Meu nome é Felipa, e faz um tempinho, que não aparecia aqui para escrever.
Ontem, eu a minha amiga Carla, essa que está ao meu lado na foto abaixo. Tivemos uma ótima noite, e excelente experiência na Inner Club. A Inner, é uma das mais tradicionais casas de swing do país.
Foi a nossa primeira vez lá. Agora, irei contar tudinho pra vocês.
Combinamos de chegar cedinho, porque queríamos conhecer a casa curtir tudo. Devemos ter chegado às 22:30, tinha pouca fila no caixa, e assim que recebemos a nossa comanda, entramos na Inner.
Uma mulher bonita nos recebeu sorridente e nos levou até uma mesa do lado da pista. Ficamos olhando tudo e comentando sobre a estrutura e arquitetura da casa. Tinham casais dançando, outros se pegando. Vimos trocas de casais. Um atendente do bar, chegou e nos cumprimentou, sorrindo, perguntando, o que a gente queria beber. Eu e a Carla, pedíamos uma garrafa de espumante.
Abrimos a tampa do espumante, pra comemorar a nossa ida na Inner. Eu e a amiga, começamos a observar os casais mais interessantes, que já estavam na casa. Não eram muitos. Apenas dois casais nos chamaram a atenção: negros, altos, os dois encorpados, mas não em excesso. Fiquei literalmente excitada. Fiquei sentada por um bom tempo, batendo papo e bebendo com a Carla, de boa.
Com o passar do tempo. Mais gente foi chegando, e em pouco tempo a Inner ficou cheia. Perto da meia noite já estava bem movimentada.
Avisei a Carla, e decidi ir ao banheiro, que fica no fim de um corredor bem apertado do lado direito da pista. Levantei da cadeira, e fui rebolando a minha bundinha. Assim que entrei no corredor, vi o mesmo casal de negros, parado por ali. Estavam um do lado do outro me olhando, e quando passei por eles, adivinha o que aconteceu? A mãozona da mulher do cara negro, foi direto na minha bunda. Olhei para cima e suspirei, pensando: “Dei sorte”.
Fui muito cara-de-pau, pedi para eles me esperarem rapidinho, eles confirmaram. Fui para o banheiro, fiz xixi, me limpei, e saí do banheiro.
O bom de estar num ambiente propício a putaria, é que tudo fica mais fácil. Darei uma chance pra adivinhar, o que vi assim que saí do banheiro? – A mulher do cara estava agachada pagando um boquete, e ainda tinha umas pessoas olhando. Fiquei boquiaberta e inteiramente excitada. Ao me aproximar do casal, a mulher tirou o pau da boca e me ofereceu. Fiquei com vergonha, ainda mais, com as outras pessoas me olhando, como se dissessem: “Vai lá”.
E não é, que eu fui! Me ajoelhei no corredor escuro, tomei o pau do negão da mão da mulher dele e o mamei sem culpa. Não satisfeita, chupei até as bolas do cara enquanto a mulher, que se chamava Valquíria, e o homem Denílson, ela voltou a chupar o pau dele.
Outras pessoas foram se acumulando no corredor, o negão encostado na parede, e nós duas ajoelhadas chupando o cara.
Eu parei de chupá-lo, agradeci o casal, e voltei para o bar, onde a Carla estava. Contei tudinho pra ela sobre o ocorrido. Ela ficou rindo e curiosa, a gente até chegou a ir no tal corredor, mas o casal já não estava lá. A Carla foi ao banheiro e voltou. Em seguida, voltamos para a pista e sentamos à mesa.
Algum tempo depois, dois singles vieram falar com a gente. Um era bem interessante, já o outro não. A Carla ficou conversando com o rapaz mais bonito, enquanto eu e o mais feinho ficamos de vela.
Quando eu menos esperava, vi a mulher do negão que eu chupei, depois de dois segundos o homem. Eles passaram tranquilamente por mim, perguntando; se eu queria ir numa sala com eles?
