Fui prestador de serviço na área de Criminologia (prestava serviços de análise criminal, consultoria em políticas públicas ou avaliação de riscos para escritórios de advocacia, empresas ou organizações da sociedade civil, por anos). Durante esse período, descobri que havia muitas mulheres que preferiam transar a levar uma multa; elas estavam mais do que dispostas a transar para evitar uma prisão e uma possível estadia na cadeia (Nem preciso dizer que fiz muito sexo enquanto trabalhei prestei serviço nessa área).
Hoje tenho 57. Sempre me dediquei ao condicionamento físico, por isso mantive um corpo em forma (não musculoso, mas em forma). Tenho 1,73 m de altura, peso 74 kg e tenho o cabelo pretos bem curto (com alguns fios grisalhos nas têmporas). Costumava vestir camisetas ou camisas polo que evidenciavam meu peitoral definido, abdômen e bíceps definidos. Com um pênis de 20 centímetros de comprimento e cerca de 6,5 centímetros de diâmetro, e nunca tive dificuldade em satisfazer as mulheres com quem transava, mesmo nos finais de semana que eu ia fazer mergulho autônomo em Bombinhas ou Florianópolis. Nunca me casei, pois não queria ficar preso a uma única mulher, e também nunca quis ter filhos. Eu era o típico homem viril, sempre em busca de uma mulher atraente que pudesse satisfazer minhas necessidades sexuais e fetiches.
Certa vez, há uns 6 a 7 anos atrás, precisei entregar uma notificação de despejo a um casal de meia-idade que não conseguia pagar o aluguel de uma casa térrea de quatro quartos. Eles já viviam acima de suas possibilidades e, quando o marido foi demitido, acabaram acumulando uma grande dívida. Mais tarde, conversei com o proprietário, que me contou que vinha perdendo dinheiro com o imóvel há anos; por isso, decidiu vendê-lo e mudar-se para outro estado. Fiz uma oferta equivalente a cerca de metade do valor real do imóvel, e ele aceitou. Era uma casa muito maior do que eu precisava, mas gostei dela. Depois que me mudei, contei com a ajuda de alguns amigos nos fins de semana para fazer uma reforma completa.
Certo dia, folheando o jornal, deparei-me com um anúncio de uma casa com dois quartos e dois banheiros que seria leiloada. Pensei que poderia ser um bom investimento e decidi participar do leilão. Deixei que os mais barulhentos discutissem entre si e, quando restaram apenas dois interessados, lancei um valor superior ao que eles estavam dispostos a pagar e arrematei o imóvel (Ainda assim, consegui um bom preço). Como a casa ficava perto da faculdade, imaginei que conseguiria alugar os dois quartos para estudantes. Novamente, pedi ajuda aos meus amigos nos fins de semana e, em pouco tempo, deixamos o imóvel como novo. Publiquei anúncios no jornal local, no jornal da faculdade e no mural da instituição. Logo recebi uma enxurrada de candidatas. Acabei selecionando duas mulheres que eram amigas. Elas disseram que estavam cansadas de morar no alojamento estudantil e que estavam empolgadas com a oportunidade de dividir a casa. Ambas tinham emprego e afirmaram que não teriam dificuldade em pagar o aluguel.
Deixei claro para elas que eu estava alugando um quarto para cada uma, mas que o aluguel não incluía os namorados delas, ou trazer alguém pra dentro da casa. Avisei que estava no contrato, e se eu descobrisse que elas estavam permitindo que outra pessoa dividisse o quarto, eu as expulsaria (Não que eu me importasse se um namorado passasse a noite por lá, desde que ele não se mudasse para a casa). Também estabeleci algumas outras regras, incluindo a proibição de festas e o uso de drogas. Antes de elas se mudarem, substituí os detectores de fumaça dos quartos por dispositivos que pareciam detectores comuns, mas que, na verdade, eram câmeras de vídeo de alta tecnologia com captação de áudio. Eu podia usar meu notebook para ver quem entrava e saia e ouvir tudo o que acontecia nos dois quartos. Além disso, eu conseguia gravar e salvar os vídeos.
Cintia tinha 19 anos, era baixinha (cerca de 1,60 m e 50 kg), com cabelos loiros, olhos azuis e seios fartos, tamanho 34C. Ela trabalhava meio período como garçonete. Luíza era uma ruiva de curvas acentuadas, com seios e bumbum espetaculares; tinha cerca de 1,73 m e 59 kg. Ela trabalhava em uma academia (não como instrutora, embora, com aquele corpo, pudesse facilmente ser confundida com uma). Ela ficava na recepção, conferindo as carteirinhas dos membros, e, se alguém não fosse sócio, ela tentava convencer a pessoa a se matricular.
