Era apenas para tocar capítulo final

O contraste na sala não podia ser maior: o professor, ainda arfando e humilhado no canto do banheiro, e o Lucas, com o ego explodindo de tesão por achar que tinha dobrado a situação ao seu favor. Mal sabiam eles que quem dava as cartas ali era eu.
— Você quer jogar, Lucas? Então vamos jogar direito — murmurei, soltando a boca dele e me virando de costas pro espelho.
Subi na bancada de granito mais uma vez, abrindo bem as pernas, sem calcinha, com o esperma do professor ainda brilhando e escorrendo devagar pela minha coxa. O Lucas olhou praquela cena e quase perdeu o chão. O olhar dele era puro desejo desesperado, a baba quase caindo.
— Vem cá — ordenei pro professor, dando um estalo com os dedos. — Você não ia embora deixando o serviço pela metade, ia? Já que ajudou nas minhas notas, ensina pro garoto como é que se faz.
O professor, encurralado entre a chantagem e o tesão cego que ainda queimava nele, não pensou duas vezes. A moral da faculdade já tinha ido pro lixo mesmo. Ele se aproximou a passos largos, com os olhos pegando fogo, e segurou o Lucas pelo colarinho, puxando o moleque pra frente da bancada.
— Empurra essa cabeça no meio das pernas dela e mostra se você é homem de verdade ou só falatório — rosnou o professor na orelha do Lucas.
Sem dar tempo do garoto raciocinar, o professor segurou a nuca do Lucas e afundou a cara dele direto na minha buceta molhada. O Lucas soltou um abafado de surpresa, mas no segundo seguinte já estava me devorando com a língua, lambendo o próprio rastro que o professor tinha deixado em mim, faminto, enfiando a língua fundo enquanto desmanchava qualquer resto de postura de chantagista.
— Isso... lambe direito, seu merdinha — eu arfei, cravando as unhas no cabelo do Lucas e empurrando a minha canela contra as costas dele.
Enquanto o Lucas se acabava na minha boceta, o professor desabotoou a calça de vez, tirou o pau de novo pra fora — ereto e duro como pedra outra vez pelo espetáculo — e se posicionou atrás de mim na bancada. Ele me puxou um pouco mais pra ponta, segurou meus peitos por cima da regata com força e, num impulso só, me meteu por trás.
— Porra! — o urro do professor ecoou nas paredes de azulejo.
O impacto foi violento. O professor me socava por trás com força, fazendo a bancada chacoalhar inteira e o espelho embaçar com o vapor dos três corpos. Na minha frente, ajoelhado e babando, o Lucas chupava cada gota do meu suor e do meu tesão, sentido o ritmo frenético com que o pau do professor entrava e saía de mim.
A cena no espelho era uma loucura: o garoto certinho da turma entregue, fazendo o papel de escravo na minha frente, e o professor me rasgando por trás, usado como mero instrumento do meu prazer.
— Puxa o pau pra fora, Lucas! — ordenei no meio de um gemido alto, sem me importar se alguém ouvisse no corredor. — Não fica só olhando.
O Lucas, completamente fora de si, tirou o pau pra fora da calça — gigante, pulsando de tesão — e se ajoelhou mais perto, me oferecendo a cabeça do pau nojenta de tão molhada. Eu segurei o pau dele com uma mão e enfiei tudo na minha boca, mamando o chantagista com força enquanto o professor me arrombava por trás.
O som dentro do banheiro era puro sexo cru: o barulho do pau do professor batendo na minha bunda, a minha boca fazendo sucção no pau do Lucas e o eco dos gemidos descontrolados dos dois disputando quem me dava mais prazer.
Eu ditei o ritmo até o limite. Quando senti a pressão do professor aumentar por trás e o Lucas começar a tremer as pernas na minha boca, puxei o ritmo com tudo.
— Goza! Gozem os dois agora, porra! — gritei, jogando a cabeça pra trás.
O professor me deu três metidas brutais, rasgando o fundo, e descarregou uma jorrada quente e volumosa dentro de mim, urrando no meu pescoço. No mesmo segundo, o Lucas não aguentou o aperto da minha boca e do meu olhar e gozou desesperado, jorrando leite quente direto na minha língua e pelo meu queixo.
O meu orgasmo veio como um tiro, um colapso que fez meu corpo todo tremer na bancada, as pernas travando enquanto eu engolia o gozo do Lucas e sentia o do professor derramar por dentro.
Ficou um silêncio absoluto no banheiro, quebrado apenas pela respiração desgovernada dos três.
Lipei o canto da boca com as costas da mão, dando uma risadinha debochada. Olhei pro Lucas, ainda no chão, de pau mole, todo lambuzado, e depois pro professor, encostado na parede, tentando recuperar o fôlego e a dignidade que nunca mais teria.
Desci da bancada, ajeitei a saia jeans rasgada, peguei o celular do Lucas em cima do granito e guardei no meu bolso.
— O gabarito da prova vai estar na minha mesa amanhã cedo, professor — disse, olhando pra ele pelo espelho. Depois, olhei pro Lucas no chão. — E você... apagou qualquer foto e qualquer ideia idiota da cabeça. Se quiser repetir a dose, já sabe qual é o meu preço.
Abri a tranca da porta do banheiro, ajeitei o cabelo e saí pro corredor da faculdade como se nada tivesse acontecido.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Era apenas para tocar capítulo final

Codigo do conto:
275276

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
22/10/2026

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