Meu amigo, o mecânico pt.2

Já com o carro dentro da garagem , pedi para ir ao banheiro , passar uma água no rosto, tinha aquela sensação de grude que o esperma deixa na pele, o banheiro era simples, aquele tom de marrom de construção antiga, um box sem porta , nem cortina, aquele chuveiro elétrico bem simples, e tudo me ia mexendo com a minha libido. Depois que saí de lá, Charles me esperava para mostrar a oficina, fizemos basicamente o mesmo tour que ele havia me mandando em vídeo.

- Eu quero ver o galpão. Me leva ali?

- Já estava levando . - ele me conduziu pela mão até lá.

O lugar era exatamente o que eu tinha visto. As caixas de peças, em volta de uma mesa de madeira feita à mão, bastante desgastada pelo tempo, com várias ferramentas largadas em cima, o piso de cimento queimado rachado e manchado de óleo e borracha queimada.
Me deu exatamente o mesmo sentimento de quando vi no vídeo, um tesão subiu pelo meu corpo , e não sei por que.
Me virei para Charles , o puxei pela camiseta, corpo contra corpo:

- Era bem aqui que eu queria estar, esse lugar me dá tesão, já tô bem molhada.

- Pra mim não importa o lugar , tu me dá muito tesão, onde estiver.

Botei minha mão entre suas pernas e pude ver que estava excitado.

- É, te dá tesão mesmo . Será que eu consigo te ajudar com isso?

- Claro que sim , já ajudou muito no parque.

- Ah , não precisa mais então?

- Sempre vou te querer. - me deu outro beijo , me empurrando para encostar na mesa, e me ajudando a tirar a calça.

Me pegou no colo e colocou sentada no móvel, me deitou entre as ferramentas e tirou a minha calcinha , me deixou de top naquela mesa, colocou meus pés sobre seus ombros e foi lambendo desde as minhas panturrilhas até a minha virilha, para seguir e chupar a minha buceta que estava inundada de novo. A experiência de um homem maduro que sabe usar bem línguas e dedos faz toda diferença, ele brincava com minhas zonas mais erógenas, com calma e maestria que me fazia contorcer naquela mesa, minha buceta , meu clitoris , minha virilha, meu cuzinho, tudo sendo muito bem tratado por aquele “senhor” que estava me comendo. Ele me fez gozar duas vezes sendo chupada , e eu comecei a gostar dessa prática. Sem falar nada, Charles se pôs de pé na minha frente e me puxou em cima da mesa, pegou minhas pernas e enlaçou em volta da sua cintura, me segurou bem e cravou o pau na minha buceta de novo. Ficamos naquele movimento , enquanto ele levantava meu top, e esfregava suas mãos grossas nos meus peitos, e botava dois dedos na minha boca para chupar. Agora ele me comia com menos força , estava mais carinhoso, o que não me deixava com menos tesão que antes, aquilo era tão bom quanto.

- Quero te chupar - declarei.

Sem sair de dentro de mim, ele usou o pé para puxar um papelão no chão,e se afastou, segurando o membro duro:

- Mama.

Escorreguei na mesa e fiquei de joelhos na sua frente novamente, e imediatamente comecei a chupar aquele pau delicioso. Descia lambendo até o saco, subia de novo até a glande, e engolia todo, chupava ele com vontade. Ver o macho gemendo, enquanto eu faço um boquete nível filme pornô, é uma das coisas que eu mais gosto de fazer.
Acho que estava ali já pelo menos 5 minutos, quando ele pegou e apertou meu rosto entre os dedos , me deu um profundo beijo na boca,me olhou bem nos olhos e ordenou, “ fica de quatro , minha putinha, quero comer teu rabo. “
Obedeci sem pensar, apoiando as mãos no chão de pedra. Percebi quando ele ajoelhou atrás de mim e senti o caralho me invadindo novamente

- De quem é essa buceta?

- É tua.

- E quem sou eu, Putinha?

- Meu macho.