Não sei se essas beldades tinham namorados, mas nunca vi ninguém passar a noite por lá. Notei que ambas estudavam um pouco todas as noites, antes de irem dormir. As duas tinham vibradores e se masturbavam com frequência. Certa noite, ficaram acordadas até tarde assistindo a um filme e, depois, foram para a cama juntas, onde se beijaram intensamente e lamberam a vagina uma da outra. Foi um verdadeiro espetáculo.
Eu ia pra casa no final de cada mês para cobrar o aluguel. Elas geralmente me convidavam para entrar e me ofereciam uma taça de vinho ou algo pra beber. Também fui lá algumas vezes para fazer pequenos reparos em eletrodomésticos, pias e vasos sanitários. Elas eram sempre muito simpáticas e amigáveis, e pareciam se sentir à vontade conversando comigo.
Tudo corria bem até que a pandemia surgiu, trazendo seus problemas. Primeiro, Cintia foi demitida do restaurante, que precisou fechar as portas. Ouvi-a comentando com Luíza que não conseguia encontrar outro emprego e que não tinha dinheiro suficiente para pagar o aluguel. Luíza disse que poderia emprestar o valor para o aluguel daquele mês, mas que não tinha o suficiente para o mês seguinte. Então, para minha alegria, elas se consolaram fazendo sexo novamente.
Quando fui cobrar o aluguel, Cintia não mencionou o dilema em que se encontrava. Certa noite, notei que Cintia e Luíza estavam chorando. Acontece que Luíza também perdeu o emprego na academia, já que a cidade determinou o fechamento de todos os estabelecimentos desse tipo. Enquanto discutiam o que fariam em relação ao próximo aluguel, Cintia me deixou de queixo caído ao dizer:
- "Sabe, o Neto pode ser mais velho que a gente, mas ele é um baita de um homão. Você não acha que ele é gay, acha?"
Luíza respondeu:
- "Acho que não. Quer dizer, ele nunca tentou nada com nenhuma de nós, mas não sinto que ele seja gay. Por quê?"
- “Bom, se eu não conseguir um emprego logo, eu estava pensando em perguntar se ele toparia deixar eu transar com ele em troca do dinheiro do aluguel”
- “Você tá falando sério? Você não pode fazer isso! Você NÃO é uma puta”
- “Luíza, situações desesperadoras exigem medidas desesperadas. Você tem razão, ele nunca deu em cima da gente, mas acho que é só porque ele é um cavalheiro. Além disso, nem lembro qual foi a última vez que transei. Acho que foi numa festa de fraternidade, no ano passado. Aposto que o Neto sabe como tratar uma mulher na cama. E, pelo tamanho dos músculos dele, aposto que ele também tem um pauzão!" - e ela riu.
- “Cintia! Você não tem jeito mesmo” - Luíza falou rindo também.
- “Bom, eu adoro esta casa e não quero ser despejada de jeito nenhum. Você está na mesma situação que eu. O que você vai fazer se não conseguir pagar a sua parte do aluguel?"
- “Não sei bem, mas não gosto da ideia de virar prostituta. Mas concordo com você. Eu realmente gosto desta casa e odiaria ter que ir embora”
Cintia perguntou:
- “Você transaria com ele se ele te pedisse?"
- “Provavelmente. Você tem razão. Ele é até gato. E eu sempre tive um fraco por homens mais velhos”
Aquela conversa me deixou pensativo. Eu teria que esperar para ver o que aconteceria, mas, se elas tocassem no assunto, eu certamente deixaria que me convencessem a aceitar que elas trocassem a própria vagina pelo aluguel.
Quando chegou o dia do aluguel, fui até a casa e bati na porta. Cintia atendeu, com uma aparência de quem tinha chorado. Ela abriu a porta um pouco mais para me deixar entrar e disse:
- “Neto, podemos conversar com você?"
Fiz-me de desentendido e respondi:
- “Claro, Cintia. O que houve?"
