Publicado Por: Tuga069
Categoria: Heterossexual
Data: 16/10/2026 00:18:57
Assuntos: Heterossexual, Hotpast.
Naquela outra madrugada o vinho doce já tinha baixado, mas o corpo de Joana ainda cheirava a sexo antigo. Fabiano não dormia. A mão descia devagar pela própria barriga até o pau, que começava a endurecer só de lembrar das confissões anteriores. O silêncio do quarto era quebrado apenas pelo ventilador lento e pelo ruído úmido da mão se movendo.
Joana se mexeu. Sem blusa, os seios fartos e pesados rolaram para o lado quando ela se virou. Os olhos castanhos se abriram, ainda embotados de sono.
— Fabiano…?
Ele não parou. A voz saiu rouca, colada no escuro:
— Fica assim. Não se cobre. Conta pra mim… a primeira vez. O cara do pau enorme. Eu quero imaginar os dois enquanto me toco.
Ela hesitou. O vinho residual ainda circulava. Depois, com a voz baixa, quase embargada, começou:
— Foi planejado. A gente se falava fazia semanas. Ele me levou pro quarto dele…
Fabiano interrompeu, a mão ainda no pau:
— Continua. Como ele te deitou.
Joana respirou fundo.
— Me deitou na cama. Abriu minhas pernas com as mãos grandes… e enfiou. Devagar no começo, porque eu era virgem.
Ele gemeu baixo.
— E o tamanho? Conta o tamanho.
— Era grosso demais. Eu sentia cada centímetro esticando, doendo e gozando ao mesmo tempo.
Fabiano acelerou o movimento. Os olhos fixos nos seios pesados dela, nus, à mostra.
— Mais. O que ele fazia com você.
Ela demorou um segundo, a respiração já mais rápida.
— Ele metia fundo. A cabeça do pau batendo lá dentro. Segurava meus seios — que já eram grandes na época — e empurrava mais. Eu gemia…
— E agora? — perguntou ele, ofegante. — Você adoraria tentar de novo?
— Sim… com esse tamanho. Agora eu aguentaria.
Enquanto ela falava, a imagem do outro homem — o pau grosso abrindo a buceta virgem dela, o corpo dele cobrindo o dela — fazia o sangue descer com força. Fabiano não aguentou. Tirou a mão do pau, ajoelhou-se sobre ela e, com um urro baixo, gozou. O esperma grosso, branco, quente, jorrou em jatos pesados sobre os seios fartos. Cobriu os bicos, escorreu pelo vale entre eles, manchou a pele macia até a barriga. Joana ficou imóvel, os olhos semicerrados, sentindo o calor viscoso escorrer.
Ele respirou ofegante. Pegou um pano do criado-mudo e limpou devagar os seios dela — passando o tecido pelos bicos sensíveis, limpando o esperma que escorria. Joana se virou de lado e voltou a dormir como se nada tivesse acontecido. O cheiro de sexo e vinho doce pairava no quarto.
Fabiano ficou deitado de costas, o pau mole de novo, mas a mente acesa. Sabia, com a precisão de quem fecha um balanço, que só conseguia comer Joana de verdade quando ela falava do passado. Sem as histórias, o corpo falhava. O pau mole voltava a ser sentença. Com elas, porém, ele se tornava outro homem: o marido que ouvia, que gozava, que ainda controlava a narrativa. E isso o satisfazia. Não era a Joana do cinema que o excitava. Era a outra. A que tinha sido aberta por um pau enorme, a que ainda sorria na rua, a que molhava só de lembrar. Enquanto ela contasse, ele estaria inteiro. E por isso, naquela noite, a mão já voltava a procurar a curva da bunda dela.
— Conta mais… outra noite.
A noite ainda não acabara.
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Por Tuga069
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