Respeito no Trabalho, Putaria em Casa.



Respeito no Trabalho, Putaria em Casa.
Um conto erótico de Karine Vilas Boas

Publicado Por: Tuga069                  

Categoria: Grupal

Data: 17/10/2026 00:07:07

Assuntos: Amigas Safadas, Casa da Amiga, Confraternização, Corpo Variado, Diálogo Sujo, Exploração Sexual Consensual, Fetiche de Grupo, Fetiche de Observação, Gozo Interno, Grupal, Homem Sério, Idade Variada, Mulheres dominantes, Office Romance, Penetração, Sexo Depois da Festa, Sexo Explicito, Sexo Grupal, Sexo Oral, Um Homem Várias Mulheres.

O Tufão tinha uns quarenta anos, cara fechada, jeito sempre reto e falava pouco. No setor era o único homem no meio de um monte de mulher. Ninguém via ele sorrir fácil. Educado pra caralho, quieto, calmo, mas com aquela cara de bravo que fazia a gente pensar duas vezes antes de zoar. As meninas respeitavam… e desejavam escondido há meses.

Naquela sexta a confraternização do setor acabou na casa da Carla. Quarenta e cinco anos, corpo de mulher madura, peito pesado que balançava quando andava, coxa firme e uma confiança que as outras invejavam. Ficaram as cinco mais próximas: a Aline, vinte e oito, magrinha, pele lisa, peitinho pequeno e duro, bunda alta; a Graziela, quarenta anos, magrinha descolada, seios médios e firmes, jeito de quem não liga pra nada; a Simone, trinta e oito, corpo ainda bem cuidado, bunda redonda; a Vanessa, quarenta e dois, um pouco acima do peso mas gostosa pra caralho, peito farto e quadril largo; e a própria Carla.

Já tinha vinho e uísque aberto na mesa. O pó rolou entre elas como sempre faziam quando ficavam só. As primeiras carreiras foram cheiradas ali mesmo, no canto da mesa de centro. Riam, falavam merda, soltavam as fantasias antigas. Todas já tinham comentado, em alguma noite parecida, o que fariam com o Tufão se ele baixasse a guarda. E naquela noite ele tava ali, sentado no sofá de couro, ainda todo formal, camisa social azul abotoada quase até o fim, bebendo devagar.

A Aline chegou primeiro, voz meio embriagada, e sentou no braço do sofá bem perto dele:

— Você sempre tão sério, Marcelo… Olha pra gente. Hoje a gente decide que você vai relaxar. Pode?

Ele olhou pra ela, depois pras outras. O olhar bravo não intimidou ninguém. A Graziela se ajoelhou no chão na frente dele, mas ainda sem tocar, só encostando o cotovelo no joelho dele.

— A gente confia em você — falou ela, sorrindo de canto. — E a gente quer saber umas coisas antes. Pode falar a verdade, ninguém vai julgar.

A Carla ficou atrás do sofá, mão no ombro dele, voz baixa:

— A gente já falou tanto de você quando você não tá… Agora é a sua vez de falar. A gente quer curiosidade mesmo. Coisa suja.

A Vanessa se sentou do outro lado, coxa encostando na dele:

— Primeira pergunta: você gosta de chupar buceta? Tipo… de verdade gosta, ou só faz pra agradar?

O Tufão demorou um segundo, olhou pro copo, depois respondeu com a voz baixa e séria de sempre:

— Gosto. É uma das coisas que eu mais gosto. Gosto do cheiro, do gosto, de sentir a mulher tremer na minha boca. Prefiro quando ela segura minha cabeça e esfrega tudo em mim.

A Simone se inclinou pra frente:

— E gozar? Você prefere gozar onde?

— Na boca. Gosto de gozar na boca. De ver a mulher engolir e mostrar a língua depois. É o que mais me excita.

A Aline mordeu o lábio:

— Você já comeu mais de uma ao mesmo tempo? Ou só fantasia?

— Nunca. Sempre foi só uma de cada vez. Nunca tive três, quatro, cinco… isso aí é novidade total pra mim.

A Graziela passou a língua no lábio, ainda ajoelhada:

— E preferência? Você curte mais mandar ou obedecer?

O Tufão olhou pra ela, depois pra outras, e respondeu sem rodeio:

— Gosto de mandar. Gosto de meter forte, de dar tapa na cara, tapa na bunda, de apertar o pescoço. Gosto de ouvir putaria. Quando a mulher fala sujo enquanto eu estou comendo, eu fico ainda mais duro.

