, com espuma branca cremosa nas bordas. Eu ainda não tinha gozado dentro dela, mas o pré-gozo e a vagina molhada tinham feito uma mistura agradável dentro dela. Mais uma vez, levei meu pênis para dentro da vagina dela, desta vez com menos força, mas com mais velocidade. Eu a transei com a ânsia que só um jovem garoto poderia proporcionar. Meu pênis entrou nela, pronto para liberar o clímax. Eu podia ver a bunda dela se mexendo em resposta à velocidade vertiginosa das minhas investidas. Eventualmente tive que diminuir o ritmo porque sentia meu pênis se preparando para disparar.
Diferente das minhas ejaculações anteriores, essa veio profundamente de dentro de mim. Minhas bolas ficaram tensas e meu pênis ficou ainda mais duro. Minha tia percebeu o que estava acontecendo e ela estendeu a mão para trás, começando a acariciar meus testículos, meu pênis ainda bem dentro dela.
- “Goza pra mim, amor... Goozaaa...” - ela implorou.
E com isso injetei um jato quente, branco e leitoso dentro dela. Enchendo ela como um donut de geleia. Meu pênis bombeava e bombeava meu esperma dentro dela. Eu não me mexi. Eu não consegui. Era como se eu tivesse ficado paralisado. Ela lentamente abaixou os quadris e o bumbum até a cama. Me levando com ela. Deitei em cima dela com meu pênis agora coberto de nossa bagunça. Eu sentia a respiração dela pesada debaixo de mim.
De alguma forma consegui me levantar para inspecionar meu trabalho. Convenci-a gentilmente a abrir um pouco as pernas. Esperma escorria dela. Eu me virei e deitei ao lado dela. Ela então alcançou e agarrou meu pênis agora meio duro.
- “Bom garoto... pervertido. Agora vá dormir” - sussurrou.
Adormeci com meu pênis mole na mão da minha tia.