Entramos na cozinha e nos sentamos à mesa. Ela me ofereceu algo para beber, e eu pedi uma taça de vinho. Ela serviu uma taça para cada uma de nós, e logo Luíza se juntou a nós. Notei que ambas estavam vestidas com roupas bem curtas, deixando à mostra suas curvas e o decote. Depois que todos demos um gole no vinho, Cintia começou:
- “Neto, não sei se você está sabendo, mas, com o fechamento de tudo por causa da pandemia, tanto eu quanto a Luíza fomos demitidas. Não temos o dinheiro do aluguel deste mês”
- “Nossa! Eu não sabia. Sinto muito por isso. Posso esperar até o dia quinze, mas, se vocês não conseguirem outro emprego até lá, terei que pedir que desocupem o imóvel”
Cintia começou a chorar antes de perguntar:
- “Será que existe algo que possamos fazer por você para pagar o aluguel?"
- “Fazer por mim?” – me fiz de desentendido e continuei - “Bem, vocês mantêm o lugar sempre limpo e organizado, mas não preciso de uma empregada. Não sei se cozinham bem, mas também não preciso de uma cozinheira. Então, receio que não consiga pensar em nada que vocês possam fazer por mim”
Luíza levantou-se e encheu minha taça de vinho. Ao fazer isso, inclinou-se, deixando um belo decote à mostra. Quando se sentou, cruzou as pernas (e percebeu, sem dúvida, que eu estava olhando).
- “Neto, posso te fazer uma pergunta pessoal?" - quando respondi Luíza que ela podia, ela falou - “Por favor, não leve a mal, mas ficamos curiosas... você é gay?"
Eu caí na risada e respondi:
- “Não levei a mal, não, mas por que raios você me perguntou isso? E não, eu não sou gay”
Luíza continuou:
- “A gente nem achava que você fosse, mas já moramos aqui há seis meses e você nunca pareceu prestar atenção na gente. Acho que somos mulheres razoavelmente atraentes, então não me surpreenderia se você tivesse tentado dar em cima de nós. Eu disse pra Cintia que não achava que você fosse gay; achei apenas que você era um cavalheiro. Então, esclarecido isso, deixa eu te contar o que a gente estava pensando” - ela tomou a taça dela, esvaziou toda a taça e prosseguiu - “Nós duas temos 19 anos e estamos indo bem na faculdade. Você provavelmente já percebeu que não somos do tipo que vive em festas. Viemos de cidade pequena e de boas famílias, e decidimos focar nos estudos para nos formarmos entre as melhores da turma. Também somos muito dedicadas e nunca atrasamos o aluguel. E, embora não tenha sido nossa culpa termos sido demitidas, agora estamos sem emprego e sem dinheiro para pagar o aluguel” - ela fez uma rápida pausa para pegar aquele tipo de fôlego para ter coragem, e continuou - “Neto, nós adoramos esta casa e não queremos ter que sair. Estávamos pensando: O que você acha da ideia de ter duas mulheres dispostas a satisfazer suas necessidades sexuais, sempre que você quiser? E não só você pode vir aqui quando bem entender, como também estamos dispostas a te atender juntas. Nós duas ao mesmo tempo. Como eu disse, não somos de festas, então somos 'limpas'. Nada de doenças. Você toparia fazer isso até a gente conseguir outro emprego?"
Fiquei ali, fingindo estar boquiaberto, e demorei um pouco para responder.
- “Luíza, Cintia, antes de qualquer coisa, quero dizer que me sinto lisonjeado por vocês estarem dispostas a transar com um homem mais velho como eu. E tenho certeza de que vocês não têm nenhuma doença. No entanto, como vocês não são do tipo que vivem em festas, provavelmente não usam nenhum método contraceptivo. Se eu aceitar essa proposta, quero que ambas comecem a usar algum método, porque não gosto de usar camisinha. Podemos ir ao médico amanhã para conseguir uma receita. Não se preocupem, eu pago. Agora, precisamos alinhar alguns detalhes desse acordo. Vamos tomar mais um drinque enquanto conversamos, e que tal tirarmos essas roupas, para que todos saibamos o que nos espera?"
Luíza levantou-se primeiro e tirou a saia curta e a regata. Ela não usava nada por baixo. Cintia levantou-se e tirou o short jeans e a camiseta; ela também não estava usando roupa íntima. Eu vestia uma regata e calça jeans. Como não usava cueca, meu pau (que já estava semiereto) saltou para fora assim que abaixei as calças. Ouvi Cintia dizer:
- “Meu Deus! Olha só esse pau do caralho!"
Sorri, sentei-me novamente e perguntei:
- “Isso vai ser um problema para vocês?"