A Carla apertou o ombro dele:

— E quanto tempo você aguenta? Você goza rápido ou demora?

Ele deu uma risadinha baixa, quase sem sorrir:

— Depende. Se eu estou nervoso, gozo mais rápido. Se a mulher for me provocando, falando putaria, eu consigo segurar mais. Mas na primeira eu quase sempre gozo mais rápido… aí na segunda eu demoro.

A Vanessa bateu de leve na coxa dele:

— Então a gente já sabe o que fazer com você.

A Graziela finalmente abriu o cinto e a calça dele. Puxou a cueca e o pau duro do Tufão saltou. Ela gemeu ao ver.

— Porra… é maior do que eu imaginava. Olha isso, meninas.

Envolveu o pau com as duas mãos e passou a língua lenta da base até a cabeça.

— Gostoso… — murmurou. — Pode segurar minha cabeça se quiser. Eu gosto.

Ele hesitou um segundo, depois pôs a mão grande no cabelo dela, sem forçar. A Graziela engoliu quase tudo de uma vez, subindo e descendo a cabeça enquanto olhava pra cima, pro rosto fechado dele.

A Carla terminou de abrir a camisa e passou a unha no peito dele.

— Ele tá segurando… olha a cara dele. Continua, Grazi. Chupa mais fundo.

A Aline se levantou, tirou a blusa e o sutiã. Os peitos pequenos balançaram. Montou no colo do Tufão de frente, se esfregando na barriga dele enquanto a Graziela continuava chupando.

— Me toca — pediu ela, pegando a mão dele e colocando no peito. — Aperta. Eu gosto forte.

Ele apertou o peitinho, polegar no mamilo. A Aline gemeu e se inclinou pra beijar de novo, mais sujo, lambendo a língua dele.

A Simone e a Vanessa já estavam peladas. A Simone se ajoelhou do lado da Graziela e lambeu as bolas do Tufão enquanto a amiga chupava. A Vanessa ficou em pé no sofá, abriu as pernas e empurrou a buceta na boca da Carla.

— Chupa ela pra mim, Carla — pediu, segurando o cabelo da amiga. — Quero ficar bem pronta pra quando ele me foder.

A Carla obedeceu, língua trabalhando, enquanto olhava pro Tufão.

A Graziela tirou a boca e falou rouca:

— Sobe, Aline. Encaixa nele. Quero ver você sentar.

A Aline se ergueu, posicionou a buceta apertada na cabeça do pau e desceu devagar, gemendo alto.

— Porra… tá grosso… tá abrindo tudo…

Rebolou, subindo e descendo, peitinho balançando. A Graziela se levantou, virou de costas e se abaixou, oferecendo a bunda magra.

— Chupa eu enquanto ela te fode — mandou, empurrando a bunda no rosto dele.

Ele obedeceu. Língua larga, séria, chupando a buceta da Graziela enquanto a Aline cavalgava. A Graziela gemeu alto:

— Isso… mais fundo… usa a língua. Nossa, ele sabe chupar pra caralho…

A Carla se afastou da Vanessa e se ajoelhou na frente do Tufão, beijando a boca dele suja do gosto da Graziela.

— Você tá sendo tão bom pra gente… — sussurrou. — Agora eu quero esse pau. Levanta ela.

A Aline saiu de cima, gemendo de raiva. A Carla deitou de costas no sofá, abriu as pernas e puxou o Tufão pra cima dela.

— Entra. Devagar no começo. Eu quero sentir cada centímetro.

Ele penetrou a buceta quente e apertada. Ela prendeu a respiração, unha nas costas dele.

— Isso… mais… porra, Tufão, você é grande pra caralho…

Enquanto ele fodia a Carla com movimento firme e fundo, a Simone se posicionou por cima do rosto dele, sentando a buceta na boca.

— Chupa eu também — pediu, rebolando. — Quero gozar na sua boca.

A Vanessa se ajoelhou do lado e chupou as bolas dele enquanto entrava e saía da Carla. A Graziela e a Aline se beijavam do lado, se tocando, dedo uma na buceta da outra, assistindo e comentando alto:

— Olha o jeito que ele tá metendo nela… — falou a Aline. — Está entrando inteiro.

— Carla está se contorcendo toda — completou a Graziela. — Continua assim, Tufão. Mete mais forte.