- Então, de quem é essa buceta?

- É do meu macho.

- Então toma.

Aquilo parecia acender algo nele, e com mais força , ele me comia. De onde aquele homem tirava tanta força, de onde ele tinha tanta energia, eu não sabia explicar para mim mesma, mas gozei novamente sendo fodida de quatro. Logo ele diminuiu a velocidade, mas sem parar, ele disse:

- Tá , minha vagabunda, eu disse que ia comer teu rabo. É o que eu vou fazer agora. Firma a bunda que eu vou meter.

Abaixei mais o corpo para facilitar, ele tirou o pau da minha buceta, cuspiu na mão, passou na cabeça do membro e encostou na entrada do meu cuzinho. Empurrou até enfiar a glande na minha bunda, eu gemia com aquela invasão. Quando teve certeza que estava dentro do meu cu, ele botou o pau todo dentro de mim, me fazendo urrar de prazer.

- Aaaai macho, come, come o cuzinho da tua vadia.

- É pau que tu quer, né puta? Toma pau esse cuzinho gostoso.

Lambi meus dedos e passei por baixo das pernas, fazendo um carinho “molhado” no saco dele.
- AAAAh tesão que mãozinha safada.

- Deixa eu sentar no teu pau?

- Deixo, se é isso que tu quer, eu deixo.

Charles se deitou no papelão e fui para cima dele, encaixei seu pau no meu cu, e comecei a cavalgar. Charles estava muito duro dentro a minha bunda, eu ainda joguei o corpo para trás, e abri as pernas, além de enfiar o pau todinho no meu rabinho, ainda dei a ele uma visão privilegiada da minha buceta bem arregaçada, ele prontamente enfiou dois dedos nela e me masturbava enquanto metia na minha bunda. Não preciso me dizer que gozei muito forte, há tempos que eu não gozava para fora, parecia que eu estava urinando.

- Ah que delícia de gozo, vagabunda! Goza por cima de mim.

- Ai Charles, enche meu cu, goza na minha bunda, enche meu cuzinho de porra.

- Vou gozar. Vou te encher de porra . AAAAAAAAAH

Senti seus jatos inundarem minha bunda, tanta quantidade quanto antes, quiquei no pau até que minhas pernas ficarem duras, me deitei no peito dele e senti seu pau enfraquecendo aos poucos, fiquei ali uns 15 minutos.
Pedi para tomar uma ducha, me limpar antes de voltar para casa, fui no banheiro da oficina mesmo. Alguns instantes depois que eu estava no chuveiro, Charles entrou no box:

- Vou me lavar também, fiquei bem molhado.

- Ah me desculpe se gozei muito em ti.

- Pena que não foi na minha cara,
adoraria sentir o teu gostinho todo.

- Quem sabe na próxima.

- Vai querer próxima ?

- Tu não quer?

- Eu já disse que eu vou te querer sempre.

Olhei para baixo e vi que ele estava ficando duro de novo.
- Nossa, mas que fogo todo é esse? Não sossega?

- Não contigo, amor.

- Deixa eu aproveitar.

Me ajoelhei e chupei seu pau de novo, a água do chuveiro deixava tudo mais sensual. Para encerrar, mamei Charles até ele gozar no meu rosto.
Terminei de me lavar, saí do chuveiro e fui vestir a roupa, quando coloquei a calcinha, Charles ainda me puxou e me fez sentar no colo dele, esfregou o pau na minha bunda, e disse que queria mais. Falei para ele que por hoje chegava, já estava ficando tarde, eu não teria o que justificar chegando assim, até agora a academia era uma boa desculpa.
Nos despedimos, prometendo ter mais vezes juntos, agora que eu senti o gosto daquele homem, eu não queria mais largar.
Fui para casa, pensando em tudo o que tinha sido aquele dia, até hoje eu e Charles ainda ficamos, e todas as vezes as faíscas voam, quando estamos fudendo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu amigo, o mecânico pt.2

Codigo do conto:
274212

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
09/10/2026

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