Nunca imaginei que uma madrugada aparentemente comum no Habib's acabaria mudando a maneira como eu enxergava uma das minhas melhores amigas.
Eu estava usando um vestido preto curto, ajustado na medida certa para valorizar minhas curvas. Gostava daquele visual porque era elegante, sexy sem esforço e, principalmente, combinava comigo. Ela, por sua vez, estava usando um short e um top.
Estávamos voltando de uma festa quando resolvemos parar para comer no Habib's.
A noite transcorria tranquilamente. Conversávamos, ríamos e comíamos como tantas outras vezes. Em determinado momento, ela me perguntou como tinha sido meu encontro com a menina com quem eu estava saindo na época.
Eu já sabia que aquele assunto despertava sua curiosidade. Ela conhecia minha bissexualidade e, às vezes, fazia perguntas sobre minhas experiências com mulheres. Até então, eu interpretava aquilo como curiosidade de uma amiga heterossexual tentando entender uma experiência diferente da sua.
Não percebi nada além disso.
Quando me levantei para ir ao banheiro, não imaginei que aquela conversa continuaria ali.
Ela apareceu pouco depois e entrou na cabine comigo. Não estranhei. Éramos próximas, e a situação não me pareceu diferente de tantas outras pequenas intimidades que compartilhávamos como amigas.
Então, de repente, tudo mudou.
Assim que entrou na cabine, o olhar dela ficou preso na minha intimidade exposta, completamente lisinha. Naquele momento, não percebi sua reação. Só fiquei sabendo disso mais tarde, quando ela me contou o que havia passado por sua cabeça.
Ela, volta a pergunta sobre meu encontro e começou a se aproxima devagar em quando eu respondia.
O que aconteceu a seguir me deixou completamente surpresa. Eu nunca havia considerado a possibilidade de ela me desejar daquela maneira. Por alguns instantes, minha cabeça tentou acompanhar uma situação para a qual eu não tinha nenhuma expectativa ou preparação emocional.
Do nada, ela se ajoelhou e começou a me beijar minha buceta, como se estivesse descobrindo algo extraordinário. Seus gestos eram intensos, e a maneira como se entregava àquele momento me deixou sem palavras.
Ela lambia, sugava, beijava e mordia de leve.
Ela fazia isso como se fosse melhor coisa do mundo.
Ela me levou ao clímax e, depois, saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido.
Eu fiquei ali, tentando assimilar tudo o que acabara de acontecer. Apesar de ter chegado ao clímax, eu queria mais. Muito mais.
Ela não podia simplesmente me surpreender daquela maneira e agir como se nada tivesse acontecido!
Quando voltei à mesa, finalmente conversamos sobre o que havia acontecido.
Foi uma descoberta inesperada, não apenas sobre ela, mas também sobre mim.
Mais tarde, ela me confessaria que sentia aquela curiosidade havia muito tempo, mas nunca tivera coragem de revelar. Naquela madrugada, segundo ela, a proximidade e o impulso falaram mais alto.
Eu ainda estava tentando compreender o que aquela experiência significava quando percebi que alguma coisa havia mudado entre nós.
Até aquela noite, ela era simplesmente minha amiga.
Agora, era também minha mais nova ficante.
Depois daquele episódio, passei a enxergá-la de outra maneira.
Naquela mesma madrugada, levei-a para minha casa. Pegamos o Uber e sem o motorista percebe e fui caminho inteiro brincando com o clitóris dela bem devagar.
Lá, ficamos nuas. Sentei-a no meu colo, de frente para mim, e a beijei enquanto explorava seu corpo com as mãos. Em quando um mão acariciava os seios dela a outra manipulava o clitóris dela com precisão.
Depois fizemos um 69 maravilhoso, ela chupava e lambia a buceta e ela a minha. Era selvagem, sórdido e excitante era avassalador.
Depois, compartilhamos mais um momento íntimo, entregando-nos às carícias até chegarmos ao clímax.
Infelizmente, naquela noite, foi só isso, pois ela precisava chegar em casa antes que o pessoal dela acordasse.
Mas aquilo era apenas o começo.
O começo de muitas aventuras, de novas descobertas e de uma amizade que havia encontrado uma maneira inesperada de se transformar.