Cintia respondeu:
- “Porra, claro que não! Só espero que caiba na minha bucetinha. Nunca vi nada desse tamanho antes”
- “Luíza, e você? Meu tamanho vai ser um problema?" – perguntei.
Ela sorriu e respondeu:
- “Não sei. Será que posso tentar?"
Quando sorri e balancei a cabeça confirmando, ela se aproximou lentamente e montou em cima de mim. Pegou meu pau com a mão e o deslizou para cima e para baixo pela sua fenda. Ela já estava molhada quando encaixou a cabeça do meu membro na vagina e foi descendo lentamente.
- “Meu Deus! Cintia! Esse é o pau mais gostoso que já tive. Eu sonhava com um pau assim. Você vai adorar”
Dito isso, ela começou a cavalgar sobre mim lentamente, empurrando meu pênis cada vez mais fundo na sua vagina quente e molhada a cada movimento.
Eu sorri maliciosamente e disse:
- “Sabe, eu disse que a gente conversaria sobre esse arranjo, mas eu ainda não concordei com ele”
Luíza respondeu:
- “Você vai concordar quando terminar de foder minha bucetinha. Você não vai conseguir resistir”
Deixei que ela cavalgasse sobre mim por um tempo antes de me levantar, pedi que ela apoiasse as mãos na mesa e, então, a fodi por trás, enquanto ela estava curvada. Eu entrava e saía, fodendo-a com força, e parecia que ela estava adorando. Olhei para a Cintia e vi que ela estava com os calcanhares na cadeira, os joelhos bem abertos, acariciando sua linda vagina rosada.
Quando senti que estava chegando ao ápice, tirei meu pau e pedi para a Luíza se ajoelhar. Ela abriu a boca, e eu gozei fundo na boca dela. Depois, ela chupou até deixar tudo limpo.
- “Sabe, é difícil acreditar que vocês estão aqui há quase seis meses e a gente nunca parou para conversar” - eu comentei.
Cintia completou:
- “Ou para transar!"
Eu apenas balancei a cabeça e respondi:
- “Bom, é, isso também. Mas fiquei pensando... vocês sabem alguma coisa sobre mim?"
Cintia voltou a falar:
- “Eu sei que você tem um pau grande e, obviamente, você não é gay” - e ela riu.
Não consegui evitar uma risada e respondi:
- “Quem diria que você é tão perspicaz! Mas, se me permitem, vou explicar quem sou e como vim parar aqui. Alguma de vocês sabia que trabalhei na área de criminologia?"
As duas se olharam, olharam para mim e balançaram a cabeça negativamente, então continuei:
- “Trabalhei na área por anos. Pouco antes de parar, consegui comprar minha casa em um leilão e fiz uma reforma completa nela. Alguns anos depois, comprei esta casa também em um leilão e a reformei inteira. Comprei com a intenção de alugar os dois quartos para estudantes universitários; achei que seria um bom investimento. Quando eu estava no ensino médio, meus pais se divorciaram. Meu pai foi embora, então fiquei com minha mãe na casa onde cresci. Quando meu pai faleceu, minha mãe herdou o seguro e a casa dele. Quando minha mãe faleceu, herdei o seguro e a casa dela, além do seguro e da casa do meu pai. Coloquei o dinheiro dos seguros em investimentos e vendi as duas casas. Depois, depositei esse dinheiro em um banco. Tenho minha casa própria, totalmente quitada, e esta aqui também está quitada. Portanto, como podem ver, se eu não receber o aluguel de vocês, não vai me fazer falta”
Luíza serviu mais uma taça de vinho para cada um de nós, e eu continuei:
- “Quando cheguei aqui hoje, vocês perguntaram se eu aceitaria sexo em vez de dinheiro para cobrir o aluguel. Como podem ver, certamente vou considerar a ideia. Mas precisamos negociar os termos. Normalmente, venho aqui no final do mês para cobrar o aluguel. Vocês estão sugerindo que, a partir de agora, eu venha aqui uma vez por mês e, como vocês não têm o dinheiro do aluguel, eu possa transar com uma ou com as duas?"
Cintia voltou a dizer:
- “Bom, a gente ainda não tinha conversado sobre como isso funcionaria...” – ela fez uma pausa, olhou no fundo dos meus olhos e continuou - “Quando percebi que não conseguiríamos pagar o aluguel, perguntei à Luíza se ela achava que você toparia receber sexo em vez de dinheiro. Ela disse que não tinha certeza se você concordaria. Então, perguntei se ela estaria disposta a transar com você, caso você aceitasse. Ela disse que sim. Como a ideia foi minha, eu já sabia que também estaria disposta a transar com você. Sei que isso me faz parecer uma puta, mas situações desesperadoras exigem medidas desesperadas. Você disse que queria negociar os termos. O que você tem em mente?"