Fiquei naquele dilema, porque não queria deixar a Carla sozinha com aqueles dois homens. Não sei se o casal se tocou, que eu não queria deixar a amiga sozinha, ou se ficaram chateados com meu “Não”. Eles foram embora.
Logo começou um stripper masculino e outro feminino, chamaram alguns clientes e sim. Foi muito divertido ver a putaria rolando solto naquele palco. A Carla ficou o homem, o mais bonito, eu dispensei o mais feinho. Ufa… ainda bem!
Terminado o show, chamei a Carla, e nós fomos para o cinema porque eu queria arrumar alguém e transar lá.
Assim que começamos, a Carla e o rapaz, eles começaram a se pegar no sofá. Havia outras pessoas transando. Aí veio um cara direto pra cima de mim. Ele era bonitão, moreno, 1,80 cm, enquanto a mulher desse morenão veio atrás, perguntando; ‘se eu queria pegar o homem dela?’. Aproveitei a deixa e aceitei. Ela se sentou num banco, e ficou nos olhando se beijar, se agarrar.
Quando olhei para a Carla, ela estava chupando o pau do seu ficante, e o amigo dele, ficou lá sentado me olhando beijar o morenão. Outras pessoas ficaram olhando também, os famosos voyeurs.
Quando o morenão tirou a minha calcinha, eu estava deitada no sofá de pernas abertas. Ele tinha um pauzão grosso. Ele colocou uma camisinha, e me mandou ficar de quatro. Fiquei de 4, e ele, começou e me comer a minha buceta, enquanto eu olhava pra Carla sentando no pau do seu “amiguinho”.
O morenão pegou pesado, era cada metida funda em mim, que meu corpo ia para frente. Ouvi muitos gemidos, vi muitas coisas acontecerem ao mesmo tempo. E não nego, estava bom, muito bom mesmo, até que o morenão ficou cutucando meu cuzinho com o dedão, e começou a me dar uns tapas na bunda. Não que eu não goste de levar, acho que no clima tudo é válido. Mas daí, ele começou a meter ainda mais fundo, e a ficar mais violento, puxou meu cabelo com mais “vontade”, e me deu um tapa na cara, forte.
Quando um segundo tapa veio na sequência, mais forte ainda, a Carla, que estava a menos de dois metros de mim, ela ficou brava e falou: “na cara não, seu filho da puta”. Na hora, eu nem senti a gravidade dos fatos, porque estava com muito tesão e quase gozando. Senti a rola dele murchar e fiquei naquele dilema, se parava, ou continuava, se brigava com o morenão.
Ele tirou o pau da minha buceta, porque o tesão e o clima se evaporou. Ele pegou a mulher dele e caiu fora. A Carla parou de transar com o parceiro dela, e ficamos sentadas, meio que sem entender o que tinha acontecido.
— “Desculpe, amiga” — A Carlo falou. Explicando; que se sentiu desconfortável, vendo o cara praticamente me (estu...prar).
Agradeci a amiga, por ter interferido. Fora os tapas, as metidas do morenão estavam gostosas. Mudamos de ambiente, e fomos até o ônibus. Sim, dentro da Inner tem um ônibus. Estava eu, a Carla, o parceiro dela, e o amigo do cara, o feinho.
Acabei ficando com o ‘feinho’, ele se chamava Fábio. De longe, não era o meu tipo de homem, começamos a interagir, deixei rolar.
Chupei o pau dele de camisinha, ele me chupou enquanto eu estava deitada no banco do ônibus. Havia um outro casal mais a frente.
Esse carinha que fiquei, só sabia me chamar de vagabunda. “Isso, vai, bem vagabunda; pega no meu pau sua vagabunda, mostra os peitos, bem vagabunda…” eu já estava ficando incomodada, quase pedindo pra ele parar de xingar de ‘vagabunda’. Quando olhei para o lado, a Carla e o par dela, estavam caindo na risada. Comecei a rir também, chamando a mãe do cara de ‘piranha e vagabunda’.
