MESMO SENDO LESBICA, GOSTAVA DE TREPAR COM MEU PAI.

Meu pai que sempre viveu do futebol de campo, se aposentou com 45 anos e passou a ser técnico do time da 3 divisão da nossa cidade. Talvez pela convivência, e dele ficar brincando comigo de jogar bola; muitas vezes ia jogar bola até com a molecada na rua. Mocinha, a prefeitura começou a incentivar os colégios a formarem times de futebol feminino, e acabei me inscrevendo com meu pai sempre me apoiando. Cheguei a ter um namoradinho, mas foi com uma colega do time; de nome Carol, que passei a gostar de me envolver com outra menina. Ela me vendo nua no vestiário, particularmente começou a me elogiar dizendo que me achava muito bonita, e sem que eu colocasse maldade passou a ir à minha casa. Um dia com meus pais trabalhando, fui tomar banho e a deixei ficar dentro do banheiro, já que eu estava acostumada a ficar nua no banho com todas as meninas do time. Nesse dia, sem que eu esperasse, me puxou e caiu de boca nos meus peitinhos. Tentei empurrá-la.
- Que isso Carol?
- Sou louca pelo seu corpo Marta!
Me dei conta que ela era lésbica, e resolvi deixar e pedir pra ela continuar chupando meus peitinhos já que tinha sentido prazer. E ela chupou mais um pouquinho e segurando meu rosto me lascou um beijo na boca. Novamente fui pega de surpresa, mas algo dentro de mim foi me fazendo aceitar. Depois de me beijar muito, ela me olhando.
- Deixa eu chupar sua buceta, deixa?
- Hein? O quê?
Tudo era novo pra mim, e comecei a pensar que eu também tinha tendência pra ser lésbica. E ali mesmo trancadas no banheiro, me fez sentar sobre o tampão da pia e começou a lamber minha buceta e introduzir um dedo como se fosse uma pequena piroca... Nem com meu ex-namorado cheguei a ter orgasmo como eu tive com a Carol. De vez enquanto ela ia na minha casa pra chupar meus peitinhos e minha xoxota me fazendo gozar bem gostoso. Final de semana minha mãe foi ficar na casa dos meus avós, e eu fiquei pois tinha jogo do meu time que disputava um campeonato estudantil. Sabendo que meu pai estava na arquibancada assistindo quis dar o melhor de mim, e até que estava indo bem até receber uma falta com a adversária errando o chute e acertando minha nádega esquerda com muita violência; quando cai ao disputarmos a bola. Senti muita dor, mas continuei jogando mesmo assim. Ao terminar o jogo, e com o corpo esfriando, a dor começou a voltar e fui me dar conta que estava um lado da minha bunda roxa. Tentei aguentar, mas ao chegar em casa com meu pai fui obrigada a falar com ele que estava sentindo muita dor. Tive que arriar meu short meio de lado pra mostrar pra ele apenas uma parte afetada pelo chute. Estava um pouco acanhada, e quando ele falou em me levar até o postinho de saúde, falei que achava que não ia precisar e se caso até o dia seguinte; domingo, continuasse a doer eu mesma ia pedir pra me levar ao médico. Foi quando ele me entregou uma pomada dizendo que era excelente para aquele tipo de lesão. No meu quarto, fiquei nua da cintura pra baixo pra passar a pomada, mas bastava encostar a mão pra dor aumentar a ponto de não conseguir. Nem imaginava que tinha esquecido de trancar a porta, e ao gemer muito alto meu pai entrou no quarto como um furacão.
- O que foi Marta? O que foi?
Fiquei sem saber o que fazer, e ao tentar esconder minhas partes acabei virando errado; com o lado machucado apoiando sobre o lençol que cheguei a soltar um palavrão e praticamente me virar de frente pra ele... Rapidamente cobri minha xana com as duas mãos.
- Puta que pariu, tá doendo muito!...
Ele sentou na cama me perguntando novamente se queria que ele me levasse ao postinho. Só consegui balbuciar que não, dizendo que não estava conseguindo nem passar a pomada devido sentir muita dor. Me perguntou se eu deixaria ele tentar passar a pomada, e vendo minha cara de espanto.
- Não precisa ficar com vergonha, ok?
Só que a posição que eu tinha que ficar, era de lado e de frente pra ele. A dor me fez realmente esquecer da minha vergonha, e ao me posicionar tive que tirar minhas mãos por alguns segundos. Voltei a cobrir minha xana e ele delicadamente foi pingando a pomada pra em seguida passar a mão tão de leve que passei a sentir apenas um pequeno incômodo.
- Ui! Ui! Ui!...
- Tá doendo?
- Só um pouquinho pai, pode continuar!...
E ele ficou alisando sua mão na minha bunda por uns 4 minutos espalhando a pomada.
- Pronto filha, agora é só ficar assim nessa posição e esperar a pomada fazer efeito.
- Obrigada pai!...
Ele reclinou me dando um beijo no rosto, comigo até já tirando as mãos de sobre minha xoxota. Fiquei paradinha naquela posição, que cheguei até o cochilar, acordando com meu pai entrando novamente no quarto dizendo que ia esquentar nosso almoço. Já ia esconder minha xoxota, mas resolvi deixar como estava. Ele sentou na cama me perguntando se tinha melhorado alguma coisa. Respondi.
- Melhorou sim pai; consegui até cochilar um pouco!
Ele novamente reclinando pra me dar um beijo no rosto.
- Que bom filha! Consegue descer pra cozinha?