- “Bom, você acabou de me ver transando com a Luíza. Devo dizer que gostei bastante. Moro sozinho e não saio muito com ninguém, mas sou um homem americano bem viril, então, é claro que gosto de sexo. E, embora tenha gostado de transar com a Luíza, ainda não tive a chance de descobrir os seus talentos. Então, se não se importar, que tal sentar na beira da mesa para mim?"
Cintia não hesitou em sentar na beira da mesa. Sentei-me em uma cadeira e a aproximei o máximo que pude, observando-a abrir as pernas. Ela já estava molhada, pois havia se masturbado enquanto me via transar com sua colega de apartamento. Coloquei minhas mãos sob as coxas dela e a puxei para mais perto. Em seguida, inclinei-me para frente e comecei a lamber sua vagina molhada. Comecei lambendo a fenda, de baixo para cima. Lambi várias vezes e depois me concentrei no clitóris. Dei algumas lambidas nele e comecei a passar a língua ao redor, em movimentos circulares. Ela rebolava na mesa, emitindo sons como uma gata faminta. Colocou as mãos na minha cabeça e me puxou para mais perto, dizendo:
- “Ah, isso! Chupa minha bucetinha. Isso é muiiitoo booom!"
Quando introduzi um dedo na vagina dela, ela teve um orgasmo avassalador, quase esmagando minha cabeça com as pernas.
- “Poorraaa! Se eu soubesse que você sabia chupar uma vagina desse jeito, tinha parado de pagar aluguel faz tempo!"
Continuei lambendo-a até ela ter outro orgasmo; depois, me levantei e passei a cabeça do meu pau para cima e para baixo na vagina dela (que estava literalmente encharcada). Em seguida, enfiei a cabeça uns centímetros para dentro antes de puxar quase tudo para fora, e comecei um movimento de vai e vem, socando a vagina dela com força.
- “Porra! Esse é o maior pau que já entrou em mim. Caralho, que delícia! Me fode, Neto! Me fode com força!"
Não decepcionei ela, transei com ela de forma intensa e rápida. Meus testículos batiam contra a bunda dela, e eu conseguia ouvir os sons úmidos que sua vagina fazia, à medida que ela ficava cada vez mais molhada (não imaginei que isso seria capaz). Bastou mais um minuto de foda intensa para que ela gritasse e tivesse um orgasmo avassalador. Aproveitei o momento para me inclinar e chupar seus mamilos bem rígidos. Ela tinha seios perfeitos, e eu pretendia chupá-los sempre que tivesse a chance.
- “Porra... iissoooo... Chupa meus peitos!"
Quando ela se acalmou após o clímax, voltei a transar com ela, desta vez mais devagar. Estabeleci um ritmo lento e constante, e logo senti meus testículos agitados. Consegui avisá-la de que eu ia gozar, mas não queria ejacular dentro da vagina dela sem proteção. Ela escorregou da mesa e, enquanto meu pau saía de sua vagina encharcada, ela o pegou com a mão e o levou à boca. Bastaram algumas estocadas para que eu enchesse a boca dela com meu esperma quente. Surpreendentemente, ela engoliu tudo, fazendo vários movimentos com a garganta para garantir que não sobrasse nada. A contragosto, retirei meu pau da boca dela (que ainda continuava sugando) e me joguei na cadeira, exausto.
Ouvi Luíza dizer:
- “Porra, isso foi excitante. Nunca tinha visto ninguém transar antes”
Ajudei Cintia a se levantar para que ela pudesse sentar em uma cadeira. Luíza se aproximou da mesa e encheu nossas taças com mais vinho. Depois de tomar alguns goles, apoiei a taça na mesa e disse:
- “Certo, meninas. É o seguinte: vocês duas são muito sensuais e muito boas de cama. Embora eu não faça sexo tanto quanto gostaria, tenho um desejo sexual bem elevado. Já comentei que esta casa é quitada; o único gasto são as contas de consumo. Não preciso realmente do dinheiro do aluguel de vocês, então, respondendo à pergunta inicial: sim, aceito sexo em vez de dinheiro... No entanto, diferentemente do dinheiro do aluguel que eu recebia uma vez por mês, eu gostaria de transar com vocês duas várias vezes ao mês. Vocês topariam?"