A Carla gemeu mais alto, perna tremendo:

— Estou gozando… não para… continua fodendo…

Gozou apertando o pau dele, corpo inteiro contraindo. Ele manteve o ritmo só mais um pouco… e gozou rápido, jato quente enchendo a buceta da Carla. O corpo dele tremeu, a cara ainda fechada, mas a respiração pesada.

— Já? — a Vanessa riu baixo, se aproximando. — Está nervoso, né, Tufão?

A Graziela se abaixou na hora e engoliu o pau ainda latejando, chupando o resto do gozo.

— Calma, a gente reanima ele — falou ela, olhando pras amigas. — Não vai escapar fácil não.

A Aline e a Simone se juntaram, lambendo as bolas, beijando a virilha, passando a mão no peito dele. A Vanessa se sentou no rosto dele de novo, esfregando a buceta.

— Chupa direito enquanto a gente cuida de você — mandou ela.

Em poucos minutos o pau endureceu de novo na boca da Graziela. Ela tirou a boca e falou:

— Pronto. Agora a segunda vai ser demorada. E agora você manda.

O Tufão olhou pra cinco, ainda com a cara séria, e pela primeira vez a voz saiu mais firme:

— Simone, deita. Abre as pernas. Quero te comer olhando pra sua cara.

A Simone obedeceu na hora. Ele entrou nela de uma vez, metendo forte. A mão grande subiu e deu um tapa no rosto dela.

— Isso… — falou ele baixo. — Fala putaria pra mim.

A Simone gemeu:

— Me fode… mete fundo nessa buceta… usa eu…

A Vanessa, assistindo de lado, comentava alto, quase gritando de excitação:

— Olha o tapa que ele deu na cara dela… Simone, aperta esse pau. Aperta forte. Faz ele sentir sua buceta sugando.

A Graziela se ajoelhou bem perto, mão na coxa da Simone, e falou sem tirar o olho da penetração:

— Mais forte, Tufão. Ela aguenta. Dá tapa na bunda também. Quero ver a marca da sua mão nela.

Ele deu um tapa forte na coxa da Simone e depois outro bem na bunda, enquanto metia fundo. O som da mão batendo ecoou na sala. A Aline se deitou embaixo na hora, língua no clitóris da Simone, chupando enquanto ele fodia.

— Isso, Aline… chupa ela enquanto eu meto — mandou o Tufão, voz baixa e firme.

A Carla se aproximou por trás, mão nas costas dele, e falou no ouvido:

— Mais fundo. Aperta o pescoço dela. Devagar no começo… depois aperta mais.

Ele obedeceu. Mão grande no pescoço da Simone, apertando só o suficiente pra ela sentir. Ela gozou gritando, perna tremendo, corpo inteiro se contraindo em volta do pau dele. Mas ele não gozou. Continuou metendo, mais lento agora, olhando pras outras.

A Vanessa não parava de comentar:

— Nossa, olha como a buceta dela tá engolindo esse pau… tá entrando até o fundo. Simone, fala mais sujo. Ele gosta.

A Simone, ainda ofegante, obedeceu:

— Me fode… me usa… essa buceta é sua… mete até doer…

A Graziela riu baixo e provocou:

— Dá outro tapa nela, Tufão. Na cara de novo. Ela tá pedindo.

Ele deu. A Simone gemeu mais alto. A Aline, ainda em baixo, falou com a boca ocupada:

— Continua metendo… eu estou sentindo ele latejar dentro dela…

O Tufão puxou o pau pra fora devagar, olhou pra cinco e mandou:

— Tira e põe na Vanessa. De quatro. Agora.

A Vanessa se posicionou na hora, bunda pra cima, costas arqueadas. Ele se ajoelhou atrás, agarrou a bunda mais gorda com as duas mãos e entrou de uma vez, metendo forte. Deu um tapa seco na bunda dela e outro no rosto quando ela virou a cabeça.

— Porra! Assim… mais forte… me fode como se eu fosse sua puta! — gritou ela.

A Carla se aproximou e falou no ouvido dele, voz baixa e suja:

— Segura a cintura dela com força. Mete sem dó. Essa buceta gosta de apanhar.

A Graziela se sentou no rosto da Vanessa na mesma hora, abrindo as pernas e empurrando a buceta na boca da amiga.

— Chupa eu enquanto ele te come — mandou. — E chupa direito, senão eu mando ele parar.