A Carla estava pagando um boquete pro cara, enquanto o ‘feinho’ me chupava gostoso. Assim que ele parou, me puxou para um outro lado do ônibus, mandando eu ficar de quatro, igual o morenão na outra sala. Fiquei de quatro no banco, pronta para dar. E quando ele se acomodou atrás de mim, ele disse:
— “Posso foder seu cu, sua vagabunda?”
Dei um gritão: Vagabunda é a sua mãe.
A Carla e o bofe dela, começaram a rir, o ‘feinho’ também. Virei de frente e avisei, se ele me chamasse mais uma vez de ‘vagabunda’, eu não ia dar. Ele ficou rindo sem graça e prometeu.
Voltei a ficar de quatro, e ele começou a meter na minha buceta, não com a mesma violência do morenão na outra sala, e outra, sem tapas. O pau dele era pequeno, meia bomba, e ele era feio, não tive tesão em nenhum momento. Ainda bem que ele gozou rápido, nem deu tempo de ele comer meu cu.
Esperei a Carla transar com o bonitão. E lá fomos eu e ela para mais uma busca. Encontramos uma salinha vazia e entramos só nós duas.
A gente começou a se pegar, porém, mal começamos a nos beijar, apareceu um casal lindo na janelinha, tanto o homem, quanto a mulher, ambos bastante interessado em se juntar a nós.
Abrimos a porta e o casal entrou. A mulher do cara se sentou no sofá do lado da Carla. O homem ficou em pé, e começou a pegar nos meus seios, dizendo; ‘que era a primeira vez deles lá’. Também falei que era a nossa primeira vez naquela casa.
Tirei a roupa do cara, e ele tirou a minha. Fizemos um ‘rodízio’, nós três ficamos chupando o pau grosso do bonitão. Fui a primeira, depois a Carla, e pôr fim, a esposa.
E na hora de transar. Foi um pouco de cada. Ele me comeu, comigo por cima, eu sentando naquela rola deliciosa, enquanto a mulher do cara e a Carla, ficaram se pegando. Quando eu desci do pau, a Carla assumiu o comando, enquanto eu, e a outra mulher, nós ficamos nos beijando, depois fizemos um 69 intenso. E por fim, o casal foi transando na nossa frente. Ficamos olhando o casal transar.
Dei o cu pra ele, quando começou o ‘rodízio anal’. Foi intenso, dolorido e gostoso. Depois foi a vez da Carla, e depois a esposa.
Eu e a Carla, nós começamos a squirtar! Ficamos assistindo o bonitão foder o cu da loira. E quanto mais eu molhava, mais sulcos caíam no chão da cabine, mais o cara fodia o cu da mulher, e mais a Carla gemia do meu lado. Fui ficando mole, fui agachando, com as pernas bambas, e a Carla foi abaixando junto comigo, e o chão foi ficando mais ensopado… uau! Tivemos juntas um orgasmo totalmente inesperado para uma noite que começou fora do comum.
Esse cara gozou no nosso rosto, no meu e da Carla. O esperma veio quente. O fato é que o casal se vestiu, nos agradeceu e saiu da cabine. Tivemos que ir ao banheiro nos limpar, porque ficamos com os nossos rostos inviável de tanta porra.
Não transamos mais com ninguém. Pegamos as nossas bolsas e saímos da Inner às 03:00 da madrugada. Voltamos de Uber para o meu apartamento. A Carla já foi embora, saiu antes de eu começar a escrever.
E foi isso, gente. Essa foi a minha experiência na Inner Club, espero que tenham gostado. Um beijo a todos, e bom domingo pra vocês.

Ei Felipa sou negão, bora marcar um Date?
REPAREI NOS PÉS, DÁ ATÉ GOSTO COMER ESSAS PUTONAS DESGRAÇADAS
😍 AMO A INNER CLUBER
todo mundo precisa pelo menos UMA VEZ visitar essa casa. Fui 5x e dei pra caralho