Não me surpreendi quando a Cintia falou primeiro:
- “Não sei quanto à Luíza, mas você pode me foder quando quiser. Especialmente se prometer lamber minha bucetinha”
A Luíza e eu rimos, e então a Luíza disse:
- “Não tenho problema nenhum em transar várias vezes por mês. Não saí com muitos caras, mas essa foi a melhor transa que já tive”
- “Certo, então estamos de acordo. Tenho um bom amigo que é médico. Não vou entrar em detalhes, mas, na época em que eu trabalhava, ajudei-o a não ir para a cadeia. Vou ligar para ele e ver se pode nos atender amanhã. Quero que ele passe uma receita de anticoncepcional para vocês. Quando tivermos as receitas, levo vocês à farmácia e, como eu disse, eu pago. Bem, tenho outros detalhes para conversar com vocês, mas, antes, gostaria de saber um pouco mais sobre vocês. Luíza, o que você está cursando e quais são seus planos para o futuro?"
A Luíza me contou que cursa Psicologia e que pretende continuar os estudos até obter um mestrado e, quem sabe, um doutorado. Depois, queria trabalhar como terapeuta.
Eu disse:
- “Então, você tem mais dois anos até se formar, depois mais dois anos para o mestrado e, pelo menos, mais dois anos até conseguir o doutorado. O que acha de morar aqui, sem pagar aluguel, até alcançar seus objetivos? Sei que você planejava voltar a trabalhar depois que essa pandemia acabar, mas, se não precisasse pagar aluguel, não teria a necessidade de trabalhar e poderia se concentrar totalmente nos seus estudos”
Ela abriu um largo sorriso antes de responder:
- “Neto, se eu soubesse que não precisaria me preocupar em voltar a trabalhar nem em pagar aluguel, adoraria ficar aqui por mais alguns anos... E claro, dando pra você”
Sorri com a resposta de Luíza. Então olhei para Cintia, e nem precisou perguntar, ela já foi contando que estava cursando História da Arte e que gostaria de fazer um mestrado, se fosse possível. Ela explicou que sua mãe era muito amiga da diretora do museu de arte, que lhe havia prometido um emprego após a formatura. Ela disse que gostaria de continuar morando na casa até se formar, e que seria ótimo não precisar trabalhar, para que pudesse se concentrar nos estudos. E também disse que queria transar sempre comigo.
Então eu disse:
- “Muito bem, aqui está a minha proposta. Enquanto vocês estiverem matriculadas na faculdade, podem morar aqui sem pagar aluguel. Em troca, gostaria de vir aqui pelo menos uma vez por semana para ter relações sexuais com uma de vocês, ou com as duas. Quero dizer, posso vir na Sexta-feira à noite e ficar com a Cintia, e depois voltar no Sábado à noite para ficar com a Luíza; ou posso vir na Sexta ou no Sábado e ficar com as duas. Posso até ser mais velho, mas ainda tenho fôlego para dar conta de vocês duas na mesma noite. Também gostaria de levar vocês para jantar fora uma vez por semana. Não precisam se preocupar em arrumar emprego depois que essa pandemia acabar. Não creio que vá durar mais de seis meses” - (Bem, eu estava enganado).
Cintia olhou para Luíza, e Luíza assentiu com a cabeça. Cintia disse:
- “Neto, acho que temos um acordo. Mas, como eu disse antes, você pode me foder sempre que quiser. Não precisa se limitar a apenas uma vez por semana. E a Luíza disse que gosta de nos ver, então, para mim, tudo bem também. Agora, tenho um segredinho que talvez te choque. Eu não sou lésbica, e a Luíza também não, mas, de vez em quando, a gente lambe a buceta uma da outra e brinca com nossos brinquedos sexuais. Já que você disse que conseguiria foder nós duas na mesma noite, talvez a gente pudesse fazer um sexo a três. O que você acha?"
- “Acho que isso seria incrivelmente excitante. E, se vocês acham que aguentam ficar comigo mais de uma vez por semana, eu topo também”
Então, liguei para o amigo médico, expliquei a situação, e ele disse que poderia atender as garotas no dia seguinte. Providenciei anticoncepcionais para elas, e fiquei transando o quanto queria com duas universitárias gatas.
Hoje, elas ainda vem curtir sexo comigo, mesmo eu sendo alguém com a idade pra ser o pai delas.
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