A Simone, ainda deitada, recuperando o fôlego, não parava de comentar:

— Olha como ela tá se contorcendo… a bunda dela tá tremendo cada vez que ele mete. Continua assim, Tufão. Mais fundo. Quero ver ela gritar de novo.

Ele estocou fundo, suor escorrendo pelas costas. A Aline se ajoelhou na frente, entre as pernas dele, e engoliu as bolas, chupando com vontade.

— Não goza ainda — mandou ela, tirando a boca só o suficiente pra falar. — A gente ainda não terminou com você. Quero ver você comer todas antes de gozar.

A Vanessa gemia abafada pela buceta da Graziela, mas ainda conseguia falar:

— Mais… porra… não para… me fode… tapa na bunda de novo…

A Carla deu outra ordem, mão na nuca dele:

— Agora mais devagar. Sente ela apertando. Depois mete forte de novo. Alterna. Deixa ela doida.

Ele obedeceu. Metia devagar, quase saindo inteiro, depois enfiava tudo de uma vez. A Graziela rebolava no rosto da Vanessa e falava pras outras:

— Ela tá babando toda na minha buceta… Tufão, aperta o pescoço dela também. Devagar.

Ele passou a mão por baixo, encontrou o pescoço da Vanessa e apertou enquanto metia. A Aline, ainda chupando as bolas, levantou o olhar e provocou:

— Olha o pau dele sumindo dentro dessa bunda… está engolindo tudo. Dá outro tapa, Tufão. Mais forte.

Ele deu. A marca vermelha apareceu na pele. A Simone se levantou, se aproximou e falou sujo bem perto do ouvido dele:

— Fala pra ela que ela é sua puta. Ela gosta. A gente gosta de ouvir.

O Marcelo, voz baixa e rouca, obedeceu:

— Você é minha puta hoje. Essa buceta é minha. Aguenta.

A Vanessa gritou abafada. A Graziela riu e mandou:

— Agora troca. Quero cavalgar. De costas. Quero que ele veja a bunda enquanto eu desço.

Ele saiu da Vanessa e deitou. A Graziela montou de costas, encaixou o pau e desceu até o fundo, rebolando devagar. A Aline se posicionou de quatro do lado e a Vanessa, ainda ofegante, enfiou a língua na buceta dela. A Simone se sentou no rosto do Tufão de novo.

As cinco não paravam de falar, uma por cima da outra:

— Olha o pau dele sumindo dentro da Graziela…

— Dá tapa nela, Tufão. Nessa bunda magrinha…

— Aperta o pescoço da Graziela enquanto ela cavalga…

— Fala mais sujo, Vanessa. Ele tá curtindo ouvir…

— Mete mais fundo nela… faz ela gozar em cima de você…

A segunda foda durou bastante. Elas iam trocando de posição, sempre comentando, sempre mandando, sempre falando putaria. A Aline de quatro sendo comida enquanto a Graziela chupava o clitóris dela. A Simone sentando no rosto dele de novo. A Vanessa engolindo o pau quando ele tirava de uma pra colocar na outra. A Carla mandando ele apertar, bater, meter mais forte.

Quando ele finalmente gozou a segunda vez, foi na boca da Graziela, exatamente como gostava. Ela engoliu tudo e mostrou a língua pras amigas.

— Olha o tanto que ele gozou… — falou rindo. — Agora divide.

As cinco se beijaram, passando o gozo de boca em boca, se lambendo, se tocando, enquanto o Tufão recuperava o fôlego no meio delas, ainda com a cara fechada, mas o corpo completamente entregue.

Mais tarde, já deitados no meio da sala, corpo suado e colado, a Carla beijou o peito dele e sussurrou:

— No setor a gente te respeita. Aqui a gente te come. E a gente vai querer de novo.

Ele não respondeu com palavra. Só passou a mão grande na coxa da Graziela e deixou que as amigas continuassem o que tinham começado, beijando, chupando e se esfregando nele até o sono chegar.

No dia seguinte a luz da manhã entrava pela janela entreaberta da sala. Os corpos ainda estavam espalhados pelo colchão improvisado que tinham armado no chão. Cheiro de sexo, de suor seco e de álcool da noite anterior.

A Simone foi a primeira a abrir os olhos. A cabeça doía um pouco, a boca seca. Ela virou o rosto e parou.