Disse que sim, e com ele saindo dei um jeito de colocar somente um short largo; sem calcinha, pra ir almoçar. Ele agia normalmente como se nada tivesse acontecido, mas eu estava estranhamente feliz por saber que ele tinha olhado pra minha buceta e pra minha bunda. Começando a anoitecer, assim que ele voltou da rua trazendo nosso lanche, disse que ia tomar um banho e se ele podia passar novamente a pomada em mim... Lógico que eu mesma poderia passar devido não estar doendo muito, mas queria sentir a mão dele novamente na minha bunda. Depois de banho passei por ele enrolada em uma toalha e fui pro meu quarto, procurando um jeito de cobrir apenas meus seios com a toalha deixando o resto de fora, doidinha pra ele chegar logo pra olhar pra minha bucetinha. Ele entrando no meu quarto, fiz questão de ficar o tempo todo virada de frente pra ele, que trazia na mão a pomada. Novamente ele pingou a pomada liquida e foi passando a mão, até me pedir pra ficar de bruços. Fiquei e ele voltou a passar a mão na minha bunda, que eu sentia seu dedo roçar levemente sobre meu cuzinho me deixando toda arrepiada. Depois ele passou a mão na parte da bunda que não estava dolorida, que cheguei a dar uma risadinha. Mas ele parou e novamente me deixou sozinha, com minha bucetinha enxarcada provavelmente te tanto tesão... Minha vontade era dele continuar ali passando a mão em mim. Domingo cedo ao ir pra cozinha tomar meu café, foi ele quem me perguntou se queria que ele passasse mais um pouco da pomada. Lógico que disse que “sim”, e fui pro meu quarto esperar por ele indo buscar a pomada. A dor tinha praticamente desaparecido, apenas um pouco ainda roxo. Logo que ele entrou notei algo que antes não tinha percebido por ele estar usando uma bermuda jeans; ele ainda com o short do pijama que era um pouco fino um short mais fino, o volume na sua virilha. Como ainda usava o short largo e sem calcinha, ele veio sentando e foi logo puxando e tirando meu short me mandando virar minha bundinha pra ele. Ao terminar, fiquei de lado mas virada pro seu lado percebendo que o volume no short dele tinha aumentado. Ele sabia que eu já tinha percebido, e sorrindo perguntei pra ele o que era aquilo. Ele rindo.
- É meu passarinho!...
- Kkkkkkk! Você deixa eu ver como é o seu passarinho?
- Se você prometer que não vai contar pra ninguém!!!!
- Claro que não, né pai?
Ele só puxou o short pra baixo e seu pau duro logo pulou pra fora. Era um pau grande e bonito, totalmente diferente do garoto que cheguei a namorar. Sem um pingo de constrangimento levei a mão, segurei e ainda mexi com ele analisando desde a ponta até o saco.
- Caramba, é bem grandinho, né?
Continuei segurando e ele pela primeira vez levou a mão na minha bucetinha passando o dedo e fiquei com um pouco de medo quando senti seu dedo entrando, mas estava tão gostoso que passei a movimentar minha mão no seu pau enquanto ele após enfiar todo o dedo ficou socando lentamente que em menos de 2 minutos tive um orgasmo. Estava quase pedindo pra meter na minha bucetinha; mas ele sem colocar o short no lugar saiu do meu quarto com seu pau ainda pra fora. Ele saiu e só retornou trazendo minha mãe que ele foi buscar de carro. Na segunda-feira, sozinha em casa, chamei a Carol pra ela chupar minha buceta, mamar nos meus peitinhos e me fazer gozar enfiando dois e até três dedos na minha buceta, comigo imaginando ser o meu pai me comendo. Duas semanas não aconteceu nada de diferente e com minha bunda voltado ao normal, no sábado após mais um jogo e chegando em casa com minha mãe tendo ido na casa da minha tia e dependia do meu pai ir buscá-la mais a noite. Estava na sala quando ele veio e me perguntou como estava minha bunda.
- Já sumiu tudo pai; quer ver?
Quando ele disse pra lhe mostrar, não excitei em ficar na frente dele e arriar meu short e a calcinha mostrando minhas nádegas. Ela passou a mão na minha bunda.
- É mesmo, está com a bundinha lisinha de novo!
Eu de costas pra ele, ele desceu a mão e foi pra minha xoxota, passando os dedos e enfiando até o fundo.
- Ooooohhhhh paaaaaiiiiii!!!!!
Me fez sentar no sofá e abrindo minhas pernas caiu de boca na minha xana, que já acostumada com a Carol fui sentindo sua língua passando na minha racha e seus lábios sugando meu grelinho. Mas antes que eu gozasse, ele parou e me posicionando tirou seu pau pra fora e veio de lado enfiando na minha buceta.
- Cuidado pai! Cuidado!!!!
- Pode deixar filha; não vou gozar dentro não!...
E ele passou a movimentar seu pau dentro de minha bucetinha que urrei e gemi até ter um delicioso orgasmo, com ele ainda ficando metendo por mais alguns minutos antes de tirar e gozar esfregando seu pau na minha virilha. Fui me limpar e voltei com ele sentado no sofá totalmente pelado me pedindo pra sentar no seu colo. Sentei e ele depois de chupar bastante meus peitinhos senti seu pau que estava encostado na minha coxa voltar a ir ficando duro. Eu segurando seu pau, quando me dei conta estava beijando-o na boca com ele apalpando minha bunda. Por mais de uma hora, ele me fodeu por pelo menos mais duas vezes. Tempos depois, tanto ele quanto minha mãe ficaram sabendo que eu e a Carol tínhamos um caso. Só que minha mãe não imaginava que quem me comia de verdade era meu pai.
Foto 1 do Conto erotico: MESMO SENDO LESBICA, GOSTAVA DE TREPAR COM MEU PAI.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
MESMO SENDO LESBICA, GOSTAVA DE TREPAR COM MEU PAI.

Codigo do conto:
275335

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
22/10/2026

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