O Tufão estava ajoelhado entre as pernas da Aline, que ainda dormia de bruços, bunda erguida, rosto enterrado no travesseiro. Ele metia devagar, fundo, segurando a cintura magra dela com as duas mãos. O pau entrava e saía com calma, quase sem barulho. A Aline soltava gemidos baixos, ainda meio inconsciente, rebolando fraco contra ele.

A Simone ficou quieta só observando por alguns segundos. Depois se arrastou até ficar de joelhos bem na frente dos dois.

— Acordou com fome, Tufão? — falou baixo, voz rouca de sono.

Ele virou o rosto pra ela, ainda com a cara séria, mas os olhos escuros de tesão. Não respondeu com palavra. Só tirou o pau da buceta da Aline devagar, o corpo inteiro brilhando de saliva e de gozo antigo da noite. A Aline gemeu baixinho, reclamando da falta, mas não acordou de verdade.

O Tufão segurou o pau com a mão e apontou pra boca da Simone.

— Abre.

Ela abriu. Ele enfiou fundo de uma vez, segurando o cabelo dela. A Simone engoliu, sentindo o gosto da Aline misturado com o dele. Chupou com vontade, olhando pra cima.

A Graziela, que dormia do lado, abriu um olho e riu baixo:

— Porra… ele já tá de novo. Simone, engole tudo quando ele gozar. Ele gosta de ver.

A Vanessa se espreguiçou, peito aparecendo, e comentou ainda deitada:

— Olha o pau dele sujo da buceta da Aline… mete fundo na garganta dela, Tufão. Ela aguenta.

Ele meteu. A Simone engasgou um pouco, mas não recuou. Mão na coxa dele, deixando ele usar a boca. A Aline finalmente acordou de verdade, virou o rosto e viu a cena.

— Filho da puta… tava me comendo dormindo — falou ela, voz rouca, mas sorrindo. — Continua. Quero ver ele gozar na boca dela.

O Tufão tirou o pau da boca da Simone só o suficiente pra falar, voz baixa e firme:

— Fica de quatro de novo.

A Aline obedeceu na hora, bunda pra cima. Ele enfiou de uma vez, metendo forte agora, sem a calma de antes. Deu um tapa seco na bunda dela e outro no rosto quando ela olhou pra trás.

— Isso… — falou ele. — Aperta. Quero sentir.

A Simone ficou ajoelhada do lado, esperando. A Graziela se aproximou e passou a mão no cabelo da Simone, empurrando a cabeça dela pra baixo, perto das bolas do Tufão.

— Chupa as bolas enquanto ele come ela — mandou. — Deixa ele bem perto.

A Simone obedeceu. Língua nas bolas, chupando, enquanto o Tufão metia fundo na Aline. A Carla, que tinha acordado por último, se sentou no sofá e só observava, perna aberta, mão entre as coxas.

— Olha o jeito que ele tá metendo… — comentou ela. — Aline, fala putaria. Ele gosta de ouvir de manhã também.

A Aline gemeu, voz embargada:

— Me fode… usa essa buceta… goza na boca da Simone… quero ver…

O Tufão meteu mais forte, mão no pescoço da Aline, apertando. Suor escorrendo pelas costas. A Vanessa se ajoelhou do outro lado e falou sujo:

— Tira agora. Goza na boca dela. Ela tá pedindo desde ontem.

Ele obedeceu. Puxou o pau da buceta da Aline de uma vez, virou pra Simone e enfiou na boca dela. A mão grande segurou a cabeça, metendo fundo. A Simone engoliu, olhando pra cima, deixando ele usar.

Ele gozou assim. Jato quente, direto na garganta. A Simone engoliu tudo, sem deixar escapar, e quando ele tirou mostrou a língua limpa pras outras.

A Graziela riu, se aproximou e beijou a boca da Simone, chupando o que ainda tinha restado.

— Gostoso… — murmurou. — Bom dia, Tufão.

Ele ainda respirava pesado, ajoelhado no meio delas, a cara séria de sempre. A Aline se virou, deitou de costas e abriu as pernas de novo.

— Ainda não terminou — falou ela. — Quero que você chupe eu agora. Você falou que gosta.

O Tufão não respondeu. Só se abaixou entre as pernas dela e enfiou a língua. A Simone, a Graziela, a Vanessa e a Carla se aproximaram, se tocando, assistindo, já comentando de novo, já pedindo a vez.

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Por Tuga069
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Ficha do conto

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Nome do conto:
Respeito no Trabalho, Putaria em Casa.

Codigo do conto:
274860

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
17/10/2026

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